Urbanismo SP – 城市规划SP

http://www.secovi.com.br/coluna-secovi

http://www.capital.sp.gov.br/portal/noticia/3396

NOVO PDE

http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/

Em cerimônia ocorrida em 31/7, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, sancionou o novo Plano Diretor Estratégico (PDE), documento que traz as diretrizes do desenvolvimento da cidade para os próximos 16 anos.

Na tarde do mesmo dia, mais de 450 associados participaram de reunião na sede do Sindicato, ocasião em que o presidente da entidade, Claudio Bernardes, apresentou as principais mudanças do PDE para o setor imobiliário.

“As regras estão valendo e o Plano tem aspectos positivos. Devemos agora nos concentrar em entender completamente os mecanismos inseridos na nova lei e as novas tipologias propostas, para adequá-las o mais rapidamente possível à realidade do mercado. Se por um lado o novo Plano traz medidas que aumentam os custos de produção, por outro lado traz incentivos que devem ser mais bem compreendidos para que possamos otimizar os empreendimentos e, dessa forma, oferecer à população produtos adequados, dentro da sua capacidade aquisitiva”, avalia Bernardes.

Com base em estudos e simulações realizados pelo Sindicato, apoiados no GeoSecovi (ferramenta de georreferenciamento), em função do novo modelo de cálculo da outorga onerosa, 71% dos empreendimentos mentos residenciais devem ter aumento de até 5% no preço; os demais terão incrementos superiores a esse porcentual. Já nos empreendimentos comerciais, a elevação terá maior intensidade: para aproximadamente 49% deles, os preços serão majorados em até 5%, cabendo aumentos superiores ao restante dos imóveis desse segmento.

Proximamente, o Sindicato publicará uma cartilha sobre o novo PDE para orientar a atuação da indústria imobiliária paulistana.

Veja como pode ser São Paulo em 2040

Veja como pode ser São Paulo em 2040

Catraca Livre em 13/11/12

por Evandro Spinelli, da Folha de S.Paulo

Projeto desenha a capital paulista ideal para daqui a 28 anos

Meia hora de casa ao trabalho. Uma área verde a 15 minutos a pé de casa. Rios e córregos 100% despoluídos. Nenhum morador em favela.

Essa é a São Paulo ideal, que começou a ser planejada em dezembro de 2010 com a participação de 25 mil pessoas, sete consultores internacionais, 40 especialistas da USP e 81 técnicos da prefeitura –o projeto custou R$ 2,97 milhões.

O grupo concluiu que é possível chegar a essa nova cidade em 2040. O custo para isso: R$ 314,5 bilhões, ou quase oito vezes o Orçamento total da prefeitura.

Visto dessa forma, parece impossível. Mas os cálculos detalhados no calhamaço de 363 páginas denominado “SP 2040 – A Cidade que Queremos” mostram que já há investimentos previstos para isso.

O maior investimento previsto é a expansão da rede de trens e metrô, que já está sendo feita pelo governo do Estado –R$ 149,8 bilhões até 2040.

A melhoria das condições de moradia vai consumir outros R$ 62,6 bilhões. As obras são gerenciadas, em sua maioria, pela prefeitura, mas boa parte dos recursos pode vir do governo federal.

Ainda estão previstos investimentos nos aeroportos que atendem a região metropolitana –com recursos do governo federal e das concessionárias– e na construção de corredores de ônibus –esses com recursos da prefeitura e também do governo federal.

 

Excelente matéria do Estadão sobre Urbanismo de SP em 05 /12/09

https://jonasfederighi.wordpress.com/2009/12/05/ontem-hoje-e-amanha-sao-paulo-urbanismo/

Domingo, 11 de Janeiro de 2009 | Versão Impressa

Prefeitura aposta em operações urbanas na orla ferroviária de SP

Instrumento permite ao município arrecadar recursos na iniciativa privada para projetos na região; área soma 250 km2

Bruno Paes Manso, Diego Zanchetta e Rodrigo Brancatelli

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Na São Paulo de 1867, a construção da São Paulo Railway, linha de trem criada para transportar café do interior ao Porto de Santos e escoar os produtos da indústria paulista, foi considerada um dos marcos iniciais do desenvolvimento na cidade. A partir de 1960, com a mudança gradual do parque industrial para municípios vizinhos, os galpões abandonados e os cortiços em torno da orla ferroviária se transformaram no retrato da degradação urbana na capital.

Quase um século e meio depois, é em torno dessa cicatriz que corta São Paulo desde os tempos do café que a cidade pretende crescer e induzir o mercado imobiliário a investir nos próximos anos. “A área em torno do trem tem grande potencial de desenvolvimento, mas é ainda pouco habitada. A Prefeitura quer estimular o adensamento populacional dessas regiões”, afirma Miguel Bucalem, que vai assumir a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, pasta considerada estratégica no novo mandato de Gilberto Kassab (DEM).

O principal instrumento para incentivar o mercado imobiliário a investir na região são as 15 operações urbanas no entorno das linhas do trem e das futuras linhas do Metrô, instrumento que permite ao Município arrecadar recursos junto ao setor privado para investir em projetos para a região. Juntas, somam 250 km², cerca de 17% do território de São Paulo.

