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A próxima vítima do governo (empresa listada)

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A próxima vítima do governo (empresa listada)

:. E o IBC-Br ó…

:. O mundo vai acabar, e ela só quer dançar…

:. 
O que temos para Davos

:. Os mercados são Charlie Hebdo

:. Nassim

:. Convite: como montar um negócio próprio

:. O dividendão da JBS (Exclusivo para quem é PRO)

:. A próxima vítima do governo (ação listada) (Exclusivo para quem é PRO)

:. Este fundo cambial vale a pena? (Exclusivo para quem é PRO)

00:26 – E o IBC-Br ó…

Principal divulgação da agenda econômica desta quinta-feira, o IBC-Br apontou avanço de 0,04% na economia brasileira em novembro. Com isso, o indicador aponta queda de 0,12% no ano na série ajustada.

Duas conclusões aqui:

precisamos do milagre da multiplicação em dezembro para a estagnação não se tornar retração, e atender as apostas do mercado, que terminaram 2014 em “crescimento” de 0,13% para o PIB brasileiro no ano passado.
falando em apostas do mercado, até que podemos comemorar o IBC-Br de novembro, uma vez que a mediana das projeções indicava queda de 0,20% para o mês.
Em homenagem a Roque Citadini, O 0,04% de alta, portanto, é como aquele churrasco para comemorar a saída do seu primo (distante, espero) da cadeia… Você até comemora, mas com uma vergoooonha…

Para quem não conhece, ou não se lembra, o IBC-Br é aquele indicador famoso por ser prévia do PIB quando sobe e, segundo o governo, só quando sobe. Um mês depois de indicar “crescimento com força da economia”, ele “não é medida do PIB”, por ter caído. 

Mas deixemos isso para as equipes econômicas passadas… Espero eu…

01:01 O mundo vai acabar, e ela só quer dançar…

Quem olhar o comportamento da moeda americana em relação ao real nos últimos dias vai encontrar algo no mínimo estranho…

O mundo acabando, com índices internacionais de ações desabando, indicadores de risco e volatilidade explodindo e commodities derretendo, e o real ganhando força em relação ao dólar, como se nada estivesse acontecendo, e contra a tendência das demais moedas globais.

O dólar bate acima de R$ 2,70 e volta para R$ 2,60, justo agora, com menor ritmo de intervenções do Banco Central brasileiro?

Mais do que a retórica (e mera retórica) da nova equipe econômica por aqui, pesam as apostas de adiamento do início da subida dos juros nos EUA e renovações de mínimas para o yield dos títulos do Tesouro norte-americano.

Novo protagonista no mercado internacional, o tema da vez é a inflação americana. Ela não está nos holofotes pelo SuperDilma da inflação no teto da meta com crescimento zero, preços congelados e rombo nas contas públicas, mas pelas ameaças deflacionárias – dentre elas a queda de commodities em geral e petróleo.

Em nossa opinião, uma eventual postergação do aumento de juros por lá não altera o produto. A farra do dinheiro barato e fácil que inflou os mercados por muito tempo é como uma bomba-relógio para o Federal Reserve, e irá acabar – se não hoje ou amanhã, depois de amanhã… inevitável.

Todos os fundamentos macro em nível global apontam dólar para cima ante às principais moedas, o que dizer então da comparação àquelas moedas mais exóticas, mais sensíveis aos choques de economias frágeis com elevada exposição à inversão de ciclo das commodities.

Brasil paga muito bem quando mundo vai bem. E muito mal quando o mundo vai mal. Infelizmente, o mundo não vai bem.

01:49 – 
O que temos para Davos

Como se sabe, não teremos Dilma no Fórum Mundial, uma vez que a presidente deu prioridade à posse de Evo Morales na Bolívia. Mas talvez nem notemos a sua ausência…

Não digo isso por mal, é sério. A grande questão é que a agenda de Davos dedica grande espaço para os emergentes, mas os emergentes não têm merecido grande espaço.

A imprensa internacional destaca que, com Rússia em recessão, Brasil estagnado e Índia com enorme dificuldade em implementar medidas estruturais, quem realmente tem sido propulsor no crescimento econômico em nível mundial.

Apesar da agenda pré-definida, as commodities e a recuperação americana e suas aflições (como o risco deflacionário) tendem a dominar a pauta.

