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Crédito imobiliário: Do bolo de R$ 107,7 bi, atingido em maio, 75% foram originados por instituições públicas

Crédito imobiliário: Do bolo de R$ 107,7 bi, atingido em maio, 75% foram originados por instituições públicas

Banco privado pena para roubar fatia de mercado da Caixa

    Adriana Cotias, de São Paulo
    24/06/2010

O fantástico crescimento de 50% do estoque de crédito imobiliário nos últimos 12 meses, que chegou a R$ 107,7 bilhões no fim de maio, não tem oferecido chance para que os bancos privados ganhem fatias maiores desse promissor mercado. A competição se acirrou, porque todos querem tirar partido do carro-chefe do crescimento do crédito, mas, pelos dados divulgados ontem pelo Banco Central, o bloco das instituições financeiras públicas – de longa data liderado pela Caixa Econômica Federal – responde por 75% do bolo. Em dezembro de 2008, o percentual era de 71% e, portanto, o que se vê é até um crescimento da participação da Caixa, fomentado pelo programa federal de residências populares Minha Casa Minha Vida.

Os bancos privados tentam, agora, tirar partido do gargalo operacional da Caixa para atender em suas agências a toda a demanda por financiamentos da casa própria. Liberar o crédito no menor tempo possível passou a ser o mote dos executivos à frente dessas carteiras nas instituições privadas. Há relatos de recursos aprovados em até sete dias.

Os grandes nomes do varejo encontram demanda reprimida em sua própria base de clientes e definem estratégias para acessá-la, enquanto tentam conquistar fatias no entorno, fortalecendo, por exemplo, as parcerias com imobiliárias para oferecer empréstimos no ponto de venda dos imóveis.

“O mercado está mais competitivo, mas em termos de penetração, nos nossos cliente bancarizados, ainda é incipiente”, diz o superintendente de crédito imobilário do Santander, Fernando Baumaier. “Ainda há um grande caminho a percorrer para dizer que o produto está deslanchando e se disseminado no mercado.” Como um dos primeiros bancos privados a apostar suas fichas no segmento – com o lançamento, em 2006, do financiamento com taxas prefixadas, antes de o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovar o uso dos recursos da poupança para a modalidade -, Baumaier conta que, hoje, quase não há distinção no produto entre os concorrentes. “Os outros começaram a fazer o que fazíamos, então o diferencial é atender a expectativa do cliente de prazo de liberação do empréstimo.”

A carteira do Santander, que somava R$ 9,7 bilhões ao fim do primeiro trimestre, teve um incremento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado, considerando-se também os desembolsos à construção. A parcela destinada à pessoa física somava R$ 5,4 bilhões, sensivelmente menor do que os saldos em cartões de crédito e consignado, na casa dos R$ 8 bilhões. Nos contratos ajustados pela Taxa Referencial (TR), os juros partem de 8,90% para imóveis até R$ 120 mil, enquanto nas operações prefixadas começam em 12,54% ao ano para o prazo de 30 anos.

No Bradesco, para imóveis até R$ 150 mil, os juros cobrados nos primeiros 36 meses são de 7,90% mais a TR, passando a 9,50% a partir do 37º mês até o fim do contrato, em 30 anos. “É uma febre. O mercado está muito disputado”, diz o diretor de empréstimos e financiamento, Nilton Pelegrino. Simplificar processos e colocar especialistas em crédito à habitação junto às 1,3 mil imobiliárias parceiras foi a forma escolhida para tentar ganhar terreno e transpor as fronteiras da própria base. O banco instalou 23 escritórios dedicados ao crédito imobiliário em grandes capitais e pretende elevar o número a 50 ao longo do ano. As consultas e simulações na ponta já são online e feitas pelos próprios corretores. “A pretensão é liberar o financiamento em 10 dias.”

Comparativamente ao primeiro trimestre de 2009, os desembolsos cresceram 182%, e atingiram R$ 1,84 bilhão. A previsão do banco é originar R$ 6,5 bilhões no total até dezembro, o que vai representar um incremento de 38% em relação ao ano passado. No mix, a maior fatia ainda é das concessões à pessoa jurídica, que representaram 81,7% nos primeiros meses do ano. Na composição da carteira, de R$ 7,5 bilhões, a pessoa física respondia por 37,1%.

Já o HSBC trouxe, há cerca de um ano, para os seus quadros Antônio Barbosa, executivo oriundo da área de crédito imobiliário do Banco Real para colocar o segmento no mapa do mercado também no país. “O financiamento à habitação está no DNA do banco no mundo.” A intenção, explica, é conquistar uma fatia de mercado semelhante à que a instituição tem no varejo bancário, algo perto dos 5%, 6%, o dobro da atual. Ser ágil na finalização do processo de concessão com 60 especialistas presentes nas principais capitais do país foi o caminho adotado para abreviar a espera do mutuário para menos de 30 dias. “Mas temos caso de operação liberada em sete dias.” A meta é incrementar a carteira de pessoa física, que fechou 2009 em R$ 1,3 bilhão, em mais de 50%.

Grupo Brasil Brokers realiza fusão entre as empresas Del Forte & I.Price e Frema, e cria uma das maiores imobiliárias do Estado.

Grupo Brasil Brokers realiza fusão entre as empresas Del Forte & I.Price e Frema, e cria uma das maiores imobiliárias do Estado.

