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‘Minha Casa, Minha Vida 2’ só entrega 2% das casas para baixa renda

Há 21 horas e 54 minutos

‘Minha Casa, Minha Vida 2’ só entrega 2% das casas para baixa renda

Por Rodrigo Pedroso | De São Paulo

Em vigor desde o início do ano passado, a segunda fase do programa Minha Casa Minha Vida entregou, até a terceira semana de maio, 2% das 191 mil casas contratadas na faixa 1 do programa, que engloba famílias com renda mensal de até R$ 1.600. Nas faixas 2 e 3, onde não há subsídios diretos do governo para a construção das residências, metade das 490 mil pessoas que assinaram contratos receberam as chaves da nova casa de acordo com dados da Caixa Econômica Federal. A diferença entre os tipos de contrato e a paralisação das contratações na primeira faixa durante nove meses para a revisão de exigências técnicas ajudam a explicar a discrepância.

A segunda fase prevê 2 milhões de moradias, sendo 1,2 milhão para a primeira faixa, 600 mil para a segunda e 200 mil para a terceira. Desse total, 680 mil foram contratadas entre 2011 e maio de 2012.

 

Com o término das contratações de um milhão de casas na primeira fase do programa ao fim de 2010, o governo reavaliou algumas exigências para a segunda fase. Mudanças técnicas como o aumento do tamanho dos batentes, a exigência de cerâmica de melhor qualidade na obra e o incremento da área construída total foram discutidas com as construtoras.

O martelo do novo modelo foi batido em agosto de 2011, e os contratos para as famílias com menor renda começaram a ser assinados em setembro, segundo Teotonio Costa Resende, diretor de habitação da Caixa. “A faixa 1 ficou totalmente parada. Além disso, nas outras duas faixas, a necessidade é só de financiamento. As empresas começam a construir e depois procuram os clientes. Na primeira, tem que negociar parceria com o município, achar o terreno e o comprador, assinar o contrato e só depois o projeto sai do papel”, diz.

A maior demanda – o Minha Casa 2 tem previsão de contratação total de 2 milhões de unidades até o fim de 2014 – também aumentou a diferença de tempo entre quem espera uma casa comprada pela faixa 1 em relação às outras duas. Na primeira fase, a entrega ficava entre 12 e 15 meses. Agora, o prazo foi prolongado para 24 meses segundo o diretor da Caixa. “A experiência mostrou que não era possível construir 500, 700 unidades em até 15 meses. Só a burocracia entre assinar o papel e começar a construir consome 90 dias.”

A agilidade nas faixas 2 (renda familiar entre R$ 1.600 e R$ 3.100) e 3 (R$ 3.100 a R$ 5.000) fez a MRV Engenharia focar seus negócios quase que exclusivamente na segunda faixa. Construtora do Minha Casa com maior volume de operações até o momento, a empresa assinou contratos que somam R$ 5,8 bilhões de acordo com dados do Ministério das Cidades. Segundo a própria MRV, o programa governamental é responsável por 90% de seus negócios.

O contato direto com o comprador, tendo apenas a Caixa como avaliadora do financiamento e do projeto, sem a necessidade de negociações com outros órgãos do poder público, é um dos motivos que levaram a empresa a focar no segmento dentro do programa. “A rentabilidade na primeira faixa é muito baixa e mesmo assim você só viabiliza um projeto se tiver apoio do município”, afirma o presidente Rubens Menin. Apesar disso, foi justamente o aumento de contrapartidas ao poder público que fez a empresa a registrar lucro líquido menor do que o esperado pelo mercado no primeiro trimestre do ano. O aumento de custos também afetou o lucro, que atingiu R$ 113 milhões de janeiro a março de 2012, contra R$ 153 milhões em igual período de 2011.

