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Abertura do Plantão Martese Alto da Lapa – Brasil Brokers – EVEN

Convite para Abertura do Plantão Hoje ! Dia 01/Novembro/2014

convite Martese 01 e 02 Nov

http://www.slideshare.net/JonasdeAlmeidaFederi/martese-alto-da-lapa-abertura-do-planto-01novembro2014

OPORTUNIDADE DO ANO

PREÇO DE LANÇAMENTO DO 5o andar – referencia – R$ 8.690,00/m2

Se houver interesse me procure no 9.63500239 ou me envie um email no jonasjr@brbrokerssp.com.br para mais detalhes

Imperatriz – Imagens PRELIMINARES

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Citi corta recomendação de Lopes para neutra e elege BR Brokers como preferida do setor

Citi corta recomendação de Lopes para neutra e elege BR Brokers como preferida do setor

Valor Economico

29/05/2013 11:24:58

O Citi rebaixou a recomendação para as ações da imobiliária Lopes, de comprar para neutra, e manteve o preço-alvo de R$

22,20 para os papéis ordinários da companhia. Essa projeção significa que o potencial de valorização é de cerca de 12,4% em

relação ao preço negociado nesta manhã.

Para a ação ordinária da BR Brokers, escolhida pelo banco como sua preferida no setor, a recomendação de comprar foi

mantida. No entanto, o preço-alvo foi reduzido de R$ 8,50 para R$ 8, o que indica um potencial de valorização esperado para as

ações de cerca de 15% em relação à cotação atual.

Os analistas Paola Mello e Dan McGoey afirmam em relatório que a alta das ações da BR Brokers nos últimos dois meses, de

apenas 3%, e o retorno de dividendos de 5% podem dar suporte para a ação. Considerando os 15% de valorização esperada

para os papéis e os 5% de dividendos, o retorno total estimado fica em torno de 20%, o que leva os analistas a considerarem o

momento atraente para um investimento inicial. Eles acrescentam que o múltiplo de preço sobre lucro da empresa, de 14 vezes,

é atrativo.

As revisões das projeções, segundo os analistas, foram feitas para incorporar os resultados das duas companhias referentes ao

primeiro trimestre.

Para os próximos períodos, o Citi espera que as vendas contratadas da Lopes e da BR Brokers mostrem aceleração. Os analistas

dizem ainda que esperam que a redução de custos “agressiva” da BR Brokers favoreça a margem da empresa.

29/05/2013 11:24:58

Categorias:Brasil Brokers Tags:

Setor pode lançar menos imóveis outra vez em 2013

Setor pode lançar menos imóveis outra vez em 2013

Por Chiara Quintão | De São Paulo
Sergio Freire, diretor-presidente da Brasil Brokers: “O ano de 2012 mostrou o quão difícil é prever o que acontece no mercado”

As incorporadoras de capital aberto podem enfrentar, em 2013, novo ano de dificuldades para lançar imóveis, após expressiva redução dos novos projetos apresentados ao mercado em 2012. A maior parte das incorporadoras de capital aberto evita sinalizar qual será seu tamanho em 2013, mas já se espera que empresas que ainda não concluíram seus processos de arrumação da casa – principalmente, PDG Realty, Rossi Residencial e Gafisa – possam ter outro ano de redução do Valor Geral de Vendas (VGV) de novos projetos.

Procuradas pelo Valor, PDG e Gafisa informaram que não iriam se pronunciar, e Rossi disse que não comenta especulações de mercado.

Por causa do ciclo longo do setor, os resultados trimestrais de parte das incorporadoras ainda terão impacto de problemas já identificados, como estouros de orçamento, até que os projetos menos rentáveis sejam entregues. As empresas têm como desafio encerrar o ciclo imobiliário iniciado nos primeiros anos após a onda de abertura de capital, com conclusão das obras, repasse dos recebíveis dos clientes para os bancos e geração de caixa.

A expectativa é que novos problemas possam ser identificados em algumas incorporadoras. “Não nos espantará se houver novos estouros de orçamento na PDG, na Rossi e na Gafisa”, diz o analista de construção civil da BES Securities, Eduardo Silveira.

