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Por que a Petrobras arrebentou com as contas Nacionais em 2013 ?

Esse Grafico contra e a favor demonstra bem a importância do Petróleo na conta Balança Importaçao/Exportaçao, note como o número é absurdamente enorme em comparaçao com os outros da Balança.
Deveu-se esse "rombo" a estratégia criminosa do Governo de controle de inflaçao via controle de preço do combustivel, conforme amplamente divulgado pela imprensa e pelos Agentes de Mercado.
Cabe uma ação contra o majoritário uma vez que pratica ato contra a empresa, visivelmente atingindo o resultado de investidores, da própria companhia além de efeitos colaterais danosos na Economia Brasileira

03/01/2014 às 00h00

Saldo de 2013 foi o menor desde 2000

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Por Lucas Marchesini e Leandra Peres | De Brasília

A balança comercial fechou 2013 com superávit de US$ 2,561 bilhões, o pior resultado desde 2000, quando a diferença entre exportações e importações foi negativa em US$ 731 milhões. A queda foi de 86,9% em relação a 2012, pelo critério da média diária. Naquele ano, a balança fechou o ano com superávit de US$ 19,4 bilhões. Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O secretário de Comércio Exterior do MDIC, Daniel Godinho, não quis fazer uma projeção do saldo da balança comercial e das importações para 2014. Ele disse, porém, que espera que as exportações se mantenham "no mesmo patamar dos últimos dois ou três anos". As exportações no ano passado foram de US$ 242,1 bilhões. Em 2012, esse número foi de US$ 242,5. O recorde aconteceu em 2011, quando as vendas externas somaram US$ 256 bilhões.

Já as importações totalizaram US$ 239,6 bilhões em 2013 e atingiram o valor recorde da série histórica, iniciada em 1993. Esse valor foi fortemente influenciado pela conta petróleo. O déficit registrado na balança comercial entre a compra e venda de petróleo e derivados chegou a US$ 20,2 bilhões em 2013, ante saldo negativo de US$ 5,3 bilhões em 2012. De acordo com Godinho, esse resultado reflete uma queda de 28,4% nas exportações de petróleo e derivados e uma alta de mais de 16% nas importações dos mesmos produtos.

O recorde de 2013 também engloba cerca de US$ 4,5 bilhões de importações de petróleo e derivados realizadas em 2012, mas contabilizadas na balança comercial de 2013 por causa de uma extensão no prazo de declaração da importação feita no ano retrasado. Mas mesmo sem essa contabilização, o valor continuaria sendo o maior desde 1993.

O setor petrolífero, contudo, não foi somente vilão da pior balança comercial em treze anos. Se não fossem as vendas de US$ 7,7 bilhões em plataformas de petróleo para o exterior, a balança comercial de 2013 teria apresentado um rombo bilionário. O valor é o maior da história nacional, batendo largamente o recorde anterior, de US$ 1,485 bilhão em 2008. O valor de 2013 é, inclusive, maior do que a soma de tudo que já foi vendido desde 1999, o que totaliza pouco mais de US$ 4,5 bilhões.

As vendas desse produto específico geraram polêmica no ano passado porque, apesar de serem compradas em dólares por empresas sediadas no exterior, as plataformas não deixam o Brasil. Isso acontece porque o Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação de Bens Destinados à Exploração e à Produção de Petróleo e Gás Natural (Repetro), criado em 1999, torna vantajosa a compra da plataforma por uma subsidiária da petroleira brasileira no exterior. Em seguida, a plataforma produzida no Brasil é alugada à petrolífera brasileira e, dessa forma, nunca chega a cruzar a fronteira, apesar de contar como uma exportação do ponto de vista técnico.

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03/01/2014 às 00h00

Superávit na exportação de petróleo cai 80% e puxa déficit

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Por Rodrigo Pedroso | De São Paulo

O petróleo, e não os derivados, foi o principal responsável pela piora da balança comercial do setor nos últimos dois anos. Na média mensal do biênio 2012-2013 em relação ao ano de 2011 – critério que permite "limpar" o efeito dos registros atrasados nas estatísticas do comércio exterior -, o superávit do Brasil na exportação e importação de petróleo exclusivamente recuou 80%. Na mesma comparação, em derivados, o recuo foi do déficit, que ficou 15% menor, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), com base nas estatísticas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic).

