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Archive for the ‘Vendas’ Category

Abertura do Plantão Martese Alto da Lapa – Brasil Brokers – EVEN

Convite para Abertura do Plantão Hoje ! Dia 01/Novembro/2014

convite Martese 01 e 02 Nov

http://www.slideshare.net/JonasdeAlmeidaFederi/martese-alto-da-lapa-abertura-do-planto-01novembro2014

OPORTUNIDADE DO ANO

PREÇO DE LANÇAMENTO DO 5o andar – referencia – R$ 8.690,00/m2

Se houver interesse me procure no 9.63500239 ou me envie um email no jonasjr@brbrokerssp.com.br para mais detalhes

Imperatriz – Imagens PRELIMINARES

Impactos dos novos custos da Outorga Onerosa no preço dos Imóveis – Analise da Poli

Gilma deve mandar embora os engenheiros do NRE da Poli por praticarem a blasfêmia da Matematica.
CartaNRE37-3-14.pdf

Corretora de imóveis Brasil Brokers dribla pressão de custos do setor, diz banco

Corretora de imóveis Brasil Brokers dribla pressão de custos do setor, diz banco
Notícia | 01/07/2011
 

Fonte: Exame.com

Bons fundamentos e expectativa de novas aquisições no curto prazo, a múltiplos atrativos, devem impulsionar os papéis da companhia, sinaliza HSBC.

São Paulo – As ações da Brasil Brokers Participações, maior grupo de venda de imóveis do Brasil, devem se beneficiar no curto prazo diante das expectativas de que a companhia abra 50 novas lojas e realize mais aquisições a múltiplos atrativos: há 40 alvos potenciais na mira da empresa, avalia a equipe de pesquisa do HSBC.

Em relatório, os analistas Carlos Nunes, Débora Agonilha e Flávia Araújo destacaram os bons fundamentos da companhia e reiteraram a recomendação overweight (alocação acima da média do mercado). O preço-alvo em 12 meses também foi mantido em 12 reais, o que representa um “alto potencial” de valorização de 58,86% frente à cotação de 7,65 reais vista no fechamento do último pregão.

“A ação está bastante atrativa em termos de múltiplos e avaliação, com elevado desconto em relação ao seu preço-alvo. Possíveis aquisições no curto prazo, a múltiplos atrativos, também são catalisadores importantes para o papel”, afirmam os analistas.

“Esperamos que a Brasil Brokers possa captar sinergias decorrentes da integração de suas aquisições até o final de 2011”, inclusive por meio da consolidação de diversas operações internas, trazendo diluição significativa às despesas com vendas, gerais e administrativas, destaca a equipe de pesquisa do HSBC.

Perfil

Formada por 23 empresas imobiliárias e com 977 pontos de vendas, a Brasil Brokers possui um catálogo de imóveis cujo preço varia entre 150 mil reais a 650 mil reais em sua maioria, com cerca de 80% dos negócios derivados do mercado primário. O HSBC aposta em um crescimento do mercado secundário ao longo dos próximos trimestres, “o que também é favorável à empresa”.

“A alta diversificação regional somada também à diluição de riscos entre as construtoras é parte da estratégia da empresa para se tornar menos dependente dos mercados mais competitivos”, opinam os analistas.

Corretoras de imóveis, assim como a Brasil Brokers, não têm sofrido com a pressão de custos que afeta a rentabilidade de construtoras e incorporadoras. Diante disso, a equipe de pesquisa do HSBC prevê que a companhia “continuará sendo beneficiada pela forte demanda de imóveis”.

 

 

Marcel Salim, de Exame.com

Fonte: http://exame.abril.com.br/mercados/noticias/corretora-de-imoveis-brasil-brokers-dribla-pressao-de-custos-do-setor-diz-banco

Perda de caixa preocupa indústria da construção

Perda de caixa preocupa indústria da construção

Daniela D’Ambrósio e Fernando Torres | De São Paulo
18/05/2011

 

Quatro anos depois de as construtoras terem invadido a bolsa brasileira em busca de recursos para financiar seu crescimento, os investidores começam a querer ver a cor do dinheiro.

PDG, Gafisa, Cyrela, MRV, Rossi, Brookfield, Even, Eztec, Viver e JHSF, as dez incorporadoras imobiliárias que compunham o índice do setor na bolsa (Imob) até abril, tiveram lucro somado de R$ 8,5 bilhões desde 2008 até março deste ano. No mesmo período, a “queima de caixa” dessas companhias foi de R$ 14,4 bilhões. Se for desconsiderada a captação por meio de emissão de ações, a perda de caixa seria ainda maior, de R$ 20 bilhões.

O ciclo longo e o crescimento acelerado do setor contribuem para a diferença entre lucro contábil e entrada de caixa, fazendo com que os gastos com novos projetos superem os valores recebidos por imóveis vendidos no passado.

Ainda que os investidores entendam essa peculiaridade, já há uma certa ansiedade no ar. O assunto “geração de caixa” apareceu com frequência inédita nas teleconferências de resultados e nos comentários dos executivos do setor sobre o primeiro trimestre.

Empresas como PDG, Cyrela, Rossi e MRV prometem que a queima terá fim a partir da metade deste ano ou início de 2012. “Essa é a grande questão do setor. Investidores do mundo inteiro só falam nisso”, disse ao Valor Rubens Menin, presidente da MRV.

Enquanto o caixa operacional não aparece, o nível de endividamento cresce, com a dívida líquida das dez empresas analisadas atingindo R$ 13,7 bilhões em março, o equivalente a quase 50% do patrimônio líquido.

