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Abertura do Plantão Martese Alto da Lapa – Brasil Brokers – EVEN

Convite para Abertura do Plantão Hoje ! Dia 01/Novembro/2014

convite Martese 01 e 02 Nov

http://www.slideshare.net/JonasdeAlmeidaFederi/martese-alto-da-lapa-abertura-do-planto-01novembro2014

OPORTUNIDADE DO ANO

PREÇO DE LANÇAMENTO DO 5o andar – referencia – R$ 8.690,00/m2

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Imperatriz – Imagens PRELIMINARES

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Setor pode lançar menos imóveis outra vez em 2013

Setor pode lançar menos imóveis outra vez em 2013

Por Chiara Quintão | De São Paulo
Sergio Freire, diretor-presidente da Brasil Brokers: “O ano de 2012 mostrou o quão difícil é prever o que acontece no mercado”

As incorporadoras de capital aberto podem enfrentar, em 2013, novo ano de dificuldades para lançar imóveis, após expressiva redução dos novos projetos apresentados ao mercado em 2012. A maior parte das incorporadoras de capital aberto evita sinalizar qual será seu tamanho em 2013, mas já se espera que empresas que ainda não concluíram seus processos de arrumação da casa – principalmente, PDG Realty, Rossi Residencial e Gafisa – possam ter outro ano de redução do Valor Geral de Vendas (VGV) de novos projetos.

Procuradas pelo Valor, PDG e Gafisa informaram que não iriam se pronunciar, e Rossi disse que não comenta especulações de mercado.

Por causa do ciclo longo do setor, os resultados trimestrais de parte das incorporadoras ainda terão impacto de problemas já identificados, como estouros de orçamento, até que os projetos menos rentáveis sejam entregues. As empresas têm como desafio encerrar o ciclo imobiliário iniciado nos primeiros anos após a onda de abertura de capital, com conclusão das obras, repasse dos recebíveis dos clientes para os bancos e geração de caixa.

A expectativa é que novos problemas possam ser identificados em algumas incorporadoras. “Não nos espantará se houver novos estouros de orçamento na PDG, na Rossi e na Gafisa”, diz o analista de construção civil da BES Securities, Eduardo Silveira.

Durante a divulgação dos resultados do terceiro trimestre, a PDG cancelou, formalmente, a meta de lançamentos para 2012 e informou revisões em curso, inclusive a de todas as obras. Gafisa ainda precisa equacionar pontos como nível de endividamento – no fim de setembro, a relação entre dívida líquida e Ebitda era de 106%. A relação entre dívida líquida e patrimônio líquido da Rossi era de 153,2% no fim do terceiro trimestre, parcela que cairia para 96,6% se considerados os R$ 600 milhões do aumento de capital em curso.

Segundo Silveira, essas três incorporadoras, além de Tecnisa – em menor grau – são as que poderão lançar menos em 2013 do que neste ano, entre as que fazem parte da cobertura da BES. Conforme o analista, se o lançamento dos primeiros empreendimentos do Jardim das Perdizes, na zona oeste de São Paulo, ocorrer em 2013, o ritmo de projetos da Tecnisa voltará à normalidade. O lançamento da primeira fase do maior projeto da companhia, previsto para este ano, foi postergado para 2013.

A Tecnisa informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não faria comentários sobre lançamentos em 2013 por não ter fechado previsão para o ano.

Em 2012, o setor diminuiu o ritmo de lançamentos por razões relacionadas às próprias empresas – como grande volume de estoques prontos ou quase concluídos que precisava ser vendido, endividamento elevado e busca da geração de caixa – e por fatores como atrasos na concessão de licenças dos projetos por parte dos órgãos públicos.

O prazo para as aprovações de projetos pelos órgãos públicos, principalmente pela Prefeitura de São Paulo, pode afetar o ritmo de lançamentos, novamente, em 2013. Esta foi uma das principais causas apontadas pelas incorporadoras, durante 2012, para as reduções de metas.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Prefeitura de São Paulo informou que o ritmo de análises de processos na Secretaria de Habitação (Sehab) segue normal e que, até o fim de setembro, a média ficou semelhante à dos anos anteriores. A prefeitura reconhece que existe grande estoque de processos em análise – 7,1 mil – e diz que, para reduzir prazos, têm tomado medidas como contratação de novos técnicos, informatização, revisão e simplificação de procedimentos.