O cálculo da média mensal anula o efeito da mudança no registro das importações, que carregou para o ano passado compras e desembarques de petróleo e derivados realizados em 2012.

Em 2011, o Brasil exportou, na média mensal, US$ 1,8 bilhão em petróleo, valor que caiu para US$ 1,36 bilhão na média mensal do biênio 2012-2013, retração de 24%. Essa queda foi a principal causa na piora da balança comercial do setor, que chegou a ter superávit de US$ 265 milhões ao mês em média em 2010.

Em derivados, ao contrário do que os fortes valores de 2013 isolados sugerem, o país está controlando mais a importação. A média mensal importada passou de US$ 1,61 bilhão em 2011 para US$ 1,56 bilhão de 2012 até novembro de 2013 – queda de 3%.

Depois da estabilidade de 2010, a balança do setor registrou déficit de US$ 2,2 bilhões em 2011 (naquele ano com forte influência da importação de derivados). Na sequência, a permissão dada pela Receita Federal para um descasamento entre o volume físico efetivo das importações e exportações de petróleo e derivados e seu registro nas estatísticas de comércio exterior fez com que o saldo de 2012 fosse artificialmente diminuído (ficou em US$ 362 milhões negativos) e o de 2013, por outro lado, artificialmente inflado (déficit de US$ 12,7 bilhões até novembro, pois os dados da ANP para o ano fechado não estão disponíveis).

Para especialistas, 2014 deve registrar queda no déficit em relação a 2013 e refletir, mais claramente, o aumento da produção de derivados já ocorrida em 2013 e a recuperação na produção de petróleo.

Ao longo do primeiro semestre de 2013, paralisações para reformas e manutenções de plataformas acima do tempo esperado ajudaram na contração da exploração do petróleo. Em março, a Petrobras produziu 1,8 milhão de barris de petróleo por dia, abaixo dos 2,2 milhões de barris produzidos em janeiro de 2012. No segundo semestre de 2013, passadas as manutenções, a exploração subiu para 2 milhões de barris/dia.

Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), diz que a previsão é que a Petrobras aumente em até 7% a produção de petróleo em 2014, o que faria a extração diária voltar ao nível de 2010, dando fôlego à exportação do excedente que não for consumido pelas refinarias do país.

"O governo tentou fugir da importação de gasolina e diesel no ano passado comprando petróleo mais leve, o que ajudou a aumentar para 95% a utilização das refinarias", diz Pires. A Petrobras informou que em 2013, até setembro, havia importado 57% menos gasolina e 10% menos diesel em função do aumento da produção nacional de derivados em relação a 2012.

Neste ano não deve haver aumento da produção de derivados e a estimava é que o consumo interno de combustíveis cresça 5%, nas contas do CBIE. A refinaria Abreu e Lima, que vai adicionar 230 mil barris de derivados de petróleo à produção diária, entra em operação no fim de 2014. Atualmente, o Brasil consome cerca de 2,4 milhões de barris de derivados por dia e produz cerca de 2 milhões.

Fabio Silveira, diretor da GO Associados, projeta queda de até 10% do preço do barril de petróleo no mercado internacional em 2014. "Isso e o aumento da produção do petróleo vão diminuir o déficit este ano. O maior problema na balança de derivados nos últimos anos foi a produção do petróleo, que não atendeu ao mercado internacional como no passado, ao mesmo tempo em que foi preciso importar mais óleo leve para aumentar o nível de refino", diz. Em valores, a importação de petróleo cresceu 5% entre 2011 e a média 2012-2013.

A consultoria, que coloca gás natural na balança, prevê déficit de US$ 28,2 bilhões em 2013 – sem descontar os registrados atrasados – na balança de petróleo e derivados e saldo negativo de US$ 22,7 bilhões para 2014. Pires, do CBIE, não coloca gás natural e estima o déficit de 2013 em US$ 14,5 bilhões e projeta saldo negativo de US$ 6,1 bilhões para este ano.

A Planner Corretora não faz previsão para a balança de 2014, mas o analista Luiz Francisco Caetano também vê retomada do crescimento das exportações de petróleo neste ano. Para 2015, com a Abreu e Lima já em operação e com o aumento da produção de petróleo, tanto a produção do óleo bruto quanto a de derivados deve chegar mais perto do consumo interno, equilibrando o resultado desfavorável dos últimos anos.

