Entrevista do Paulo Rabello de Castro

Entrevista Paulo Rabello de Castro

Autor do Mito do Governo Gratis.

Imperdivel

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eBooks de Rodrigo Constantino e Olavo de Carvalho. Confira, Jonas

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Construçao

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CTE Notícias – 01/06/15

01/06/2015
Curtas da Construção

Consórcio de imóveis em alta – Balanço da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac) indica aumento de 9% no número de participantes ativos do sistema, de janeiro a abril, em relação ao mesmo período do ano passado. O setor de imóveis foi um dos responsáveis pela alta, com mais … Leia Mais

Fonte: Diversos

Coisa de grife

O modelo de esconderijo para os endinheirados dos Estados Unidos se espalhou pelo mundo todo. Na Argentina, os "country clubs" ao norte de Buenos Aires são reservas artificiais para quem sobreviveu a tantas crises econômicas. Os assentamentos judaicos na Cisjordânia são condomínios que avançam sobre os campos palestinos. Na Arábia … Leia Mais

Fonte: UOL

Setor imobiliário respira com verba da poupança

A semana começa com certo alívio para o setor imobiliário. Depois de muita pressão e da inicial negativa do governo de flexibilizar as regras do compulsório da poupança para financiamentos no setor, o Conselho Monetário Nacional decidiu injetar R$ 22,5 bilhões no segmento. Na última sexta-feira, o Banco Central anunciou … Leia Mais

Fonte: Correio Braziliense

Caixa projeta R$ 10 bi a mais para imóveis

A Caixa Econômica Federal calcula que as medidas de incentivo ao crédito imobiliário, do qual é líder no Brasil, anunciadas na semana passada pelo governo, tenham impacto de R$ 10 bilhões. "As iniciativas vão viabilizar o financiamento expressivo de unidades habitacionais por parte das instituições financeiras, com efeito positivo na … Leia Mais

Fonte: Abecip

Aporte em infraestrutura deve cair 19% em 2015

Após terem ficado estáveis de 2013 para 2014, os investimentos em infraestrutura deverão tombar 19% neste ano. O principal motivo é o corte dos gastos públicos, por causa do ajuste fiscal. Segundo especialistas, a menos de dez dias do anúncio do novo pacote de concessões do governo federal, a projeção … Leia Mais

Fonte: A Tarde

Cresce calote no Minha Casa Minha Vida

A queda na renda do trabalhador brasileiro e o aumento do desemprego já se refletem na elevação da inadimplência no Minha Casa Minha Vida, maior programa habitacional do país. Números do Ministério das Cidades mostram que os atrasos acima de 90 dias, período a partir do qual o cliente é … Leia Mais

Fonte: Libreprensa

Minha Casa Minha Vida 3 perde 36% de recursos

Nas faixas 2 e 3, para famílias com renda mensal até R$ 5.000, há cobrança administrativa da dívida, renegociação de valores em atraso e, em último caso, perda do imóvel. Até o ano passado, haviam sido retomados cerca de 5.000 unidades, o que representa 0,15% do total entregue. A falta … Leia Mais

Fonte: Libreprensa

Investimento em edifícios verdes vale no longo prazo

Mesmo custando até 7% mais caro, um edifício sustentável é bom um investimento, garantem os especialistas. Segundo o Green Building Council ( GBC), no ciclo de vida de uma edificação, apenas 15% do custo total corresponde à fase de construção – 85% equivale à operação. Segundo o diretor do GBC … Leia Mais

Fonte: Folha de S. Paulo

CBCS realiza o Seminário Uso Eficiente de Água na Produção de Materiais

No próximo dia 12 de junho, o CBCS – Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, entidade que atua para fortalecer a geração e a disseminação de boas práticas e premissas de sustentabilidade na construção civil, realizará o Seminário Uso Eficiente de Água na Produção de Materiais. O evento irá acontecer na Escola Politécnica … Leia Mais

Fonte: CBCS

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Direcional reduz exposição ao Minha Casa