02:14 Os mercados são Charlie Hebdo

Na véspera, a primeira edição do jornal francês Chalie Hebdo após o atentado à sua redação foi às bancas com tiragem de 5 milhões de exemplares. Filas enormes se formaram desde a madrugada próximas às bancas de Paris em busca da histórica publicação.

A edição, esgotada em horas, superou em mais de 80x a tiragem anterior do jornal, de 60 mil exemplares.

Antifragilidade é algo que os radicais islâmicos não aprenderam. Ao tentar calar a publicação, acabaram dando notoriedade a ela.

É exatamente como os mercados funcionam. Antifragilidade são as coisas que se beneficiam da crise, dos grandes choques.

Veja bem: não são neutras, ou resistentes… se beneficiam!

É como a hidra de lerna: você corta uma cabeça, nascem duas no lugar, e não apenas uma nova cabeça.

Em um mercado sujeito a tantos fatores de pressão e choques combinados, antifragilidade é regra de bolso.

Guardadas as devidas proporções, é algo que Dilma também não aprendeu – após entrar com processo em seu nome contra a Empiricus e tentar censurar publicações da Casa com representação no TSE, a tese do Fim do Brasil despertou ainda mais curiosidade e ganhou holofotes.

02:56 – Nassim

O autor da tese da Antifragilidade, Nassim Taleb, é a leitura de cabeceira e grande inspiração ideológica da Empiricus – a propósito, o nome do nosso research é uma homenagem à “Empirica Capital”, fundo de hedge fundado por Taleb que tem como mote proteger (e beneficiar) seus clientes dos grandes choques.

É com grande satisfação que anunciamos, esta manhã, que estamos trazendo Nassim Taleb para o Brasil com o único intuito de falar para os nossos clientes. Será algo realmente grande, cujos detalhes logo serão conhecidos…

A Empirica foi fundada em 1999, antes do episódio das torres gêmeas, por exemplo, um típico “Cisne Negro” (Black Swan), termo também cunhado por Taleb que diz respeito aos eventos raros, praticamente impossíveis de se prever e de impactos devastadores, que mudam tudo à sua volta.

Por definição, o exercício de tentar prever um Cisne Negro é algo em vão.

Quem imagina que as eleições do ano passado tomariam o rumo que tomaram após o black swan da tragédia com Eduardo Campos?

Não precisa ir longe: quem esperava a retirada do cap para o câmbio pelo Banco da Suíça, ocorrido hoje?

Embora muitos tentem, e alguns realmente acreditem ser capazes de fazê-lo, sugiro ao leitor que não tente prever o imprevisível.

Não tente adivinhar o piso de cotação das ações da Petrobras, incluindo centavos, o que irá acontecer com o petróleo ou todas as infinitas linhas do Demonstrativo de Resultados de uma empresa, chegando, ao final, em um preço-alvo supostamente preciso para ela.

Assuma sua ignorância sobre o que pode acontecer no futuro, e, na iminência de choques combinados, apenas posicione-se de forma antifrágil para – ao invés de se quebrar – ganhar com o imponderável.

Como estar antifrágil?

Uma boa sugestão é estar exposto de forma inteligente à volatilidade. Como? Através de compra de calls (opções de compra de ações) e puts (opções de venda de ações) combinadas. Nossa Carteira Semanal de Opções tem explorado essa estratégia de forma muito bem sucedida, acumulando lucros expressivos a cada semana. Nesta semana, o portfólio sugerido subiu 23% somente ontem.


04:02 – Convite: como montar um negócio próprio

Carolina Sandler, nossa guru de finanças femininas, tocou em um ponto muito importante sobre construir riqueza. Na newsletter de hoje da série Mulher Maravilha, ela deu dicas a quem pretende montar um negócio do zero.

Ao longo das próximas semanas, a especialista está empenhada em auxiliar pessoas interessadas em empreender.

"Uma dica de ouro é aproveitar as ferramentas disponíveis na internet. Faça perguntas específicas para potenciais clientes por meio da pesquisa de mercado."

Além das newsletters, haverá um relatório com recomendações aprofundadas do tema.

Se quiser indicar a série às mulheres maravilhas da sua vida, basta colocar o e-mail delas aqui. Elas receberão as newsletters gratuitas semanalmente.

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