A Brasil Brokers realiza a unificação de duas imobiliarias, a DelForte & I.Price com a Frema, e cria a empresa Del Forte Frema com o intuito e motivação de fortalecer ainda mais a marca no mercado imobiliario do Estado. Continuar com a excelencia eprestar os serviços com qualidade, é o foco da empresa.
Agora a Del Forte Frema possui 1.800 corretores que atuam em 38 cidades do Estado. Os profissionais atuarão em 147 pontos de venda, sendo sete filiais: São Caetano, São Paulo, Ribeirão Preto, Guarulhos, São José dos Campos, Perdizes, além da matriz localizada na Av Indianapolis, 618. No ABC, a empresa possui uma boa atuação em São Caetano do Sul, onde esta desde 2004. A sede fica na rua Amazonas, 271. A imobiliaria atua no ramo de vendas de loteamentos e imóveis novos e usados, e atinge todas as classes, de A a D. No último ano, a empresa superou as expectativas e alcançou R$ 2 bilhoes em vendas. Em 2007 Grupo Brasil Brokers adquiriu a Del Forte. No ano seguinte, a empresa promoveu a fusão das duas imobiliárias e criou a Del Forte & I.Price. A I.Price operava no mercado imobiliário desde 2005, e atuava nos municípios de São Paulo, Campinas, São Bernardo e Jundiaí.
Ja a Del Forte foi fundada em 2007, e contava com uma forte atuação na regiao do ABCD paulista (Santo André, São Bernardo, São Caetano e Diadema).
A Frema, adquirida pelo grupo em março de 2008, iniciou suas atividades em 1972. Presente no segmento de lançamentos imobiliários residenciais de medio e altíssimo padrão, imóveis prontos e loteamentos, a imobiliária operava na comercialização de empreendimentos na Zona Oeste de São Paulo, São José dos Campos, Sorocaba e Jundiaí.
Hoje A Del Forte Frema possui quatro diretores comerciais, cinco diretores de vendas, doze superintendentes, sessenta e três gerentes de vendas, quatro diretores de atendimento, dez gerentes de atendimento, entre outros funcionários.
Todo o sucesso da empresa se dá principalmente pelo empenho dos seus sócios, ja que os mesmos acreditaram no projeto e fizeram com que a empresa alcançasse o sucesso.
“Com a fusão, a Del Forte Frema passa a operar entre as três maiores empresas do ramo imobiliario do Estado”, comenta  Aguinaldo Del Giudice, que há 40 anos esta em São Caetano no do Sul.

Recursos para financiar imóveis somam R$ 50 bi

 

Crédito: Empréstimos deverão beneficiar cerca de 450 mil habitações

Recursos para financiar imóveis somam R$ 50 bi

    Adriana Aguilar, para o Valor, de São Paulo
    27/05/2010
 

Emiliano Capozoli/Valor
 
Luiz França, presidente da Abecip: a caderneta de poupança vai continuar sendo o principal funding do financiamento imobiliário por alguns anos

Cerca de R$ 50 bilhões, provenientes da caderneta de poupança, serão destinados ao financiamento imobiliário em 2010, de acordo com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), com novas 450 mil unidades financiadas. O montante supera em 50% o volume de recursos da poupança que foi aplicado no financiamento habitacional em 2009, de R$ 34 bilhões. Segundo os profissionais consultados, os recursos da caderneta de poupança serão suficientes para cobrir todo o volume estimado para o financiamento habitacional, sem necessidade de colocação de aportes adicionais por parte das instituições financeiras.

“A caderneta de poupança vai atender plenamente os clientes, sem complementação dos bancos. A poupança tem potencial para continuar sendo o principal funding do financiamento imobiliário por alguns anos”, afirma o presidente da Abecip e diretor de crédito do Itaú Unibanco, Luiz França.

Em 2009, a caderneta de poupança registrou captação líquida de R$ 30,41 bilhões contra R$ R$ 17,75 bilhões, em 2008. A entrada de recursos foi mais consistente em 2007, quando houve o registro de R$ 33,38 bilhões de captação líquida. Acompanhando o movimento, os recursos destinados ao financiamento habitacional também evoluíram. De 2007 a 2009, passou de R$ 18 bilhões para R$ 34 bilhões. Em 2010, o aumento do volume de recursos da poupança para o financiamento de moradias deve ser 50% maior.

Com isso, a expectativa da Abecip é de que novas 450 mil unidades sejam financiadas neste ano contra 302 mil em 2009. O interesse crescente pelo financiamento imobiliário pode ter uma explicação. “Há uns cinco anos, as famílias compravam imóveis com prazo de financiamento inferior a uma década. Agora, o prazo pode chegar a 20 anos. Com o maior espaço de tempo, menor o pagamento mensal, mais atrativo fica o financiamento”, afirma Leonardo Corrêa, vice-presidente financeiro da construtora e incorporadora MRV Engenharia, com previsão de vender cerca de 40 mil unidades em 2010.

Segundo dados da Abecip, em 2006, o preço médio de cada imóvel, financiado pelos bancos nacionais, era de R$ 70,6 mil. Em 2007, o ticket médio por unidade ficou em R$ 84,1 mil e, em 2008, o preço de cada unidade, em média, foi de R$ 100,5 mil. Em 2009, o preço médio ficou em R$ 123,0 mil.

Dentro das regras da exigibilidade, determinadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), os bancos são obrigados a aplicar 65% dos depósitos de poupança em contratos de financiamentos habitacionais.

