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Habitação popular cria efeito manada no País – 30/3/2009

março 30, 2009 3 comentários

Habitação popular cria efeito manada no País – 30/3/2009

Fonte:O Estado de São Paulo

SÃO PAULO – O mercado imobiliário brasileiro vive de ondas. Na década de 90, as incorporadoras inundaram a cidade de São Paulo de flats e os investidores que apostaram naquela promessa ficaram com o mico na mão. Hoje muitos desses apartamentos estão vazios. Mais recentemente, desmotivadas pela falta de crédito para as classes média e baixa, as empresas colocaram todas as suas fichas nos imóveis de alto padrão. Fizeram tantos lançamentos – e tão parecidos entre si – que várias acumularam estoques ou, pior, foram obrigadas a cancelar projetos no meio do caminho. Com o pacote habitacional anunciado na última semana pelo governo Lula, a moda agora é o popular.

Num mercado congelado pela restrição de crédito e pela falta de comprador, é o único filão onde haverá dinheiro farto – nos alto e médio padrões, os bancos hoje têm liberado financiamento somente para construções com 50% das unidades vendidas e o número de empreendimentos por empresa é limitado. Mais uma vez, deve surgir na indústria um efeito manada, atraindo desde empresas tradicionais do ramo mais focadas na alta renda até as novatas, que um empresário do setor de construção chamou de “empresa mexerica?: aquela que só dá em temporada.

“O grande desafio das construtoras é ocupar esse novo espaço”, afirma Rubens Menin, presidente da MRV, uma das poucas que constroem para o segmento econômico desde a sua origem, na década de 70. Mesmo hoje, embora várias empresas digam que atuam nesse nicho, poucas de fato vendem imóveis abaixo de R$ 100 mil. “O mercado privado no Brasil não sabe trabalhar com baixa renda. O imóvel econômico para as construtoras é o de R$ 200 mil e isso não atinge nem 20% da demanda das famílias brasileiras”, diz a professora de planejamento urbano da USP, Ermínia Maricato.

Com a enxurrada de recursos do governo, as construtoras parecem, finalmente, ter aceitado o desafio de produzir para esse público. “O pacote resolveu um problema importante para o setor hoje, que é o capital de giro, que está caro e escasso”, diz o diretor de relações com investidores da Brascan, Luiz Rogélio Tolosa. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Estragos de um presidente ignorante

Sábado, 31 de Janeiro de 2009 |

Estragos de um presidente ignorante

Mauro Chaves

As consequências de um presidente ignorante exercer o supremo comando de uma nação por dois mandatos consecutivos – ou pelo longo período de oito anos – são, realmente, catastróficas.  Entenda

Sábado, 31 de Janeiro de 2009 | Versão Impressa

As consequências de um presidente ignorante exercer o supremo comando de uma nação por dois mandatos consecutivos – ou pelo longo período de oito anos – são, realmente, catastróficas. Entenda-se, porém, que nem sempre o volume dessa “herança de desinformação social” – forma como poderíamos designar o acervo geral de desentendimentos governamentais – é corretamente avaliado, seja quanto a sua intensidade ou durabilidade. Ou seja, nem sempre os efeitos dos atos ou omissões de um chefe de Estado e governo ignorante são perceptíveis de imediato – mas podem se estender por gerações. Às vezes só se vai descobrir depois a total falta de noção, de um governante, de como é o mundo e como agem ou interagem suas forças. E quando se descobre isso o tremendo estrago já pode ter sido feito – e custa uma enormidade consertá-lo. Pior é quando essa incompreensão de um chefe de Estado e governo leva a ações desastradas, no relacionamento com outros países, a ponto de causar um grave comprometimento da imagem externa do país, desfazendo um capital acumulado de valores – morais e institucionais.

É que a falta de conhecimento básico, geralmente acoplada a crenças rudimentares, faz com que governantes se tornem verdadeiras esponjas, prontas a absorver, indiscriminadamente, os pleitos dos lobbies de todos os gêneros. Então as decisões ou não-decisões governamentais derivam de pressões descontroladas de grupos de interesse de múltipla espécie, dada a inexistência de um filtro intelectual, provido da necessária massa crítica, que possa selecionar o que, de fato, seja a favor ou contra o verdadeiro interesse da coletividade. A bem da verdade, nada melhor para os defensores de determinados interesses – sejam legítimos ou escusos, representem vantagens pecuniárias ou apenas reproduzam preconceitos ideológicos – do que o vazio intelectual daquele que ocupa o mais elevado posto decisório de uma nação. Pois é, justamente, a vacuidade mental de conhecimento e cultura que dá ensejo à atração de ideias discutíveis ou inviáveis para a sociedade – embora palatáveis, quando não rentáveis, para determinados grupos.

