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Espera por pacote habitacional impulsiona ações do setor

março 25, 2009 4 comentários

25/03/2009 – 07h00
Espera por pacote habitacional impulsiona ações do setor
Sílvio Crespo
Em São Paulo
As ações de empresas do setor imobiliário, que tiveram fortes perdas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) desde o segundo semestre do ano passado, anteciparam-se à divulgação do pacote habitacional do governo e já vêm registrando alta nas últimas semanas, analisa Clodoir Vieira, economista-chefe da corretora Souza Barros.

Os investidores vêm sendo influenciados por declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anteriores ao anúncio oficial do pacote. Em 11 de fevereiro, Lula adiantou que o programa contemplaria a construção de 1 milhão de moradias no país até 2010.

Pacote habitacional deve empregar 400 mil pessoas
Construção foi a que mais perdeu emprego e renda

Desde o início de março, as ações da Cyrela (CYRE3) subiram cerca de 30%, enquanto as da MRV (MRVE3) e da Gafisa (GFSA3) avançaram 27%, e as da PDG, 26%.

“Desde que o Lula começou a falar em construir 1 milhão de casas, os investidores já foram avaliando quais empresas poderiam se beneficiar”, afirma Vieira. A divulgação oficial do pacote acontece nesta quarta-feira.

O valor de mercado de 33 empresas do setor imobiliário e de construção que têm ações na Bolsa aumentou 13% em março até essa segunda-feira, 23, segundo dados compilados pela consultoria Economatica. No mesmo período, o Ibovespa, índice de referência das ações brasileiras, avançou 5%.

Até fevereiro, no entanto, a situação era oposta. O valor de mercado das empresas acumulava uma queda de 60% desde janeiro do ano passado (veja gráfico abaixo).

valor-empresas-imobImob

“Os lançamentos de imóveis caíram (no ano passado). As pessoas, com medo de perder o emprego, tendem a adiar a compra da casa própria”, afirma Vieira.

As ações de algumas empresas do ramo imobiliário chegaram a cair 90% desde 31 de janeiro do ano passado até a última terça-feira (23), como a BR Brokers e a Abyara. No período, o Ibovespa recuou 28,7%.

De 33 companhias analisadas pela Economatica, dez acumularam, no mesmo intervalo, uma queda de mais de 80%, e apenas quatro tiveram desempenho melhor que o Ibovespa: Lix da Cunha (alta de 6,5%), Multiplan (queda de 17,5%), BR Malls (recuo de 21%) e Mendes Jr. (perda de 22,8%).

Brasil Brokers tem lucro líquido de R$ 58,3 milhões

março 17, 2009 4 comentários

Brasil Brokers tem lucro líquido de R$ 58,3 milhões

SÃO PAULO, 17 de março de 2009 – A Brasil Brokers Participações registrou lucro líquido de R$ 58,3 milhões no ano passado. Em função das alterações no cenário econômico mundial, que impactaram significativamente o mercado imobiliário nacional no quarto trimestre de 2008, a companhia teve um prejuízo de R$ 7,4 milhões no período, correspondendo a uma margem líquida negativa de 21,4%.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) somou R$ 65,5 milhões em 2008, representando uma margem Ebitda de 31,9%, sendo que no último trimestre ficou negativo em R$ 4,4 milhões, com margem de – 12,8%.

Entre outubro de dezembro, as vendas contratadas apenas de unidades residenciais e comerciais totalizaram R$ 1,615 bilhão. Deste total, R$ 352 milhões referem-se à revenda de imóveis avulsos e R$ 1,263 bilhão referem-se à venda de lançamentos. No ano de 2008, as vendas contratadas totalizaram R$ 9,4 milhões. Deste total, R$ 1,731 milhões referem-se à revenda de imóveis avulsos.

Segundo a companhia, as obrigações da empresa referentes a empréstimos e financiamentos totalizavam R$ 10,7 milhões no final de 2008, sendo que R$ 10,3 milhões referem-se a um empréstimo de capital de giro para a subsidiária Abyara Brokers que foi consolidado na proporção de participação de capital na companhia. “Esse empréstimo foi transferido integralmente para outra empresa, sem nenhum vínculo com a Brasil Brokers, quando da realização da cisão parcial de ativos imobiliários e dívidas da subsidiária, conforme divulgado ao mercado em 18 de fevereiro de 2009″, ressalta em nota.

Em comunicado, a administração informa que a Brasil Brokers possuia um saldo a pagar de R$ 24 milhões ao final de 2008 referente as aquisições efetuadas. “Este valor já considera os ajustes da lei 11.638/07 em que os passivos da empresa são calculados a valor presente com a utilização de taxa de desconto de 12,75% ao ano”.