Com tempo médio de entrega entre seis e oito meses a partir da assinatura do contrato nas faixas 2 e 3, a MRV tem como público-alvo a nova “Classe C”, segundo Menin. “A maioria da população hoje no Brasil está na segunda faixa. Uma família composta por uma empregada doméstica e um faxineiro já se enquadra nisso”, diz.

 

Essa percepção parece acertada. Apesar de as famílias de menor renda serem o alvo de 60% da meta de construção de casas na segunda fase do programa federal, o maior volume de contratação ficou até agora no perfil explorado pela MRV: 433 mil unidades (63% do total contratado), principalmente no Sudeste e no Nordeste, com 235 mil unidades já entregues.

Os municípios mais populosos do país estão encontrando dificuldades em contratar na primeira faixa, especialmente São Paulo, onde o terreno é mais caro. Mesmo com o subsídio de R$ 20 mil por habitação do governo do Estado, há menor “atratividade” nesse tipo de casa, que possui preço-teto de R$ 65 mil, de acordo com Sergio Watanabe, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). “O programa tem melhor desempenho na faixa 2. A questão do preço é fundamental para atrair construtoras. Aquelas que pegam a primeira faixa estão construindo fora das capitais.”

A Emmcamp Residencial, terceira construtora com mais negócios ligados ao programa, atua majoritariamente na primeira faixa. Apesar da rentabilidade menor, a empresa ganha na quantidade de unidades vendidas, que até agora renderam R$ 1 bilhão em contratos, segundo o ministério. Atualmente, ela está construindo 20 mil unidades, e prevê entregar 30 mil este ano. André Campos, vice-presidente comercial da Emmcamp, reconhece que há maior burocracia, mas afirma que ela acontece só até a aprovação do projeto. A diferença entre as entregas nas faixas se dá no modelo de negócios. “Na primeira fase assina-se quando só tem mato no terreno. Por isso que demora até dois anos.”

O descompasso nas faixas também é registrado no Minha Casa Minha Vida 1, onde não houve a paralisação na primeira faixa. Até maio, 38% das 418 mil unidades habitacionais contratadas na faixa 1 tinham sido entregues. Nas faixas 2 e 3, das 497 mil casas, 72% estavam prontas para ser habitadas.

A previsão de Teotonio Costa Resende é que praticamente todas as 404 mil unidades restantes do Minha Casa 1 estejam finalizadas até o fim do ano. “O que vai sobrar é residual”, diz, para depois considerar normal a extensão do prazo em alguns casos. “Até o momento foram contratadas 1,7 milhão de unidades em todo o programa. É natural haver atraso nas três faixas. Tivemos problemas com mão de obra e material de construção. Mas o importante é que está sendo tudo entregue até o prazo limite.”]

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Programa liberou 60 mil casas até setembro

Habitação: Meta para o ano é de 400 mil moradias e já existem projetos protocolados para mais 342 mil

Programa liberou 60 mil casas até setembro

    Samantha Maia e Daniela D’Ambrósio, de São Paulo
    25/09/2009
Texto: A-

Após seis meses do lançamento oficial do programa Minha Casa, Minha Vida, a Caixa Econômica Federal (CEF) contratou 60,8 mil unidades habitacionais até 20 de setembro. O número representa 15% da meta do ano, mas dobrou em um mês. De acordo com a CEF, há projetos em análise o suficiente para cobrir a meta de 400 mil casas contratadas até o fim de 2009. Além das 60,8 mil casas com contratos já fechados, há uma carteira de 342 mil unidades sendo avaliadas pela Caixa.

Segundo Válter Nunes, superintendente regional da CEF em São Paulo, um dos motivos dessa aceleração é que os projetos têm chegado à Caixa dentro do formato exigido pelo programa. “No começo, os projetos não estavam alinhados ao programa, e a adaptação dos empreendimentos exigia mais tempo para a assinatura de contrato”, diz ele. A velocidade da apresentação de projetos ao banco também aumentou recentemente. Cerca de 100 mil novas propostas – um terço do total em análise – chegaram em setembro.