Notícias > Mercado | 25/05/2015
Direcional reduz exposição ao Minha Casa

Entre as grandes incorporadoras imobiliárias de capital aberto, a mineira Direcional é a única especializada em construir para famílias com renda de até três salários mínimos – a faixa menos rentável do programa Minha Casa, Minha Vida e a mais atingida pelos cortes anunciados na semana passada pelo governo federal. Prevendo o aperto que estava por vir, a família Valadares, que controla a companhia, decidiu mudar de estratégia e reduzir sua participação no segmento em que nadou de braçada até agora.
Hoje, cerca de 75% da receita da companhia, que no ano passado foi de R$ 1,8 bilhão, vem da primeira faixa do programa federal, subsidiado pelo Tesouro Nacional. Neste nicho, a empresa submete o projeto à Caixa Econômica Federal e o banco é responsável pela venda dos imóveis à população. A Caixa assume a carteira de clientes e paga a construtora mensalmente de acordo com o andamento da obra. Não há, por exemplo, esforço comercial de vendas.
Com as incertezas que passaram rondar o programa federal já no ano passado, a empresa começou a ciscar num terreno que até agora é dominado pela também mineira MRV, que no ano passado faturou R$ 4,1 bilhões trabalhando quase que exclusivamente nos segmentos das faixas 2 e 3 – respectivamente voltados para famílias com renda mensal de até R$ 3,2 mil e até R$ 5 mil. “Isso vai manter o nosso faturamento num momento em que o faixa 1 deve ficar mais parado”, diz o fundador Ricardo Valadares Gontijo, presidente da companhia.
Já no primeiro trimestre deste ano, os únicos lançamentos da Direcional se concentraram em um empreendimento que trabalha com as faixas 2 e 3 do MCMV, somando R$ 20 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV).
Esse nicho é financiado pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que dispõe de R$ 56,5 bilhões para financiar a habitação. Embora fiquem à mercê das políticas de governo, as companhias que constroem para o Minha Casa, Minha Vida têm a vantagem de não depender dos recursos da poupança para os financiamentos. “Nesse segmento não tem crise”, afirma o empresário.
Estratégia. A empresa já tem cerca de 20 terrenos para construir empreendimentos para a faixa 2. Na semana passada, Valadares percorreu a capital paulista atrás de outras áreas. O processo construtivo, segundo ele, continuará o mesmo, mas a estrutura de vendas ficará mais robusta.
Ao mesmo tempo em que redireciona seus negócios no Brasil, a incorporadora mineira se prepara para construir imóveis populares na Arábia Saudita, em parceria com o grupo Red Sea Housing Services. As duas empresas firmaram um acordo em março e caminham para fechar uma joint venture no país árabe. A transação faz parte da estratégia da empresa brasileira para reduzir sua exposição ao mercado brasileiro.
A empresa vem sendo penalizada pelos investidores por ser muito dependente do programa federal de habitação popular – que vem sofrendo com atrasos nos repasses desde o ano passado. No momento, as empresas que atuam na Faixa 1 do Minha Casa (a grande maioria construtoras de pequeno e médio porte) aguardam um pagamento de cerca de R$ 1 bilhão, em atraso desde o dia 13 de abril.
Nos últimos seis meses, os papéis da Direcional registraram queda de 40% na Bolsa.
MCMV. Nas duas primeiras fases, o Minha Casa, Minha Vida contratou mais de 3,5 milhões de moradias, e, para a nova etapa, o governo tem reiterado que atingirá a meta de 3 milhões de novas unidades contratadas até 2018. Para este, no entanto, ainda não há previsão de novas contratações.
Existe ainda a possibilidade da criação de uma nova faixa voltada para o público com renda mais baixa, em que os recursos de subsídio deverão ser obtidos do FGTS. A expectativa é de que o novo segmento substitua parte da linha 1 tradicional, que tem aporte de fundos do governo federal.
Segundo o diretor executivo da Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc), Renato Ventura, essa nova faixa custaria menos ao governo do que o atual segmento mais popular do programa que subsidia até 95% da compra do imóvel com fundos do Tesouro, afirma.

A expectativa é que o novo segmento seja anunciado na terceira fase do programa. O lançamento dessa etapa, que tem sido prometida desde o fim do ano passado, deve ficar para “junho ou julho”, afirmou o executivo.
Por Naiana Oscar e Lucas Hirata
Fonte: O Estado de São Paulo, Economia & Negócios, 25/05/2015

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CTE Notícias – 21/05/15

21/05/2015
Estabilização do mercado imobiliário afasta risco de bolha, diz Abecip

A estabilização do mercado imobiliário brasileiro afasta o risco de bolha para o segmento que busca um novo ponto de equilíbrio em termos de captação de recursos para não depender tanto da poupança como funding para o crédito, segundo Octavio de Lazari Júnior, presidente da Associação Brasileira das Entidades de … Leia Mais

Fonte: Estado de Minas

CNS quer verba do fundo para o crédito imobiliário

A falta de recursos para financiamentos à casa própria motivou outra proposta que também será analisada pelo conselho curador do FGTS. Em vez de socorrer o BNDES, a Confederação Nacional dos Serviços (CNS) pede que se retire cerca de R$ 13 bilhões do FI-FGTS e se use os recursos no … Leia Mais

Fonte: O Estado de S. Paulo

Caixa corta 20% do crédito para casa própria em 2015

Deve chegar a R$ 25 bilhões a redução neste ano no valor destinado a financiar casas próprias pela Caixa Econômica Federal, maior financiadora habitacional do país. O corte representa 20% do que foi desembolsado no ano passado. Será o segundo ano seguido de recuo nos desembolsos para a habitação do … Leia Mais

Fonte: Folha de S. Paulo

CTE conquista o Prêmio Empresa Parceira 2014 da Construtora Adolpho Lindenberg

A Construtora Adolpho Lindenberg – empresa bastante reconhecida no mercado, que atua há mais de 60 anos em São Paulo – lançou o “Prêmio Empresa Parceira” em 2012 para prestigiar os seus melhores fornecedores, incentivando assim tanto a busca da melhoria contínua como o fortalecimento dos laços de parceria. A … Leia Mais

Fonte: CTE

ABRECON lança1º Seminário Nacional da Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição

Acontece no dia 17 de setembro, no Centro de Exposições Milenium (SECOVI) em São Paulo (SP), a 1ª edição do Seminário Nacional da Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição, promovido pela Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição – ABRECON – e organizado pela … Leia Mais

Fonte: Abrecon

Cortes no Orçamento vão afetar investimentos e projetos sociais

Tesourada, de cerca de R$ 70 bi, afetará PAC e Minha Casa Minha Vida. Os cortes no Orçamento que o governo anunciará amanhã devem ficar um pouco acima dos R$ 70 bilhões e atingirão praticamente todas as áreas do governo. Afetarão os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), … Leia Mais

Fonte: O Globo

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Lucro Desaba – Valor

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