No chefe de Estado e governo ignorante processa-se um tipo de “absorção aleatória” de influências, pelo que passa ele a conduzir-se – e, mais importante, decidir – com base no que lhe é “soprado ao ouvido”. Às informações que lhe chegam à parte decisória do cérebro, tanto de forma desorganizada e espontânea quanto minuciosamente calculada, por parte de seus interlocutores – movidos estes por claros objetivos -, o governante desprovido de aparato gnoseológico pode reagir de uma forma ou de outra, conforme as circunstâncias, o momento psicológico em que esteja, o clima afetivo que viva, tudo isso apartado de uma análise racional que só o discernimento com base no real conhecimento é capaz de realizar. Em outros termos, o estado de vacuidade de informações – de um presidente ignorante – em relação à configuração do mundo e às características dos povos, ao acervo científico-tecnológico, cultural e tudo o mais que indique o estágio atingido pelo nível do conhecimento humano lhe cria receptáculos mentais escancarados, sem qualquer filtro seletivo, às influências de terceiros – que não dizem respeito aos interesses reais da sociedade. Antes pelo contrário.

A memória histórica aponta o anseio que sempre tiveram as sociedades de escolher, para a condução da coisa pública, os melhores e mais capazes de fazê-lo. A ruptura do processo hereditário, pela via das ideias republicanas, vai, justamente, nesse sentido, pelo menos desde que Platão, em seu A República – escrito entre 380 e 370 a.C. -, propôs o governo dos mais sábios e instruídos, pois estes, ao mesmo tempo que seriam menos “apressados em chegar ao poder”, teriam melhores condições de distinguir o visível do inteligível, a imagem da realidade, o falso do verdadeiro. Assim, estes é que deveriam ser chamados para a regência suprema da sociedade, pois sua presença impediria as sedições e as intermináveis lutas civis internas travadas entre políticos ambiciosos.

A democracia moderna, cujo melhor modelo – goste-se ou não – ainda é o da sociedade que há 222 anos elaborou uma Constituição e chegou ao 44º presidente da República sem qualquer golpe de Estado, regime de exceção, sistema autoritário ou interrupção do processo democrático – mesmo tendo passado por uma guerra civil violenta -, sem dúvida, teve como esteio pessoas altissimamente qualificadas, como George Washington, Thomas Jefferson, James Madison, Abraham Lincoln, Franklin Roosevelt, John Kennedy e tantos mais.

É na escolha dos mais capazes para governá-las, quaisquer que tenham sido suas origens, mas que tenham revelado um esforço denodado pelo próprio aprendizado, que as sociedades se alicerçam, no decorrer de sua história, na valorização do mérito de todos e de cada um de seus cidadãos. É na eleição democrática daqueles que atingiram, além do talento da liderança, um nível de conhecimento pelo menos bem acima do da média da população que as sociedades adquirem condições de evoluir, politicamente, na direção de uma democracia plenamente desenvolvida. É por tudo isso, enfim, que, em razão da múltipla e profunda ignorância de seu presidente anterior, a exemplar democracia norte-americana vai ter de se esforçar muito, juntamente com seu novo presidente, para recuperar-se do tremendo estrago feito em sua imagem no mundo.

Mauro Chaves é jornalista, advogado, escritor, administrador de empresas e pintor. E-mail: mauro.chaves@attglobal.net

Evento Mercado Imobiliário Jundiai

EVENTO

11/10/2008

Proempi

15 anos de sucesso


CRISTINA HAUTZ E ALEX M CARMELLO Veja legendas abaixo

Veja legendas abaixo

Para comemorar os 15 anos da Proempi foi realizado um badalado coquetel no restaurante Toro. A anfitriã da noite foi a empresária Célia Benassi, presidente da
Proempi Jundiaí, que recebeu várias profissionais do setor, empresários e autoridades. Durante o coquetel foi realizada uma homenagem ao atual Presidente do Conselho Consultivo do Sindicato, Romeu Chap Chap, pelos 50 anos de dedicação ao Secovi SP. Confira as presenças nesta noite memorável.

