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Demanda aquecida impõe rateio na emissão de varejo da construtora Rossi

Demanda aquecida impõe rateio na emissão de varejo da construtora Rossi

    De São Paulo
    05/10/2009
Texto: A-

Os investidores que participaram da oferta pública de ações da construtora Rossi Residencial tiveram seus pedidos de reserva atendidos até R$ 5 mil. Sobre o que excedeu essa quantia foi aplicado um rateio de 31,1%.

O preço por ação foi fixado em R$ 12,50, o que representa um desconto de 6% sobre o preço de fechamento de quinta-feira, dia em que fechou a operação, de R$ 13,30.

Foto Destaque

Além do rateio, mais um sinal de forte demanda é a colocação integram do lote adicional de 20%. Com isso, a distribuição somou 66 milhões de ações, ou R$ 825 milhões, dinheiro que será utilizado na aquisição de terrenos e em projetos voltados ao segmento imobiliário econômico. O lote adicional não estava previsto no início da operação da construtora.

Já está registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o exercício do lote suplementar, que soma 8,25 milhões de ações. Considerando essas ações, que podem ser vendidas dentro de um prazo de 30 dias a contar do início da oferta, a distribuição chega aos R$ 928 milhões.

A Rossi foi para o Novo Mercado em fevereiro de 2006, vendendo 40,5 milhões de ações, a R$ 25 cada uma.

Na oferta de outra construtora, a PDG Realty, o pequeno investidor teve o pedido de reserva integralmente atendido. A liquidação financeira da oferta acontecerá no dia 7.

O procedimento de coleta de intenções de investimento, chamado de “bookbuilding”, fixou o preço por ação em R$ 14, valor 2,1% menor que o preço de fechamento da ação no pregão de quinta-feira, de R$ 14,30.

A esse preço, a oferta primária de 56 milhões de ações movimentou R$ 784 milhões para o caixa da companhia, que se comprometeu a utilizar os recursos na compra de novos terrenos, além de investimentos em seu portfólio, construção de obras e capital de giro.

Foto Destaque

Também já está registrado na CVM o exercício dos lotes adicional e suplementar. Com isso, a oferta pública da PDG ganhou uma vertente secundária, ou seja, um dos acionistas da construtora também vendeu ações que possui no capital da companhia.

No caso, o acionista vendedor é o UBS Pactual Desenvolvimento e Gestão I, que embolsará R$ 274,4 milhões, caso todos os papéis sejam colocados.

Essa é a terceira vez que a PDG vende ações na Bovespa. A companhia entrou no Novo Mercado da bolsa em janeiro de 2007, com emissão primária e secundária de 46,3 milhões de ações, a R$ 14 cada uma.

Em novembro do mesmo ano, levantou outros R$ 575 milhões com uma oferta primária de 23 milhões de ações, a R$ 25 cada uma.

Com o reaquecimento da economia e a abertura do mercado de capitais, o número de empresas em busca de recursos na bolsa está cada vez maior. Na lista de 20 companhias que concluíram ou preparam ofertas públicas de ações, 6 são construtoras. As operações de três delas (MRV Engenharia, PDG e Rossi) , cujos valores já foram divulgados, somam R$ 2,4 bilhões. Direcional Engenharia, Cyrela e Brookfield também estão na fila.

Nesse número não estão as empresas de shopping center, também consideradas por alguns analistas como integrantes do mercado imobiliário. As ofertas de BR Malls, Multiplan e Iguatemi juntas devem girar mais de R$ 2 bilhões. A Aliansce, outra empresa de shopping, anunciou na semana passada que retomou os planos de fazer uma oferta inicial de ações.

Reserva para ofertas da PDG e Rossi começa semana que vem – 21/9/2009

Reserva para ofertas da PDG e Rossi começa semana que vem – 21/9/2009

Fonte:Valor Online 

 

SÃO PAULO – A Rossi Residencial e a PDG Realty divulgaram o aviso ao mercado de suas ofertas primárias de ações confirmando o período de reserva entre os dias 28 e 30 de setembro. Para o varejo, o valor mínimo de investimento foi fixado em R$ 3 mil.

As duas empresas aproveitam a liquidez do mercado e a visão positiva dos investidores estrangeiros com relação ao país para captar recursos e investir na expansão de seus negócios.

