From: Moreno, Andre On Behalf Of Monteiro, Rodrigo
Sent: terça-feira, 9 de fevereiro de 2010 08:19
Subject: Brazilian Real Estate and Construction Clippings (BTG Pactual’s Monteiro)
• RPT-Gafisa lucra R$55,3 mi no 4o tri; quer emitir R$1bi em ações (Reuters Focus)
• Foco volta para as construtoras (Jornal do Commércio)
• Gafisa fará emissão de R$ 1 bilhão em ações (O Estado de São Paulo)
• Vendas em shoppings caem com as chuvas (Jornal da Tarde)
• Sonae Sierra inicia construção Uberlândia, investe 62 ME (Reuters)
• Bonsucesso investe no nicho da habitação (Reuters)
• Norcon equaciona dívida e refaz planos (Valor Econômico)
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RPT-Gafisa lucra R$55,3 mi no 4o tri; quer emitir R$1bi em ações
9 February 2010
Reuters Focus
* Construtora cita clima positivo para setor imobiliário
* Emissão de ações visa melhorar estrutura de capital
* Gafisa prevê lançamentos de até R$5 bilhões em 2010
SÃO PAULO, 9 de fevereiro (Reuters) – A Gafisa , uma das maiores incorporadoras e construtoras do país, divulgou nesta segunda-feira lucro líquido de 55,3 milhões de reais no quarto trimestre e anunciou que planeja fazer uma oferta primária de ações para levantar 1 bilhão de reais.
“Em vista do clima positivo da economia interna, o aumento da demanda por moradias e a expansão dos mercados de financiamento imobiliário público e privado, acreditamos que haja uma oportunidade significativa para expandir nossa presença no setor de habitação brasileiro de maneira lucrativa”, afirmou a Gafisa no relatório que acompanha o balanço trimestral.
“Uma oferta de ações nos proporcionará a oportunidade de financiar de modo confortável nossos objetivos de negócios nos próximos anos, enquanto melhoramos nossa atual estrutura de capital”, disse a empresa, citando ainda eventuais oportunidades de fusões e aquisições.
Para 2010, a empresa estima lançamentos de 4 bilhões a 5 bilhões de reais, o dobro de 2009. Do total previsto para este ano, de 40 a 45 por cento serão no segmento de baixa renda, por meio da Construtora Tenda, que acaba de ser incorporada pela Gafisa.
RESULTADOS
O lucro líquido da Gafisa no quarto trimestre ficou aquém do esperado pelo mercado. Quatro analistas consultados pela Reuters previam, em média, que a empresa registrasse lucro de 67,2 milhões de reais de outubro a dezembro. [ID:nN05154558]
O resultado de outubro a dezembro se compara ao lucro de 12,8 milhões de reais no mesmo intervalo de 2008.
Originalmente, no início de 2009, a construtora havia reportado um prejuízo líquido de 12,6 milhões de reais para os três últimos meses de 2008.
A receita líquida da Gafisa totalizou 897,5 milhões de reais no quarto trimestre, aumento de 60 por cento na comparação anual. As vendas contratadas no quarto trimestre totalizaram 1,05 bilhão de reais, com lançamentos de 1 bilhão de reais, representando altas de 79,1 por cento e de 55,1 por cento, respectivamente, contra um ano antes.
A Gafisa reportou um Ebitda ajustado de 174,7 milhões de reais nos três meses até dezembro, acima dos 82,3 milhões de reais um ano antes. A margem Ebitda saltou de 14,6 para 19,5 por cento.
Para 2010, a construtora prevê margens Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) entre 18,5 e 20,5 por cento.
No acumulado de 2009, o lucro líquido da Gafisa quase dobrou ante o ano anterior, para 213,5 milhões de reais. A receita líquida subiu 73,7 por cento, atingindo 3 bilhões de reais. Os lançamentos no ano passado recuaram 45,2 por cento, para 2,3 bilhões de reais, enquanto as vendas contratadas aumentaram 26 por cento, chegando a 3,2 bilhões de reais.
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Foco volta para as construtoras
9 February 2010
Jornal do Commércio do Rio de Janeiro
Apesar das perdas na cotação das ações do setor em janeiro, analistas apontam os papéis da construção civil como boa opção para o ano. No pregão de ontem, as ações de Gafisa, MRV Egenharia e Duratex mostraram força, ficando entre as maiores altas do dia.
Gafisa ON fechou com ganho de 4,22%, a R$ 24,19. As ações ordinárias da MRV Engenharia subiram 3,59%, a R$ 12,40. As ON da Duratex valorizaram 2,73% a R$ 16,18.