A Companhia também destacou que não possui nenhum passivo baseado em operações com derivativos ou atrelado à variação cambial.

De acordo com a Brasil Brokers, seu plano de expansão foi concluído no último trimestre com a inauguração de mais cinco filiais, totalizando 30 novas filiais abertas no ano de 2008.

(Vanessa Stecanella – InvestNews)

Classe média alta volta seus olhos para Perdizes – 12/3/2009

Classe média alta volta seus olhos para Perdizes – 12/3/2009

Fonte:Gazeta Mercantil

SÃO PAULO, 12 de março de 2009 – Um dos principais bairros da zona oeste de São Paulo, Perdizes se sobressai pelo fácil acesso às áreas centrais e pela entrada de empreendimentos de padrões cada vez mais altos na região. Para Cyro Naufel, diretor de atendimento da Lopes Consultoria Imobiliária, o local é bem servido por escolas, faculdades, padarias, farmácias e restaurantes, o que ajuda a explicar a valorização da área. “Mas o principal motivo é a dificuldade em achar bons terrenos”, afirma.

Segundo Naufel, o bairro pode ser dividido em dois: um à direita da Avenida Sumaré e outro à esquerda. “À direita ficam as casas mais tradicionais, enquanto à esquerda o bairro continua em plena expansão na área imobiliária”, diz. Ele explica que esse movimento segue as avenidas Pacaembu e Sumaré até a região do Memorial da América Latina, região onde ainda restam terrenos. “A área está evoluindo bastante”, assegura. Os preços do metro quadrado são mais baixos e, portanto, os novos empreendimentos são voltados para pessoas com poder aquisitivo menor do que para aquelas que moram em outras regiões do bairro.

Outro vetor de crescimento segue a linha tortuosa da Avenida Alfonso Bovero, onde também é possível encontrar terrenos. “No mercado de terceiros, a venda é muito rápida”, exemplifica Naufel. Ou seja, há demanda. E muita.

Como em outros bairros de São Paulo, os valores do metro quadrado subiram nos últimos anos. Segundo dados do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), em 2005, o metro quadrado custava R$ 3,9 mil; em 2006, R$ 4,1 mil; em 2007, R$ 3,7 mil, e entre janeiro e novembro de 2008 atingiu R$ 5,1 mil. O preço em 2007 ajuda a explicar o número de unidades lançadas naquele ano: 1.538. Em 2008, o valor do metro quadrado subiu e os lançamentos diminuíram para 344.

Vale lembrar que o bairro tem poucos terrenos disponíveis e, pela lei da oferta e da procura, é fácil entender por que uma unidade com quatro dormitórios custava, em média, R$ 1,5 milhão, no ano passado. Sendo que no período anterior, o valor atingiu um patamar mais baixo, de R$ 633 mil, mais em função da metragem dos apartamentos – menores do que os dos lançamentos de 2008.

Perfil

Marcelo Lima Bonanata, diretor de vendas da Helbor, diz que Perdizes tem o perfil de um bairro consolidado. “É de classe média alta, bem localizado e os empreendimentos têm estrutura de lazer bem avantajada”, explica. O Modern Life, por exemplo, possui unidades com dois dormitórios e suítes. Ele é voltado principalmente para jovens casais e solteiros. Já o La Reference tem apartamentos que custam mais de R$ 1 milhão, e por isso mesmo é voltado para famílias com filhos na adolescência. “Perdizes se valorizou nos últimos anos. Mas ainda existe demanda e pouca oferta devido à escassez de terrenos limpos”, conta Bonanata.

O diretor de vendas diz ainda que os moradores não querem mudar de bairro. O máximo que eles fazem é mudar de apartamento. “Mas é cada vez mais comum ter investidores por causa da valorização imobiliária da região.”

Está em fase de finalização o edifício Amarilys, na Rua Cayowa, com cerca de 115 m e valor geral de vendas (VGV) de R$ 18 milhões. O empreendimento da construtora Humaitá teve boa aceitação, restam apenas duas unidades para vender. Esta é a primeira vez que a empresa aposta no bairro, conta Luís Fernando Basile, diretor da Humaitá. “Da próxima vez, não seremos tão desconhecidos.”

Boas lembranças

Leandro Carmo, consultor imobiliário, é um desses moradores. Criado no bairro, ele conta que viu a região se modernizar seguindo o ritmo de crescimento de toda a cidade. “Nos últimos anos, muitos foram os investimentos realizados. A antiga escola de futebol da Avenida Sumaré agora deu lugar à loja da Blockbuster, comprada pela Americanas recentemente. A unidade da Itapicuru do colégio Pentágono agora cedeu seu espaço para um prédio de escritórios.”

