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Archive for the ‘Urbanismo’ Category

Abertura do Plantão Martese Alto da Lapa – Brasil Brokers – EVEN

Convite para Abertura do Plantão Hoje ! Dia 01/Novembro/2014

convite Martese 01 e 02 Nov

http://www.slideshare.net/JonasdeAlmeidaFederi/martese-alto-da-lapa-abertura-do-planto-01novembro2014

OPORTUNIDADE DO ANO

PREÇO DE LANÇAMENTO DO 5o andar – referencia – R$ 8.690,00/m2

Se houver interesse me procure no 9.63500239 ou me envie um email no jonasjr@brbrokerssp.com.br para mais detalhes

Imperatriz – Imagens PRELIMINARES

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Impactos dos novos custos da Outorga Onerosa no preço dos Imóveis – Analise da Poli

Gilma deve mandar embora os engenheiros do NRE da Poli por praticarem a blasfêmia da Matematica.
CartaNRE37-3-14.pdf

Veja como pode ser São Paulo em 2040

Veja como pode ser São Paulo em 2040

Catraca Livre em 13/11/12

por Evandro Spinelli, da Folha de S.Paulo

Projeto desenha a capital paulista ideal para daqui a 28 anos

Meia hora de casa ao trabalho. Uma área verde a 15 minutos a pé de casa. Rios e córregos 100% despoluídos. Nenhum morador em favela.

Essa é a São Paulo ideal, que começou a ser planejada em dezembro de 2010 com a participação de 25 mil pessoas, sete consultores internacionais, 40 especialistas da USP e 81 técnicos da prefeitura –o projeto custou R$ 2,97 milhões.

O grupo concluiu que é possível chegar a essa nova cidade em 2040. O custo para isso: R$ 314,5 bilhões, ou quase oito vezes o Orçamento total da prefeitura.

Visto dessa forma, parece impossível. Mas os cálculos detalhados no calhamaço de 363 páginas denominado “SP 2040 – A Cidade que Queremos” mostram que já há investimentos previstos para isso.

O maior investimento previsto é a expansão da rede de trens e metrô, que já está sendo feita pelo governo do Estado –R$ 149,8 bilhões até 2040.

A melhoria das condições de moradia vai consumir outros R$ 62,6 bilhões. As obras são gerenciadas, em sua maioria, pela prefeitura, mas boa parte dos recursos pode vir do governo federal.

Ainda estão previstos investimentos nos aeroportos que atendem a região metropolitana –com recursos do governo federal e das concessionárias– e na construção de corredores de ônibus –esses com recursos da prefeitura e também do governo federal.

 

The birth of magnolias on Commonwealth Avenue – Local News Updates – The Boston Globe

The birth of magnolias on Commonwealth Avenue – Local News Updates – The Boston Globe.

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Categorias:Urbanismo

‘SP não ficou na última colocação’, diz secretário

novembro 23, 2011 1 comentário

‘SP não ficou na última colocação’, diz secretário

22 de novembro de 2011 | 19h 48

 

WLADIMIR DANDRADE – Agência Estado

O secretário Municipal de Desenvolvimento Urbano, Miguel Luiz Bucalem, tentou minimizar a 24ª colocação de São Paulo em estudo divulgado hoje que avalia infraestrutura, atividade econômica e aspectos socioambientais de 26 centros urbanos mundiais. Para ele, a capital paulista está sendo comparada na pesquisa da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC) com cidades que já atingiram um nível de desenvolvimento “bastante elevado”.

“Não vejo de forma negativa”, afirmou. Entre os 26 centros urbanos analisados pela pesquisa “Cidades de Oportunidade” estão Nova York, Londres e Toronto, mas também Xangai, Cidade do México e Istambul, todas à frente da capital paulista, e Johannesburgo e Mumbai, nas últimas piores colocações. “São Paulo não ficou em último”, disse. A cidade é a terceira pior entre as 26 cidades.