O analista da corretora SLW, Pedro Galdi, afirmou que não houve nenhum evento pontual que favorecesse a alta dos papéis ligados à construção civil e os ganhos são decorrentes das boas perspectivas para o setor no Brasil, como reflexo da melhora da economia nacional.
“É um movimento gradual de melhora do setor, que tem ótimas perspectivas”, disse Galdi.
A ação que mais se valorizou no dia, entre as 63 componentes do Ibovespa, foi a da Fibria, maior produtora de celulose de fibra curta do mundo. O papel ON da companhia subiu 6,17% a R$ 34,60. Galdi disse acreditar que o aumento do preço da celulose no início de fevereiro e a recomendação de compra do papel pelo Citigroup influenciaram, mas não foram as causas principais para a alta. Para ele, a ação se tornou muito suscetível à especulação.
“Embora as perspectivas com relação à operação sejam muito boas, o passivo da companhia é muito grande. A relação dívida líquida/Ebitda é de oito vezes. É por isso que um dia a ação se valoriza 6% e no outro cai 6%”, disse Galdi, que considera que o preço justo do papel está em torno de R$ 28,79.
Cosan sobe mais. A ação ordinária da Cosan voltou a subir – alta de 4,7%, a R$ 24,50. A valorização ocorre a reboque da divulgação, na semana passada, de acordo bilionário com a Shell, e de novas altas nos preços internacionais do açúcar.
Na ponta vendedora, destaque para a varejista B2W, que caiu 3,06% a R$ 34,90. De acordo com Galdi, a desvalorização pode ser reflexo de notícias divulgadas ontem dando conta de de que a Casas Bahia pretende expandir sua atuação no mercado de vendas pela internet, mercado no qual a B2W atua.
As ações da Gerdau e da Metalúrgica Gerdau também caíram no pregão de ontem. A PN da Gerdau recuou 1,5% a R$ 24,30. As ON da Gerdau Metalúrgica caíram 1,33% a R$ 26,69, apesar da alta das commodities no mercado internacional, que ajudaram os papéis de Vale e Petrobras.
Segundo Galdi, as ações do grupo sofrem com a situação da economia dos Estados Unidos, cujo setor de construção civil continua mostrando debilidade.
O analista disse, contudo, que as perspectivas para o papel devem melhorar, à medida que o mercado americano deve apresentar dados melhores ao longo do ano.
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Gafisa fará emissão de R$ 1 bilhão em ações
9 February 2010
O Estado de São Paulo
Recursos devem ser usados na compra de terrenos e investimento em lançamentos
Se depender do bom humor dos executivos da Gafisa, a construção civil parece ter dado adeus à fase ruim deflagrada pela crise econômica global, que impactou fortemente nos negócios até meados de 2009. Ontem, no começo da noite, a companhia informou ao mercado que fará uma emissão primária de ações de cerca de R$ 1 bilhão.
Segundo o presidente da companhia, Wilson Amaral, o dinheiro em caixa será um reforço importante para aproveitar o bom humor do mercado e dos consumidores para adquirir terrenos (que deve absorver cerca de 35% dos novos recursos), turbinar o capital de giro (25%), investir nos lançamentos (20%) e fazer aquisições (20%). Como são ações primárias, os recursos serão usados integralmente no crescimento da companhia.
Com dinheiro novo, a empresa vai reduzir bastante o seu nível de alavancagem (valor da dívida líquida dividido pelo patrimônio líquido). Em 31 de dezembro, ela estava em 83%. Após a emissão, deve ficar abaixo de 50%. “Em período de forte tendência de crescimento, é bom a empresa não ter um endividamento alto”, explica Amaral.
O presidente da Gafisa garante que, no momento, não analisa possíveis aquisições. Um caminho para crescer, segundo ele, pode ser por meio da compra de estoques de terrenos de concorrentes onde a companhia não tem uma participação muito expressiva. Atualmente, a Gafisa (incluindo as empresas Alphaville, do segmento de luxo, e Tenda, de popular) atua em 21 Estados e 100 cidades.
BALANÇO
A construtora e incorporadora terminou 2010 com R$ 1,424 bilhão em caixa e vendas contratadas de R$ 3,248 bilhões – em 2008 foram R$ 2,5 bilhões, o que representa, portanto, um aumento de 26%. Desse total, R$ 1,361 bilhão vieram dos negócios da Tenda, que teve os negócios turbinados no ano passado pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. As vendas avançaram em especial no último trimestre, com crescimento de 74% na comparação com o ano anterior.
Amaral acredita que, neste ano, a participação da Tenda chegará a 45% – com até 80% dos negócios vindos do Minha Casa. “Não tem como o programa não dar certo. O Brasil precisa de 1,5 milhão de novas moradias por ano”, lembra.
