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Posts Etiquetados ‘Urbanismo’

Banco Mundial investe em casa popular

Banco Mundial investe em casa popular

    Daniela D’Ambrosio, de São Paulo
    18/06/2010

O Banco Mundial, através do braço privado IFC (International Finance Corporation), fechou o seu primeiro investimento no setor imobiliário. O IFC assinou, ontem, acordo com a Brookfield Incorporações no valor de U$ 47 milhões para a criação de uma empresa de baixa renda, que atuará no programa Minha Casa, Minha Vida. O braço do Banco Mundial está fazendo due dilligence para fechar com mais uma construtora. O objetivo é investir US$ 150 milhões na área imobiliária – tanto em empréstimos, quanto participação direta nas companhias.

Grupo Brasil Brokers realiza fusão entre as empresas Del Forte & I.Price e Frema, e cria uma das maiores imobiliárias do Estado.

Grupo Brasil Brokers realiza fusão entre as empresas Del Forte & I.Price e Frema, e cria uma das maiores imobiliárias do Estado.

A Brasil Brokers realiza a unificação de duas imobiliarias, a DelForte & I.Price com a Frema, e cria a empresa Del Forte Frema com o intuito e motivação de fortalecer ainda mais a marca no mercado imobiliario do Estado. Continuar com a excelencia eprestar os serviços com qualidade, é o foco da empresa.
Agora a Del Forte Frema possui 1.800 corretores que atuam em 38 cidades do Estado. Os profissionais atuarão em 147 pontos de venda, sendo sete filiais: São Caetano, São Paulo, Ribeirão Preto, Guarulhos, São José dos Campos, Perdizes, além da matriz localizada na Av Indianapolis, 618. No ABC, a empresa possui uma boa atuação em São Caetano do Sul, onde esta desde 2004. A sede fica na rua Amazonas, 271. A imobiliaria atua no ramo de vendas de loteamentos e imóveis novos e usados, e atinge todas as classes, de A a D. No último ano, a empresa superou as expectativas e alcançou R$ 2 bilhoes em vendas. Em 2007 Grupo Brasil Brokers adquiriu a Del Forte. No ano seguinte, a empresa promoveu a fusão das duas imobiliárias e criou a Del Forte & I.Price. A I.Price operava no mercado imobiliário desde 2005, e atuava nos municípios de São Paulo, Campinas, São Bernardo e Jundiaí.
Ja a Del Forte foi fundada em 2007, e contava com uma forte atuação na regiao do ABCD paulista (Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema).
A Frema, adquirida pelo grupo em março de 2008, iniciou suas atividades em 1972. Presente no segmento de lançamentos imobiliários residenciais de medio e altíssimo padrão, imóveis prontos e loteamentos, a imobiliária operava na comercialização de empreendimentos na Zona Oeste de São Paulo, São José dos Campos, Sorocaba e Jundiaí.
Hoje A Del Forte Frema possui quatro diretores comerciais, cinco diretores de vendas, doze superintendentes, sessenta e três gerentes de vendas, quatro diretores de atendimento, dez gerentes de atendimento, entre outros funcionários.
Todo o sucesso da empresa se dá principalmente pelo empenho dos seus sócios, ja que os mesmos acreditaram no projeto e fizeram com que a empresa alcançasse o sucesso.
“Com a fusão, a Del Forte Frema passa a operar entre as três maiores empresas do ramo imobiliario do Estado”, comenta  Aguinaldo Del Giudice, que há 40 anos esta em São Caetano no do Sul.

Jovens Realizam mais cedo o sonho da casa própria

Vila Leopoldina – Nova Moema

VILA LEOPOLDINA A NOVA MOEMA

Compra da Agre reacende movimento de consolidação

Construção: Companhias já se reuniram para avaliar possíveis parcerias

Compra da Agre reacende movimento de consolidação

    Daniela D’Ambrósio, de São Paulo
    17/05/2010

A compra da Agre pela PDG Realty, há duas semanas, aguçou o mercado imobiliário e o movimento de consolidação – que andava morno, depois de exaustivamente discutido em 2008 – voltou à pauta com força total. Pouco depois do anúncio da aquisição, que pegou muita gente de surpresa, vários conselhos de administração se reuniram às pressas para avaliar o cenário competitivo e estudar possíveis parcerias.