Segundo Jorge Hereda, vice-presidente da Caixa, investimentos em agilização das análises do banco permitiram reduzir o período de aprovação dos financiamentos de um ano para três a quatro meses. “É crível esperar que atinjamos a meta de 400 mil contratos este ano considerando que o setor está correndo para apresentar propostas. Se entrar na Caixa, a gente contrata”, diz.

No primeiro mês do programa, a maioria das contratações estava concentrada na faixa de renda de três a seis salários mínimos. De acordo com o último balanço da Caixa, a faixa de famílias que recebem até três salários tomaram a dianteira, com 26 mil unidades habitacionais contratadas. O público de três a seis salários já foi contemplado com 25 mil, e de seis a dez, com 9 mil.

Chamados para ajudar na concepção e a costurar detalhes do projeto, um grupo de 11 empresários do setor da construção continua se reunindo mensalmente com o governo e a Caixa Econômica Federal para acertar os gargalos do programa. São poucas as queixas – o discurso elogioso é uníssono – , mas elas existem. Uma das críticas em relação à Caixa está na avaliação dos imóveis, que costumavam ser subavaliados pela entidade, segundo as empresas.

A burocracia é um entrave, mas, para as empresas, a figura do correspondente bancário – que agiliza o processo antes de passar para a CEF- tem um papel importante. “A Caixa evoluiu bastante, há uma disposição grande em resolver os problemas e dar agilidade ao processo”, afirma Eduardo Gorayeb, presidente da Rodobens Negócios Imobiliários, com 16 mil unidades em análise na Caixa. “Mas é uma instituição descentralizada, que não atua da mesma forma em todos os lugares.”

Paulo Simão, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), diz que o andamento do programa está dentro do esperado, mas considera que as contratações ainda estão demoradas. “A greve dos funcionários da Caixa no meio do ano fez com que alguns trabalhos ficassem atrasados. Agora é preciso ter um ritmo mais forte para recuperar”, diz.

João Crestana, presidente do Secovi-SP, entidade que representa imobiliárias e administradoras de imóveis, afirma que é natural que no começo do programa o ritmo fosse mais lento, pela novidade da política. “É um programa pioneiro, tem que criar cada passo novo.” Dessa forma, ele considera que o mais importante hoje é a quantidade de projetos em análise. “Esse número é importante, porque significa a adesão das empresas ao programa e a confirmação da demanda da população”, diz.

Para a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, que esteve ontem em São Paulo em cerimônia de posse da diretoria do Secovi-SP, é significativa a evolução das aplicações da Caixa este ano em habitação. Segundo ela, as aplicações devem superar em 65% as do ano passado, chegando a R$ 38 bilhões, mesmo com a crise econômica.

Uma das maiores dificuldades apontadas no início do Minha Casa, Minha Vida foram os valores máximos das residências para as famílias que recebem até três salários mínimos, considerados baixos pelos governos locais e empresas, principalmente para as regiões metropolitanas. Em São Paulo, esse problema está sendo contornado com parcerias entre a Caixa e os governos estadual e municipal.

Na sexta passada, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) paulista assinou com o banco um acordo para a construção de 13 mil unidades habitacionais dentro do programa seguindo o padrão paulista – mais caro cerca de R$ 7 mil em relação ao modelo de casa do programa federal (R$ 52 mil). A diferença de custo será coberta pelo Estado, que também doará os terrenos. “O Estado garantirá terrenos bem localizados e metade das casas terá três dormitórios”, diz Lair Krähenbühl, secretário paulista de Habitação e presidente da CDHU.

Por serem projetos da CDHU, há 1,5 mil unidades já licitadas, cujas obras podem ser iniciadas dentro de 40 dias, segundo Krähenbühl. O secretário diz que este ano mais um contrato para a construção de 11,5 mil unidades da CDHU será firmado com a Caixa sob as mesmas regras. A prefeitura da capital paulista, por sua vez, já apresentou 38 terrenos que poderão ser doados, uma área com potencial para receber até 5 mil habitações.

