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Abertura do Plantão Martese Alto da Lapa – Brasil Brokers – EVEN

Convite para Abertura do Plantão Hoje ! Dia 01/Novembro/2014

convite Martese 01 e 02 Nov

http://www.slideshare.net/JonasdeAlmeidaFederi/martese-alto-da-lapa-abertura-do-planto-01novembro2014

OPORTUNIDADE DO ANO

PREÇO DE LANÇAMENTO DO 5o andar – referencia – R$ 8.690,00/m2

Se houver interesse me procure no 9.63500239 ou me envie um email no jonasjr@brbrokerssp.com.br para mais detalhes

Imperatriz – Imagens PRELIMINARES

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Construção movimenta R$ 128 bi no Brasil – 19/6/2009

Construção movimenta R$ 128 bi no Brasil – 19/6/2009

Fonte:Valor Econômico

Valor Online

19/06/2009 10:16

RIO – As 110 mil empresas de construção no Brasil realizaram obras e serviços no valor de R$ 128 bilhões em 2007, o que levou a uma receita operacional líquida de R$ 122,7 bilhões. Do total das obras, R$ 51,3 bilhões foram construções executadas para o setor público, o que equivale a 40,1% do total, uma queda em relação aos 42,5% observados em 2007.

De acordo com a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic 2007), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as construções executadas cresceram 16,9% na comparação com 2006, o que significou um aumento real de 10,9%. Em 2006, o valor das construções havia sido de R$ 109,5 bilhões e a receita líquida obtida foi de R$ 104,5 bilhões.

” Em 2007, a expansão do setor da construção está em linha com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, de 5,7%, com o desempenho da atividade da construção no PIB, de 5%, e com a formação bruta de capital fixo, que avançou 13,5% ” , diz o IBGE.

O instituto lembrou que a construção foi beneficiada em 2007 por medidas como a redução da taxa básica de juro, que passou de 19,75% ao ano em setembro de 2005 para 11,25% em setembro de 2007.

Em termos de investimentos, as empresas do setor aplicaram R$ 5,1 bilhões em investimentos bruto realizados em ativos imobilizados. O principal dispêndio foi com a aquisição de máquinas e equipamentos, que representou 44,2% do total, com R$ 2,263 bilhões. Na sequência, vieram meios de transporte, com R$ 1,181 bilhão; terrenos e edificações, com R$ 1,092 bilhão; e outras aquisições, com R$ 584 milhões.

Entre os materiais de construção, o principal insumo adquirido foi o cimento, com 27,4% do total, o equivalente a R$ 2,581 bilhões, seguido por asfalto, com R$ 1,938 bilhão; concreto usinado, com R$ 1,928 bilhão; vergalhões, com R$ 1,921 bilhão; e tijolos, com R$ 1,042 bilhão.

(Rafael Rosas | Valor Online)

Emprego cresce 0,85% em abril – 27/5/2009

Emprego cresce 0,85% em abril – 27/5/2009

Fonte:Investnews

SÃO PAULO, 27 de maio de 2009 – O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 0,85% em abril, com a abertura de 18.028 vagas, segundo o levantamento do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da FGV Projetos, com base nos dados do Caged/MTE. Praticamente repetiu o desempenho obtido em março, quando cresceu 0,87%, com a criação de 18.341 empregos com carteira assinada.

Ao contrário do que ocorre na indústria, no ano de 2009 o nível de emprego no setor da construção brasileira cresceu 2,63%, com a abertura de 54.761 vagas. Segundo o presidente do sindicato, Sergio Watanabe, 3este desempenho ainda deriva de contratos assinados antes da crise e mostra uma recuperação parcial da queda ocorrida em novembro e dezembro do ano passado, quando o setor fechou 109.086 vagas3. No final de abril, o total de empregados pelo setor no Brasil chegava a 2,140 milhões.

Nos doze meses terminados em abril, o emprego no setor registra um crescimento de 7,67%, o que equivale a um saldo positivo de 152.501 novas vagas.

No Estado de São Paulo, o nível de emprego na construção em abril aumentou 1,21%, com a abertura de 7.344 vagas. No final do mês, o total de empregados contratados na construção paulista era de 616 mil, o que significa um aumento de 8,97% no período de 12 meses.