No setor, há comentários também de que a transição da gestão da Prefeitura de São Paulo pode se refletir em prazos maiores para a concessão de licenças para projetos no começo de 2013.

Por outro lado, há quem aposte na aceleração do volume de lançamentos no início do ano, devido ao rescaldo de parte dos projetos que estavam, inicialmente, previstos para 2012, mas foram adiados.

“O ano de 2012 mostrou o quão difícil é prever o que acontece no mercado. É absurdo o volume de lançamentos que estava previsto, mas não ocorreu”, afirma o diretor-presidente da Brasil Brokers, Sergio Freire.

O executivo da Brasil Brokers diz esperar para 2013 volume de lançamentos, no mercado, um pouco maior que os de 2012 e crescimento das vendas. Na comparação com 2011, Freire estima lançamentos menores e vendas semelhantes de imóveis.

A desaceleração do nível de atividades das incorporadoras em 2012 incluiu a diminuição da compra de terrenos. “As empresas estão mais seletivas na compra de áreas. Nos momentos de euforia, as aquisições de terrenos foram feitas com menos filtro”, diz Sergio Ferrador, presidente da SFSA Desenvolvimento Imobiliário. Mas, segundo Ferrador, mesmo com mais rigor nas compras de áreas, as empresas fizeram aquisições e têm assegurados pelo menos 80% dos terrenos para os lançamentos de 2013.

Há menos euforia também na tomada de decisão de compra de imóveis pelos consumidores. Sem temor de que as altas acentuadas de preços dos últimos anos possam ocorrer novamente, potenciais compradores estão mais cautelosos. Desde o início de 2012, os interessados têm visitado mais plantões de venda e levado mais tempo para bater o martelo da compra. Cautela não significa, porém, retração de demanda nem de crédito. Em 2013, haverá crescimento do financiamento habitacional tanto para pessoas físicas quanto para empresas, conforme já divulgou o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior.

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Gafisa reverte prejuízo e registra lucro líquido de R$ 1 milhão

Gafisa reverte prejuízo e registra lucro líquido de  R$ 1 milhão

Valor  Online

SÃO PAULO – A construtora Gafisa obteve lucro líquido de 1,046 milhão no  segundo trimestre deste ano ante prejuízo líquido de 31,843 milhões no mesmo  período do ano passado. O resultado foi divulgado na madrugada desta  sexta-feira, no balanço consolidado, e se refere ao lucro líquido atribuído aos  sócios da empresa controladora, que é a base para a distribuição de  dividendos.

A receita líquida da companhia cresceu 6% no segundo trimestre, para R$ 1,040  bilhão, ante R$ 985,525 milhões no segundo trimestre do ano passado.

O lucro bruto da empresa passou de R$ 161,535 milhões no primeiro trimestre  de 2011 para R$ 279,141 milhões no segundo trimestre deste ano, expansão de  73%.

As despesas operacionais da Gafisa cresceram 23%, passando de R$ 169,690  milhões no primeiro trimestre de 2011 para R$ 208,309 milhões no segundo  trimestre deste ano.

O resultado antes do resultado financeiro e dos tributos passou de negativo  em R$ 8,155 milhões no segundo trimestre de 2011 para o terreno positivo em R$  70,832 milhões no segundo trimestre deste ano.

O resultado financeiro permaneceu no terreno negativo. O prejuízo de R$  28,866 milhões no segundo trimestre do ano passado se ampliou para R$ 55,630  milhões no segundo trimestre deste ano.

Entre os resultados operacionais, os lançamentos de projetos totalizaram  R$546,5 milhões no segundo trimestre deste ano, aumento de 18% na comparação com  o primeiro trimestre deste ano e queda de 60% ante o segundo trimestre de  2011.

(Valor)

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/brasil/gafisa-reverte-prejuizo-registra-lucro-liquido-de-1-milhao-5749525.html#ixzz239tExLpN

Por que alguém compraria a Gafisa

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Por que alguém compraria a Gafisa

Sam Zell e GP Investimentos negociam a compra da incorporadora – entenda os motivos

                    CLAUDIO ROSSI

Gafisa

Gafisa: problemas com a Tenda escondem os atrativos da empresa

São Paulo – A Gafisa confirmou, nesta quinta-feira, o interesse de investidores de adquiri-la. A confirmação foi feita por meio de um comunicado enviado à CVM. Segundo antecipou o blog Faria Lima, de EXAME, as negociações são conduzidas com o investidor americano Sam Zell, em parceria com o GP Investimentos.