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Vendas em shoppings caem com as chuvas
9 February 2010
Jornal da Tarde
As vendas das lojas de moda e calçados nos shoppings estão 30% menores do que o esperado neste início de ano. De acordo com a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), as chuvas estão atrapalhando o movimento dos centros de compras e os segmentos de óculos e perfumaria, por exemplo, registraram um faturamento 40% abaixo da meta para o período. Quem está sofrendo menos é o segmento de fast food, que esperava um crescimento de 18%, mas só conseguiu atingir 10%.
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Sonae Sierra inicia construção Uberlândia, investe 62 ME
8 February 2010
Reuters – Notícias em Português
LISBOA, 8 Fev (Reuters) – A Sonae Sierra, detida em 50 pct pela Sonae , iniciou a construção do Uberlândia Shopping, um centro comercial na região do Triângulo Mineiro e que representa um investimento total de 62 milhões de euros (ME), anunciou a Sonae Sierra.
Com inauguração prevista para 2011, este projecto, localizado na região sul da cidade de Uberlândia, irá ser desenvolvido numa área de 154.000 m2 estando prevista a criação de 2.000 empregos após a inauguração.
“A Sonae Sierra, através da sua participada Sonae Sierra Brasil acaba de iniciar a construção do Uberlândia Shopping, que representa um investimento total de 62 ME”, refere em comunicado.
“O centro vai criar 700 postos de trabalho durante a fase de obra e mais de 2.000 após a inauguração”, acrescenta.
A Sonae Sierra é proprietária de 52 centros comerciais em Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Grécia, Roménia e Brasil com um total de área bruta locável (ABL) de mais de 2 milhões de m2.
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Bonsucesso investe no nicho da habitação
Valor Econômico
O banco mineiro Bonsucesso encerrou o ano de 2009 com lucro líquido de R$ 84,12 milhões, 3,5 vezes maior que o ano anterior (R$ 23,87 milhões) e o melhor resultado de sua história. O bom desempenho, que acompanha a retomada da economia no segundo semestre, trouxe otimismo ao banco, que retomou a contratação de pessoal e prepara a estrutura para a nova operação de crédito imobiliário.
“Esperamos começar a nova área já neste ano”, disse Paulo Henrique Pentagna Guimarães, presidente da instituição. Essa é uma das apostas do banco para atingir um crescimento da carteira de crédito total da ordem de 50%. “Há bastante demanda, principalmente depois do Minha Casa Minha Vida (programa do governo federal para construção de moradias de baixa renda)”, afirma o executivo.
Os empréstimos para a compra da casa própria devem seguir o modelo de consignação, principal produto do Bonsucesso. Dessa forma, as parcelas serão descontadas diretamente em folha de pagamento.
Como o banco não tem captação de poupança, os recursos para esses empréstimos devem vir da cessão da carteira para títulos de crédito, como os certificados de recebíveis imobiliários (CRI). O banco funcionará como um originador de contratos e receberá uma remuneração.
Atualmente, o banco negocia a venda desses papéis para alguns fundos, diz Pentagna Guimarães. Mas parcerias com bancos não estão descartadas. “Não estamos fechados a oportunidades de parcerias, mas no momento não há nenhuma negociação.”
Já para atender os clientes, o Bonsucesso pretende usar uma combinação de lojas próprias (o banco tem 30 postos de atendimento) e correspondentes bancários, para atingir maior capilaridade. Há também uma aposta na agilidade de uma instituição de menor porte. “Queremos fechar um empréstimo em 7 dias úteis”.
Não é apenas no segmento habitacional que o Bonsucesso prepara ofensiva. O banco pretende acelerar o crescimento do crédito para empresas de médio porte, o cobiçado segmento conhecido como “middle market”, e um dos focos é a região da Grande São Paulo.
O volume de novas operações nesse nicho somou R$ 501 milhões, em 2009, encerrando o ano com uma carteira de R$ 241 milhões, praticamente estável. O plano agora é atingir R$ 800 milhões até o fim do ano. “Quase não crescemos nesse mercado no ano passado por conta da crise. Tivemos de renegociar quase todos os contratos, dando mais prazo. Mas a economia real, sem dúvida, já retomou”, afirma.
No consignado, principal negócio do banco, as novas concessões somaram R$ 1,55 bilhão no ano passado, chegando a dezembro com um estoque de R$ 2,1 bilhões, expansão de 60%.
Bastante otimista, Pentagna Guimarães espera que a carteira total avance ao redor de 50% neste ano, pulando dos R$ 2,33 bilhões do fim de 2009, para R$ 3,5 bilhões no último mês de 2010. Para isso, a instituição voltou a contratar.
