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Mercado imobiliário pode crescer ainda

Mercado imobiliário pode crescer ainda

131341_CSB010913B003F29.jpgCláudio Bernardes – SECOVI

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O mercado imobiliário de São Paulo tem condições de crescer em 2013 e em 2014, mas depende do equilíbrio entre oferta e demanda, avaliou Cláudio Bernardes, presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), durante evento com empresários do setor. O executivo reiterou a projeção de expansão dos lançamentos em 10% neste ano na capital paulista em comparação com o ano passado, e também estimou que 2014 tenha crescimento, embora não tenha dado uma expectativa. "Teremos crescimento do mercado, há demanda", afirmou.

Ele observou que os lançamentos de imóveis residenciais cresceram cerca de 40% nos primeiros sete meses de 2013 ante o mesmo período de 2012, mas que já houve uma queda de 60% na comparação mensal dos lançamentos de julho ante junho deste ano, com tendência a uma normalização nos próximos meses.

Bernardes ponderou que o crescimento do mercado depende da capacidade de equilíbrio entre oferta e demanda. Pelo lado da demanda, o presidente do Secovi-SP vê condições positivas, dada a falta de moradias associada ao crescimento da população, aumento na expectativa de vida e formação de novos arranjos familiares. "Hoje, nós produzimos 1,1 milhão de moradias por ano. Para atender a demanda na próxima década, vamos precisar construir 1,9 milhão", estimou, citando a conjuntura nacional.

Já pelo lado da oferta, Bernardes alertou que há fatores que podem limitar a produção, atrapalhando o atendimento da demanda. Ele lembrou da falta de insumos e mão de obra durante a explosão do mercado imobiliário em 2010, e acrescentou que dificuldades legais, como questões regulatórias e demora na obtenção de licenciamentos, ainda persistem. "Temos limites de produção que podem afetar capacidade de atender demanda se é excessivamente forte", ponderou.

Para o ano que vem, o presidente do Secovi-SP estimou que haja melhora das condições econômicas a partir de incentivos do governo federal. "Ao longo de 2014, acho que é inconcebível a Dilma (Rousseff) não tomar medidas para mudar a percepção de desenvolvimento econômica se quiser ser competitiva para a eleição. Se isso (incentivos econômicos) acontecer, será positivo para o setor."

Notícia publicada na edição de 01/09/13 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 003 do caderno B – o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

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Categorias:Uncategorized
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