O governo do Rio, por outro lado, tem encontrado dificuldades para agilizar o programa. Segundo o secretário fluminense de Habitação, Leonardo Picciani, o Estado apresentou logo após o lançamento do MCMV cinco áreas que poderiam ser destinadas à habitação popular na capital, mas até o momento só conseguiu a doação de três. “Encontrar áreas é um gargalo do programa, e quando tem, você encontra dificuldades tanto para a aprovação na Caixa quanto para liberação de licenciamento na prefeitura”, diz. As áreas destinadas pelo Estado têm capacidade para receber 3,5 mil unidades habitacionais, e segundo Piaccini o governo continua o trabalho de identificação de novos terrenos.

O secretário também se queixa do valor máximo dado às habitações fora da região metropolitana. Segundo ele, o preço de R$ 40 mil inviabiliza os investimentos.

O fato de o programa ter atacado a demanda e oferecer subsídios aos compradores é visto como uma das principais vantagens. “A procura por imóveis de baixa renda cresceu muito, o programa mudou a vida da construção civil no país”, diz Rubens Menin, presidente da mineira MRV, que tem 27 mil unidades em 168 projetos em análise. Dessas, 14 mil unidades foram aprovadas. No segundo trimestre, a empresa vendeu R$ 647 milhões no Minha Casa, Minha Vida. No quarto trimestre de 2008, ela foi a quinta colocada em vendas e no segundo trimestre deste ano atingiu a primeira posição.

O fato é que as maiores empresas de construção – MRV, PDG, Rossi e Cyrela – atingiram um novo patamar e vão começar a produzir 30 mil, 40 mil unidades por ano, o que as coloca na mesma dimensão das grandes construtoras mexicanas e americanas. Estudo da Economática do fim de agosto coloca quatro empresas brasileiras (Cyrela, MRV, PDG Realty e Gafisa, dona da Tenda) entre as 20 maiores da América Latina e dos Estados Unidos em valor de mercado. Boa parte dessas empresas já bateu recorde de vendas no segundo trimestre e o ano caminha para ser o maior da história da indústria em vendas. Por conta dessa nova escala, as empresas brasileiras tiveram que recorrer ao mercado de capitais para captar recursos. A MRV foi a primeira a ir à bolsa para fazer uma oferta pública e foi seguida por PDG, Rossi e Cyrela, que estão com as ofertas na rua.

Plano Minha Casa Minha Vida em Campinas

setembro 20, 2009 4 comentários

Aguarde mais novo lançamento em Campinas do Plano Minha Casa Minha Vida.

Lista de documentos comprador :

http://www1.caixa.gov.br/habitacao/documentoshabitacaocaixa/frm_geral.asp?modulo=cfnu

Regras

caderno 0 a 3 sal cef

CASAS CAMPINAS

 

Casas totalmente financiadas pela CEF.

Se tiver interesse, envie um comentário que lhe enviarei um formulário, este aí disponível no link acima dá uma relação de documentos do comprador em função de suas caracteristicas (casado, solteiro, portador de FGTS) .

A 8 km do Shopping Dom Pedro, próximo a Rodovia Dom Pedro

Melhor condominio de Campinas, acesso fácil ao centro de Campinas, 15 km, Ponto de Onibus na porta do condominio.

Totalmente financiado pela CEF.

Aguarde !!!!

Real Estate Sector – Safra Homebuilders report

Safra view about real estate sector, covering Cyrela, Gafisa, MRV, Tecnisa and Rossi Residencial.