O estudo analisou dados de entidades internacionais, como Fundo Monetário Internacional (FMI) e Banco Mundial (Bird), e informações da administração das 26 cidades. A partir de dez indicadores compostos por 66 variáveis, o estudo elaborou pela primeira vez um ranking geral, que é liderado por Nova York e seguido por Toronto e São Francisco. Na ponta de baixo da classificação estão Santiago (22.º), Istambul (23.º), São Paulo (24.º), Johannesburgo (25.º) e, por último, Mumbai (26.º).

Dos dez indicadores, a capital paulista apresentou desempenho baixo em oito. Foi classificada como médio em Demografia e Qualidade de Vida (15.ª posição) e apresentou alto desempenho em Sustentabilidade (8.º).

Ao explicar a penúltima colocação de São Paulo no indicador Saúde e Segurança – à frente apenas de Moscou -, Bucalem afirmou que o índice de homicídio por habitante tem caído nos últimos anos. Sobre a 23ª colocação em Facilidade de Fazer Negócios, o secretário disse que já foram tomadas medidas para minimizar a burocracia, como a implementação de um sistema eletrônico de licenciamento de atividades.

Admitiu também problemas com trânsito – São Paulo, junto com Mumbai, é a 3.ª pior colocada na categoria Transporte e Infraestrutura – e disse que a solução virá da melhoria do sistema urbano e do uso mais intenso das áreas centrais da cidade que possuem melhor infraestrutura.

O secretário paulistano de Desenvolvimento Urbano citou que há “muitas obrigações” e “recursos limitados”, mas disse que a cidade dobrou o seu Produto Interno Bruto (PIB) de 2003 para 2008. Disse ainda que já existem “vários projetos” que buscam corrigir os problemas da cidade e mencionou o SP2040, planejamento que busca ações continuadas para a cidade para os próximos 30 anos.

Kassab quer ‘terceirizar’ área na Pompeia no modelo da Nova Luz

28/07/2011

 07h02

Kassab quer ‘terceirizar’ área na Pompeia no modelo da Nova Luz

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DE SÃO PAULO

 

Hoje na FolhaA Prefeitura de SP quer estender o modelo de concessão urbanística
para a região do bairro da Pompeia, na zona oeste da cidade. A informação é de
reportagem de Vanessa Correa e Eduardo Ohata, publicada na
Folha desta quinta-feira (íntegra
disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo
Folha, que edita a Folha).

Troca
de terreno público por creches começa em 60 dias em SP

A área fica entre o Parque Antarctica e a avenida Marquês de São Vicente.
Está dentro da operação urbana Água Branca e é chamada de “Gleba Pompeia”.

A concessão, apesar de aprovada em lei, é polêmica, devido ao poder de
desapropriação dado às empresas. O modelo é semelhante ao que a prefeitura tenta
impor na região da Nova Luz, centro de SP.

A contrapartida privada ocorre em forma de transformações urbanas definidas
em projeto da prefeitura e em obras de infraestrutura –a região precisa, por
exemplo, melhorar sua drenagem, já que registra muitas enchentes nas épocas de
chuva.

Para a concretização do projeto específico na Pompeia, será preciso uma nova
lei, assim como foi feito no caso da Nova Luz.

Editoria de Arte/Folhapress

Afinal, temos ou não uma bolha imobiliária no Brasil?

julho 14, 2011 1 comentário

Palavra do gestor :

Afinal, temos ou não uma bolha imobiliária no Brasil?

Paulo Queiroz
14/07/2011

//
O expressivo aumento observado, sobretudo nos dois últimos anos, nos preços dos bens imóveis, independentemente da tipologia (residencial, comercial, industrial ou rural), bem superior à variação dos preços de quase todos os demais ativos disponíveis em nossa economia, tem levado alguns articulistas a discutir se estaria ou não sendo formada uma bolha imobiliária.