LEGENDAS
Miltom Bigucci, Débora Orlando, José Roberto Orlando, João Crestana e Eliana Crestana
Helo e Orlando Bianchini com Nestor e Nina Mesquita

Eliana Cristana, João Cristana, Tarcísio Mascheto, André Galiano e Lourival Norberto
Ricardo Benassi, Nivaldo Calegari, José Roberto Federighi e Jonas Federighi
Sérgio Del Porto e Rafael Benassi
Ricardo Gonçalves, Maria Helena de Almeida, Eliana Melo e Evandro Carbol
Vagner Cortizo, Márcio Viotti ,Edson Cortizo e Pedro Mentem
Araken Martinho, Sônia Cintra, Liana Mackowisk e César Traldi
Mário Carvalho e Marcel Piacentini
Edna Brunetti, Flávio Buzaneli Jr e Oswaldo Campaner
Valdemar Foelkel, Márcio Antonio e Carlos Pelegrini
Mauricio Rappa, Bianca Borin, Milena Haddad, Francisconi Jr. Eric Camargo, Francini Biachim, Sueli Muzaiel e Marcelo Segre
Josué Spinacci, Sérgio Benassi e Toni Messina
Jacob Wereber (que representou o doutor Romeu Chap Chap)
O prefeito Ary Fossen

Esta notícia foi atualizada em 10/10/2008 às 18:19 Jornal de Jundiai
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China’s forecast from Money Morning

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São José – Campinas – Ribeirão – Sorocaba – São Paulo – Jundiai

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Valor médio do m2 da Pompéia cresce 45% desde 2003 e cola em Perdizes – 27/04/08

28|04|2008 – 08:16
Valor médio do m2 da Pompéia cresce 45% desde 2003 e cola em Perdizes
27/04/2008 – 09h58
Valor médio do m2 da Pompéia cresce 45% desde 2003 e cola em Perdizes
DÉBORA FANTINI
da Folha de S.Paulo

O mais novo morador da Pompéia, o shopping Bourbon, acentua a valorização dos imóveis do bairro, outrora tido pelo mercado imobiliário como primo pobre de Perdizes.

Entre 2003 e 2007, o preço do metro quadrado na Vila Pompéia –nome oficial do subdistrito na zona oeste- aumentou 44,7%, reduzindo a diferença em relação ao primo rico.

O valor médio do m2 na Pompéia é de R$ 3.450, R$ 250 inferior ao de Perdizes (R$ 3.700). Há cinco anos, a diferença era igual a R$ 1.000, segundo dados do Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário).

O próprio Perdizes é responsável por alavancar os preços na Pompéia, a exemplo do que ocorre em outras vizinhanças da capital, como Jardim Anália Franco e Tatuapé (zona leste).

A dinâmica imobiliária é como um sistema de vasos comunicantes. Se começam a esgotar os terrenos em um bairro, ele ‘puxa’ lançamentos nos vizinhos”, compara Jonas Federighi Junior, diretor de Novos Negócios da imobiliária Frema.
Para Junior, o shopping -que, antes da reforma, tinha aspecto de abandono- está à altura dos novos moradores.
Ele cita prédios de padrão médio alto lançados na Pompéia nos últimos dois anos. Os edifícios Blanc e Parallèle, da incorporadora e construtora Paulo Mauro, têm unidades de 180 m2 a 220 m2 a R$ 800 mil.
Neste mês, houve o primeiro lançamento de 2008 na Pompéia, a cerca de 1 km do Bourbon. O Domna é a primeira investida no bairro da construtora e incorporadora SKR.

Sofisticação

“O shopping é um sinal de sofisticação do bairro”, afirma o diretor da SKR Silvio Kozuchowicz. “O Domna é voltado para a classe média alta.”

A verticalização na Vila Pompéia e a chegada do shopping afastam-na da Barra Funda e a aproximam de Perdizes.

“Em sua origem, a Pompéia esteve relacionada à Barra Funda, pela ocupação industrial no eixo da ferrovia”, afirma o urbanista Kazuo Nakano, da ONG Instituto Pólis. “A população tradicionalmente tem renda mais baixa que a de Perdizes”, completa.

A diferença em relação à Barra Funda é que a Pompéia não tem megaterrenos para condomínios-clube, com muitas torres. O Domna, por exemplo, terá apenas uma.

Os imóveis usados também foram favorecidos com a chegada do Bourbon. “Após a inauguração, recebi um telefonema de uma grande imobiliária pedindo que eu prospectasse mil apartamentos para investidores”, diz Cleverson Ferraz, diretor da imobiliária Cleverbill.

A assistente jurídica Márcia Logulo, 54, comprou um apartamento usado na rua Venâncio Aires há oito meses, apostando na valorização trazida pelo shopping, e não se decepcionou: o preço dobrou.

No início de 2007, o imóvel valia R$ 130 mil, segundo a Cleverbill. Logulo pagou R$ 180 mil, e hoje há outro à venda no mesmo prédio por R$ 220 mil.

Ex-moradora de Perdizes, ela fugiu do condomínio caro: pagava cerca de R$ 1.200 mensais e hoje paga a metade disso.