No caso da Rossi, a empresa poderá levantar mais de R$ 860 milhões, dinheiro que será utilizado na aquisição de terrenos e em projetos voltados ao segmento imobiliário econômico.

Já a PDG pode obter outros R$ 770 milhões com a venda de novos papéis, recursos que serão destinados, também, à compra de novos terrenos, além de investimentos em seu portfólio, construção de obras e capital de giro.

O cronograma estimado das duas ofertas aponta que o preço por ação será definido dia 1º de outubro e os papéis passam a ser negociados dia 5 de outubro no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

A oferta inicial da Rossi compreende a venda de 55 milhões de ações ordinárias. Tomando como base o preço de fechamento de sexta-feira do papel, de R$ 13,65, a distribuição movimentará R$ 750 milhões. Levando em conta a colocação total do lote suplementar de 15%, o montante chega a R$ 863 milhões. A colocação é coordenada pelo Credit Suisse, Bradesco BBI, Santander e BB Investimentos.

A oferta da PDG compreende 56 milhões de ações, ou R$ 772 milhões, tomando com base o preço de R$ 13,80 por papel, valor registrado no fechamento do pregão de sexta-feira. Se a demanda for elevada, há opção para exercício de lote suplementar e adicional. Nesse caso, o fundo UBS Pactual Desenvolvimento e Gestão I venderá até 19,6 milhões de suas ações. Considerando tal possibilidade, a oferta sobe a R$ 1,04 bilhão. Os coordenadores dessa oferta são BTG Pactual em conjunto com Itaú BBA, Goldman Sachs e Bank of America Merrill Lynch.

A Rossi chegou ao Novo Mercado em fevereiro de 2006, vendendo 40,5 milhões de ações, a R$ 25 cada.

Essa será a terceira vez que a PDG vende ações na Bovespa. A companhia chegou ao Novo Mercado em janeiro de 2007, com emissão primária e secundária de 46,313 milhões de ações, a R$ 14 cada. Já em novembro do mesmo ano, levantou outros R$ 575 milhões com uma oferta primária de 23 milhões de ações, a R$ 25 cada.

Real Estate Sector – Safra Homebuilders report

Safra view about real estate sector, covering Cyrela, Gafisa, MRV, Tecnisa and Rossi Residencial.

Homebuilders Review September 14 2009

Vendo Apartamento entregue em Setembro 2009 – Parque Villa Lobos

EDIF. RISERVATO UN 144 - SETEMBRO 2009

Rossi cria marca Ideal para baixa renda

Rossi cria marca Ideal para baixa renda
Valor Econômico
26/05/2009 08:59

SÃO PAULO – A Rossi volta às origens. Dona do Plano 100, a Rossi fez fama como construtora de imóveis econômicos durante a década de 90, mas mudou a rota e enveredou pelo mercado de média e alta renda nos últimos anos. De novo, a companhia segue a demanda – o que a coloca no caminho de volta. Com atraso em relação à concorrência, cria sua marca para baixa renda, a Rossi Ideal, que pode representar perto de 70% dos lançamentos da companhia este ano.

A demora, no entanto, foi, até certo ponto, positiva para a companhia. A nova marca está sendo moldada para atender o público beneficiado pelo programa habitacional do governo. A estratégia da companhia para a baixa renda está sendo toda desenhada de acordo com o pacote ” Minha Casa, Minha Vida ” . Embora a Rossi já tivesse linhas de produtos mais baratos, como o residencial Vila Flora – de casas no interior de São Paulo – apenas parte das unidades se enquadravam no limite máximo do pacote, de R$ 130 mil.

Agora, a companhia pretende atender as famílias com renda de até dez salários mínimos, público que se enquadra no pacote. O foco, porém, será o miolo de três a seis salários mínimos – que devem responder por cerca de 60% a 70% do negócio e onde governo chega a subsidiar até R$ 23 mil. A empresa pretende dedicar 10% do novo negócio ao segmento de zero a três salários mínimos, que responde por 60% do pacote. Nessa faixa, o imposto cai de 7% para 1% e o comprador do imóvel é o governo e não o cliente final, dispensando a necessidade de gastos comerciais e marketing. Mas os preços são estipulados pelo governo e variam de R$ 37 mil a R$ 52 mil dependendo da região.