Durante a divulgação dos resultados do terceiro trimestre, a PDG cancelou, formalmente, a meta de lançamentos para 2012 e informou revisões em curso, inclusive a de todas as obras. Gafisa ainda precisa equacionar pontos como nível de endividamento – no fim de setembro, a relação entre dívida líquida e Ebitda era de 106%. A relação entre dívida líquida e patrimônio líquido da Rossi era de 153,2% no fim do terceiro trimestre, parcela que cairia para 96,6% se considerados os R$ 600 milhões do aumento de capital em curso.

Segundo Silveira, essas três incorporadoras, além de Tecnisa – em menor grau – são as que poderão lançar menos em 2013 do que neste ano, entre as que fazem parte da cobertura da BES. Conforme o analista, se o lançamento dos primeiros empreendimentos do Jardim das Perdizes, na zona oeste de São Paulo, ocorrer em 2013, o ritmo de projetos da Tecnisa voltará à normalidade. O lançamento da primeira fase do maior projeto da companhia, previsto para este ano, foi postergado para 2013.

A Tecnisa informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não faria comentários sobre lançamentos em 2013 por não ter fechado previsão para o ano.

Em 2012, o setor diminuiu o ritmo de lançamentos por razões relacionadas às próprias empresas – como grande volume de estoques prontos ou quase concluídos que precisava ser vendido, endividamento elevado e busca da geração de caixa – e por fatores como atrasos na concessão de licenças dos projetos por parte dos órgãos públicos.

O prazo para as aprovações de projetos pelos órgãos públicos, principalmente pela Prefeitura de São Paulo, pode afetar o ritmo de lançamentos, novamente, em 2013. Esta foi uma das principais causas apontadas pelas incorporadoras, durante 2012, para as reduções de metas.

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Prefeitura de São Paulo informou que o ritmo de análises de processos na Secretaria de Habitação (Sehab) segue normal e que, até o fim de setembro, a média ficou semelhante à dos anos anteriores. A prefeitura reconhece que existe grande estoque de processos em análise – 7,1 mil – e diz que, para reduzir prazos, têm tomado medidas como contratação de novos técnicos, informatização, revisão e simplificação de procedimentos.

No setor, há comentários também de que a transição da gestão da Prefeitura de São Paulo pode se refletir em prazos maiores para a concessão de licenças para projetos no começo de 2013.

Por outro lado, há quem aposte na aceleração do volume de lançamentos no início do ano, devido ao rescaldo de parte dos projetos que estavam, inicialmente, previstos para 2012, mas foram adiados.

“O ano de 2012 mostrou o quão difícil é prever o que acontece no mercado. É absurdo o volume de lançamentos que estava previsto, mas não ocorreu”, afirma o diretor-presidente da Brasil Brokers, Sergio Freire.

O executivo da Brasil Brokers diz esperar para 2013 volume de lançamentos, no mercado, um pouco maior que os de 2012 e crescimento das vendas. Na comparação com 2011, Freire estima lançamentos menores e vendas semelhantes de imóveis.

A desaceleração do nível de atividades das incorporadoras em 2012 incluiu a diminuição da compra de terrenos. “As empresas estão mais seletivas na compra de áreas. Nos momentos de euforia, as aquisições de terrenos foram feitas com menos filtro”, diz Sergio Ferrador, presidente da SFSA Desenvolvimento Imobiliário. Mas, segundo Ferrador, mesmo com mais rigor nas compras de áreas, as empresas fizeram aquisições e têm assegurados pelo menos 80% dos terrenos para os lançamentos de 2013.

Há menos euforia também na tomada de decisão de compra de imóveis pelos consumidores. Sem temor de que as altas acentuadas de preços dos últimos anos possam ocorrer novamente, potenciais compradores estão mais cautelosos. Desde o início de 2012, os interessados têm visitado mais plantões de venda e levado mais tempo para bater o martelo da compra. Cautela não significa, porém, retração de demanda nem de crédito. Em 2013, haverá crescimento do financiamento habitacional tanto para pessoas físicas quanto para empresas, conforme já divulgou o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior.

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Prévia trimestral deve indicar ritmo lento de lançamentos

Prévia trimestral deve indicar ritmo lento de lançamentos

 

As prévias operacionais que serão divulgadas pelas incorporadoras de capital aberto, a partir da próxima semana, deverão trazer lançamentos, no segundo trimestre, abaixo da expectativa da maioria das empresas, na avaliação do mercado. No primeiro trimestre, boa parte das incorporadoras privilegiou a venda de estoques a lançamentos. A consequência da combinação dos dois trimestres será a concentração, ainda maior do que já ocorre, de projetos lançados no segundo semestre.