Durante a crise, o quadro de funcionários caiu de 850 para cerca de 550 pessoas. O espaço do escritório de São Paulo foi reduzido à metade. Com a retomada do consumo somada à volta da liquidez para os bancos médios – a captação do Bonsucesso cresceu 162% no ano -, o banco contratou 200 pessoas.
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Norcon equaciona dívida e refaz planos
Valor Econômico
Após três tentativas frustradas de se capitalizar por meio da atração de sócios, a construtora sergipana Norcon, líder no mercado nordestino de baixa renda, decidiu tocar sozinha o seu plano de expansão pela região Nordeste. No último ano, a empresa diz ter sido procurada por grandes construtoras do Sudeste, que buscavam uma associação ou até mesmo a aquisição da Norcon. Como não houve acordo, a empresa optou por renegociar com bancos uma fatia importante de sua dívida, hoje estimada em torno de R$ 250 milhões, e seguir a vida sozinha.
A direção da Norcon garante que a operação forneceu o fôlego financeiro necessário à consolidação de sua presença nos quatro estados onde atua hoje: Sergipe, Alagoas, Bahia e Pernambuco. No entanto, a construtora já tem projetos no Ceará e estuda a sua entrada também no Rio Grande do Norte e na Paraíba. “O Nordeste é um mundo à parte. Tem muita coisa a ser feita aqui”, disse ao Valor o diretor-superintendente da empresa, Cristiano Teixeira.
O executivo explicou que R$ 170 milhões em dívidas que venceriam ao longo deste ano foram postergados para 2012, período em que a empresa já estará entregando projetos lançados em 2008 e cujo Valor Geral de Vendas (VGV) fica próximo dos R$ 450 milhões. “Não temos mais dívida de curto prazo. Conseguimos adequá-la ao nosso fluxo de caixa”, explicou.
O alto endividamento foi o principal motivo que levou a Norcon a buscar, em 2007, uma forma de se capitalizar. De olho no crescimento do promissor mercado da construção civil do Nordeste, a companhia chegou a ensaiar uma oferta inicial de ações (IPO), porém acabou desistindo. “Percebemos que não havia janela para a operação naquele momento”, contou Teixeira.
A partir de então, plano foi tentar atrair um sócio estratégico e financeiro. Esse sócio traria dinheiro e alguma expertise, em troca de uma participação minoritária na empresa. Assessorada pelo Credit Suisse, a direção da Norcon visitou potenciais investidores em São Paulo, Estados Unidos e Europa. Quando finalmente encontrou um sócio interessado, um fundo de private equity americano especialista no setor imobiliário (que não teve o nome revelado), o acordo acabou minguando em setembro de 2008, na onda da eclosão da crise financeira internacional.
“A partir daí, a decisão mais sensata foi abrir para algumas empresas, já que a Norcon tinha feito investimentos em terrenos e tinha que avançar nos empreendimentos já lançados”, explica o diretor. Após conversas infrutíferas com Cyrela, Gafisa e Brookfield, a empresa iniciou, em fevereiro de 2009, negociações para uma associação com a PDG Realty. As conversas duraram cerca de nove meses, mas foram encerradas em 10 de novembro, também sem acordo.
Segundo Teixeira, a PDG Realty queria uma fatia maior da que a direção da Norcon estava disposta a vender. “Não queríamos que chegasse aos 50%”, informou o executivo, para depois acrescentar que também houve divergências relacionadas ao valor da transação. “Temos uma marca forte, e nossa marca vende”, defendeu-se.
O interesse das grandes construtoras pela Norcon se deve, basicamente, à presença consolidada da empresa no mercado nordestino e em seu sistema construtivo de estruturas pré-fabricadas, que ganhou importância depois do programa habitacional do governo, por diminuir sensivelmente o tempo de construção das casas.
Atualmente, a empresa tem 51 obras em andamento, sendo 15 em Aracaju (SE), três em Maceió (AL), duas em Salvador (BA) e uma no Recife (PE). Boa parte dos projetos são tocados pela subsidiária FelizCidade, voltada ao segmento chamado de “super econômico”. Além dos planos para o Nordeste, a Norcon também analisa a entrada no mercado da região Norte, mais especificamente de Belém (PA).
Diante das negociações fracassadas, mas, principalmente, do fim da crise financeira, a empresa ensaia agora um grito de independência: “Não estamos negociando com ninguém. E pretendemos continuar assim”, disse Teixeira. Porém, sensato, preferiu amenizar instantes depois: “Nunca se diz não a tudo. Estamos abertos, mas não precisamos mais (de um sócio), como precisamos no passado.”
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