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3/01/2014 às 00h00

Petrobras reduziu importação de derivados

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Por Francine De Lorenzo | De São Paulo

Diferentes critérios de contabilidade provocam divergências nos dados de importação de derivados de petróleo. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil ampliou em 18,5% a quantidade de barris importados nos primeiros nove meses de 2013 frente ao mesmo período do ano anterior. Neste mesmo intervalo, a Petrobras, que segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP) responde por 99% das importações de derivados de petróleo, teve queda de 8% no volume de suas compras.

Os números, a princípio conflitantes, resultam do fato de que a Petrobras contabiliza as importações no momento da transferência de titularidade – o que, segundo a companhia, na maioria dos casos acontece no momento do carregamento do navio na origem, antes, portanto, da entrada no país. A Secex, por sua vez, utiliza como critério o desembaraço aduaneiro pela Receita Federal, que a partir de julho de 2012 sofreu alterações por conta da Instrução Normativa 1282. A medida postergou o desembaraço aduaneiro, já que o condicionou à entrega de documentos originais à Receita Federal.

A diferença no critério de registro não permite ver, pelas contas do Mdic, que a Petrobras, ao longo de 2013, reduziu a importação de derivados. No balanço do terceiro trimestre, a estatal informou que as importações de barris de gasolina caíram 57% de janeiro a setembro de 2013 frente ao mesmo período de 2012, enquanto pelos dados da Secex observa-se aumento de 10% nas importações deste combustível. No diesel, a Petrobras reporta redução de 10,8% na quantidade importada. A Secex aponta crescimento de 31,3%, em volume

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03/01/2014 às 00h00

Câmbio e Petrobras devem impulsionar resultado de 2014Compartilhar:

Por Rodrigo Pedroso e Marta Watanabe | De São Paulo

José Augusto de Castro, da AEB: preços menores com superávit maior

A melhora do resultado do setor de petróleo, a desvalorização cambial, a manutenção do patamar de exportações e a estabilização do crescimento das importações deve fazer com que o Brasil tenha, em 2014, um resultado melhor do que o do ano passado no comércio exterior. De acordo com a média de 14 economistas ouvidos pelo Valor Data, a previsão é que neste ano a balança comercial registre superávit de US$ 9,8 bilhões, abaixo da média dos últimos anos, mas melhor do que 2013, que registrou superávit de US$ 2,5 bilhões de acordo com dados divulgados ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). A média de analistas mais especializados em comércio exterior ouvidos pelo Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, apresenta superávit um pouco mais baixo, de US$ 8 bilhões. Há, contudo, quem destoe e veja déficit comercial em 2014.

Para Rodrigo Branco, pesquisador do Centro de Estudos de Estratégias de Desenvolvimento da UERJ (CEDES/UERJ), a maior desvalorização do real frente ao dólar e a recuperação na exportação de petróleo devem contribuir para um superávit entre US$ 7 bilhões e US$ 8 bilhões em 2014. Segundo ele, um dólar médio mais alto que o atual deve fazer com que as importações percam ritmo. Ao mesmo tempo, a produção de petróleo deve ser restabelecida, o que vai propiciar uma melhora na balança do produto e seus derivados.

Em 2013, contando os registros atrasados do relativos ao ano anterior, a balança de petróleo e derivados registrou déficit de cerca de US$ 20 bilhões segundo o Mdic. Para este ano está sendo esperada uma diminuição substancial desse saldo negativo por Lia Valls, do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV). "A balança total terá superávit de US$ 8 bilhões, ajudada em grande parte pelo aumento da produção de petróleo", avalia.

A Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) estima superávit de US$ 7,2 bilhões, resultado de exportações de US$ 239 bilhões (semelhante ao de 2013) e de importações de US$ 231,8 bilhões. Em parte, a estabilidade nas vendas externas virá de preços menores. Nas estimativas da AEB, o preço médio do minério de ferro deve cair de 3% a 5% neste ano, em comparação aos preços médios do ano passado. Na soja, o recuo deve ser maior, de cerca de 8%. José Augusto de Castro, presidente da associação, avalia que a produção de soja brasileira deve ser maior este ano, mas as safras dos Estados Unidos e da Argentina também devem ter bom desempenho. "Haverá grande oferta do grão e os preços devem cair." Em termos de volume, porém, diz Castro, a demanda da China por minério de ferro e soja deverá se manter estável.