Não faria sentido levantar recursos da tesouraria do banco para empréstimo de longo prazo, durante 15 ou até 20 anos. O custo atrelado à taxa básica Selic seria muito superior ao da poupança, de 6% ao ano mais Taxa Referencial (TR), diz o diretor imobiliário do Grupo Santander, José Roberto Machado Filho. “Os recursos da caderneta de poupança ainda apresentam o menor custo do mercado.”

É importante saber que hoje a taxa Selic também é um balizador para a rentabilidade da poupança. Quando a Selic é reduzida, aciona gatilhos que diminuem o ganho da caderneta de poupança. Isso passou a existir em março de 2007, quando a Resolução 3.446 determinou a revisão da tabela do fator redutor da Taxa Básica Financeira (FBF) para novos cálculos da Taxa Referencial, que por sua vez, está relacionada ao rendimento da caderneta de poupança.

De meados de 2005 para cá, a taxa de juro foi caindo. Recentemente, na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em abril, a Selic foi elevada para 9,5% ao ano. O ganho da caderneta de poupança tem acompanhado o movimento. Nos primeiros quatro meses de 2010, a remuneração da poupança ficou em 0,5% ao mês (garantido por lei), no entanto, a Taxa Referencial (TR) foi zerada em janeiro, fevereiro e abril. Apenas em março, ficou em 0,08.

Diante da evolução da captação de recursos pela caderneta ao longo dos anos, tem ampliado o número de unidades financiadas em diferentes regiões do Brasil, não apenas no eixo Rio-São Paulo. Entre 2008 e 2009, o crescimento do financiamento imobiliário, com recursos da poupança, aumentou 69,4% na região Centro-Oeste, 22,9% no Sul, 20% no Nordeste, 17,9% na região Norte e apenas 5,2%, na região Sudeste, segundo dados do Banco Central e Abecip.

O crescimento habitacional nas outras regiões foi mais acelerado entre 2006 e 2007, quando o mercado imobiliário cresceu, em volume de recursos, 120% na região Norte, 131% no Nordeste, 105% no Sudeste, 56% no Sul e 73% nos Estados do Centro-Oeste.

A Caixa mantém importantes linhas de crédito imobiliário voltadas à demanda das construtoras nas cinco regiões, com empreendimentos voltados à baixa e à média renda, mantendo convênios com grandes empresas do setor imobiliário. Os empréstimos imobiliários da Caixa representaram 71% do crédito imobiliário do mercado em 2009. Além dos recursos da caderneta da poupança (R$ 19,49 bilhões), há ainda dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outras fontes.

“Nosso foco é continuar crescendo, acompanhando a expansão do banco”, afirma José Roberto Machado Filho, diretor imobiliário do Grupo Santander. Com a aquisição do Banco Real, o Santander está com maior presença nas regiões Norte e Nordeste do país.

No Bradesco, o Sudeste ainda representa 50% dos valores financiados. “A tendência é de redução deste percentual nos próximos anos, tendo em vista o crescimento dos demais Estados, principalmente no Norte e Nordeste”, diz o superintendente executivo Cláudio Borges.

“As parcerias do Itaú Unibanco com todas as construtoras, na produção de novos empreendimentos, tem contribuído para a expansão do financiamento imobiliário em outras regiões. Um grande vetor de crescimento é Brasília, explica França, diretor de crédito imobiliário do banco.

Jovens Realizam mais cedo o sonho da casa própria

Construção civil será destaque em 2010

De Olho na Bolsa:

Construção civil será destaque em 2010

    Daniele Camba
    28/12/2009

Colunista

Financiamentos imobiliários com prazos mais longos, programa Minha Casa Minha Vida do governo, recuperação econômica com o fim da crise financeira internacional, além da expansão da renda e do emprego. Esses são fatores que fizeram com que o setor de construção civil tivesse um bom desempenho neste ano e, para 2010, espera-se que as construtoras se destaquem ainda mais. Essa é a opinião de algumas corretoras. No caso da Gradual Investimentos essa ideia é ainda mais forte. “O setor de construção civil deve ser o que mais dará retorno no ano que vem”, afirma Paulo Esteves, chefe da área de análise da Gradual Investimentos.

Foto Destaque

O crescimento do crédito, especialmente das linhas de mais longo prazo, a continuação do aumento da renda e do nível de emprego serão os pilares para a melhora do cenário das construtoras e, consequentemente, para as suas ações em bolsa. Já com relação às taxas de financiamento, a expectativa é de que elas caiam em 2010. Atualmente, um financiamento imobiliário de 35 anos possui uma taxa média de 10% ao ano. No próximo ano, essa taxa pode cair para algo entre 9% e 7,5% ao ano, uma redução significativa, estima Esteves.

Os números mostram o aquecimento do setor imobiliário. “Em conversas com as construtoras, elas dizem que a demanda está tão forte que em uma semana vendem 70% das unidades de um lançamento”, diz Esteves. Ele tem percebido a efervescência do setor por experiência própria. “Eu já fui procurado por vários corretores com boas oportunidades de negócios, tanto é que eu mesmo estou comprando um outro imóvel”, confessa Esteves.