Há quem comente que isso poderá resultar em nova rodada de revisão de metas do Valor Geral de Vendas (VGV) a ser lançado, em 2012, ou na divulgação, por parte de algumas empresas, de que os lançamentos ficarão abaixo da projeção para o ano.

A principal razão para que os lançamentos ficassem abaixo do esperado, no trimestre, foi a demora na obtenção de licenças dos projetos acima da média, com destaque para a cidade de São Paulo, maior mercado imobiliário do país. A EZTec, por exemplo, sentiu mais morosidade nas aprovações de projetos pela Prefeitura de São Paulo de maio ao meio de junho. “Depois, o ritmo de aprovações voltou ao normal”, conta o diretor financeiro e de Relações com Investidores da EZTec, Emílio Fugazza, sem revelar se a fase mais lenta chegou a comprometer lançamentos previstos para o trimestre.

Prefeitura de São Paulo nega que prazos para a liberação de licenças tenha aumentado com a saída de Aref

No mercado, comenta-se que os prazos de aprovação se estenderam após a saída da Prefeitura de São Paulo de Hussain Aref Saab, ex-diretor do Departamento de Aprovação de Edificações (Aprov). Procurada pelo Valor, a Prefeitura de São Paulo informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “não procede a informação de que as aprovações no departamento Aprov estariam mais lentas após a saída de Aref” e que os processos estão em ritmo normal. Foram aprovados 1,071 mil projetos, de janeiro a maio, numa média de 200 aprovações mensais.

Para a Brasil Brokers, que divide com a Lopes o posto de maior imobiliária do país, o estado de São Paulo responde por 55% das operações, ficando a capital com a maior fatia. Segundo o diretor-presidente da Brasil Brokers, um cliente de capital aberto tinha oito lançamentos previstos para a cidade, em junho, mas não conseguirá realizá-los até o fim do mês.

Conforme Freire, os lançamentos das incorporadoras de capital aberto ficaram abaixo das expectativas das empresas, mas acima do primeiro trimestre. O executivo estima que as vendas das companhias abertas tenham ficado, praticamente, em linha com as do segundo trimestre de 2011, devido à comercialização de estoques. Do total de vendas contratadas da Brasil Brokers, as empresas listadas em bolsa detêm fatia de 41%, e as de capital fechado, 59%. A parcela das abertas chegou a ser de 75%.

Na concorrente Lopes, a participação das incorporadoras fechadas no Valor Geral de Vendas (VGV) lançado cresceu de 62%, no ano passado, para 70%, no período de janeiro a maio de 2012. O levantamento da Lopes inclui lançamentos residenciais verticais, conjuntos comerciais e flat/hotéis nos principais mercados brasileiros.

A demanda por imóveis continua existindo, mas a tomada de decisão de compra está mais lenta. “Boa parte das empresas terá lançado e vendido menos do que esperava no segundo trimestre”, diz o analista do setor imobiliário da Banif Corretora, Flávio Conde. Uma das razões são as altas de preços registradas nos últimos anos, que culminaram no patamar atual. Os potenciais compradores deixaram de se sentir pressionados para fazer, rapidamente, a aquisição de um imóvel para evitar risco de aumento dos preços.

“O comprador está pesquisando mais. Há pessoas que visitaram um estande de vendas em fevereiro e fecharam a compra do imóvel em maio”, conta o diretor comercial da Direcional Engenharia, Guilherme Diamante. Focada em empreendimentos populares de grande porte, a incorporadora teve, no segundo trimestre, melhor desempenho em lançamentos e vendas do que no primeiro trimestre, conforme esperava. Considerando o desempenho esperado para os últimos dias do mês, a tendência é que os números superem também os do segundo trimestre do ano passado, de acordo com Diamante. A Direcional espera lançar seu primeiro projeto na capital paulista no terceiro trimestre.

A Trisul lançou o que estava previsto para o trimestre, mas teve vendas de lançamentos um pouco abaixo do que esperava. As vendas totais ficaram em linha com as do primeiro trimestre. Em relação ao segundo trimestre de 2011, foram menores, mas “proporcionais ao volume lançado”, conforme o presidente da companhia, Jorge Cury Neto. As aprovações dos projetos da Trisul têm ocorrido nos prazos previstos. De acordo com Cury, o segundo trimestre deve representar dois terços dos lançamentos do ano e 60% das vendas estimadas. Previsões e metas estão mantidas.