Em agosto, a coluna Primeiro Lugar, de EXAME, já havia antecipado o interesse do GP na incorporadora.

Segundo um executivo próximo à empresa, PDG, Cyrela, Eztec e Brookfield chegaram a analisar a Gafisa. Mas por que Sam Zell e o GP querem a Gafisa? Afinal, a empresa enfrenta grandes dificuldades, desde que comprou a Tenda, em 2008, para atuar na baixa renda. Pontuamos algumas razões para isso:

Valor de mercado abaixo do real

No ano passado, a Gafisa perdeu mais da metade de seu valor de mercado e, hoje, é avaliada em cerca de 2 bilhões de reais, praticamente o mesmo que empresas menores, como Eztec e JHSF. A queda é resultado de uma punição dos investidores que, de maneira geral, cobraram maiores resultados às construtoras no ano marcado pela elevação de custos de mão-de-obra, material e crise econômica. Isso, é bom lembrar, depois da onda de abertura de capital das empresas do setor, a partir de 2004, a preços superestimados pelo mercado.

Porém, o patrimônio da companhia vale cerca de 75% mais que o valor em bolsa. A tradição do nome da companhia no setor, aliada ao estoque de terrenos grande e bem diversificado regionalmente, acabam atraindo qualquer empresário ou investidor do mercado.

“O valor da companhia no mercado é baixo por conta do preço das ações hoje mas, aos olhos do setor, a Gafisa tem um valor para o mercado de construção altíssimo”, diz um concorrente da companhia.

O estoque de terrenos da Gafisa, no terceiro trimestre de 2011, era de 21 bilhões de reais, divididos entre cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, Nordeste e outras regiões.

A jóia da alta renda

A Gafisa tem, hoje, o pior desempenho entre as grandes companhias do setor, com rentabilidade 79% menor que a média das concorrentes Brookfield, Cyrela, MRV, PDG e Rossi. Porém, entre as marcas que possui, a Alphaville, destinada para consumidores de alta renda, tem se destacado ao ponto do segmento já representar a venda de quase 75% do total da companhia no terceiro trimestre de 2011.

 

A marca, comprada pela Gafisa por cerca de 383,5 milhões de reais, em 2006, tem velocidade de venda de 36,4%, superior à Gafisa e Tenda, de respectivamente 24,8% e 9,1%, e já corresponde a quase 27% do total das vendas da companhia, no terceiro trimestre, totalizando 281,7 milhões de reais.

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“As pessoas falam que a Tenda foi uma má compra da Gafisa – e foi mesmo. Mas esquecem o quanto comprar a Alphaville foi um bom negócio”, diz um fornecedor da companhia. “A marca tem feito empreendimentos bem rentáveis em áreas pouco exploradas, o que é invejável.”

Tenda provisória

O desempenho desfavorável da Gafisa se deve, apontam analistas, ainda a resquícios da compra da Tenda, em outubro de 2008. Na época, a companhia mineira tinha uma dívida de 73 milhões de reais e uma operação deficitária voltada para imóveis de baixo custo. Já nas mãos da Gafisa, a Tenda não deu lucro até hoje.

Segundo a própria companhia, a rentabilidade dos projetos da Tenda é próxima de zero, quando deveria estar entre 10% e 15% pelas projeções feitas no momento da compra. Os motivos vão desde má administração da venda dos apartamentos da marca até as dificuldades encontradas pelo mercado no ano passado, com o aumento dos custos bem superior aos planejados pelas construtoras. Para frear os prejuízos, o ritmo das obras da Tenda caiu à metade a partir de 2009 — o que ajudou a levá-la nos últimos meses à liderança de reclamações na Justiça paulistana.

“Acontece que a Tenda é um problema solucionável, com previsão de controle a partir de 2013 com a reestruturação gerencial que a Gafisa já vinha fazendo na administração da marca”, diz um executivo do setor. “Ficou claro que as construtoras em geral não sabem vender para baixa renda e, ao deixar isso de lado e arrumar a casa, a Gafisa tem tudo para voltar a crescer”.