Foto Destaque

Além dos fatores macroeconômicos, a insatisfação dos investidores com os ganhos da renda fixa deve ser um importante empurrão para o setor imobiliário. Com retornos mais modestos, os investidores sairão da renda fixa tradicional e uma parte desses recursos tende a ir para investimentos ligados ao setor imobiliário, desde a aplicação em fundos imobiliários até a aquisição dos imóveis em si.

Mesmo a retomada do processo de alta da taxa de juros Selic, prevista para ocorrer em meado do ano que vem, não será suficiente para mudar essa migração de recursos da renda fixa para outras formas de investimento, acredita o chefe de análise da Gradual. A projeção da corretora é que a taxa Selic termine 2010 em 10,75% ao ano, dos pontos percentuais acima do nível atual. Dentro do setor imobiliário, as principais recomendações da Gradual são os papéis da Eztec – uma construtora de menor porte, mas extremamente descontada se comparada às demais ações do segmento – e da Brookfield – a única multinacional listada em bolsa, bem estruturada e com acesso a um capital mais barato, por intermédio do seu controlador internacional -, explica Esteves.

Outros setores

A expansão da renda e do emprego, juntamente com a recuperação econômica, vai impactar positivamente outras empresas ligadas ao mercado interno. Entre elas estão as que fazem produtos para a população de massa, como alimentos, carnes e bebidas. Esteves cita alguns nomes como Brasil Foods, Pão de Açúcar, M. Dias Branco, AmBev e os frigoríficos, sendo que as duas primeiras estão entre as principais recomendações da Gradual.

Já para o Ibovespa, a projeção da corretora é de 81 mil pontos para o fim de 2010, o que significa uma valorização de 19,84% em relação ao fechamento da última quarta-feira, aos 67.588 pontos. Esteves afirma que alguns clientes acharam o número acanhado demais até porque existem projeções que beiram os 90 mil pontos. Esteves explica: “Os 81 mil pontos devem ser comparados aos 62 mil pontos que projetávamos para o fim deste ano e não aos 67 mil pontos atuais”, diz. “Essa diferença entre os 62 mil e os 67 mil já é uma antecipação de um tanto que deveria subir em 2010.”

Daniele Camba é repórter de Investimentos

E-mail: daniele.camba@valor.com.br

Superado o medo da crise, mercado imobiliário vive novo ”boom”

Domingo, 15 de Novembro de 2009 | Versão Impressa

 Superado o medo da crise, mercado imobiliário vive novo ”boom”

Financiamento de imóveis até agosto cresceu 45% ante o mesmo período de 2008 e preços não param de subir

Paula Pacheco

O mercado imobiliário contrariou as previsões depois do estouro da bolha nos Estados Unidos e vive em grande fase. O crédito imobiliário para pessoa física aumentou 45% no acumulado de janeiro a agosto de 2009, na comparação com o mesmo período de 2008.

Até agosto, dado mais recente, os bancos públicos haviam despejado R$ 58,3 bilhões na atividade imobiliária, por meio de financiamentos para pessoa física. As instituições privadas desembolsaram R$ 12 bilhões. Em relação a julho, essas operações cresceram mais que as outras modalidades de crédito. As instituições financeiras dizem que têm batido recorde de contratos em carteira e esperam por um 2010 ainda melhor.

Para os interessados em comprar um imóvel, a má notícia é que os preços não recuaram. Ao contrário, não param de subir. Os executivos das incorporadoras argumentam que os aumentos têm acompanhado os índices inflacionários. Mas especialistas, como Luiz Paulo Pompéia, presidente da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), dizem que o reajuste tem sido maior. “Por isso, a recomendação é pechinchar, porque as empresas estão com margens maiores e têm gordura para queimar.”

O mesmo comportamento ocorre nos imóveis usados. No caso dos apartamentos de alto padrão, a alta no preço de venda do ano passado para cá chegou a 25%, segundo Celso Pinto, diretor da Sotheby”s International Realty de São Paulo. Apesar do encarecimento dos produtos, as vendas estão melhores que no período pré-crise.

Roseli Hernandes, gerente de Locação e Vendas da Lello Imóveis, confirma a retomada das vendas de usados e a alta do preço. O total de imóveis comercializados pela empresa aumentou 19% em relação ao período anterior à crise. “Tem muito proprietário com medo de vender e depois se dar conta que não fez um bom negócio na hora de comprar outro. Os preços têm subido demais”, explica.

Para se ter uma ideia de como o comércio de casas e apartamentos está em alta, segundo dados do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), o preço médio do metro quadrado (m²) do usado na região que inclui Alto da Boa Vista, Alto dos Pinheiros e Brooklin Velho, que era de R$ 2,5 mil em agosto, foi para R$ 3,7 mil em setembro, uma alta de 51,89%. De agosto a setembro, as vendas de usados subiram 44,35% na capital paulista.

Ana Luiza Bueno, gerente comercial da Villa Daslu, começou a procurar apartamento há cerca de um ano. Dia sim, dia não, ela conversa com um dos dez corretores que estão correndo atrás do imóvel. “O mercado está muito aquecido. Quando paro para fazer as contas, o apartamento já foi vendido. Cheguei a um ponto em que eu própria estou batendo nos prédios para saber se há algum imóvel vago”, conta.

É o primeiro imóvel próprio de Ana Luiza, que sonha em começar 2010 no novo endereço. Ela procura um apartamento com área de até 290 m² e três suítes, no bairro do Itaim ou Jardins. “Sendo realista, acho difícil”, lamenta.

