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Abertura do Plantão Martese Alto da Lapa – Brasil Brokers – EVEN

Convite para Abertura do Plantão Hoje ! Dia 01/Novembro/2014

convite Martese 01 e 02 Nov

http://www.slideshare.net/JonasdeAlmeidaFederi/martese-alto-da-lapa-abertura-do-planto-01novembro2014

OPORTUNIDADE DO ANO

PREÇO DE LANÇAMENTO DO 5o andar – referencia – R$ 8.690,00/m2

Se houver interesse me procure no 9.63500239 ou me envie um email no jonasjr@brbrokerssp.com.br para mais detalhes

Imperatriz – Imagens PRELIMINARES

Grupo Brasil Brokers realiza fusão entre as empresas Del Forte & I.Price e Frema, e cria uma das maiores imobiliárias do Estado.

Grupo Brasil Brokers realiza fusão entre as empresas Del Forte & I.Price e Frema, e cria uma das maiores imobiliárias do Estado.

A Brasil Brokers realiza a unificação de duas imobiliarias, a DelForte & I.Price com a Frema, e cria a empresa Del Forte Frema com o intuito e motivação de fortalecer ainda mais a marca no mercado imobiliario do Estado. Continuar com a excelencia eprestar os serviços com qualidade, é o foco da empresa.
Agora a Del Forte Frema possui 1.800 corretores que atuam em 38 cidades do Estado. Os profissionais atuarão em 147 pontos de venda, sendo sete filiais: São Caetano, São Paulo, Ribeirão Preto, Guarulhos, São José dos Campos, Perdizes, além da matriz localizada na Av Indianapolis, 618. No ABC, a empresa possui uma boa atuação em São Caetano do Sul, onde esta desde 2004. A sede fica na rua Amazonas, 271. A imobiliaria atua no ramo de vendas de loteamentos e imóveis novos e usados, e atinge todas as classes, de A a D. No último ano, a empresa superou as expectativas e alcançou R$ 2 bilhoes em vendas. Em 2007 Grupo Brasil Brokers adquiriu a Del Forte. No ano seguinte, a empresa promoveu a fusão das duas imobiliárias e criou a Del Forte & I.Price. A I.Price operava no mercado imobiliário desde 2005, e atuava nos municípios de São Paulo, Campinas, São Bernardo e Jundiaí.
Ja a Del Forte foi fundada em 2007, e contava com uma forte atuação na regiao do ABCD paulista (Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema).
A Frema, adquirida pelo grupo em março de 2008, iniciou suas atividades em 1972. Presente no segmento de lançamentos imobiliários residenciais de medio e altíssimo padrão, imóveis prontos e loteamentos, a imobiliária operava na comercialização de empreendimentos na Zona Oeste de São Paulo, São José dos Campos, Sorocaba e Jundiaí.
Hoje A Del Forte Frema possui quatro diretores comerciais, cinco diretores de vendas, doze superintendentes, sessenta e três gerentes de vendas, quatro diretores de atendimento, dez gerentes de atendimento, entre outros funcionários.
Todo o sucesso da empresa se dá principalmente pelo empenho dos seus sócios, ja que os mesmos acreditaram no projeto e fizeram com que a empresa alcançasse o sucesso.
“Com a fusão, a Del Forte Frema passa a operar entre as três maiores empresas do ramo imobiliario do Estado”, comenta  Aguinaldo Del Giudice, que há 40 anos esta em São Caetano no do Sul.

O boom de lançamentos – Pompéia

o boom de lancamentos 2010 Q1

29/03/10 – SHOPPING CENTERS Braço da Cyrela faz aposta bilionária em shoppings

29/03/10 –  SHOPPING CENTERS
Braço da Cyrela faz aposta bilionária em shoppings

Danielle Fonseca

SÃO PAULO – Empresas que atuam não só no setor de shopping centers reforçam sua atuação no segmento e despontam para competir com as gigantes Multiplan, BrMalls e Iguatemi Empresa de Shopping Centers (IESC). É o caso da Cyrela Commercial Properties (CCP), resultado da cisão da Cyrela Brazil Realty, ocorrida em 2007, que atua ainda com desenvolvimento de edifícios corporativos de alto padrão e de centros logísticos, mas afirma que a sua área que mais deve crescer é a de centros comerciais, quase dobrando sua participação dentro do faturamento da companhia, além de prever investimentos médios de R$ 1 bilhão, levando em conta os projetos em andamento e intenção de lançar dois novos shoppings este ano.