Na maioria das regiões do interior do Estado houve contratação na construção civil, com destaque para São José dos Campos (mais 1.924 trabalhadores, crescimento de 3,52%), Ribeirão Preto (mais 461, elevação de 1,35%) e Campinas (acréscimo de 667 empregados, com alta de 1,1% no mês). Houve demissões em Santo André (menos 168 vagas, queda de 0,58%) e em Bauru (menos 93, declínio de 0,4%).

Na cidade de São Paulo, o crescimento foi de 1,28%, com a criação de 3.765 empregos com carteira assinada. No final de abril, havia 297,3 mil empregados na construção na capital paulista, 9,54% a mais que em abril do ano passado. (VS – InvestNews)

Novo cenário da construção

Novo cenário da construção

Por Daniela D’Ambrosio, de São Paulo
13/04/2009

Sustentar o crescimento projetado em tempos de bonança está custando caro ao setor de construção. Os efeitos da expansão frenética do mercado imobiliário nos últimos dois anos começa a aparecer agora. Com menos dinheiro em caixa e um enxurrada de lançamentos que precisam virar um canteiro de obras de fato, as empresas precisaram aumentar seu nível de endividamento. Em 2007, a dívida total das 20 companhias do setor listadas em bolsa somava R$ 4,7 bilhões. No final de 2008, o endividamento mais que dobrou e atingiu R$ 10,8 bilhões.

Por outro lado, essas mesmas empresas precisam desovar mais de R$ 23 bilhões em estoques – desde lançamentos, obras em andamento e apartamentos prontos – quase 50% acima dos R$ 16 bilhões que tinham no fim do ano passado. “É natural que o número de estoques seja elevado, porque o ciclo do setor é longo”, afirma Emílio Fugazza, diretor de relações com investidores da Eztec.

Poderia ter sido pior. No início de 2008, as empresas projetavam lançamentos na casa de R$ 42 bilhões. Deflagrada a crise financeira, já no fim do terceiro trimestre, as incorporadoras frearam bruscamente e acabaram por lançar R$ 29,5 bilhões.

Com uma concorrência enorme e a demanda retraída, várias empresas, entre elas Cyrela e Gafisa, chegaram a cancelar projetos já lançados e, em alguns casos, até com canteiros em início de obras. Perto de R$ 1 bilhão em empreendimentos com vendas abaixo do esperado foram cancelados e o dinheiro devolvido aos compradores. “É melhor devolver e preservar caixa do que manter projeto com vendas fracas”, afirma Wilson Amaral, presidente da Gafisa.

Em plena crise de crédito, as empresas conseguiram financiamento, mas a um custo alto. A dívida mais “saudável” e barata do setor – do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), dinheiro que vem da poupança e custa a TR mais 10,5% até TR mais 12% ao ano – representa 29% do endividamento financeiro das companhias. Seu crescimento é positivo e significa que as obras estão avançando.

O problema é que, com uma redução de caixa de 31% no último ano, as empresas recorreram à emissão de debêntures e à dívida de capital de giro, cujo custo de carregamento é mais alto. Oscila entre CDI mais 0,90% a CDI mais 2,5% ao ano nas debêntures, que representam 32% da dívida financeira das 20 companhias de capital aberto. No empréstimo para capital de giro, que responde por 35% da dívida, o custo médio é de CDI mais 2,5%, mas há casos de contratos assinados a CDI mais 5% ao ano. Juntas, debêntures e capital de giro somam quase R$ 8 bilhões, contra R$ 3,2 bilhões de SFH. Por outro lado, começam a sair empréstimos mais vantajosos para o setor, como os R$ 155 milhões do BNDES para a PDG Realty e R$ 600 milhões das debêntures da Tenda com a Caixa Econômica Federal.