Não é só para a classe A que o mercado está inflacionado e com pouca oferta. Na favela de Paraisópolis, em São Paulo, uma das maiores do País, Helena dos Santos é dona de uma imobiliária informal há 26 anos e nunca viu os preços tão altos.

Se a casa de dois cômodos e banheiro, com área de cerca de 30 m², for em uma rua asfaltada e bem localizada, é vendida por cerca de R$ 30 mil. Seis meses atrás, o desembolso era bem menor, na faixa dos R$ 17 mil.

“Hoje tenho uns 150 imóveis em carteira. Não está fácil vender. O preço está alto e a intervenção da Prefeitura por aqui, com a desocupação de algumas áreas, tem gerado incertezas tanto para quem quer comprar quanto para os proprietários.”

FONTES DE RECURSOS

Para os bancos, a boa demanda confirma que o momento é propício para elevar as apostas nos financiamentos imobiliários. Além de ganhar diretamente com a operação de empréstimo habitacional, para os bancos é um grande negócio atuar cada vez mais no segmento. É uma forma de ter um cliente fiel por até 30 anos – prazo máximo de quitação de um financiamento – e, nesse período, vender a ele outros tantos produtos, como seguros e aplicações.

O principal argumento do sistema financeiro para apostar no potencial é o fato de o crédito imobiliário representar apenas 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, enquanto a média mundial é bem mais alta. No Chile, por exemplo, a participação é de 15% do PIB, lembra Luís Antonio França, diretor de crédito imobiliário do Itaú Unibanco.

Apesar dos planos de expansão, França garante que é importante não perder de vista a cautela. “Se a agressividade nesse negócio significa oferecer financiamentos com apenas 5%, 10% de entrada, não é o que pretendemos. Isso é risco sistêmico e pode matar o mercado, como vimos em outros países.”

A Caixa Econômica Federal, dona de mais de 70% dos empréstimos habitacionais no País, registrou em janeiro uma média de 2.032 financiamentos por dia. Neste mês, a média está em 3.978 contratos. O banco prevê desembolsar este ano R$ 38,5 bilhões com imóveis, 20% mais que em 2008.

“O mercado está muito bem. Não há porque não acreditar que esse comportamento será diferente em 2010 “, diz José Roberto Machado, diretor de Crédito Imobiliário do Santander Real. “É uma combinação de fatores que ajuda, como a queda da taxa de juros, o déficit habitacional do País e o alongamento dos prazos de financiamento.”

O Banco do Brasil (BB) é um dos mais novos players no financiamento imobiliário. Entrou em agosto do ano passado e não tem economizado na munição para divulgar o novo produto. Sergio Augusto Kurovski, gerente-executivo de Novos Negócios do BB, diz que as condições econômicas do País, com aumento do emprego e melhora da renda, são o que mais influencia o brasileiro atualmente a se decidir por um endividamento habitacional de longo prazo.

Com o apetite dos bancos e condições de financiamento muito parecidas, fica difícil ganhar participação. Para Antonio Barbosa, diretor de Crédito e Consórcio do HSBC, o segredo é o incremento do serviço. Além disso, segundo o executivo, o banco quer cada vez mais aumentar as parcerias com as construtoras e imobiliárias para oferecer o crédito direto na fonte.