A previsão da Tendências Consultoria também é de um saldo positivo de US$ 8 bilhões, mas ele vira de um crescimento das exportações para US$ 248 bilhões (4%) e importações quase estáveis, em US$ 240 bilhões, com o saldo positivo tendo maior impacto via solidificação da desvalorização cambial observada ao longo de 2013. "O cenário de crescimento doméstico fraco para o ano que vem, de 2%, não vai favorecer o incremento das compras externas", afirma o economista Silvio Campos Neto.

Em parte, o resultado da balança comercial do último trimestre de 2013 já refletiu uma mudança no ritmo das importações e exportações. As importações, que cresceram 8,7% até setembro, aumentaram 3,6% no quarto trimestre em relação ao mesmo período de 2012. Já as exportações, que recuaram 1,6% até setembro, fecharam o último trimestre com crescimento de 4,1%.

Ricardo Markwald, diretor-geral da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), diz que a evolução um pouco mais favorável da economia mundial e o crescimento doméstico mais modesto vai ajudar a estabilizar o nível de importações e manter a demanda e os preços das commodities que o Brasil vende.

Na avaliação do governo, as exportações serão ajudadas, de novo, pelas plataformas e, também, pela produção de petróleo. Daniel Godinho, secretário de Comércio Exterior do Mdic, acredita na melhora na conta petróleo em 2014. Ele aguarda também um câmbio mais favorável em 2014 com "uma média maior do que a de 2013 e mais estabilidade, o que é muito bom para o exportador".

Por outro lado, o MDIC teme neste ano "uma acomodação de preços de commodities agrícolas em patamares inferiores aos de 2013" e as "incertezas sobre o nível de recuperação das economias americana e da zona do euro".

A preocupação de Godinho é a principal razão para a voz discordante em relação à perspectiva de saldo positivo para o comércio exterior neste ano. A GO Associados espera déficit de até US$ 5 bilhões e Fabio Silveira, diretor de pesquisa econômica da consultoria, justifica essa projeção pela perspectiva de queda dos preços das commodities, especialmente da soja.

Minério de ferro e produtos siderúrgicos também vão render menos à balança, que vai registrar ampliação do déficit do setor químico, que foi de cerca de US$ 46 bilhões no ano passado. "Como os preços das commodities estavam altos nos últimos anos, há um aumento da produção com estabilização da oferta. Esse é um fenômeno cíclico que começa a acontecer em 2014", diz Silveira. (Colaboraram Lucas Marchesini e Leandra Peres, de Brasília)

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03/01/2014 às 00h00 1

Petróleo faz baixar superavit comercial

Por Lucas Marchesini, Leandra Peres e Rodrigo Pedroso | De Brasília e São Paulo

ASSUNTOSRELACIONADOS

  1. Superávit na exportação de petróleo cai 80% e puxa déficit
  2. Saldo de 2013 foi o menor desde 2000

O petróleo foi, no ano passado, o grande vilão da balança comercial – que fechou com superávit modesto de US$ 2,56 bilhões, pior resultado desde 2000. Por conta da retração na produção da Petrobras, o país exportou 37% menos óleo bruto que em 2012, principal causa no aumento do déficit desse segmento.

As importações totais somaram US$ 239,6 bilhões, recorde da série histórica, iniciada em 1993. Esse valor foi fortemente influenciado pela "conta petróleo". O déficit registrado na balança comercial entre a compra e venda de petróleo e derivados chegou a US$ 20,2 bilhões – quase quatro vezes maior que o déficit de US$ 5,3 bilhões em 2012, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Para 2014, a média de 14 economistas ouvidos pelo Valor Data projeta superávit de US$ 9,8 bilhões. A recuperação – ainda modesta – virá, em parte, de melhores resultados na balança de petróleo e derivados. Também ajudarão nesse desempenho o câmbio mais depreciado e a demanda interna contida, que estimulará menos as importações. No quarto trimestre, o resultado já refletiu essa mudança.

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  1. janeiro 3, 2014 às 12:14 pm

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