De acordo com José Roberto Voso, diretor de shopping centers da CCP, hoje, a locação de shoppings representa 24,9% da receita bruta da companhia, que foi de R$ 149,1 milhões em 2009, sendo que tem potencial para chegar a 45% do faturamento em cerca de três anos. 53% da receita ainda é oriunda da locação de edifícios e 4% da locação de Centros de Distribuição (CDs), sendo o restante obtido por meio de vendas de propriedades e prestação de serviços de administração.

“Nossa atuação no segmento passava desapercebida pelo mercado, a partir de 2007, com a cisão e o IPO (oferta inicial de ações na bolsa de valores) passamos a pensar em novos projetos. O DNA da Cyrela fez com que herdássemos a parte de edifícios, mas as áreas de shoppings e a industrial, que eram pequenas, são as que mais devem crescer. O intuito da separação já foi desenvolver essas atividades”, explica o diretor.

Cada mall da companhia custa em torno de R$ 200 milhões, sendo que cerca de R$ 600 milhões devem ser investidos nos malls já anunciados, além da expansão do Shopping ABC Plaza, que deve consumir mais R$ 60 milhões.

A CCP ainda fez no ano passado um joint venture com o GIG Real State, braço imobiliário do fundo do governo de Cingapura, e o fundo de pensão canadense Canadian Pension Plan (CPP). Na joint venture, a CCP possui 25% e os fundos 37,5% cada, sendo que a parceria disponibilizou R$ 400 milhões para investimentos.

Até agora os investidores estão participando de dois empreendimentos, no Shopping Pirituba, cujo terreno na Marginal Tietê, em São Paulo, foi comprado no final de 2009, e em um edifício corporativo no Rio de Janeiro. “Todo novo projeto apresentamos a eles, que podem participar ou não. Se sim, entramos com 25% do investimento e eles o restante. Quando o capital (R$ 400 milhões) acabar podemos fazer novo contrato ou procurar novos parceiros”, afirma Voso, que não descarta parcerias com outras empresas do setor.

A companhia deve focar em shoppings com mais de 25 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), nos mercados do sul e sudeste, onde procura novos terrenos, sendo que aposta em empreendimentos em que tenha pelo menos 15% de retorno.

Entre os projetos em andamento está ainda o Shopping Metropolitano, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com previsão de ser inaugurado em 2012 e que ficará próximo as futuras instalações da vila olímpica durante as Olimpíadas de 2016. Outro é o Shopping Matarazzo, que pode ser entregue em 2012 e será localizado na Avenida Paulista, os projetos aguardam aprovações dos órgãos municipais. A CCP tem portfólio avaliado em R$ 1,62 bilhão, tem participação no Shopping D, em São Paulo e no Shopping ABC Plaza, em Santo André.

Concorrência

A área de shoppings está se tornando cada vez mais importantes também para o Grupo Zaffari, sendo que a locação de espaços comerciais e de serviços deve passar a representar 50% da receita líquida do grupo após a inauguração da primeira fase do Bourbon Shopping Wallig, localizado em Porto Alegre (RS) e previsto para o segundo semestre de 2011. A companhia, que também é supermercadista, detém agora sete shoppings. O grupo anunciou investimento de cerca de R$ 250 milhões este ano, 25% mais do que em 2009, sendo que a maior parte irá para o novo mall.

A JHSF, construtora, incorporadora e que atua em shoppings também afirmou, após a divulgação dos resultados de 2009, que está em boa situação financeira e deve aumentar investimentos na área. Hoje está com o projeto de expansão do Shopping Cidade Jardim (SP) e construiu o Shopping MetrôTucuruvi (SP), o Shopping Bela Vista (BA)e o Shopping Ponta Negra (AM).