Printed the fear of the crisis, real estate market lives new ” boom ”
 Financing of property until August the same grew 45% before period of 2008 and prices do not stop to go up
 Paula Pacheco
 the real estate market opposed the forecasts after the burst of the bubble in the United States and live in great phase. The home loans for natural person increased 45% in the January gathered the August of 2009, in the comparison with the same period of 2008.
Until August, given more recent, the public banks had poured R$ 58,3 billion in the real estate activity, by means of financings for natural person. The private institutions had spent R$ 12 billion. In relation the July, these operations had grown more than the other modalities of credit. The financial institutions say that they have beaten contract record in wallet and still wait for one 2010 better.
For the interested parties in buying a property, the bad notice is that the prices had not withdrawn. In contrast, they do not stop to go up. The executives of the incorporators argue that the increases have folloied the inflationary indices. But specialists, as Luiz Pablo Pompéia, president of the Brazilian Company of Studies of Patrimony (Embraesp), says that the readjustment has been bigger. “Therefore, the recommendation is to pechinchar, because the companies are with bigger edges and have fat to burn. ”
 The same behavior occurs in the used property. In the case of the apartments of high standard, the high one in the price of venda of the year passed to arrived 25% here, according to Celso Pinto, director of Sotheby ” s International Realty of São Paulo. Although price increasing of the products, vendas is better that in the period daily pay-crisis.
Roseli Hernandes, manager of Location and Immovable Vendas of the Lello, confirm the retaken one of vendas of used and the high one of the price. The total of property commercialized for the company increased 19% in relation to the previous period to the crisis. “It has much proprietor from fear to vender and later if giving account that did not make a good business in the hour to buy another one. The prices have gone up excessively “, explain.
To have an idea of as the commerce of houses and apartments it is in high, according to data of the Regional Advice of Real estate brokers of the State of São Paulo (Creci-SP), the average price of the square meter (m ²) of the used one in the region that includes High of the Boa Vista, High of Pinheiros and Old Brooklin, that age of R$ 2,5 a thousand in August, was for R$ 3,7 a thousand in September, one high one of 51,89%. Of August, vendas of used had the September gone up 44.35% in the São Paulo capital.
Ana Luiza Bueno, commercial manager of the Villa Daslu, started to look apartment has about one year. Day yes, day not, it talks with one of the ten correctors that are running behind the property. “The market is very warm. When I stop to make the accounts, the apartment already was vendido. I arrived at a point where proper I am beating in the building to know if he has some vacant property “, he counts.
It is the first proper property of Ana Luiza, who dreams in starting 2010 in the new address. It looks an apartment with area of up to 290 m ² and three suítes, in the quarter of the Itaim or Gardens. “Being realistic, I find difficult”, laments.
The one is not alone for the classroom that the market is inflated and with little it offers. In the slum quarter of Paraisópolis, in São Paulo, one of the greaters of the Country, Helena Dos Santos is real estate owner of an informal one has 26 years and it never saw the prices so high.
If the house of two cômodos and bathroom, with 30 area of about m ², will be in a tarred street and located well, it is vendida by about R$ 30 a thousand. Six months behind, the outlay was well lesser, in the band of R$ 17 a thousand.
“Today I have one 150 property in wallet. It is not easy to vender. The price is high and the intervention of the City hall this way, with the inoccupation of some areas, has generated uncertainties in such a way for who wants to buy how much for the proprietors. “
SOURCES OF RESOURCES
 For the banks, the good demand confirms that the moment is propitious to raise the appositive ones in the real estate financings. Beyond earning directly with the operation of habitacional loan, for the banks it is a great business to more act each time in the segment. It is a form to have a faithful customer for up to 30 years – maximum stated period of repayment of a financing – and, in this period, to vender it others as many products, as safe and applications.
The main argument of the financial system to bet in the potential is the fact of the home loans to represent only 2.7% of Produto Interno Bruto (PIB) Brazilian, while the world-wide average is well higher. In Chile, for example, the participation is of 15% of the GIP, remembers to Luis Antonio France, director of home loans of the Itaú Unibanco.
Although the expansion plans, France guarantees that it is important not to lose of sight the caution. “If the aggressiveness in this business means to offer financings with only 5%, 10% of entrance, is not what we intend. This is sistêmico risk and can kill the market, as we saw in other countries. “
The Federal government saving bank, owner of more than 70% of the habitacionais loans in the Country, registered in January a average of 2.032 financings per day. In this month, the average is in 3.978 contracts. The bank foresees to spend this year R$ 38,5 billion with property, 20% more than in 2008.
“The market is very well. It does not have because not to believe that this behavior will be different in 2010 “, says Jose Robert Machado, director of Home loans of Real Santander. “It is a combination of factors that helps, as the fall of the tax of interests, the habitacional deficit of the Country and the allonge of the financing stated periods. ”
 The Bank of Brazil (BB) is one of new players in the real estate financing. It entered in August of the last year and it has not saved in the ammunition to divulge the new product.
August Sergio Kurovski, controlling-executive of New Businesses of the BB, says that the economic conditions of the Country, with increase of the job and improves of the income, is what more he influences the Brazilian currently if to decide for a habitacional indebtedness of long stated period.
With the appetite of the banks and conditions of financing very seemed, it is difficult to gain participation. For Antonio Barbosa, director of Credit and Trust of the HSBC, the secret is the increment of the service. Moreover, according to executive, the bank more wants each time to increase the partnerships with the real estate constructors and to offer to the credit right-hander in the source.
 

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Melhor investimento do mercado imobiliario de São Paulo

Aceleração imobiliária – Estadao

Sábado, 14 de Novembro de 2009 | Versão Impressa

Aceleração imobiliária

 

Para o mercado de imóveis paulistano, setembro foi o segundo melhor mês da série histórica registrada pelo sindicato da habitação (Secovi): foram vendidas 5.049 unidades, 41,1% mais do que em agosto, quando foram comercializadas 3.578 moradias. É um sinal da recuperação do setor, visível não apenas no segmento residencial, mas também no comercial.

O setor de imóveis enfrentou um período de graves dificuldades, que começou no terceiro trimestre de 2008 e se estendeu até abril deste ano: “A crise financeira globalizada criou um clima de incerteza que, praticamente, paralisou os negócios no final de 2008″, notou o economista-chefe do Secovi, Celso Petrucci. A partir de maio, o mercado paulistano apresentou uma recuperação constante.

O índice Secovi de vendas em relação à oferta (VSO) alcançou o melhor resultado histórico, 30,8%, ou seja, de cada mil imóveis oferecidos, 308 foram comercializados, contra 22,7%, em agosto. A retomada foi apoiada, em setembro, pelo crescimento dos financiamentos com recursos das cadernetas de poupança, os maiores do ano, atingindo R$ 3,6 bilhões, destinados a 30,2 mil imóveis.

Entre setembro de 2008, quando o setor já estava em crise, e setembro de 2009, quase dobrou o número de imóveis comercializados em São Paulo (aumento de 98,5%). No mesmo período, o valor das vendas passou de R$ 665,3 milhões para R$ 1,3 bilhão.

Os resultados só foram alcançados porque houve uma mudança da política das construtoras e incorporadoras, que passaram a ofertar imóveis menores e mais acessíveis aos compradores, escaldados pela crise. Em setembro, 47,7% das unidades comercializadas tinham dois dormitórios e o preço médio foi de R$ 137 mil, valor 22,6% inferior ao das moradias oferecidas no início do ano, ao preço médio de R$ 177 mil.