Segundo o Valor apurou, tanto as butiques de fusões e aquisições quanto os bancos de investimento já estão com o jogo de xadrez montado e saíram em busca dos possíveis comprados, de um lado, e dos compradores, de outro, para fechar novas parcerias. “Todo mundo está conversando com todo mundo, está um verdadeiro alvoroço no mercado”, diz o executivo de uma empresa.

 
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Ainda não há nada de concreto, mas tanto as construtoras, quanto bancos e advogados ouvidos pelo Valor, apostam – agora, sim – em uma nova rodada de fusões e aquisições. A “nova” PDG e a Cyrela viraram duas gigantes, com valor de mercado perto de R$ 9 bilhões, e se distanciaram das demais. “Muitas não querem ficar para atrás e, sozinhas, elas não chegam a lugar algum”, afirma uma fonte. O argumento das grandes é o ganho de escala e a aceleração do crescimento e o modelo preferido é o da troca de ações, sem envolver dinheiro no negócio. Para as menores, pode ser a melhor saída diante do novo cenário que se desenha no setor.

Na lista das empresas passíveis de serem adquiridas estão CR2, Trisul, com valor de mercado abaixo de R$ 500 milhões, e CCDI, que vale cerca de R$ 600 milhões.

Está mais fácil identificar os alvos do que os atiradores. Naturalmente, pelo tamanho, seriam Cyrela e Gafisa. A MRV, apesar de grande, não tem essa cultura, na avaliação do mercado. Para a Cyrela, uma aquisição nesse momento significa sair da incômoda posição de líder num dia e vice-líder no outro. A nova PDG, agora com Agre, ficou com um tamanho muito próximo de Cyrela e a primeira posição do setor depende do número analisado. No entanto, a Cyrela é tida como menos agressiva nas aquisições. Nos últimos anos, comprou empresas fechadas, como Goldstein e RJZ, mas desistiu da compra da Agra, companhia aberta que acabou dentro da Agre, depois de alguns meses dentro da companhia. No meio do caminho, o humor do mercado virou e a empresa teria achado o ativo caro demais.

A Gafisa já é vista como uma empresa disposta a arriscar mais. Mas a saída de Sam Zell, que vendeu 4,3% do capital da empresa e ficou com 7,18% da companhia, derrubou as ações e foi interpretada de forma negativa pelo mercado. A leitura também é a de que o megainvestidor estrangeiro não teria vendido parte de suas ações às vésperas de uma operação importante da empresa. A Gafisa fez uma aquisição relâmpago da Tenda, costurada em praticamente um fim de semana, quando a empresa mineira de baixa renda estava no auge da crise.

Entre as companhias de porte médio, um dos nomes mais citados é o da Even. No passado, Rossi e Even chegaram muito perto de fechar uma associação. A Brookfield, que já é resultado de uma incorporação, também é vista pelos articuladores de parcerias como uma candidata à compradora, embora tenha passado por um movimento recente de incorporação. A empresa resultou da compra da Company pela Brascan, que já havia adquirido a MB Engenharia, construtora do centro-oeste. A Brookfield reportou um lucro considerado baixo para o seu tamanho.

O que está em jogo é a lucratividade. Os balanços do primeiro trimestre e os fechados de 2009 mostram que a maioria das empresas pequenas está com margens mais baixas que as grandes, com uma ou outra exceção – como Eztec e Helbor. “Há muita construtora com despesas gerais e administrativas, proporcionalmente, muito altas”, avalia uma fonte do setor. No ano passado, por exemplo, o setor teve, em média, uma relação de despesa administrativa sobre receita líquida de 7,6%. Na Cyrela e PDG, essa relação foi de 5,5%. Mas chegou a 11,1% na Rodobens, 13,7% na CCDI e 13,9% na Inpar.

As maiores empresas aceleraram fortemente no último ano e estão ganhando volume de vendas e lançamentos considerável. Projetam para este ano chegar na casa de R$ 4 bilhões até R$ 7 bilhões de vendas. A pergunta, inevitável, é: o que acontecerá com as pequenas? A liquidez dessas empresas está em queda e o movimento só tende a se acentuar. “É natural que os grandes fundos internacionais e nacionais se posicionem nas maiores e mais líquidas”, diz um executivo do setor. “E, se além de pouco líquida, a empresa tiver um resultado insatisfatório, não tem muita saída.”