Construção civil será destaque em 2010

De Olho na Bolsa:

Construção civil será destaque em 2010

    Daniele Camba
    28/12/2009

Colunista

Financiamentos imobiliários com prazos mais longos, programa Minha Casa Minha Vida do governo, recuperação econômica com o fim da crise financeira internacional, além da expansão da renda e do emprego. Esses são fatores que fizeram com que o setor de construção civil tivesse um bom desempenho neste ano e, para 2010, espera-se que as construtoras se destaquem ainda mais. Essa é a opinião de algumas corretoras. No caso da Gradual Investimentos essa ideia é ainda mais forte. “O setor de construção civil deve ser o que mais dará retorno no ano que vem”, afirma Paulo Esteves, chefe da área de análise da Gradual Investimentos.

Foto Destaque

O crescimento do crédito, especialmente das linhas de mais longo prazo, a continuação do aumento da renda e do nível de emprego serão os pilares para a melhora do cenário das construtoras e, consequentemente, para as suas ações em bolsa. Já com relação às taxas de financiamento, a expectativa é de que elas caiam em 2010. Atualmente, um financiamento imobiliário de 35 anos possui uma taxa média de 10% ao ano. No próximo ano, essa taxa pode cair para algo entre 9% e 7,5% ao ano, uma redução significativa, estima Esteves.

Os números mostram o aquecimento do setor imobiliário. “Em conversas com as construtoras, elas dizem que a demanda está tão forte que em uma semana vendem 70% das unidades de um lançamento”, diz Esteves. Ele tem percebido a efervescência do setor por experiência própria. “Eu já fui procurado por vários corretores com boas oportunidades de negócios, tanto é que eu mesmo estou comprando um outro imóvel”, confessa Esteves.

Foto Destaque

Além dos fatores macroeconômicos, a insatisfação dos investidores com os ganhos da renda fixa deve ser um importante empurrão para o setor imobiliário. Com retornos mais modestos, os investidores sairão da renda fixa tradicional e uma parte desses recursos tende a ir para investimentos ligados ao setor imobiliário, desde a aplicação em fundos imobiliários até a aquisição dos imóveis em si.

Mesmo a retomada do processo de alta da taxa de juros Selic, prevista para ocorrer em meado do ano que vem, não será suficiente para mudar essa migração de recursos da renda fixa para outras formas de investimento, acredita o chefe de análise da Gradual. A projeção da corretora é que a taxa Selic termine 2010 em 10,75% ao ano, dos pontos percentuais acima do nível atual. Dentro do setor imobiliário, as principais recomendações da Gradual são os papéis da Eztec – uma construtora de menor porte, mas extremamente descontada se comparada às demais ações do segmento – e da Brookfield – a única multinacional listada em bolsa, bem estruturada e com acesso a um capital mais barato, por intermédio do seu controlador internacional -, explica Esteves.

Outros setores

A expansão da renda e do emprego, juntamente com a recuperação econômica, vai impactar positivamente outras empresas ligadas ao mercado interno. Entre elas estão as que fazem produtos para a população de massa, como alimentos, carnes e bebidas. Esteves cita alguns nomes como Brasil Foods, Pão de Açúcar, M. Dias Branco, AmBev e os frigoríficos, sendo que as duas primeiras estão entre as principais recomendações da Gradual.

Já para o Ibovespa, a projeção da corretora é de 81 mil pontos para o fim de 2010, o que significa uma valorização de 19,84% em relação ao fechamento da última quarta-feira, aos 67.588 pontos. Esteves afirma que alguns clientes acharam o número acanhado demais até porque existem projeções que beiram os 90 mil pontos. Esteves explica: “Os 81 mil pontos devem ser comparados aos 62 mil pontos que projetávamos para o fim deste ano e não aos 67 mil pontos atuais”, diz. “Essa diferença entre os 62 mil e os 67 mil já é uma antecipação de um tanto que deveria subir em 2010.”

