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Bancos agora cortejam as imobiliárias

Bancos agora cortejam as imobiliárias

    De São Paulo
    05/02/2010

Depois de disputarem as redes varejistas de eletrodomésticos para expandir suas carteiras de crédito ao consumo, os bancos partem agora em busca de acordos com as imobiliárias. É a partir delas que as instituições vão distribuir produtos para imóveis, como financiamentos e seguros.

Ao fechar parcerias com os corretores, os bancos estão interessados em marcar posição em um negócio que ainda tem muito espaço para crescer. No Brasil o mercado de crédito imobiliário corresponda a 2% do Produto Interno Bruto (PIB), volume bastante inferior aos 69% dos Estados Unidos ou mesmo dos 11% do México. Além disso, é nas imobiliárias que se concentra a maior parte das transações do mercado. Os imóveis usados representam 63% das vendas anuais de casas e apartamentos.

“O importante para o banco é estar perto do cliente logo na hora em que ele decide comprar um imóvel”, diz Ademar Larine, presidente da CrediPronto, sociedade entre o Itaú e a imobiliária Lopes.

Criada por Larine e pela Lopes em 2007, a CrediPronto contratou o banco Goldman Sachs para encontrar um parceiro financeiro. A disputa teve 12 concorrentes. O Itaú saiu vencedor com a proposta de pagar R$ 290 milhões à vista à Lopes e outros R$ 220 milhões vinculados ao resultado da CrediPronto pelos próximos dez anos. Agora, as 152 lojas da Lopes e de suas associadas – número que ainda será expandido – só podem oferecer a seus clientes produtos do Itaú.

No ano passado, a CrediPronto gerou cerca de R$ 150 milhões em financiamento imobiliário. Para este ano, a expectativa é que a companhia ofereça R$ 350 milhões.

A BM Sua Casa, distribuidora de produtos financeiros da Brazilian Mortgages, opera com 30 lojas próprias – que estão até em shopping centers – e mais 500 imobiliárias associadas. “A compra de um imóvel é uma decisão familiar, geralmente tomada fora do horário comercial de um banco, por isso é importante criar canais alternativos de venda do financiamento”, avalia Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages.

Tanto a CrediPronto quanto a BM Sua Casa pagam comissões para as imobiliárias, modelo que não é seguido pelo Santander. “Acreditamos que, ao oferecer o crédito a seus clientes, as imobiliárias já são beneficiadas”, diz Nerian Gussoni, superintendente de crédito imobiliário do banco.

A estratégia do Santander passa por um site na internet, o WebCasas, comprado pelo banco no mês passado. Ao mesmo tempo em que mostra os classificados de imóveis e informações do mercado, a página também apresenta os produtos da instituição. Em 2002, para avançar no financiamento de veículos, o banco Real, adquirido pelo Santander, comprou o WebMotors e chegou a ter a liderança do setor.

A dificuldade que as instituições financeiras encontram para se associar às imobiliárias é o fato de esse ainda ser um mercado totalmente pulverizado, diferentemente do varejo de eletrodomésticos. Só existem duas grandes empresas no setor, a Lopes e a Brasil Brokers, ainda sem parceiros financeiros.

Para as imobiliárias, as parcerias também são valiosas. “É um importante instrumento de liquidez do mercado. Ao facilitar a venda de um imóvel usado, acaba-se favorecendo também o mercado de novos porque o vendedor pode optar por morar em um apartamento mais atual”, diz Tomás Salles, diretor da Lopes. Ou seja, a corretora ganha duas vezes. “Hoje o brasileiro muda muito pouco de casa porque não tem como pagar”, diz Salles. Levantamento feito pelo Credit Suisse mostrou que os mexicanos trocam de imóvel quatro vezes ao longo da vida, enquanto a média brasileira é de 1,8 vez. (C.M.)

Prefeitura de SP planeja reformar 58 prédios desocupados do centro

Domingo, 01 de Novembro de 2009 | Versão Impressa

Prefeitura de SP planeja reformar 58 prédios desocupados do centro

Andares hoje totalmente ociosos vão dar lugar a apartamentos de R$ 40 mil a R$ 170 mil feitos pela Cohab

Bruno Tavares e Rodrigo Brancatelli

Assim como na época em que o Cineasta Hotel funcionava, até quase dez anos atrás, as xícaras, pratos de porcelana e talheres permanecem expostos ali na sala de café. Estão empoeirados, jogados nas mesas de qualquer jeito, sujos – ainda assim, a louça e toda a decoração da década de 50 do imóvel mantêm de certa forma um pouco do charme que já existiu naquele prédio hoje abandonado na Avenida São João. Decadentes e esquecidos, como grande parte do centro de São Paulo, os quartos do Cineasta podem agora também simbolizar uma nova chance para a região.