Mesmo as construtoras habituadas a produzir unidades para a classe de renda média e média alta procuram, hoje, lançar imóveis para as faixas de renda mais baixa, onde se concentra o déficit de habitações e maior é a demanda. Algumas empresas já desenvolvem projetos pilotos para atender à demanda das moradias previstas no programa Minha Casa, Minha Vida. Este programa, embora registre um ritmo muito inferior ao previsto pelo governo, criou um ambiente favorável para a construção civil.

Entre janeiro e setembro, foram vendidas 25.087 moradias, número 11,9% menor que o do mesmo período do ano passado. Mas a reação é tão vigorosa que os construtores já admitem a possibilidade de que o volume total de vendas deste ano alcance de 33 mil a 34 mil unidades, superando as 32,8 mil unidades vendidas no ano passado.

No segmento comercial, há grandes investimentos planejados ou iniciados na área do varejo, que se beneficiou com a recuperação das vendas. Em cidades do interior de São Paulo, como Campinas e Indaiatuba, grandes projetos de shopping centers estão sendo lançados, atraídos ou pela concentração de habitantes com elevado poder aquisitivo ou pela mobilidade social das faixas de renda mais baixa, que ascendem a níveis mais altos. Apenas dois desses empreendimentos preveem, respectivamente, a construção de 120 mil m². Também na capital e na região do ABC haverá novos centros comerciais, por exemplo, na região do Largo da Batata, em Pinheiros, para aproveitar a construção de uma estação de metrô. Uma tradicional empresa de capital aberto, a Lojas Americanas, anunciou a disposição de abrir 400 novos pontos de venda, em todo o País, nos próximos quatro anos, quase dobrando sua rede atual, de 471 lojas.

A relativa queda dos juros favoreceu a construção civil na obtenção de capital de giro. O resultado é o aumento dos lançamentos: 4.286 unidades foram lançadas, em São Paulo, em setembro, segundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), 81% mais do que no mesmo mês do ano passado. É um sinal de que voltou a haver equilíbrio entre a oferta e a procura de terrenos para edificação, objetos de forte especulação e preços muito elevados, entre 2007 e 2008.

Mas a sustentabilidade do crescimento do setor também dependerá do crescimento da oferta de recursos, não apenas no ano eleitoral de 2010. No longo prazo, tendem a ser insuficientes as verbas do FGTS e dos depósitos de poupança.

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Real estate acceleration
 
For the paulistano market of property, September was as the better month of the historical series registered by the union of the habitation (Secovi): 5,049 units, 41.1% had been sold more than what in August, when 3,578 housings had been commercialized. It is a signal of the recovery of the sector, visible not only in the residential segment, but also in the advertising.
The sector of property faced a period of serious difficulties, that started in the third trimester of 2008 and if it extended until April of this year: “The globalizada financial crisis created an uncertainty climate that, practically, paralyzed the businesses in the 2008 end ″, the chief economist of the Secovi noticed, Celso Petrucci. From May, the paulistano market presented a constant recovery.
The Secovi index of vendas in relation to offers (VSO) reached optimum historical result, 30.8%, that is, of each a thousand offered property, 308 had been commercialized, against 22,7%, in August. The retaken one was supported, in September, for the growth of the financings with resources of the matching-fund saving accounts, the greaters of the year, reaching R$ 3,6 billion, destined the 30,2 a thousand property.
Between September of 2008, when the sector already was in crisis, and September of 2009, almost it folded the number of property commercialized in São Paulo (98,5% increase). In the same period, the value of vendas passed of R$ 665,3 million for R$ 1,3 billion.
The results alone had been reached because it had a change of the politics of the constructors and incorporators, who had started to offer lesser and accessible property to the purchasers, escaldados for the crisis. In September, 47.7% of the commercialized units had two dormitories and the average price was of R$ 137 a thousand, value 22.6% inferior to the one of the offered housings at the beginning of the year, to the average price of R$ 177 a thousand.
Exactly the accustomed constructors to produce units for the classroom of high average and average income look for, today, to launch property for the income bands lower, where if she concentrates the deficit of habitations and greater is the demand. Some companies already develop projects pilots to take care of to the demand of the housings foreseen in the program My House, My Life. This program, even so registers an inferior rhythm very to the foreseen one for the government, created a favorable environment for the civil construction.
Between January and September, 25,087 housings, number 11.9% had been vendidas minor who of the same period of the last year. But the reaction is so vigorous that the constructors already admit the possibility of that the total volume of vendas of this year reach of the 33 a thousand 34 a thousand units, surpassing the 32,8 a thousand units vendidas in the last year.
In the commercial segment, it has great planned investments or initiates in the area of the retail, that if benefited with the recovery of vendas. In cities of the interior of São Paulo, as Campinas and Indaiatuba, great projects of shopping centers are being launched, attracted or for the concentration of inhabitants with raised purchasing power or for the social mobility of the income bands lower, that promote the levels highest. But two of these enterprises preveem, respectively, the construction of 120 a thousand m ².