Essa situação tem reflexos na bolsa. Entre as empresas do setor, as ações de JHSF e Eztec, que possuem a melhor posição de caixa, são as que apresentam maior alta no ano, de 31% e 22%, respectivamente, enquanto boa parte das rivais registra desvalorização. O dilema das construtoras não é novo no mundo empresarial: continuar crescendo e sacrificar a lucratividade ou acelerar menos e melhorar os resultados. A escolha se dá no momento em que o Sindicato da Habitação informa queda de 61,8% nas vendas de unidades na capital paulista em março, ainda que os balanços trimestrais mostrem melhora nas vendas.

Brasil Brokers dobra lucro no trimestre para R$ 18 mi | Valor Online

Brasil Brokers dobra lucro no trimestre para R$ 18 mi | Valor Online.

Karen Camacho | Valor
17/05/2011 12:21
 
SÃO PAULO – A empresa de intermediação e consultoria imobiliária Brasil Brokers registrou no primeiro trimestre de 2010 lucro líquido de R$ 18,5 milhões, alta de 100% em relação ao mesmo período de 2010.

O lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 28,6 milhões no período, alta de 63% com relação a 2010. A margem Ebitda ficou em 34%, contra 27% no ano passado.

A empresa informou ainda que a receita líquida aumentou 28% na mesma comparação, passando de R$ 65,8 milhões para R$ 84,2 milhões.

A Brasil Brokers lançou, nos três primeiros meses deste ano, a 21.263 unidades, um crescimento de 33% em relação ao 2010.

As vendas contratadas totais no primeiro trimestre deste ano tiveram um crescimento de 31% em relação a igual intervalo de 2010, alcançando R$ 4 bilhões. Com relação as unidades contratadas, estas passaram de 13.688, em 2010, para 16.735, neste ano, um alta de 22%.

(Karen Camacho | Valor)

Financiamento do ‘Minha Casa’ cai à metade

Habitação: Com paralisação de crédito para a baixa renda, foram assinados este ano apenas 64 mil contratos

Financiamento do ‘Minha Casa’ cai à metade

Samantha Maia | De São Paulo
09/05/2011

 

 

 

O programa Minha Casa, Minha Vida perdeu ímpeto neste começo de ano. De janeiro a março foram assinados 64.422 financiamentos, metade do mesmo período do ano passado, 133.146 contratos, segundo a Caixa Econômica Federal. A queda é resultado principalmente da paralisação das contratações de moradias para as famílias com renda até três salários mínimos – à espera de autorização do Congresso, que pode ocorrer nesta semana.

Considerando, no entanto, apenas contratações para a renda de três a dez salários mínimos, também houve queda. Segundo o Ministério das Cidades, que disponibiliza dados até abril deste ano, foram contratadas 80.301 unidades habitacionais nesse segmento desde janeiro, frente a 98.075 unidades no mesmo período do ano passado, uma queda de 18%.

 

Essa redução, de acordo com a assessoria de imprensa do ministério, ocorreu por causa de um “hiato de tempo de passagem” da primeira para a segunda fase do programa. A previsão do governo é de que o ritmo seja recuperado até o fim deste semestre, alcançando, no mínimo, o mesmo nível do ano passado. 

Segundo Luiz Alberto Sugahara, consultor da Caixa, o banco não assinará novos contratos para o público de até três salários mínimos, faixa em que a moradia é totalmente subsidiada, até que o Congresso autorize a segunda fase do programa. A Medida Provisória (MP) que permite a continuidade do Minha Casa, Minha Vida já foi aprovada pela Câmara há duas semanas e agora aguarda aprovação do Senado. Antes disso, o governo não tem verba autorizada para os subsídios. Dessa forma, o ritmo do programa deve se manter aquém do ano passado por mais algum tempo.

“A segunda fase do programa deve ser anunciada em breve e as empresas estão esperando uma nova posição dos valores das casas, que devem aumentar”, diz o consultor da Caixa. Desde o ano passado, as construtoras reivindicam um reajuste dos preços máximos permitidos para as casas de baixa renda, de até R$ 52 mil, por exemplo, em São Paulo. O governo tem sinalizado um reajuste para junho, segundo empresários.

A Caixa argumenta que apesar da queda, as contratações para a parcela de famílias com renda mais baixa foi além da meta da primeira fase. Foram contratadas até dezembro 404.128 moradias para esse público, enquanto a meta era de 400 mil.

A queda nas contratações veio depois de uma contratação recorde em dezembro de 2010, que possibilitou o cumprimento da meta de 1 milhão de moradias até 2010. De acordo com os números divulgados pela Caixa, foram 242 mil contratos apenas em dezembro. Segundo o presidente Jorge Hereda, em coletiva na época da divulgação, o resultado foi possível graças a um esforço da equipe. O ritmo, porém, não se manteve.

Segundo José Carlos Martins, vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), houve uma antecipação das contratações do começo deste ano para o fim do ano passado. “No fim do ano passado contratou-se mais, e a meta da primeira fase foi ultrapassada. Agora, só haverá recursos novos após a nova fase do programa ser aprovada pelo Congresso”, diz ele. Apesar da desaceleração no começo do ano, porém, ele não acredita que isso afete o resultado do programa, que prevê uma contratação de 2 milhões de moradias até 2014, 60% das quais para o público de até três salários mínimos.

Os empresários, por sua vez, estão à espera de uma definição das novas exigências para as construção e dos preços. O governo está discutindo um novo modelo de projeto para as casas populares que inclui questões como critérios para acessibilidade de deficientes físicos. A partir dessas definições, segundo Martins, é possível saber os preços viáveis para os novos investimentos. “Como vamos ter que fazer as casas? Só assim saberemos o seu custo”, diz ele. A retomada das contratações, segundo o vice-presidente da CBIC, é esperada para o fim de junho.

LESPACE VILA LEOPOLDINA – Rua Paulo Franco

Projeto Excepcional, vai derreter…

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