Homebuilders Review September 14 2009

Construtoras lucram com imóveis populares

Construtoras lucram com imóveis populares

Programa Minha Casa, Minha Vida começa a ter reflexo nos balanços

Ivana Moreira

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Os incentivos do governo para a construção popular começam a mostrar seu efeito nos balanços das construtoras. No segundo trimestre, a construtora MRV, por exemplo, registrou seu melhor resultado desde sua fundação, há 30 anos: lucro de R$ 73,9 milhões, 46% maior que o apurado no mesmo período do ano passado. A Cyrela fechou o trimestre com lucro de R$ 157 milhões, um crescimento de 67% em relação ao mesmo período de 2008 – puxado principalmente pela Living, seu braço para o segmento econômico. A Rossi registrou lucro de R$ 51,1 milhões, apenas um pouco acima do apurado no ano passado, mas bem superior às projeções dos analistas.

“O programa Minha Casa, Minha Vida foi um vento a favor daqueles imensos”, disse o presidente da MRV, Rubens Menin. “Foi um trimestre realmente excepcional e estamos prevendo um mercado brilhante por muito tempo.” O volume de vendas do trimestre também foi recorde: R$ 851,5 milhões, 77% superior ao registrado no 2.º trimestre de 2008.

Otimista em relação ao segundo semestre, Menin informou que a empresa investirá entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões para recompor o seu banco de terrenos ao longo do segundo semestre. Hoje, a empresa tem empreendimentos em 70 cidades brasileiras. O objetivo é chegar ao fim do ano atuando em 80 cidades. “Somos muito fortes em Minas Gerais e em São Paulo, queremos diversificar e equilibrar nossos lançamentos também nas cidades de médio porte.”

De acordo com Menin, mais do que os subsídios federais para a compra de imóveis populares, a melhora das condições de financiamento foi um fator decisivo para o reaquecimento do mercado. A ampliação do prazo de pagamento dos financiamentos para 30 anos, a redução de custos da operação – como o seguro que representava 30% do valor da prestação e agora está em 6% – e a queda da taxa de juros levou uma nova massa de consumidores para o mercado da habitação.

No caso da Cyrela, esse cenário positivo para o segmento popular tem se refletido em uma importância cada vez maior da Living dentro do grupo. De acordo com a empresa, a participação da Living nas vendas totais deverá ficar entre 30% e 35% neste ano e subir para 40% a até 50% em 2010. “A Living tem mostrado em agosto de 2009 vendas mais quentes do que no período pré-crise, como julho de 2008”, disse o presidente e controlador da Cyrela, Elie Horn, em teleconferência com analistas. A receita líquida da Cyrela somou R$ 875,6 milhões no segundo trimestre, um aumento de 10,2% em relação ao mesmo período de 2008.

LANÇAMENTOS

O segmento econômico deverá representar ao menos 50% dos lançamentos da Rossi Residencial este ano, segundo o diretor financeiro e de Relações com Investidores da empresa, Cássio Audi – as unidades com esse perfil respondem por 52% do volume lançado pela Rossi no ano até agora. “Estamos olhando todos os mercados, porque há recuperação também nos segmentos de média e alta renda”, disse. “Mas em 2009 o segmento econômico ficará com pelo menos 50% dos lançamentos.”

Segundo Audi, o programa Minha Casa, Minha Vida, a queda na taxa de juros e a melhora da confiança explicam o desempenho positivo do mercado imobiliário neste ano, sobretudo a partir do segundo trimestre. A Rossi tem por meta encerrar o ano com 13 mil a 15 mil unidades lançadas, apesar do volume relativamente baixo de lançamentos nos seis primeiros meses do ano. Nos seis primeiros meses do ano, a Rossi lançou 2.417 unidades. Só em em julho, foram lançadas outras 2.595 unidades.