Segundo Rodrigo Martins, diretor do segmento econômico, a Rossi deve usar parte de duas áreas que possui no Distrito Federal e em Canoas (RS) para destinar às famílias de até três salários. ” Nunca exploramos esse nicho porque o risco era grande. Agora que a Caixa Econômica Federal e o governo estão assumindo o risco, não há porque não entrar ” , diz Cássio Audi, diretor de relações com investidores. ” Se o terreno for barato e houver um controle rígido de custos, do processo de suprimentos e do método construtivo, dá para atuar ” , completa Martins.

Com a Rossi Ideal, a meta da companhia é lançar 15 mil unidades este ano e 20 mil em 2010. Rossi começou o ano trabalhando com três diferentes cenários: Conservador, moderado e otimista. ” Depois de abril, passamos ao cenário moderado, cuja previsão é manter o tamanho da empresa igual ao ano passado ” , diz Audi. Em 2008, a companhia lançou R$ 2 bilhões.

Considerando-se que pretende lançar 15 mil unidades a um preço médio de R$ 90 mil, a baixa renda pode representar R$ 1,35 bilhão. Seria 67,5% de R$ 2 bilhões, caso a companhia repita o desempenho do ano passado. A Rossi divulgou que o segmento econômico responderá por, no mínimo, 50% do negócio, mas no primeiro trimestre, antes mesmo do pacote, já atingiu 68%. Não era ainda exatamente um produto para baixa renda. Do banco de terrenos da companhia, que soma R$ 20,3 bilhões, 41% ou R$ 8,3 bilhões estão no segmento econômico. ” Mas estamos em busca de novos terrenos ” , afirma Martins.

Entre as companhias de capital aberto, várias estão cedendo ao apelo da baixa renda por um único motivo: é nesse segmento que está concentrada a retomada imobiliária. A Cyrela transformou a marca Living em nova empresa. ” O mercado, hoje, é muito diferente de três meses atrás. O comprador está pró-ativo ” , diz Audi.

(Daniela D´Ambrosio | Valor Econômico)

Rossi lucra 80,2% mais no 1ª trim – 15/5/2009

Rossi lucra 80,2% mais no 1ª trim – 15/5/2009

Fonte:Investnews

SÃO PAULO, 15 de maio de 2009 – A Rossi Residencial (RSID3) teve lucro líquido de R$ 28,5 milhões entre janeiro e março, correspondendo a uma expansão de 80,2% em relação ao mesmo período de 2008. A receita líquida atingiu R$ 296,4 milhões, um aumento de 36,6% na mesma comparação. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) cresceu 63,7% no período, R$ 31,9 milhões.

As vendas contratadas atingiram R$ 342 milhões no primeiro trimestre deste ano (R$ 283 milhões parte Rossi). “Notamos recuperação das vendas nos meses de março e abril. No mês de março, por exemplo, as vendas contratadas foram 43% maior que as vendas em fevereiro, caracterizando uma tendência positiva para o ano”, destaca a diretora da Rossi em comunicado.

A companhia encerrou março com um endividamento total de R$ 925,4 milhões. Deste total, 35,6% ou R$ 329,1 milhões referem-se a operações de crédito imobiliário, ou seja, financiamento para construção dos empreendimentos, 37,7% a debêntures e 26,7% a operações de capital de giro. Do endividamento total, 86,8% são dívidas de longo prazo.

Entre janeiro e março, a Rossi lançou 1.048 unidades, uma queda de 2% se comparado com o mesmo período de 2008. Entretanto, a companhia espera aumentar de lançamentos nos próximos meses. “Mas continuaremos seletivos, preservando nossa posição de caixa e controlando os estoques, por isso não forneceremos guidance de lançamento para o ano. Aguardaremos até que possamos ter uma visão mais precisa do comportamento da demanda para o setor imobiliário e do impacto do Pacote Habitacional do Governo para 2009”, concluem. (VS – InvestNews)

Vendo Excelente Oportunidade – Próximo Parque Villa Lobos

edif-riservato-folheto

A vista : R$ 650 mil

Saldo com a Construtora de R$ 288 mil, podendo ser financiado no banco ou direto com a Rossi.

Oportunidade pra quem precisa morar próximo as Marginais, Próximo de um parque como o Villa Lobos e precisa mudar já !!!! Acabei de receber o apartamento, está muito bonito, obra da Construtora Rossi muito melhor do que os clientes esperavam !!!

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