Gafisa enfrenta polêmica em assembleia | Valor Online

Gafisa enfrenta polêmica em assembleia | Valor Online.

Grupo Brasil Brokers realiza fusão entre as empresas Del Forte & I.Price e Frema, e cria uma das maiores imobiliárias do Estado.

Grupo Brasil Brokers realiza fusão entre as empresas Del Forte & I.Price e Frema, e cria uma das maiores imobiliárias do Estado.

A Brasil Brokers realiza a unificação de duas imobiliarias, a DelForte & I.Price com a Frema, e cria a empresa Del Forte Frema com o intuito e motivação de fortalecer ainda mais a marca no mercado imobiliario do Estado. Continuar com a excelencia eprestar os serviços com qualidade, é o foco da empresa.
Agora a Del Forte Frema possui 1.800 corretores que atuam em 38 cidades do Estado. Os profissionais atuarão em 147 pontos de venda, sendo sete filiais: São Caetano, São Paulo, Ribeirão Preto, Guarulhos, São José dos Campos, Perdizes, além da matriz localizada na Av Indianapolis, 618. No ABC, a empresa possui uma boa atuação em São Caetano do Sul, onde esta desde 2004. A sede fica na rua Amazonas, 271. A imobiliaria atua no ramo de vendas de loteamentos e imóveis novos e usados, e atinge todas as classes, de A a D. No último ano, a empresa superou as expectativas e alcançou R$ 2 bilhoes em vendas. Em 2007 Grupo Brasil Brokers adquiriu a Del Forte. No ano seguinte, a empresa promoveu a fusão das duas imobiliárias e criou a Del Forte & I.Price. A I.Price operava no mercado imobiliário desde 2005, e atuava nos municípios de São Paulo, Campinas, São Bernardo e Jundiaí.
Ja a Del Forte foi fundada em 2007, e contava com uma forte atuação na regiao do ABCD paulista (Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema).
A Frema, adquirida pelo grupo em março de 2008, iniciou suas atividades em 1972. Presente no segmento de lançamentos imobiliários residenciais de medio e altíssimo padrão, imóveis prontos e loteamentos, a imobiliária operava na comercialização de empreendimentos na Zona Oeste de São Paulo, São José dos Campos, Sorocaba e Jundiaí.
Hoje A Del Forte Frema possui quatro diretores comerciais, cinco diretores de vendas, doze superintendentes, sessenta e três gerentes de vendas, quatro diretores de atendimento, dez gerentes de atendimento, entre outros funcionários.
Todo o sucesso da empresa se dá principalmente pelo empenho dos seus sócios, ja que os mesmos acreditaram no projeto e fizeram com que a empresa alcançasse o sucesso.
“Com a fusão, a Del Forte Frema passa a operar entre as três maiores empresas do ramo imobiliario do Estado”, comenta  Aguinaldo Del Giudice, que há 40 anos esta em São Caetano no do Sul.

Ações ‘baratas’ abrem espaço para ganhos

Construção: Alta dos juros básicos não afastam investidores dos papéis das incorporadoras imobiliárias.

Ações ‘baratas’ abrem espaço para ganhos

    Por Alexander Ragir, Bloomberg, do Rio
    01/06/2010
Paulo Fridman/Bloomberg
 
Garry Garrabrant, executivo-chefe da Equity International: empresa deve investir no setor imobiliário brasileiro

As ações da Gafisa, segunda maior construtora brasileira em receita, estão com seu menor preço em relação ao lucro em 14 meses, após terem recuado 24% no ano. Guilherme Rebouças, gestor de recursos no Itaú Unibanco, diz que a ação está barata demais para deixar passar.

“Houve época em que era preciso olhar para as construtoras menores para encontrar valor, mas agora basicamente é possível comprar qualquer coisa no setor – Gafisa, Cyrela -, qualquer coisa”, afirmou Rebouças, que ajuda a administrar o equivalente a US$ 10,5 bilhões no Itaú, segundo maior gestor de recursos do Brasil, atrás da unidade de fundos do Banco do Brasil. “Elas estão baratas no geral.”