As empresas mais endividadas – e com boa parte das dívidas vencendo no curto prazo – não tiveram saída senão apelar aos credores. A Abyara- comprada pela Agra e pela Veremonte, do espanhol Enrique Bañuelos – precisou recorrer aos bancos para continuar de pé. Já renegociou boa parte da dívida de R$ 420 milhões com seis dos nove bancos e a expectativa dos novos controladores é que a questão esteja resolvida até o fim do mês. A Klabin Segall – dona de uma dívida de R$ 637 milhões, sendo R$ 461,8 milhões em debêntures – acertou em assembleia com debenturistas que irá postergar o pagamento dos juros dos títulos por 60 dias.

Outro efeito do crescimento acelerado foi o aumento de despesas administrativas e de marketing. Embora tenham alterado a rota no fim do ano e cortado despesas – inclusive de pessoal – como fizeram Agra, Cyrela – os gastos comerciais saíram de R$ 700 milhões em 2007 para R$ 1,7 bilhão em 2008 e as despesas administrativas de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão. Com custo financeiro das dívidas mais elevado e aumento das despesas, o ganho também caiu. A margem líquida média caiu de 14% no ano passado para 10% neste ano.

Em todos os aspectos, os balanços mostram uma evolução importante do setor em 2008. A receita líquida das companhias teve um crescimento de 88% de um ano para outro. O lucro bruto saltou 71%. Ainda que algumas empresas estejam sentindo os efeitos de um crescimento além da conta, o segmento deve passar por um ajuste compulsório – o que, aliás, já começou a acontecer. Pouquíssimos lançamentos foram feitos nos três primeiros meses do ano, mesmo com uma demanda mais amigável, segundo as próprias companhias relataram em suas conferências de resultado.

A megalomania acabou. O que deve acontecer, na visão de analistas, é um rearranjo do setor com as empresas médias – que no início do ano passado anunciaram lançamentos acima de R$ 1 bilhão – voltando a patamares de lançamento na casa dos milhões anuais. “Quem cresceu além da conta vai diminuir de tamanho”, avalia uma fonte do setor. E o espaço deixado por elas deve ser ocupado pelas maiores do setor, como Cyrela, MRV, PDG Realty, Gafisa e Rossi.

O setor de construção é cheio de peculiaridades, com ciclo de longo prazo, e o cenário mais difícil de agora começa a reverter a partir de 2010, quando boa parte das obras começam a ficar prontas e as empresas recebem o repasse dos bancos -o cliente normalmente paga 20% durante a obra e os 80% restantes são repassados às companhias na entrega das chaves.

Apesar da burocracia para receber o dinheiro – que tem pego no contrapé muitas empresas que não estavam habituadas com o mecanismo e também as que atrasaram as obras -, esse valor vai direto para o caixa. Quando o dinheiro começar a voltar entra como receita e, se a empresa estiver com a operação redonda, dispensa uma nova rodada de financiamentos a custos altos. “O dinheiro volta, ninguém vai quebrar, só frear o ritmo”, diz Zeca Grabowsky, presidente da PDG Realty.

O empurrão do governo com o pacote habitacional será fundamental ao setor, especialmente paras as companhias que já atuam na baixa renda. MRV, PDG Realty e Tenda já reformulam seus orçamentos e estimam crescer acima das previsões iniciais. Já outras companhias sem tanta tradição na baixa renda, como Rossi e Cyrela, procuram aumentar o foco nas marcas mais populares. “A realidade do mercado brasileiro é única, há muita demanda, em especial no segmento de baixa renda”, afirma o último relatório sobre o setor do Goldman Sachs. “O mercado deve surpreender com vendas fortes no primeiro trimestre, antes mesmo da chegada do pacote do governo”, diz o relatório.

Depois de um ano em que os papéis do setor derreteram na bolsa – a Abyara caiu 93%, a Inpar, 91,4% -, grande parte das ações está se recuperando em 2009. No ano até quinta-feira, o Índice de Construção Civil acumula alta de 35,4% para uma alta de 21,27% do Ibovespa. As maiores altas são justamente das companhias totalmente voltadas à baixa renda. A Tenda sobe 93,9%, a MRV, 80,6% e a Rodobens, 50,3%.