Daniele Camba é repórter de Investimentos

E-mail: daniele.camba@valor.com.br

Banqueiros já veem queda de margem

novembro 15, 2009 1 comentário

Domingo, 15 de Novembro de 2009 | Versão Impressa

 Banqueiros já veem queda de margem

Com juros mais baixos e aumento da competição, cenário do setor começa, finalmente, a mudar no País

 

 

Leandro Modé

 

 

 

Especialista em análise de bancos, Alberto Borges Matias, professor da USP de Ribeirão Preto, não tem dúvidas: “2010 será o primeiro de uma série de anos que farão com que nosso sistema bancário se torne igual aos outros”, afirma. Que fique claro: igual, para ele, significa bancos que emprestem muito mais do que hoje e cobrem taxas de juros menores que as cobradas atualmente.

Pode-se argumentar que as palavras de Matias, tradicional crítico do modelo bancário brasileiro, carreguem um certo exagero. Mas é inegável que o cenário para 2010 tem alguns ingredientes realmente diferentes. Algo que os próprios banqueiros reconhecem.

Durante a divulgação dos resultados do terceiro trimestre, nas semanas passada e retrasada, executivos de Itaú Unibanco e Bradesco, as duas maiores instituições financeiras privadas do País, alertaram que suas margens (relação entre lucro e receitas financeiras) devem cair no ano que vem, avaliação endossada por analistas de mercado.

“A margem deve diminuir com a competição maior”, disse o diretor executivo de Controladoria do Itaú Unibanco, Silvio de Carvalho. “A tendência é a margem cair por causa da redução do spread (diferença entre a taxa que o banco paga ao captar dinheiro e a que cobra no empréstimo ao cliente)”, completou o vice-presidente executivo do Bradesco, Domingos Abreu, que também atribuiu o provável efeito ao aumento da concorrência.

O presidente do Banco do Brasil (BB), Aldemir Bendine, é outro que espera mais competição em 2010. “Eu não estou fazendo essa projeção para o ano que vem, eu venho repetindo isso há algum tempo. A gente já esperava para este ano essa concorrência mais acirrada, por causa de uma postura mais tímida (dos concorrentes) naquele momento (auge da crise). Isso vai se acirrar para o ano de 2010.”

Três fatores são chaves para entender o cenário dos bancos para 2010. O primeiro é a expectativa de forte crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). A estimativa média do mercado é de uma expansão na casa de 5%, mas há quem preveja alta próxima de 6%. Em geral, cada ponto porcentual do PIB implica um crescimento de 4% a 5% do crédito total da economia. Levando em conta as hipóteses menos otimistas, os empréstimos cresceriam, portanto, 20%.

O segundo fator é a perda de participação de mercado das instituições privadas para as públicas em 2009. Em dezembro de 2008, os bancos controlados pelo governo respondiam por 36,3% dos empréstimos no País. Em setembro deste ano, haviam avançado para 40,6%. Embora publicamente neguem a intenção de recuperar terreno, os bancos privados sabem que precisam reagir.

O Bradesco, aliás, no mesmo dia em que anunciou os resultados trimestrais, divulgou a ampliação dos prazos de financiamento para várias modalidades de crédito, tanto para pessoas físicas quanto para empresas.

“Agora o sufoco (crise) passou. Os bancos privados vão ter de voltar (para o crédito) e isso, impreterivelmente, levará a um aumento da concorrência”, disse a analista de instituições financeiras da Ativa Corretora, Laura Lyra Shuch.

Ela lembra que a estratégia dos bancos públicos, sobretudo do Banco do Brasil (que tem capital aberto e, portanto, ações negociadas em bolsa), foi muito criticada. “A primeira interpretação, inclusive minha, foi de que o BB seria o “pai” da crise, o que fez suas ações caírem fortemente. Aos poucos, vimos que sua estratégia foi acertada.”

O terceiro fator, que, diferentemente dos outros dois, pode ser considerado estrutural, está relacionado especificamente ao crédito imobiliário. Pela primeira vez na história recente do País, os bancos apostam firmemente nessa área, que, hoje, equivale a menos de 5% do PIB – para se ter uma ideia, em países como os Estados Unidos, supera os 50%.