 

不动产的加速度
  
为物产, 9月paulistano市场是作为居住(Secovi)的联合登记的历史系列的更好的月: 5,049个单位,在8月有的是vendidas更多比什么41.1%,当3,578套住房商业化。 它是区段的补救的信号,可看见不仅在住宅段,而且在广告。
在第三三个月面对严肃的困难的期间,那开始的物产区段2008年,并且,如果它延伸了直到4月今年: “globalizada金融危机创造了在2008个末端″,实际,麻痹企业的不确定性气候,被注意的Secovi的主经济师, Celso Petrucci。 从5月, paulistano市场提出了恒定的补救。
vendas Secovi索引关于提议(VSO)到达了最宜的历史结果, 30.8%,即,每被提供的一千物产, 308商业化,反对22,7%,在8月。 9月支持再拿的你,为财务的成长与资源匹配资助储蓄存款,年的greaters,到达R$ 3,6十亿,注定了30,2一千物产。
在9月2008年,当区段已经在危机和9月2009年之间,它几乎折叠了在São商业化的物产的数字Paulo (98,5%增量)。 在同一个期间, vendas的价值通过了R$ 665,3百万为R$ 1,3十亿。
单独结果被到达了,因为它有建设者和incorporators的政治的变动,开始为采购员提供少许和容易接近的物产, escaldados为危机。 在9月, 47.7%商业化的单位有二栋宿舍,并且平均价格是R$ 137一千,年初重视22.6%下等到那个被提供的住房,到R$ 177的平均价格一千。
导致单位的确切习惯的建设者为高平均和平均收入教室寻找,今天,发射物产为收入带更低的地方,如果她集中居住缺乏,并且更加伟大的是需求。 有些公司已经开发项目飞行员照料对在节目预见的住房的需求我的议院,我的生活。 这个节目,即使如此登记下等节奏非常到预见的一个为政府,创造一个有利环境为民用建筑。
在1月和9月之间, 25,087套住房,第11.9%是最后一年的同一个期间的vendidas未成年人。 但反应是很苍劲的建设者已经承认那的可能性33一千34一千个单位的今年伸手可及的距离vendas的总容量,超过32,8一千个单位vendidas在最后一年。
No segmento comercial, há grandes investimentos planejados ou iniciados na área do varejo, que se beneficiou com a recuperação das vendas. 在São Paulo内部城市,作为坎皮纳斯和Indaiatuba,购物中心了不起的项目开始,被吸引或者为居民的集中以低被上升的购买力或为收入带的社会流动性,促进水平最高。 但二这些企业preveem,各自建筑120一一千m ²。

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Crise fica no passado para as construtoras – 21/10/2009

Crise fica no passado para as construtoras – 21/10/2009

Fonte:Valor Online

Anna Carolina Negri/Valor
Foto Destaque
Eduardo Gorayeb, da Rodobens: “O cenário é mais positivo em todos os sentidos, da demanda à oferta de crédito.”

O cenário da construção civil, definitivamente, mudou de direção. A crise – que causou sérios estragos em algumas companhias – já começa a ficar para trás e abre espaço para uma nova rodada de anúncios de vendas recordes. A prévia de resultados operacionais divulgada pelas empresas com ação em bolsa também mostra uma nova tendência: o conservadorismo que pautou o discurso das empresas ao longo de todo o ano dá lugar a um tom mais otimista – refletido no aumento dos lançamentos, que estavam estacionados para que as construtoras pudessem desovar estoques, e em novas projeções de vendas.

O exemplo mais agressivo dessa mudança de rota é a mineira MRV , que atua na baixa renda e aumentou sua previsões de vendas para este ano, podendo chegar a R$ 3 bilhões. Em 2010, a companhia estima vender entre R$ 3,7 bilhões e R$ 4 bilhões. Beneficiada pelo programa do governo, a companhia anunciou vendas recordes – que atingiram R$ 789,4 milhões, alta de 85,8% sobre o mesmo período do ano passado. Os lançamentos da companhia mineira no terceiro trimestre subiram 28,2%, atingindo R$ 650 milhões.

A Rodobens Negócios Imobiliários, que também constrói imóveis populares, vendeu R$ 150 milhões entre julho e setembro, alta de 46% sobre os mesmos meses de 2009. No acumulado do ano, as vendas somam R$ 380 milhões, 15% acima dos nove primeiros meses do ano passado. “O mercado está com perspectiva muito positiva, a receptividade tem sido muito boa”, afirma Eduardo Gorayeb, presidente da companhia. “A oferta de crédito para capital de giro também aumentou”, afirma. Os lançamentos somaram 3011 unidades, recorde histórico da companhia, e somaram R$ 182 milhões, alta de 21% sobre o trimestre anterior.

Empresas que atuam na baixa renda estão reduzindo preços para se enquadrar no plano habitacional do governo e, por conta disso, precisam vender mais unidades para não comprometer o faturamento- essa equação deve começar a aparecer nos próximos balanços. “Temos que produzir mais e o esforço, que era de vendas, passou a ser de produção”, afirma Gorayeb. O preço médio da Rodobens caiu de R$ 103 mil no segundo trimestre para R$ 73 mil no terceiro.

Quem atua em residencial para a classe média e alta e em imóveis comerciais, como Helbor e Even, também venderam mais. As vendas da Helbor somaram R$ 314 milhões, alta de 182% sobre o terceiro trimestre de 2008. A Even teve vendas recordes de R$ 426 milhões no terceiro trimestre, alta de 36% sobre 2008. A única exceção é a Agre, junção da Abyara, Agra e Klabin Segall, que está se estruturando em uma única companhia. Vendeu R$ 541 milhões entre julho e setembro, contra R$ 994 milhões das três companhias juntas no ano passado.

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