Desenvolvimento de produto – 11/3/2009 – Roberto de Souza

Desenvolvimento de produto – 11/3/2009

Fonte:Construção Mercado
Cautela dos compradores e enxugamento de custos podem ser enfrentados com desenvolvimento adequado do produto imobiliário

Por Gisele C. Cichinelli

YAKOBCHUK VASYL/shutterstock

Dois efeitos da crise financeira já constatados pelas incorporadoras são a maior cautela dos compradores na aquisição do imóvel e também a necessidade de enxugamento dos custos de produção. Ambos os desafios podem ser enfrentados com um produto imobiliário desenvolvido corretamente, com apelo de vendas para os compradores e custos e margens adequadas para o empreendedor.

Além do investimento em projetos arquitetônicos arrojados e em tecnologias construtivas adequadas, a gestão da informação, a governança corporativa, o atendimento e relacionamento com os clientes e condições de pagamento diferenciadas são fatores determinantes para o sucesso do produto imobiliário. Outra questão que ganha papel relevante é a sustentabilidade. A adoção de soluções ambientalmente corretas nos empreendimentos promove impactos nos custos de operação do empreendimento ao longo da sua vida útil, resultando em economia de recursos financeiros para o consumidor.

Quem pretende fomentar a adoção de soluções diferenciadas terá de criar, dentro da própria empresa, uma cultura para a inovação. “É preciso desenvolver o espírito criativo entre os colaboradores e investir na capacitação profissional e em tecnologia”, observa Roberto de Souza, diretor presidente do CTE (Centro de Tecnologia de Edificações).

Antes de aderir às novidades, vale lembrar uma velha máxima gerencial, mas que não pode ser esquecida: o cliente em primeiro lugar. Ele deve ser fonte de consulta para o desenvolvimento de novos produtos e instrumento de validação dos mesmos. Ou seja, todas as inovações implantadas deverão caber no seu bolso. “O melhor indicador para medir os resultados é a velocidade de vendas das unidades. Quanto maior, mais clara foi a percepção do cliente em relação aos diferenciais do produto”, acrescenta o diretor.

Apelo ecológico

O bom desempenho de vendas do empreendimento comercial Villa Lobos Office Park, em São Paulo, da incorporadora Cyrela, revela o valor do investimento em pesquisas e em inovações como diferencial de um produto imobiliário.

Adaptado com base em condomínios americanos que reúnem, no mesmo espaço, torres e edificações horizontais, o empreendimento somou a esse modelo os escritórios de vila, com a proposta de preservar e valorizar a tranquilidade e a qualidade de vida no ambiente de trabalho. A fórmula deu certo: as 743 unidades foram vendidas em apenas cinco dias a partir da data de seu lançamento, ocorrido em 28 de agosto de 2008.

Para chegar a esse resultado, a equipe de pesquisa e desenvolvimento de produto baseou-se no que viu em viagens aos Estados Unidos, enquanto buscava por novas ideias para formatar um empreendimento diferenciado.

A definição do produto também levou em conta a forte demanda por saletas comerciais e a baixíssima taxa de vacância que havia na região em que foi implantado. O empreendimento localiza-se em um dos endereços mais prósperos de São Paulo, que se estende do Alto de Pinheiros até a Marginal do Pinheiros, e que é servido por uma das maiores áreas verdes da cidade.

De acordo com pesquisa do departamento de inteligência de mercado da incorporadora (com o objetivo de avaliar o grau de vacância dos imóveis comerciais na área do Villa Lobos), o percentual de vacância de escritórios na região é de 3% para áreas até 60 m2 e de 4,5% para áreas de 61 m² a 100 m². “Acreditamos na região, em especial na área do shopping e do parque Villa Lobos, para lançar um produto comercial com apelo para a qualidade de vida”, relembra a diretora de incorporação Rosane Ferreira.

A condição privilegiada na implantação e no adensamento permitiu a criação de espaços generosos entre as torres, aproveitados para a implantação de recantos com atmosfera residencial, infraestrutura de restaurante e outras facilidades para os usuários.

O ineditismo do projeto, no entanto, ficou por conta dos escritórios de vila, como são chamados os 90 sobrados geminados (com 90 m² privativos cada) que ficam ao redor de um boulevard ajardinado com flores, arbustos e palmeiras.