Ele lembra que muitos dos investimentos vieram com a chegada da nova estação do metrô como ampliação da linha verde fazendo com que mais pessoas circulem pelo bairro. “Hoje, quando abro a janela do meu apartamento, ainda lembro de tempos antigos, mas vejo com orgulho as mudanças que levaram Perdizes a ser um dos melhores bairros para se morar da cidade.”

3Comercial

Segundo dados da consultoria CB Richard Ellis, na área comercial são 21 edifícios de escritórios, que somam uma área de 57 mil metros quadrados. O estoque do bairro para esse mercado é antigo, uma vez que o último edifício entregue completará sete anos de funcionamento em setembro próximo. Com relação à qualidade do estoque existente, apenas dois edifícios possuem ar-condicionado central e nenhum foi considerado classe A.

Perdizes sempre teve uma vocação quase que exclusivamente residencial, mas ultimamente tem atraído a atenção de incorporadoras e construtoras devido à localização estratégica próximo à Avenida Paulista e à crescente infraestrutura de transporte, que melhorou com a inauguração da estação Sumaré da linha verde do metrô que atende bem ao bairro.

O Bourbon Shopping, apesar de ficar fora do limite do bairro de Perdizes, surgiu para atender uma demanda de moradores de classe média alta da região, que não encontravam no bairro um mix de lojas de grife como as instaladas no novo shopping. (Natália Flach – Gazeta Mercantil)

Mont Parc – Perdizes (frema imoveis – www.frema.com.br)

fevereiro 19, 2009 Comentários desligados

Investimento em moeda forte, Perdizes Nobre, Últimas unidades, próximo ao Parque da Agua Branca, Construtora Paulo Mauro

Arena Sociedade Esportiva Palmeiras

10/02/2009 – 07h08

Belluzzo

projeta para o

segundo semestre

obras no Palestra

Carlos Padeiro
Em São Paulo

Quando o projeto da Arena Palestra Itália foi aprovado no final de agosto de 2008, a previsão era que as obras no estádio começassem em janeiro, e o Palmeiras teria que disputar os jogos da Copa Libertadores em outro local, provavelmente no Pacaembu. Entretanto, problemas burocráticos atrapalharam, e o novo presidente, Luiz Gonzaga Belluzzo, definiu recentemente um novo prazo: o segundo semestre deste ano.

Divulgação

Segundo nova diretoria, projeto da Arena segue de pé, apesar do atraso nas obras
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No dia que assumiu o cargo, Belluzzo revelou que uma das suas prioridades seria conversar com a WTorre, empresa responsável pela construção e por gerir o local pelos próximos 30 anos.

“Tivemos a reunião e o projeto segue de pé. Avançamos um pouco na aprovação junto à prefeitura, mas ainda faltam algumas coisas. São problemas burocráticos, porque a legislação é antiga, e estou conversando com pessoas da prefeitura”, informou ao UOL Esporte o mandatário palmeirense.

Já o novo diretor administrativo, Wlademir Pescarmona, afirmou que as obras da parte social do clube começam nesse mês. “No estádio vamos começar a mexer a partir do segundo semestre, no segundo turno do Brasileiro. Houve um atraso na parte documental e já fizemos um novo cronograma com a WTorre.”

Segundo Belluzzo, estão adiantados acordos com grandes empresas, que têm interesse em investir na futura Arena multiuso para exibirem suas marcas. “Não posso revelar os nomes por enquanto”, despistou.

O plano inicial era que o novo estádio fosse inaugurado no final de 2010, porém, com o atraso, a tendência é que isso aconteça em 2011.

BWA por enquanto?

No ano passado, cartolas do Palmeiras demonstraram insatisfação com a BWA, responsável pela confecção e comercialização dos ingressos nas partidas em que o clube paulista é mandante. O grupo político de Belluzzo, na época diretor de planejamento, exigiu que o contrato com a empresa não fosse renovado para 2009.

Entretanto, nesses primeiros jogos do ano, a BWA segue prestando serviços para o time de Parque Antarctica. Segundo o diretor administrativo, Wlademir Pescarmona, o contrato não fora renovado, e a BWA segue responsável pelos ingressos até que um novo acordo seja assinado.

“Estamos em um processo de licitação com quatro empresas, e uma delas é a própria BWA. Enquanto isso ocorre, a BWA continua com o seu trabalho porque não teria como trocar de uma hora para outra”, explicou o cartola.

Pescarmona é contrário à renovação com a BWA. “Na minha opinião, por todo o histórico, existe uma grande possibilidade de mudar. Quem vai definir é o COF [Conselho de Orientação e Fiscalização]. Acredito que esse assunto estará encerrado em um ou dois meses.”

Listagem de produtos à venda – Apartamentos

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