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Lançamentos avançam para além do centro expandido

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From: Wolney Feres <wolney>
Date: April 23, 2013, 6:59:02 AM GMT-03:00
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Subject: Lançamentos avançam para além do centro expandido

Lançamentos avançam para além do centro expandido

O mercado imobiliário paulistano vai cada vez mais longe, inclusive territorialmente. De acordo com dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), sete entre as dez regiões da cidade que mais receberam unidades residenciais no ano passado estão fora do centro expandido, e a maior parte das localidades mal respira o ar sofisticados de bairros nobres. O poder de sedução dessas áreas está nos seus preços acessíveis.

Ao passo que o metro quadrado médio ofertado na capital em 2012 custava R$ 7.156, ele não passava dos R$ 6.166 na Vila Prudente e de R$ 5.215 no Butantã. Mais distante, em São Miguel Paulista, o valor não superava os R$3.841. “O mercado tem de ir a um lugar com preço mais baixo de terreno”, diz o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Claudio Bernardes.

O movimento de expansão do mercado tem mudado a paisagem e a rotina dessas aglomerações periféricas, comumente ocupadas por casas – unidades unifamiliares por excelência. Situação da Casa Verde, sexta no ranking de 2012, com 806 unidades distribuídas em 13 empreendimentos. Por lá, a predominância de novos produtos é de imóveis de dois e de três dormitórios.

“No perfil dos imóveis lançados, os de dois e de três dormitórios são os campeões de venda por causa da faixa etária mais comum dos consumidores, entre 35 e 45 anos. Há um espectro de valores para essas unidades, e a demanda maior é nos empreendimentos mais baratos, que ficam onde os terrenos têm preço mais baixo”, diz Bernardes.

Em regiões em crescimento e próximas de áreas mais valorizadas, como o bairro da Penha, vizinho do Tatuapé, essa tendência se confirma e com uma característica peculiar: os apartamentos destacam-se pelas metragens compactas. Em dezembro, incorporadora a You,Inc lançou, por exemplo, um edifício de apartamentos de dois dormitórios com 49 m² e de três dormitórios com 66 m².

“A maioria dos compradores do You,Inc Penha é da microrregião de Cangaíba. Quem vem de trás quer estar mais perto dos bairros desejados”, diz o gerente de marketing da companhia, Daniel Berrettini. Segundo ele, a mesma planta do empreendimento foi utilizada em outros projetos da You pela cidade, como em Pirituba, na Saúde, no Jardim Marajoara e na Vila Maria.

O superintendente de atendimento da imobiliária Habitcasa, Leandro Caramel, afirma que esse processo de verticalização encontra público especialmente entre jovens casais ou pessoas com pretensões de constituir família e consumidores com renda ascendente, em geral com ligações afetivas ou de convivência com o bairro em questão. “Na Vila Prudente, o cliente não quer ir para a Mooca, que é mais caro. Na Freguesia do Ó, não quer passar a ponte sobre o Rio Tietê para seguir para a Lapa”, diz.

Criada na Penha, a servidora pública Danielli Guirado, de 25 anos, adquiriu no fim de janeiro uma unidade de R$ 289 mil com dois dormitórios atraída pela familiaridade que tem com a região e pelo preço, embora trabalhe no Butantã, do outro lado da cidade. “Está muito caro no centro e na zona oeste”, conta a jovem, que pretende morar no imóvel com o atual namorado. “Pesou o fato de haver uma lotação que passa na frente de onde o prédio estará.”

De acordo com o presidente da Eugênio Marketing Imobiliário, Carlos Valladão, a localização dos imóveis está entre as prioridades dos compradores. “Esse público quer segurança de vida como primeiro ponto, ter um teto próprio, uma base. Depois, vê se o prédio está em um bom endereço em termos de acessibilidade. E então vê o que o empreendimento oferece como itens de lazer”, explica.

O conforto, de acordo com Caramel, da Habitcasa, tem forte apelo de venda neste segmento. O executivo lembra, no entanto, que o poder aquisitivo dos clientes muitas vezes limita a sofisticação dos edifícios lançados.

“Em áreas ainda mais periféricas da cidade (caso de São Miguel Paulista, na zona leste da capital, é preciso fazer um produto que seja adequado à renda da comunidade. Normalmente, os edifícios têm apenas dois dormitórios e são mais simples, muitas vezes sem elevador.”

Na zona leste, por exemplo, o edifício More Mais Cidade Tiradentes, da empresa ECM5, abriu mão da sacada nas suas compactas unidades populares – a dependência é quase obrigatória em lançamentos de padrão mais elevado. A mesma caraterística se repete no pré-lançamento Ello Home Club, da construtora Atua, no bairro de Itaquera. Ainda assim, ambos os empreendimentos não dispensam os itens comuns de convivência, como piscina e salão de festas.

Da Redação, original O Estado de S. Paulo.

Wolney M. Feres

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