As operações urbanas Faria Lima e Água Espraiada, por enquanto, são as que mais avançaram. Na Faria Lima, criada em 1995, a Prefeitura arrecadou até hoje R$ 854 milhões ao permitir que o mercado construísse 297 mil m² além do permitido pelo zoneamento por meio da venda de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs). Na Água Espraiada, criada em 2001, a arrecadação já soma R$ 722 milhões.

A maior parte do dinheiro foi investida em obras viárias, como os dois túneis que cruzam a Avenida Faria Lima e a Ponte Estaiada. “Essas duas primeiras operações se basearam no modelo do automóvel. O recurso captado com a iniciativa privada foi usado basicamente para construir alternativas para os carros. As novas operações podem fazer a diferença”, analisa o arquiteto Lourenço Gimenez, que estuda a orla ferroviária.

Outras três – Água Branca, Centro e Jacu-Pêssego – já estão regulamentadas, mas ainda não lançaram mão dos Cepacs e estão sendo estudadas. Além dessas, a Prefeitura estuda prioritariamente as operações Vila Sônia, por onde vai passar a Linha 4 do Metrô, Vila Leopoldina, Diagonal Sul e Carandiru, áreas já procuradas pelo mercado imobiliário. Outras duas – Terminal Logístico João Dias e Amador Bueno – serão propostas na revisão do Plano Diretor, que o prefeito pretende votar na Câmara até o fim de 2010. “A ideia é usar parte do dinheiro arrecadado para investir nos transportes por trilhos. Na revisão do Plano Diretor vamos propor que sejam exigidos projetos urbanísticos mais detalhados para mostrar mais claramente ao mercado o que pretendemos para a região”, diz Bucalem.

PASSAGEIROS

O potencial de desenvolvimento da orla ferroviária começou a se mostrar viável a partir de 1995, quando os 240 km de linhas da CPTM na Grande São Paulo passaram a ganhar investimentos que ajudaram a mudar o perfil da rede, deixando de priorizar o transporte de cargas para transportar principalmente trens de passageiros. O intervalo entre trens mais modernos diminuiu de 18 para 6 minutos e fez a demanda crescer de 700 mil passageiros por dia para 2 milhões em 13 anos.

Bairros como Mooca, Brás, Lapa, Barra Funda e Vila Leopoldina passaram a ser visto com outros olhos pelo mercado. A possibilidade de ligar essas linhas a novas estações do Metrô aumentou ainda mais o interesse. “Sabemos que grandes investidores já estão procurando áreas em torno desse eixo. A Prefeitura precisa correr e se juntar a outras prefeituras, aos governos Estadual e Federal para evitar que o mercado construa antes que haja tempo de induzir a urbanização da área”, alerta o presidente da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano, Jurandir Fernandes.
星期天, 11 1月2009年 | 版本打印的
同位格市政厅在都市操作在SP仪器铁路边缘
在私有主动性在这个区域允许城市收集资源为项目; 区域增加250 km2
Bruno温驯的Paes、地亚哥Zanchetta和Rodrigo那么伟大的
Brancatelli文本? 到到那个
在São Paulo 1867年, São Paulo铁路的建筑,运载咖啡从内部到圣徒口岸和排泄São Paulo产业的产品的火车被创造的线,在城市被考虑了其中一个发展的最初的地标。 从1960年,如果他们在首都,变换了成都市退化的图片与工业园的逐渐变动为邻居城市,被摒弃的棚子和经济公寓住宅在铁路附近渐近。
后几乎世纪和方式,它是在切开São Paulo从咖啡的时代城市意欲生长和导致不动产的市场在以后年投资的这伤痕附近。 “区域在火车附近有发展巨大潜力,但它少许仍然居住。 市政厅想要刺激这些地区人口adensamento “肯定Miguel Bucalem,去假设都市发展秘书处,文件夹被认为战略在新的命令Gilberto Kassab (DEM)。
刺激不动产的市场的主要仪器投资在这个区域是15都市操作在线火车和地铁,在项目允许城市在私人部门旁边收集资源投资为区域的仪器未来线的entorno。 会议,增加250公里²,大约17% São Paulo疆土。
都市操作将做粗锉,并且Espraiada水,暂时,是有推进的那个。 在Faria利马, 1995年创造,市政厅今天收集了直到R$ 854百万,当允许市场被修建到297一一千m ²在允许的一个之外为分区制通过另外的潜力Certifyd venda建筑时(Cepacs)。 在Espraiada水中, 2001年创造,汇集已经增加R$ 722百万。
大多数金钱是猛击在路workmanships,作为穿过大道将做粗锉和Estaiada桥梁的二个隧道。 “这二第一操作,如果有基于汽车的模型。 资源捉住以私有主动性基本上用于修建选择为汽车。 新的操作可能产生变化“分析建筑师Lourenço Gimenez,学习铁路边缘。
其他三-浪端的白色泡沫、中心和Jacu桃子-他们已经被调控,但不他们发射了Cepacs的手和被学习。 在这些之外,市政厅学习操作Vila Sônia以不动产的市场已经看的优先权,为了它去通过地铁, Vila Leopoldina,对角线Sul和Carandiru的线4的地方,区域。 其他二-逻辑斯谛的终端João天和风扇Bueno -他们将是提案在处理的计划,市长在房间打算投票直到2010末端的那修正。 “想法是使用一部分的收集的金钱投资在运输为轨道。

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