Alphaville Granja Viana – Vendo 2.500 m2 em lotes comerciais na portaria do condominio

convite alphaville 1convite alphaville

5 lotes comerciais apenas, de frente pra Av. São Camilo, melhor oportunidade pra quem trabalhar ao lado do Alphaville, do  lado de São Paulo, dentro de uma área verde de 300 mil m2 (cerca de 230 m2 de área verde por habitante). Devido ao número limitadissimo de unidades e a exclusividade do projeto.  Não perca a oportunidade !! Como investimento, terreno moeda forte, não há outro projeto igual no mercado !

mapa alphaville granja viana

Escolha seu lote, para investimento ou moradia, melhor oportunidade do ano !!

DADOS TÉCNICOS:


População
Previsão de população 304 x 5 = 1520 habitantes
Área verde por habitante 228 m²/habitante
Estatísticas de Áreas
Área total 674.938,97 m²
Área de lotes 198.062,45 m²
Estatística de Lotes
Residenciais Unifamiliares 179.561,34 m² (304 lotes)
Comerciais 18.501,11 m² (29 lotes)
Áreas Verdes
Clube 19.354,29 m²
Espaços livres (EL) 35.605,83 m²
Áreas Verdes externas 139.280,01 m²
Áreas de Preservação Permanente (APP) 152.305,68 m²
Total de áreas verdes 346.545,81 m²

Matéria publicada na imprensa :

Alphaville Granja Viana vem aí

A Prefeitura de Carapicuíba assinou em 19 de maio, um Termo de Compromisso para construção de duas novas creches na cidade, uma na Estrada do Jacarandá, Roseira Parque, com 250 vagas e outra na Estrada do Jathay, Ariston III, com 220 vagas.

A conquista veio através de uma reivindicação do prefeito Sergio Ribeiro junto à empresa Alphaville Urbanismo S/A, que construirá um condomínio na cidade, o Alphaville Granja Viana, na Avenida São Camilo.

A área total tem cerca de 700 mil metros quadrados de mata nativa, como vocês podem observar no google maps aqui.
Apenas um terço será destinado ao condomínio, um empreendimento com cerca de 400 lotes de 500 metros, para residências de alto padrão.

Por solicitação da prefeitura, o restante da área será transformado em parque para uso da comunidade e a região ganhará um novo acesso até o km 26 da Rodovia Raposo Tavares.

Marcelo Willer, representante da Alphaville Urbanismo ressaltou que, “será implantado um centro de educação ambiental para as crianças das escolas da região, que vai ajudar na preservação do patrimônio ambiental”.

O prefeito Sergio Ribeiro já determinou que as duas creches fossem construídas pela própria Alphaville Urbanismo, para dar agilidade às obras.

Outros detalhes sobre o empreendimento Alphaville Granja Viana serão dados em breve pela Assessoria de Imprensa da empresa.

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33551263355124

33551283355127 me envie um email jonasjr@delfortefrema.com.br que darei mais detalhes (91067441)

MRV levanta R$639,45 milhões em oferta de ações

junho 24, 2009 1 comentário

24/06/2009 – 10h45

MRV levanta R$639,45 milhões em oferta de ações

SÃO PAULO (Reuters) – A MRV Engenharia anunciou nesta quarta-feira que levantou 639,45 milhões de reais com uma oferta pública primária e secundária de ações.

A companhia vendeu 21,6 milhões de ações ordinárias em emissão primária e 4,5 milhões de papéis ON em distribuição secundária, a 24,50 reais por ação, segundo comunicado publicado pela companhia.

Quando anunciou o plano de fazer a oferta, no final de maio, a MRV havia informado que esperava captar entre 350 milhões e 450 milhões de reais. Na época, a empresa estimou que a oferta secundária movimentaria outros 70 milhões a 100 milhões de reais.

A MRV pretende usar 65 por cento dos recursos gerados com a venda para na construção de empreendimentos lançados e para capital de giro. Os demais 35 por cento serão usados na compra de terrenos e incorporação de imóveis.

Segundo comunicado da MRV, a totalidade dos pedidos de reserva de investidores não institucionais foi atendida, não havendo necessidade de rateio.

(Por Alberto Alerigi Jr)

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