“Morava ao lado. Já sabia que se tratava de um bairro com açougue e padaria por perto. O shopping traz mais opções.”

Créditos: FOLHA DE SÃO PAULO

Índice tem melhores 6 pregões desde 99 – 7/1/2009

Todo mês de dezembro, os investidores esperam por uma possível valorização da bolsa – conhecida como rali de fim de ano. Só que, desta vez, a alta resolveu se estender para o início de 2009. Com a valorização de ontem, de 1,91%, para 42.312 pontos, o Índice Bovespa subiu pelo sexto pregão consecutivo. A última vez que isso ocorreu foi em fevereiro de 2008, quando o Ibovespa avançou sete pregões seguidos – entre os dias 20 e 28 daquele mês. Considerando a alta acumulada neste momento (entre 26 de dezembro e ontem), de 16,02%, o movimento atual é ainda mais importante. Segundo um levantamento feito pela consultoria financeira Economática com os dados da bolsa, essa é a maior valorização acumulada em seis pregões consecutivos desde 1999, quando houve a flutuação do real. A maior alta anterior tinha sido entre 1º e 8 de fevereiro de 2000, de 14,02%.

Se o ineditismo desses números é motivo de comemoração, traz também riscos, já que pode ser um sinal de que essa recuperação está esticada demais. Portanto, não é difícil supor que a bolsa poderá passar por alguma realização nos próximos dias, dizem especialistas. Apesar de a desaceleração mundial continuar firme e forte, alguns fatores positivos contribuem para a alta atual do mercado. Um deles é que ainda não começaram a sair os balanços de 2008 das empresas americanas, cujas expectativas são as piores possíveis. “Alguns balanços de montadoras e companhias farmacêuticas européias que já saíram foram melhores do que se esperava”, diz o estrategista de renda variável para pessoa física da Itaú Corretora, Fábio Anderaos de Araújo. “Os investidores nutrem a esperança de que isso também possa ocorrer nos EUA”, diz ele.

Já em termos macroeconômicos, há uma expectativa cada vez maior de que haja uma nova rodada de corte na taxa de juros de países como China, Índia, Inglaterra e na Zona do Euro. Com relação ao Brasil, há um consenso de que em sua próxima reunião, dias 20 e 21 deste mês, o Comitê de Política Monetária (Copom) dará início ao processo de afrouxamento monetário, com um corte de meio ponto na taxa Selic, hoje em 13,75%.

Internamente, o arrefecimento dos índices de inflação é um motivo a mais para se esperar que o Banco Central enfim comece a baixar os juros. “Com a inflação sob controle, a grande preocupação do governo passa a ser principalmente o crescimento econômico, que já dá claros sinais de contaminação pela crise internacional”, diz Anderaos de Araújo. Ele lembra que vale a pena o investidor ter uma dose de cautela com a valorização da bolsa, uma vez que o cenário econômico está longe de estar resolvido.

O movimento de alta das ações tem forte ligação com o fluxo de entrada de recursos estrangeiros nos últimos dias. Em 2008, no entanto, o saldo líquido (diferença entre compras e vendas) de estrangeiros na Bovespa foi negativo em R$ 24,6 bilhões, o pior desde 1994, quando a bolsa começou o levantamento. As ações de commodities são as grandes patrocinadoras da alta recente da Bovespa. A expectativa é que hoje esses papéis podem cair em todas as bolsas, depois que a Alcoa – a maior produtora de alumínio do mundo – anunciou, após o fechamento do pregão de ontem, a demissão de 13,5 mil funcionários, 13% do quadro.

Fé na construção

Os estrangeiros voltaram a se animar com o setor de construção civil. Depois de levarem mais de 60% das ações lançadas por essas empresas nas recentes aberturas de capital (IPO, na sigla em inglês), foram eles que começaram a vender os papéis e deflagraram o movimento acentuado de baixa no ano passado, que culminou com quedas de mais de 90% de algumas ações. Segundo apurou a repórter Daniela D3Ambrósio com um analista do setor, os fundos estrangeiros melhoraram a percepção macroeconômica e acreditam que a queda dos juros e da inflação será benéfica para as empresas. E aproveitam o baixo preço para recompor suas carteiras. Nessa retomada, ainda de acordo com o analista, é natural que os papéis mais líquidos se recuperem primeiro. Não é à toa que, ontem, as ordinárias (ON, com voto) da Rossi Residencial subiram 13,16%. Em dois dias, o papel já se valorizou 30,33%. Ontem, as ON da Gafisa tiveram alta de 6,59% e as da Cyrela, 4,86%.

Daniele Camba é repórter de Investimentos

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