Segundo Rosane Ferreira, a campanha de lançamento do empreendimento e as inovações propostas no ponto de venda, entre elas mesas interativas e gigantes telas touchscreen que traziam informações sobre o empreendimento, também contribuíram para o êxito de vendas das unidades.

Baixa renda

imagem: divulgação Cyrella
Os escritórios do Villa Lobos Office Park: empreendimento reuniu torres e edificações horizontais no mesmo espaço

Marcando o ingresso da incorporadora Rodobens Negócios Imobiliários no segmento da baixa e média-baixa rendas, o empreendimento Terra Nova trouxe novidades que garantiram um bom desempenho de vendas nesse concorrido nicho de mercado.

Ao todo, foram três anos até chegar ao formato final do empreendimento que, em 2008, ganhou o prêmio Master Imobiliário, da Fiabci Brasil (Federação Internacional das Profissões Imobiliárias), na categoria empreendimento residencial. “Atuamos no mercado há 25 anos. A grande mudança foi atender a esse novo perfil de público que não atendíamos antes”, explica Geraldo Antônio Cêsta, diretor técnico da Rodobens Negócios Imobiliários.

Diversas pesquisas e protótipos foram feitos de 2002 a 2005, período que coincidiu com a abertura de capital da empresa. Da concepção original ao modelo atual houve alterações nas plantas e a diversificação do produto. O primeiro empreendimento, o Garden Village I, localizado em São José dos Campos e lançado em 2005, teve suas 360 unidades vendidas em 30 dias. “Prova de que o conceito foi plenamente aceito”, diz o diretor.

Para o empreendimento, a incorporadora investiu em soluções racionais e com baixo impacto ao meio ambiente. (Em fevereiro de 2008, o empreendimento foi o primeiro certificado pelo programa Real Obra Sustentável, do Banco Real.) Depois de testar alguns sistemas construtivos tradicionais, entre eles a alvenaria de blocos cerâmicos – abolida por solicitar o uso de materiais como madeira e reboco para sua execução e finalização -, a opção foi adotar o uso de paredes com concreto autoadensável, com fundações do tipo radier.

Além de uma série de equipamentos de lazer e segurança, marca comum em empreendimentos desse tipo, o Terra Nova reúne torres verticais e edificações horizontais, característica ainda pouco comum na baixa renda.

A preocupação com o aspecto estético também fez parte do escopo da equipe técnica da incorporadora. Ao todo, são quatro opções de fachadas para casas que variam de 40 m² (R$ 60 mil) a 88 m² (R$ 140 mil), somando 16 modelos diferentes. “Privilegiamos uma implantação na qual os modelos não coincidam”, explica o diretor. “As fachadas não denunciam o tamanho das casas. Em função da necessidade de racionalizar espaços, os terrenos têm pouca variação de tamanho”, acrescenta Cêsta. Como opção de fechamento, a incorporadora substituiu os muros de concreto por cercas vivas, o que diminuiu custos e melhorou o aspecto visual do empreendimento.

Como inovar

n A incorporadora deve ter foco obstinado em entender as mudanças dos consumidores brasileiros e a segmentação do mercado.
n Entendimento preciso das necessidades do cliente e da sua capacidade   de pagamento.
n Parceria com arquitetos bons, criativos e capazes de “ler” e considerar as necessidades dos clientes.
n Parceria com outros projetistas e consultorias que dominem conhecimentos específicos e que sejam capazes de agregar tecnologias e diferenciais aos produtos imobiliários.
n Investimento em profissionais de marketing aptos a comunicar de forma clara os diferenciais e inovações adotadas no empreendimento e a alcançar a percepção do consumidor potencial.
n Capacitação dos profissionais de vendas, que deverão ser treinados para explicitar aos compradores as inovações propostas.
n Envolvimento das áreas de engenharia, construção e suprimentos da empresa no processo de inovação do produto imobiliário, agregando tecnologias construtivas por meio da execução de estudos de viabilidade de implantação das inovações, qualificando fornecedores e realizando pesquisas sobre as novas tendências nos mercados nacional e internacional.

Fonte: Roberto de Souza, CTE

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