O hotel é um dos 58 edifícios ociosos escolhidos pela Companhia Metropolitana de Habitação (Cohab) para ser transformado em moradia popular até 2012. O endereços foram selecionados com base em estudo inédito da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP), feito a pedido da própria Cohab, que descobriu pelo menos 208 prédios desocupados no centro paulistano.

Todos os imóveis foram analisados, os donos encontrados e as dívidas procuradas – em média, cada prédio deve R$ 100 mil de IPTU. Os pesquisadores descobriram ainda que 90 prédios têm comércio no térreo ou o estacionamento alugado, enquanto outros 68 edifícios estão completamente vazios. Com o estudo em mãos, a companhia escolheu agora os 58 edifícios que reúnem as condições para serem desapropriados, reformados, revitalizados e vendidos para a população de baixa renda.

“O grande problema desses prédios é a situação jurídica, pois são dezenas de herdeiros que não se entendem há anos e, por isso, os endereços estão ociosos”, diz o engenheiro Luiz Ricardo Pereira-Leite, presidente da Cohab. “E também há toda a dificuldade de adaptar esses prédios antigos para a legislação atual. Em alguns casos, é impossível adaptar. Por isso, queremos fazer a coisa direito, com pé e cabeça. Escolhemos os prédios que podem ser reformados por um preço realista e estamos neste momento levantando as plantas para saber como fazer a adequação.”

Os prédios terão de 50 a 280 unidades e a ideia é que cada apartamento custe de R$ 40 mil até R$ 170 mil, atraindo todas as faixas salariais dos 900 mil cadastrados na fila da Cohab. O financiamento será feito por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que dá subsídio de R$ 52 mil para habitações destinadas a famílias que ganham até dez salários mínimos (R$ 4.650).

DIFICULDADES

Os hotéis ociosos poderão ser os primeiros do plano – tratado como o maior projeto da história da companhia -, justamente por serem mais fáceis de serem revitalizados.

A negociação do Cineasta Hotel, por exemplo, já está em curso. Seus quartos de 35 metros quadrados são praticamente unidades prontas – só corredores serão rearranjados e os banheiros, divididos para dar lugar às cozinhas. Enquanto isso, os outros imóveis serão desapropriados conforme os acordos avançarem. “Hoje, se a gente fizer unidades de 20 metros quadrados, teremos público; se fizermos de 100 metros quadrados, também”, diz Pereira-Leite. “São duas as perguntas que estamos nos fazendo: como é possível reverter esse panorama do centro de São Paulo e o que é factível? O que for, faremos.”

O presidente da Cohab reconhece que há entraves no projeto, como a dificuldade de adaptar prédios antigos às novas regras de acessibilidade paulistanas. Ele prefere não adiantar o valor máximo que a Prefeitura pretende gastar com as reformas. Mas, quando o assunto é o porte do investimento, Pereira-Leite faz uma ponderação: “Reabilitar um prédio custa mais caro no micro, sem sombra de dúvida. Mas se você colocar na conta a infraestrutura, vale a pena.”

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Crise fica no passado para as construtoras – 21/10/2009

Crise fica no passado para as construtoras – 21/10/2009

Fonte:Valor Online

Anna Carolina Negri/Valor
Foto Destaque
Eduardo Gorayeb, da Rodobens: “O cenário é mais positivo em todos os sentidos, da demanda à oferta de crédito.”

O cenário da construção civil, definitivamente, mudou de direção. A crise – que causou sérios estragos em algumas companhias – já começa a ficar para trás e abre espaço para uma nova rodada de anúncios de vendas recordes. A prévia de resultados operacionais divulgada pelas empresas com ação em bolsa também mostra uma nova tendência: o conservadorismo que pautou o discurso das empresas ao longo de todo o ano dá lugar a um tom mais otimista – refletido no aumento dos lançamentos, que estavam estacionados para que as construtoras pudessem desovar estoques, e em novas projeções de vendas.