Gafisa, PDG Realty (a terceira maior) e MRV poderiam ter valorizações de até 69% até o fim do ano, beneficiadas por um aumento médio de 33% na receita, segundo relatório do J.P. Morgan Chase, de 20 de maio. A perspectiva de que a maior economia da América Latina possa ter sua maior expansão em 24 anos ofusca os receios de uma restrição na demanda, decorrente da alta nos juros, afirmou Eduardo Favrin, chefe de renda variável da unidade brasileira do HSBC Global Asset Management.

O índice imobiliário da BMF&Bovespa caiu 12% no ano, até a semana passada, levando preço médio das empresas integrantes do indicador a ficar em 10,3 vezes o lucro divulgado, depois de o Banco Central ter elevado os juros pela primeira vez desde setembro de 2008 para conter a inflação. A cotação Gafisa caiu para 13 vezes o lucro divulgado, menor número desde março de 2009.

Ontem, o índice subiu 0,4%. As ações da Gafisa avançaram 2,3%, para R$ 11, e as da MRV 0,5%, para R$ 11,82, enquanto as da PDG caíram 1,9%, para R$ 15,31.

As empresas do setor poderiam beneficiar-se dos projetos do bilionário Sam Zell, que levanta US$ 500 milhões para investir em companhias imobiliárias, e do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, cujo fundo Gávea entrou no mercado, após comprar participação na divisão imobiliária da Odebrecht.

Zell, de 68 anos, vendeu parte de sua participação na Gafisa, em 13 de maio, e sua firma agora planeja expandir-se no Brasil, segundo Garry Garrabrant, executivo-chefe da Equity International, fundo de Zell, afirmou em entrevista em 20 de maio.

A queda nas ações vistas nos últimos 30 dias foi provocada “principalmente” por grandes investidores reduzindo suas participações por motivos não relacionados com as perspectivas do setor, de acordo com o J.P. Morgan. Nos últimos oito meses, os grandes investidores venderam ações no valor de US$ 4 bilhões das construtoras, segundo o banco de investimento nova-iorquino.

Para Claudio Andrade, cofundador da Polo Capital, as construtoras não são o melhor valor no mercado. “Os valores estão longe de estar abatidos”, disse Andrade, cujo fundo subiu 165% no ano passado, após comprar ações de construtoras que haviam despencado durante a crise financeira mundial em 2008. “Faz sentido que caiam mais que o mercado pelas expectativas de alta nos juros; as construtoras são um dos setores mais sensíveis ao crédito.”

Os investidores estão subestimando a força da indústria imobiliária do Brasil, diz Rebouças. O lucro por ação das empresas de construção residencial subiu, em média, 63% no último ano, segundo dados da Bloomberg.

Depois da contração do ano passado, a economia brasileira se expandirá 6,5% em 2010, maior taxa em mais de 20 anos, de acordo com pesquisa do Banco Central com cem economistas.

Os preços residenciais continuam em alta no Brasil, com o custo médio de um novo apartamento em São Paulo tendo aumentado 22%, para R$ 2.432 o metro quadrado, nos primeiros quatro meses de 2010, em relação a um ano antes. Em comparação há quatro anos, a alta é de 51%. Os números são de um estudo da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

O aumento no custo do dinheiro não representa risco para o mercado residencial no Brasil porque os créditos residenciais não são atrelados à Selic (taxa básicas de juros), mas à Taxa Referencial (TR), afirmou Favrin, em entrevista. Para cada aumento de 1 ponto percentual na Selic, a TR sobe aproximadamente 0,16 ponto porcentual, estima o Credit Suisse. Se o Banco Central elevar a Selic em 2,5 pontos percentuais, como previsto para este ano, a TR poderia subir 0,4 ponto, de acordo com o Credit Suisse.

As ações da Cyrela, maior construtora brasileira em receita, ainda estão duas vezes mais caras do que em 2008, quando em novembro a relação entre preço e lucro caiu para 5,5 vezes.

“O que realmente determina a disposição de alguém em comprar uma casa é a renda, emprego e confiança do consumidor”, afirmou Favrin, que administra US$ 2,5 bilhões em ações brasileiras. “A reação do mercado está errada, porque os custos de financiamento não são baseados na taxa Selic.”

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