Segundo Conde, do Banif, a piora da crise financeira internacional e a alta do dólar contribuem para o adiamento da decisão de compra de um imóvel. Isso ocorre, principalmente, no caso da parcela da população que não paga aluguel, mas pretende trocar o imóvel em que mora por uma unidade de três ou quatro dormitórios.

Outro analista setorial afirma que as incorporadoras têm sinalizado que as vendas “não estão muito boas”, e a velocidade de comercialização está “fraca”. Já Fugazza, da EZTec, conta que 50% do que foi lançado, neste ano, foi vendido e que a incorporadora não está sentindo diferença nesse quesito em relação ao ano passado.

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Brasil Brokers Corporate

Brasil Brokers Corporate

Brasil Brokers dobra lucro no trimestre para R$ 18 mi | Valor Online

Brasil Brokers dobra lucro no trimestre para R$ 18 mi | Valor Online.

Karen Camacho | Valor
17/05/2011 12:21
 
SÃO PAULO – A empresa de intermediação e consultoria imobiliária Brasil Brokers registrou no primeiro trimestre de 2010 lucro líquido de R$ 18,5 milhões, alta de 100% em relação ao mesmo período de 2010.

O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 28,6 milhões no período, alta de 63% com relação a 2010. A margem Ebitda ficou em 34%, contra 27% no ano passado.

A empresa informou ainda que a receita líquida aumentou 28% na mesma comparação, passando de R$ 65,8 milhões para R$ 84,2 milhões.

A Brasil Brokers lançou, nos três primeiros meses deste ano, a 21.263 unidades, um crescimento de 33% em relação ao 2010.

As vendas contratadas totais no primeiro trimestre deste ano tiveram um crescimento de 31% em relação a igual intervalo de 2010, alcançando R$ 4 bilhões. Com relação as unidades contratadas, estas passaram de 13.688, em 2010, para 16.735, neste ano, um alta de 22%.

(Karen Camacho | Valor)

Bom Momento – O Estado

Márcia Moreno – O Estado de S.Paulo

ESPECIAL PARA O ESTADO

O bom momento do mercado também é comemorado pelo diretor superintendente de incorporação da Gafisa, Sandro Gamba: “Estamos vivendo um excelente momento”, diz . “Estar no ranking do Top Imobiliário é mais um indicativo do bom trabalho realizado durante 2010”.

A Gafisa é a primeira no ranking das Empresas Construtoras e a segunda entre as Incorporadoras. “O Grupo Gafisa teve uma excelente performance e resultados no ano passado”, diz. A Gafisa S.A, que reúne as marcas Gafisa, Alphaville e Tenda, teve um volume de vendas de R$ 4 bilhões em 2010, aumento de 23% em relação a 2009. O lucro líquido da companhia, em 2010, foi de R$ 416 milhões, 30% maior que 2009. “O mercado vive um excelente momento, com declínio do desemprego, aumento real dos salários e da confiança do consumidor”, avalia.

Gamba diz que a empresa continua bem posicionada em 2011. “Vamos ter crescimento; a nossa previsão é lançar, em 2011, R$ 5,6 bilhões. Temos muitas expectativas e perspectivas. E muito trabalho pela frente.”

Motivação – As empresas do ramo acreditam na carga institucional positiva do prêmio . “Motiva o time que trabalha na empresa para fazer ainda mais”, explica Alessandro Vedrossi, diretor executivo da Unidade São Paulo da Brookfield Incorporações, que aparece em quinto lugar no ranking de Incorporadoras e em quarto lugar na lista de Construtoras.

A empresa subiu vários degraus de 2009 para 2010. Em 2009, a Brookfield apareceu em décimo lugar no ranking de Incorporadoras e em sétimo no de Construtoras. “Crescemos muito e a ideia é não parar. Estamos muito animados!”, conta Vedrossi. A empresa também comemorou bons resultados financeiros em 2010. A Brookfield registrou um lucro líquido recorde, chegando a R$ 363,7 milhões, um crescimento de 80,1% em relação a 2009.

As vendas também foram boas: somaram R$ 3.621 milhões no ano, aumento de 60% comparado a 2009. Em 2011, a empresa vai manter a estratégia, com foco na manutenção de uma presença nacional, em mercados selecionados. “Continuamos confiantes na forte demanda do mercado imobiliário, principalmente nos imóveis para a classe média, positivamente impactada pela disponibilidade de crédito para financiamento habitacional, em função do consistente incremento de renda e baixo nível de desemprego”, ressalta o executivo.