O exemplo mais agressivo dessa mudança de rota é a mineira MRV , que atua na baixa renda e aumentou sua previsões de vendas para este ano, podendo chegar a R$ 3 bilhões. Em 2010, a companhia estima vender entre R$ 3,7 bilhões e R$ 4 bilhões. Beneficiada pelo programa do governo, a companhia anunciou vendas recordes – que atingiram R$ 789,4 milhões, alta de 85,8% sobre o mesmo período do ano passado. Os lançamentos da companhia mineira no terceiro trimestre subiram 28,2%, atingindo R$ 650 milhões.

A Rodobens Negócios Imobiliários, que também constrói imóveis populares, vendeu R$ 150 milhões entre julho e setembro, alta de 46% sobre os mesmos meses de 2009. No acumulado do ano, as vendas somam R$ 380 milhões, 15% acima dos nove primeiros meses do ano passado. “O mercado está com perspectiva muito positiva, a receptividade tem sido muito boa”, afirma Eduardo Gorayeb, presidente da companhia. “A oferta de crédito para capital de giro também aumentou”, afirma. Os lançamentos somaram 3011 unidades, recorde histórico da companhia, e somaram R$ 182 milhões, alta de 21% sobre o trimestre anterior.

Empresas que atuam na baixa renda estão reduzindo preços para se enquadrar no plano habitacional do governo e, por conta disso, precisam vender mais unidades para não comprometer o faturamento- essa equação deve começar a aparecer nos próximos balanços. “Temos que produzir mais e o esforço, que era de vendas, passou a ser de produção”, afirma Gorayeb. O preço médio da Rodobens caiu de R$ 103 mil no segundo trimestre para R$ 73 mil no terceiro.

Quem atua em residencial para a classe média e alta e em imóveis comerciais, como Helbor e Even, também venderam mais. As vendas da Helbor somaram R$ 314 milhões, alta de 182% sobre o terceiro trimestre de 2008. A Even teve vendas recordes de R$ 426 milhões no terceiro trimestre, alta de 36% sobre 2008. A única exceção é a Agre, junção da Abyara, Agra e Klabin Segall, que está se estruturando em uma única companhia. Vendeu R$ 541 milhões entre julho e setembro, contra R$ 994 milhões das três companhias juntas no ano passado.

Vintage – Arte de Morar

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Plano Minha Casa Minha Vida em Campinas

setembro 20, 2009 4 comentários

Aguarde mais novo lançamento em Campinas do Plano Minha Casa Minha Vida.

Lista de documentos comprador :

http://www1.caixa.gov.br/habitacao/documentoshabitacaocaixa/frm_geral.asp?modulo=cfnu

Regras

caderno 0 a 3 sal cef

CASAS CAMPINAS

 

Casas totalmente financiadas pela CEF.

Se tiver interesse, envie um comentário que lhe enviarei um formulário, este aí disponível no link acima dá uma relação de documentos do comprador em função de suas caracteristicas (casado, solteiro, portador de FGTS) .

A 8 km do Shopping Dom Pedro, próximo a Rodovia Dom Pedro

Melhor condominio de Campinas, acesso fácil ao centro de Campinas, 15 km, Ponto de Onibus na porta do condominio.

Totalmente financiado pela CEF.

Aguarde !!!!

Presidente da CEF faz balanço do Minha Casa – 16/9/2009

Presidente da CEF faz balanço do Minha Casa - 16/9/2009

Fonte:Valor Online 

 

A presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Maria Fernanda Ramos Coelho, quase não consegue parar para dar entrevista depois de sua apresentação no Brazil Real Estate Conference, em Nova York. Investidores estrangeiros e executivos brasileiros, com os seus cartões em mãos para se apresentar à executiva, queriam tirar mais dúvidas sobre o plano ou simplesmente cumprimentar o seu trabalho à frente da instituição.

Depois de atender cordialmente a cada um deles, senta-se para falar sobre o Minha Casa, Minha Vida, plataforma política importante do atual governo, costurada por Maria Fernanda e a ministra Dilma Roussef com 11 das maiores empresas do setor. Procura ser precisa nos números e o que não tem de cabeça providencia rapidamente via e-mail pelo seu blackberry. A CEF tem 329.836 unidades em análise, que representam 1726 empreendimentos. Desse total, 54 mil unidades já foram aprovadas (285 empreendimentos). A meta do governo é aprovar 400 mil unidades este ano e outras 400 mil em 2010 do total de 1 milhão de casas anunciado pelo programa. “33% da meta já está em análise dentro da Caixa”, diz Maria Fernanda.

A cobrança dentro e fora de “casa” é grande. A maior dúvida que o setor e os investidores têm hoje diz respeito à capacidade de colocar o programa em prática. “Esse é, sem dúvida, nosso maior desafio”, diz a presidente da Caixa. “A ministra nos pede capacidade de resposta.”