Os fundos de private equity também estão ativos. O Gávea, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, comprou 14,5% da Odebrecht Realizações. A GP Investimentos está procurando um ativo no setor. Segundo o Valor apurou, já sentou para negociar com Tecnisa, mas a conversa não avançou, e até com a Agre, antes de sua venda para a PDG.

O executivo de um banco com bastante experiência na área imobiliária lembra que é um setor complicado para fazer esse tipo de operação. “É muita empresa de dono, com ego e que acha que sua empresa vale mais do que realmente vale”, afirma. “Mas, agora, há muita gente disposta a deixar o ego de lado e olhar o racional.”

Com exceção da Company, comprada pela Brascan, todas as aquisições do setor foram ditadas por dificuldades financeiras extremamente sérias das empresas compradas – algumas perto da insolvência. Foi assim com Tenda, Klabin Segall e Abyara. A Inpar, que também enfrentou uma fase complicada, vendeu 51% do capital para o fundo americano Palladin.

Um modelo possível é o o que o mercado tem chamado de “IPO pela porta dos fundos”, ou seja, uma empresa fechada que tem intenções de abrir capital incorpora os ativos de uma aberta e fica listada – uma bela saída, por exemplo, para uma empresa como a WTorre, que colocou uma oferta na rua, mas o mercado fechou depois disso. E, dizem fontes, estaria em dificuldades para levantar a demanda.

Venda de imóveis cresce 80% em um ano e já provoca alta de preços

Venda de imóveis cresce 80% em um ano e já provoca alta de preços

Número de lançamentos no trimestre chega a 14.219 unidades, recorde em 10 anos, mas é insuficiente para atender toda a demanda

25 de abril de 2010 | 0h 00

 

Márcia De Chiara – O Estado de S.Paulo

Este será um ano de recordes no mercado imobiliário. Os sinais são de que em 2010 serão vendidos na cidade de São Paulo 38 mil imóveis novos, a maior marca em 30 anos, segundo o Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais e Residenciais de São Paulo (Secovi SP).

Impulsionados pelo crédito farto e longo, pelo crescimento da renda e do emprego, pelo programa habitacional do governo e também pela volta de investidores ao mercado imobiliário, os resultados de vendas, lançamentos e financiamentos atingidos nos primeiros meses do ano são surpreendentes. As taxas de crescimento já superam a casa de 80% na comparação com 2009.

“Foi o melhor começo de ano desde 2004″, afirma o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci. Com a ascensão social das classes de menor renda, primeiro o brasileiro comprou a TV de plasma, depois viajou de avião e agora está realizando o sonho da casa própria, diz.

Só em fevereiro foram vendidos 2.858 imóveis, um número 83,7% maior do que no mesmo mês de 2009 e 89,5% acima do de janeiro. No primeiro bimestre, as vendas somaram 4.366 unidades, com crescimento de 63,5% ante igual período de 2009 e 7% maiores na comparação com 2008, quando a crise ainda não tinha se instalado. Em todo o ano de 2009, foram vendidas 35.832 unidades na cidade de São Paulo, que é o termômetro do mercado imobiliário do País.

Lançamentos. Para atender à demanda aquecida desde a virada do ano, as construtoras e incorporadoras pisaram fundo no acelerador. O volume de lançamentos residenciais na Região Metropolitana de São Paulo no primeiro trimestre deste ano foi o maior da década para o período. Entre janeiro e março, foram lançadas 14.219 unidades, segundo pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). O volume é quase o triplo (4.925 unidades) comparado com igual trimestre do ano anterior e 32,5% maior que o de 2008, o último período de boom imobiliário.

“Os números são assustadores”, afirma o diretor da Embraesp, Luiz Paulo Pompéia. Ele observa que mais da metade dos lançamentos (56,7%) do primeiro trimestre são de imóveis de dois dormitórios, e só 4,5% se referem a habitações de alto padrão, com quatro dormitórios. “O programa do governo Minha Casa, Minha Vida é um dos principais fatores de aquecimento desse segmento e do mercado.”

Preço. Apesar do grande volume de lançamentos, a procura por imóveis menores já provocou elevação de preço, sinal de que a demanda supera a oferta. A cotação média do metro quadrado dos lançamentos de dois quartos em São Paulo subiu 25% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2009, aponta a Embraesp. Nos lançamentos de três e quatro dormitórios, os preços aumentaram 6% e 2,4%, respectivamente.