Esse apetite é explicado, basicamente, pela queda da taxa básica de juros, hoje em 8,75% ao ano, e por mudanças regulatórias, que deram mais segurança para o credor. “O spread (ganho) dos bancos no empréstimo imobiliário é mais baixo do que em outras modalidades”, afirmou o analista de instituições financeiras da Austin Rating, Luís Miguel Santacreu. Ou seja, à medida que as instituições aumentarem sua fatia em um segmento menos rentável, puxam para baixo a margem geral.

Os analistas ressaltam que redução de margem não implica necessariamente queda de lucro. “Os bancos vão tentar compensar essa baixa com o aumento dos volumes”, observou Santacreu. Abreu, do Bradesco, confirma. “O objetivo é compensar as operações de spread menor com alta do volume”, disse.

Santacreu também lembra que, embora os próprios bancos acreditem em uma queda da margem, vão fazer o máximo que puderem para evitá-la. “Uma queda da margem só ocorre se a redução das taxas de juros cobradas dos bancos for mais rápida do que o movimento para ampliar os volumes”, explicou. Pelo discurso dos executivos, é provável que isso de fato ocorrerá. Sinal de que a concorrência, como diz Matias, finalmente pode ter chegado para valer no País.

 

 

 

 

Cyrela espera vendas de R$ 7,6 bilhões a R$ 8,4 bilhões em 2011 – 13/11/2009

Fonte:Valor Online

SÃO PAULO – A Cyrela Brazil Realty confirmou suas expectativas de lançamentos e vendas contratadas para este ano e para o próximo e aproveitou para informar as projeções de 2011 e 2012.

Assim, os lançamentos este ano devem ser de R$ 4,6 bilhões a R$ 5,1 bilhões, mesma faixa para as vendas. No próximo calendário, a empresa espera R$ 6,9 bilhões a R$ 7,7 bilhões em lançamentos e R$ 6,2 bilhões a R$ 6,9 bilhões em vendas.

As perspectivas da incorporadora imobiliária são ainda melhores para 2011, de lançamentos de R$ 8,3 bilhões a R$ 9,1 bilhões e vendas contratadas de R$ 7,6 bilhões a R$ 8,4 bilhões. Em 2012, os números projetados são de R$ 10,5 bilhões a R$ 11,5 bilhões e R$ 9,7 bilhões a R$ 10,7 bilhões, respectivamente.

Para este ano até 2012, a previsão é de margem bruta de 33% a 37%, margem Ebitda de 20% a 24% e margem líquida de 14% a 16%, seguindo os padrões contábeis vigentes.

“Estamos operando a todo vapor, e os números confirmam que o mercado está ávido para novos lançamentos, nas diversas regiões e nos diversos segmentos em que atuamos”, destacou a Cyrela ao anunciar seu desempenho no terceiro trimestre de 2009.

As vendas contratadas de julho a setembro totalizaram R$ 1,630 bilhão, com elevação de 94,2% perante os três meses anteriores e acréscimo de 40,5% em relação há um ano. Citando a recuperação do mercado imobiliário depois da crise, a Cyrela observou que o Valor Geral de Vendas (VGV) lançado atingiu R$ 1,951 bilhão, alta de 202,9% na comparação com o segundo trimestre deste calendário e avanço de 71,5% em relação aos lançamentos do terceiro trimestre de 2008.

O lucro líquido situou-se em R$ 264,103 milhões nos três meses até setembro, ou 239% melhor do que os R$ 77,899 milhões de um ano antes. A receita líquida foi de R$ 750,716 milhões para R$ 1,348 bilhão, um salto de 79,7%. Os números de 2008 são pró-forma, de acordo com o novo padrão contábil.

A Cyrela observou ainda que a escolha do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016 irá lhe beneficiar. “Temos um banco de terrenos expressivo na Barra da Tijuca, onde será construído o Novo Centro de Treinamento Olímpico e a Nova Vila Olímpica. Essas novas instalações e as melhorias de infraestrutura que serão feitas nas regiões permanecerão para depois dos Jogos Olímpicos e valorizarão imensamente a região”, salientou.

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