Essa bolha seria similar à verificada em diversos países desenvolvidos e que, ao estourar em 2008, produziu uma gama variada de problemas (queda do PIB, desaparecimento de empresas, aumento do desemprego, tensão social, entre outros) até então não totalmente equacionados.

Para responder à questão tema deste artigo, achamos útil relacionar os principais fatores macro e microeconômicos que estimularam a demanda por ativos imobiliários em nosso país, a saber:

a) a estabilidade econômica alcançada

b) o crescimento da renda de parcelas consideráveis de nossa população

c) o aumento do prazo para pagamento dos financiamentos imobiliários, com consequente queda do valor da prestação

d) a criação de isenções tributárias para o investidor pessoa física aplicar em títulos com lastro imobiliário (LCI, LH, CRI e quotas de fundos de investimento imobiliário)

e) a entrada no mercado de grandes “players” (empresas, fundos de investimento, fundos de pensão) que viram no segmento imobiliário boa oportunidade de investir em ativos não correlacionados aos de suas carteiras

f) o aumento do preço das commodities agrícolas elevando o preço das terras agricultáveis

g) a possibilidade de auferir boa remuneração (renda de aluguel e ganho de capital na venda do bem)

h) a proteção implícita oferecida por esta classe de ativos contra aumento da inflação.

Com tantos indutores e estímulos à demanda, por que então não tivemos um aumento mais substancial na oferta de bens imóveis no país?

Entre as causas principais podemos citar: a baixa oferta de terrenos nos grandes centros urbanos; a falta de investimento público em infraestrutura que ampliasse as áreas de expansão urbana; a falta de mão de obra (especializada ou não); a escassez de máquinas e equipamentos; maiores exigências ambientais; e o longo ciclo da produção imobiliária.

Vale ressaltar que esse ciclo (estudo de um terreno, sua aquisição, desenvolvimento e aprovação do projeto, construção/venda, e, por fim, entrega dos imóveis aos adquirentes), para ser concluído, exige, pelo menos, quatro anos.

Dessa maneira, não é possível ampliar de forma significativa e imediata a oferta imobiliária de modo a atender plenamente a demanda hoje existente. A consequência natural desta dinâmica é o contínuo aumento dos preços.

Adicionalmente, destacamos os seguintes pontos estruturais que blindam o nosso mercado e inibem a formação de bolha:

1) a taxa real de juros que ainda é muito elevada

2) o baixo nível de volume de crédito imobiliário em relação ao PIB (em torno de 5%)

3) a adoção de critérios mais técnicos para concessão de crédito imobiliário (por exemplo a prestação não supera o patamar de 30% da renda familiar do financiado)

4) o fato de o comprador de bem imóvel não conseguir financiar 100% do preço do bem. Como apenas parte do preço é financiada, se houver queda do valor de mercado do bem, dificilmente o saldo devedor ficará superior ao valor da garantia que é o próprio bem imóvel. Tal fato, além de reduzir a inadimplência, facilita a recuperação do valor financiado

5) a impossibilidade jurídica de um tomador de crédito imobiliário (diferentemente do que ocorreu em alguns mercados mais maduros) refinanciar diversas vezes o imóvel adquirido, pois, por aqui, com a utilização do instituto da “alienação fiduciária em garantia”, o credor fica como titular do imóvel até que o financiamento seja integralmente quitado, não sendo, portanto, possível ao devedor, enquanto não ocorrer o pagamento total da dívida, fazer operações que impliquem novos registros na matrícula do imóvel no competente Cartório de Registro Imobiliário.

Em suma, os fatores antes destacados, indutores da demanda e limitadores da oferta, além dos aludidos pontos estruturais, continuam, com maior ou menor intensidade, presentes no mercado imobiliário brasileiro. Assim sendo, entendemos que não há bolha imobiliária no nosso país.

Paulo Queiroz é economista e sócio da Portfolio Asset

E-mail pqueiroz@portfolioasset. com.br

Este artigo reflete as opiniões do autor, e não do jornal Valor Econômico. O jornal não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações.

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