O quadro de aquecimento de vendas e de preços em alta se repete no caso dos imóveis prontos, usados ou novos. A corretora Fernandez Mera Negócios Imobiliários, por exemplo, vendeu 142 imóveis no primeiro trimestre na cidade de São Paulo, 85% residenciais e 15% comerciais. O volume é 38,9% superior ao comercializado no primeiro trimestre de 2009 e 28% maior que em igual período de 2008. “Foi o melhor primeiro trimestre em vendas desde que inauguramos o departamento de usados em 2006″, afirma o diretor da imobiliária, Ricardo Carazzai.

Ele observa que os preços dos imóveis prontos, novos e usados subiram, em média, 10% no primeiro trimestre em relação a dezembro do ano passado. “Os descontos são cada vez menores na hora de fechar o negócio.”

Um levantamento feito pela imobiliária Lello mostra que o preço dos imóveis usados vendidos pela empresa no primeiro bimestre aumentou 50% em relação às vendas feitas no mesmo período de 2009.

Roseli Hernandes, diretora da empresa, destaca que essa alta de preços não espelha integralmente a valorização dos imóveis. Ela argumenta que, com a maior oferta de crédito, o consumidor está comprando imóveis melhores, que custam mais.

“A maioria dos compradores quer um imóvel de melhor qualidade”, confirma Alvaro Coelho da Fonseca, presidente da Coelho da Fonseca.

Debate sobre o Plano Diretor em São Paulo – CBN – Milton Jung

Debate sobre o Plano Diretor em São Paulo - IMPORTANTE !

sáb, 24/04/10 por milton.jung | categoria Geral

Debate Plano Diretor no CBN SP

Participam do debate, neste momento, no CBN SP o ex-secretário de Planejamento e arquiteto Jorge Wilheim, urbanista Cândido Malta, vereador Antonio Donato (PT) e José Police Neto (PSDB).

Construção civil será destaque em 2010

De Olho na Bolsa:

Construção civil será destaque em 2010

    Daniele Camba
    28/12/2009

Colunista

Financiamentos imobiliários com prazos mais longos, programa Minha Casa Minha Vida do governo, recuperação econômica com o fim da crise financeira internacional, além da expansão da renda e do emprego. Esses são fatores que fizeram com que o setor de construção civil tivesse um bom desempenho neste ano e, para 2010, espera-se que as construtoras se destaquem ainda mais. Essa é a opinião de algumas corretoras. No caso da Gradual Investimentos essa ideia é ainda mais forte. “O setor de construção civil deve ser o que mais dará retorno no ano que vem”, afirma Paulo Esteves, chefe da área de análise da Gradual Investimentos.

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O crescimento do crédito, especialmente das linhas de mais longo prazo, a continuação do aumento da renda e do nível de emprego serão os pilares para a melhora do cenário das construtoras e, consequentemente, para as suas ações em bolsa. Já com relação às taxas de financiamento, a expectativa é de que elas caiam em 2010. Atualmente, um financiamento imobiliário de 35 anos possui uma taxa média de 10% ao ano. No próximo ano, essa taxa pode cair para algo entre 9% e 7,5% ao ano, uma redução significativa, estima Esteves.

Os números mostram o aquecimento do setor imobiliário. “Em conversas com as construtoras, elas dizem que a demanda está tão forte que em uma semana vendem 70% das unidades de um lançamento”, diz Esteves. Ele tem percebido a efervescência do setor por experiência própria. “Eu já fui procurado por vários corretores com boas oportunidades de negócios, tanto é que eu mesmo estou comprando um outro imóvel”, confessa Esteves.

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Além dos fatores macroeconômicos, a insatisfação dos investidores com os ganhos da renda fixa deve ser um importante empurrão para o setor imobiliário. Com retornos mais modestos, os investidores sairão da renda fixa tradicional e uma parte desses recursos tende a ir para investimentos ligados ao setor imobiliário, desde a aplicação em fundos imobiliários até a aquisição dos imóveis em si.

Mesmo a retomada do processo de alta da taxa de juros Selic, prevista para ocorrer em meado do ano que vem, não será suficiente para mudar essa migração de recursos da renda fixa para outras formas de investimento, acredita o chefe de análise da Gradual. A projeção da corretora é que a taxa Selic termine 2010 em 10,75% ao ano, dos pontos percentuais acima do nível atual. Dentro do setor imobiliário, as principais recomendações da Gradual são os papéis da Eztec – uma construtora de menor porte, mas extremamente descontada se comparada às demais ações do segmento – e da Brookfield – a única multinacional listada em bolsa, bem estruturada e com acesso a um capital mais barato, por intermédio do seu controlador internacional -, explica Esteves.