Para conseguir dar agilidade às aprovações, segundo Maria Fernanda, além de ter reduzido a burocracia de mais de 200 itens para cerca de 50, contratou 300 novos engenheiros e arquitetos desde o começo do ano. A Caixa também trabalha com cerca de duas mil empresas terceirizadas que auxiliam no trabalho de aprovação. Mas e o risco de formar uma carteira de crédito deficiente que será carregada por até 30 anos? “Simplificamos o processo, mas não alteramos o nível de avaliação de risco”, diz. “Nossa taxa de inadimplência está estável na casa de 2% e o rating de crédito da Caixa melhorou no último ano “, completa. A avaliação mais alta (AA-B) , que representava 61,4% em junho de 2008 passou para 67% em junho de 2009.

Embora a CEF seja o maior agente de crédito imobiliário no país, com 72,4% do total concedido, Maria Fernanda defende a entrada de outras instituições no programa Minha Casa, Minha Vida. O Banco do Brasil já anunciou que vai aderir, mas os bancos privados ainda não deram qualquer sinalização até porque o gestor dos recursos do FGTS é a Caixa.

O banco tem procurado fazer parcerias com as grandes empresas. Criou a figura do correspondente bancário, no qual a construtora pode adiantar boa parte do processo burocrático e só passa para a CEF a aprovação do crédito. Recentemente, abriu uma plataforma de atendimento especial para as grandes empresas e passou a centralizar o processo de aprovação das que atuam em vários estados.

Uma das críticas das construtoras em relação à Caixa está relacionada à avaliação dos imóveis – que costumavam ser subavaliados segundo as empresas. “Agora a discussão da avaliação do imóvel é feita por cada unidade da federação, que considera todos os aspectos daquela região.”

Até o fim de agosto, o volume de crédito imobiliário da CEF foi de R$ 26 bilhões, mais do que o total concedido no ano passado inteiro, quando o banco financiou R$ 23 bilhões. No primeiro semestre, houve aumento de 90% em relação aos primeiros seis meses do ano passado. Durante a crise, segundo a exposição feita por Maria Fernanda, a Caixa aumentou a concessão de crédito imobiliário em 51,2%, enquanto os outros bancos reduziram em 18,2%.

STX aposta em projeto imobiliário integrado – 10/7/2009

STX aposta em projeto imobiliário integrado – 10/7/2009

Fonte:Valor Econômico

Chico Santos, do Rio
10/07/2009

O projeto federal Minha Casa, Minha Vida vai centralizar nos próximos anos as atenções das empresas imobiliárias interessadas em fazer exclusivamente moradias e quem quiser trabalhar fora deste segmento terá que partir para projetos múltiplos. “Os empreendimento terão que ser mais orgânicos, não ter só apartamentos. Precisam ter hotéis, escritórios, comércio e serviços”, avalia o arquiteto Marcelo Conde, diretor-geral da recém-fundada STX Desenvolvimento Imobiliário.

Foi antevendo esta mudança de perfil no mercado imobiliário, em grande parte determinada pela crise econômico-financeira internacional, que no final do ano passado Conde decidiu que estava na hora de ir além da sua empresa de arquitetura, a STA, e criou a STX, empresa voltada para o desenvolvimento de projetos integrados, começando pela escolha do terreno, a concepção do projeto e a avaliação das possibilidades imobiliárias de determinadas áreas das grandes cidades brasileiras. Pronto o pacote, a empresa pode ou não ser sócia dos empreendedores.

A crise, segundo Conde, tem levado muitas empresas que estocaram volumosos bancos de terrenos, os chamados “land banks” no jargão setorial, a reavaliarem seus ativos, muitas vezes tendo que se desfazer de parte desses bancos a preços deprimidos ou até buscando a devolução da área ao dono original com prejuízos de parte a parte. Para evitar esse tipo de revés, a STX surgiu com objetivo de se antecipar às tendências. A pretensão é oferecer aos clientes “áreas promissoras que possam acontecer rápido e que sejam vetores de desenvolvimento”, conta Conde.

Vetores de desenvolvimento são aquelas áreas para as quais as cidades irão necessariamente crescer e nem sempre são as que parecem sê-lo. Conde exemplifica com Belo Horizonte. Segundo ele, tudo indicava que o vetor principal seria na área da BR-040 (município de Nova Lima), mas os investimentos públicos estão direcionando as prioridades para o caminho do aeroporto de Confins.