“O prêmio tem grande importância institucional. É um reconhecimento do nosso esforço e um coroamento do nosso trabalho. Estamos gratificados em fazer parte do ranking mais uma vez”, diz Fábio Cury, presidente da Cury, que ficou em quinto lugar no ranking das Construtoras. Em 2009, a companhia contratou 5.500 unidades com o programa Minha Casa Minha Vida e consolidou-se como uma forte empresa do mercado de baixa renda. “Estamos focados na habitação para baixa renda. E soubemos aproveitar este bom momento do mercado, que apresenta uma conjuntura positiva, com estabilidade econômica, emprego em alta, aumento da renda e facilidade do crédito”, avalia Cury. “O mercado está próspero e há possibilidade de demanda maior”. Cury acredita num crescimento de 25% na empresa.

Para o diretor de operações da DelForte Frema, José Roberto Federighi, “o prêmio é um incentivador para as empresas do setor e provoca uma competitividade sadia entre elas”. A empresa, que faz parte do Grupo Brasil Brokers, assim como a Abyara Brokers, atravessou o ano de 2010 com muito trabalho de consolidação, por causa da fusão da Delforte & Iprice com a Frema. “Vamos colher os resultados deste trabalho neste ano”, fala. “O ano de 2011 promete muito, temos a intenção de crescer 40%”, conta.

Federighi acredita que o mercado vai continuar crescendo e com isso, a empresa vai ampliar as operações. “Estamos com boas perspectivas. Com a geração de empregos, desenvolvimento da economia, advento do crédito, o mercado vai crescer, pelo menos nos próximos cinco a dez anos, pois ainda temos um déficit habitacional grande.”

Crescimento – O vice-presidente de operações da Fernandez Mera, Eduardo Figueira, também crê em um papel institucional do prêmio. “Estamos muito felizes. Estamos no ranking dos finalistas desde quando o prêmio foi criado”, afirma ele. “Os funcionários recebem bem a informação e criam expectativas”, diz.

Para Figueira, os bons resultados da empresa se devem a uma reestruturação feita no desenvolvimento operacional da companhia no ano passado, quando teve um crescimento de 62%. E a previsão é de continuar a crescer. “Estamos animados para 2011. Temos programados lançamentos na capital paulista e na Grande São Paulo. Acredito em mais um aumento de 65%”, diz, otimista. Em 2010, a Fernandez Mera tinha 850 corretores e, hoje, a empresa conta com 2100 funcionários. “Com a reestruturação interna, creio em bons lançamentos e uma boa performance”. A Fernandez Mera ficou em quarto lugar no ranking de Empresas Vendedoras.

A divulgação do Top Imobiliário também ajuda os consumidores a terem referência sobre quais são as melhores empresas do setor. Para o presidente da Itaplan, Fábio Rossi Filho, o prêmio dá credibilidade para o mercado imobiliário. “E isso é fundamental na hora do consumidor comprar o maior bem da vida dele, que é a casa própria”, afirma. Em 2010 a empresa lançou 6 mil imóveis e pretende ampliar este número para 9 mil imóveis em 2011. A empresa também aposta em outras cidades. O trabalho da Itaplan está focado 40% em Grande São Paulo e o restante em outros locais. A Itaplan marcou o 8.º lugar no ranking das Empresas Vendedoras. “Temos perspectivas de crescer, atuando em várias cidades e com bom posicionamento de produtos. Isso nos trará bons resultados e consolidação no mercado”, diz Rossi Filho.

REPERCUSSÃO

Maurício Eugênio
“O prêmio reflete a competência e a produtividade da companhia É uma condecoração”

Henry Borenstein
“O consumidor está se informando mais. Quando vai fazer uma compra, já pesquisou todo o mercado”

Emílio Fugazza
“O setor cresceu e nós crescemos com qualidade. O mercado está quente e promete ainda mais”

Fábio Rossi Filho
“Credibilidade é fundamental na hora de o consumidor comprar o maior bem da vida dele, que é a casa própria”

Rodrigo Resende
“Nosso País era o país do puxadinho por não haver projetos habitacionais. E, agora, há alternativas”

Jorge Cury
“Nos últimos anos, crescemos mais de 100%. O prêmio traz muito orgulho a todos os
funcionários da companhia”

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