Outros setores

A expansão da renda e do emprego, juntamente com a recuperação econômica, vai impactar positivamente outras empresas ligadas ao mercado interno. Entre elas estão as que fazem produtos para a população de massa, como alimentos, carnes e bebidas. Esteves cita alguns nomes como Brasil Foods, Pão de Açúcar, M. Dias Branco, AmBev e os frigoríficos, sendo que as duas primeiras estão entre as principais recomendações da Gradual.

Já para o Ibovespa, a projeção da corretora é de 81 mil pontos para o fim de 2010, o que significa uma valorização de 19,84% em relação ao fechamento da última quarta-feira, aos 67.588 pontos. Esteves afirma que alguns clientes acharam o número acanhado demais até porque existem projeções que beiram os 90 mil pontos. Esteves explica: “Os 81 mil pontos devem ser comparados aos 62 mil pontos que projetávamos para o fim deste ano e não aos 67 mil pontos atuais”, diz. “Essa diferença entre os 62 mil e os 67 mil já é uma antecipação de um tanto que deveria subir em 2010.”

Daniele Camba é repórter de Investimentos

E-mail: daniele.camba@valor.com.br

Ontem, hoje e Amanhã – São Paulo – Urbanismo

Matéria especial Estadão sobre problemas e soluções para a capital de São Paulo

ontem hoje sp 1 - ONTEM HOJE E AMANHÃ – FOCAS CAPA

ontem hoje sp 2 - 20 anos de sonho e dedicação – Jornalistas FOCAS

ontem hoje sp 3 - SP terá 20% da verba do PAC da Copa

ontem hoje sp 4 - Custo do aquecimento global

ontem hoje sp 5 - Rio Tietê sai do coma após 60 anos – Planos Diretores bairros

ontem hoje sp 6 - Soluções para a imobiliadade urbana

ontem hoje sp 7 - Paulistano se sente menos seguro

ontem hoje sp 8 - Primeiro mundo desembarca em SP

Matérias muito boas realizadas pelos FOCAS !!!

Prefeitura de São Paulo lança edital para projeto de engenharia de monotrilho – 4/12/2009

Prefeitura de São Paulo lança edital para projeto de engenharia de monotrilho - 4/12/2009

Fonte:Pini Web

Sistema terá 34 km extensão e ligará os bairros Vila Olímpia e Vila Sônia, na zona Sul da cidade

Divulgação: Prefeitura de São Paulo

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, anunciou a construção de trecho de 34 km para a implantação de monotrilhos na zona Sul da cidade para ligar os bairros Vila Olímpia e Vila Sônia. A licitação para elaboração do projeto básico das obras civis e sistemas de infraestrutura necessárias já foi lançada.

O monotrilho será implantado em três trechos. O primeiro iniciará no terminal Jardim Ângela indo até o terminal Santo Amaro, com 11 km de extensão, e seguirá o traçado alternativo do atual corredor de ônibus da Estrada M3Boi Mirim. A conclusão dessa etapa está prevista para 2012. Posteriormente, essa linha seguirá até Vila Olímpia, terminando próxima da estação Vila Olímpia da CPTM (Companhia do Metropolitano de São Paulo). O terceiro trecho, por fim, partirá também do terminal Jardim Ângela e seguirá até a Vila Sônia passando pelo Capão Redondo e integrando o monotrilho com a linha 4 do Metrô.

A licitação de número 004/2009, referente ao projeto básico de engenharia, já pode ser acessada no site da SPtrans. Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, ainda não há data prevista para a licitação das obras do primeiro trecho do monotrilho.

De acordo com a Prefeitura de São Paulo, o monotrilho tem o objetivo de ampliar a capacidade do sistema municipal de transporte coletivo sem sofrer interferências do trânsito. Cada trem do sistema implantado em São Paulo terá capacidade para circular com até 6 vagões, em intervalos de aproximadamente um minuto e meio, podendo transportar mais de 30 mil passageiros por hora.

O monotrilho também será utilizado pelo Companhia do Metropolitano de São Paulo para a extensão da Linha 2 – Verde do Metrô.

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