O cuidado com riscos nesta fase de capitais escassos, em oposição à fartura do período 2006-2008, quando mais de 20 empresas do setor se capitalizaram no mercado de ações, faz com que Conde seja reticente em relação a projetos em evidência, como o da revitalização da área do porto do Rio de janeiro.

Para ele, serão necessárias algumas medidas básicas para o projeto atrair o setor privado, como a demolição de todo o elevado da avenida Perimetral, a abertura de espaços para moradias e uma solução urbanística para as favelas da área, em especial o Morro da Providência, primeira favela a receber esta denominação na cidade.

Ainda assim, Conde avalia que a reurbanização do porto do Rio não pode ser esquecida em um levantamento das perspectivas de projetos mais amplos para o setor imobiliário. A Copa do Mundo de 2014 é outro evento que, na sua avaliação, demandará complexos urbanísticos para além da simples construção de prédios de apartamentos, o foco da nova empresa.

Herdeira de projetos em andamento executados pela STA, da área de arquitetura, a STX nasceu com uma carteira de seis empreendimentos de grande porte, um em Brasília, combinando hotel, escritórios e comércio, dois no interior do Estado do Rio de Janeiro, um em Belém, um em Recife e outro em Osasco (SP). Esses projetos somam nove milhões de metros quadrado e têm valor geral de venda (VGV) estimado em R$ 6 bilhões.

Conde vê perspectivas boas em negócios para além da simples construção de moradias, especialmente nos centros de Recife, de Porto Alegre, em Salvador, em Belém e em Brasília.

Alphaville Granja Viana – Vendo 2.500 m2 em lotes comerciais na portaria do condominio

convite alphaville 1convite alphaville

5 lotes comerciais apenas, de frente pra Av. São Camilo, melhor oportunidade pra quem trabalhar ao lado do Alphaville, do  lado de São Paulo, dentro de uma área verde de 300 mil m2 (cerca de 230 m2 de área verde por habitante). Devido ao número limitadissimo de unidades e a exclusividade do projeto.  Não perca a oportunidade !! Como investimento, terreno moeda forte, não há outro projeto igual no mercado !

mapa alphaville granja viana

Escolha seu lote, para investimento ou moradia, melhor oportunidade do ano !!

DADOS TÉCNICOS:


População
Previsão de população 304 x 5 = 1520 habitantes
Área verde por habitante 228 m²/habitante
Estatísticas de Áreas
Área total 674.938,97 m²
Área de lotes 198.062,45 m²
Estatística de Lotes
Residenciais Unifamiliares 179.561,34 m² (304 lotes)
Comerciais 18.501,11 m² (29 lotes)
Áreas Verdes
Clube 19.354,29 m²
Espaços livres (EL) 35.605,83 m²
Áreas Verdes externas 139.280,01 m²
Áreas de Preservação Permanente (APP) 152.305,68 m²
Total de áreas verdes 346.545,81 m²

Matéria publicada na imprensa :

Alphaville Granja Viana vem aí

A Prefeitura de Carapicuíba assinou em 19 de maio, um Termo de Compromisso para construção de duas novas creches na cidade, uma na Estrada do Jacarandá, Roseira Parque, com 250 vagas e outra na Estrada do Jathay, Ariston III, com 220 vagas.

A conquista veio através de uma reivindicação do prefeito Sergio Ribeiro junto à empresa Alphaville Urbanismo S/A, que construirá um condomínio na cidade, o Alphaville Granja Viana, na Avenida São Camilo.

A área total tem cerca de 700 mil metros quadrados de mata nativa, como vocês podem observar no google maps aqui.
Apenas um terço será destinado ao condomínio, um empreendimento com cerca de 400 lotes de 500 metros, para residências de alto padrão.

Por solicitação da prefeitura, o restante da área será transformado em parque para uso da comunidade e a região ganhará um novo acesso até o km 26 da Rodovia Raposo Tavares.

Marcelo Willer, representante da Alphaville Urbanismo ressaltou que, “será implantado um centro de educação ambiental para as crianças das escolas da região, que vai ajudar na preservação do patrimônio ambiental”.

O prefeito Sergio Ribeiro já determinou que as duas creches fossem construídas pela própria Alphaville Urbanismo, para dar agilidade às obras.

Outros detalhes sobre o empreendimento Alphaville Granja Viana serão dados em breve pela Assessoria de Imprensa da empresa.

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33551283355127 me envie um email jonasjr@delfortefrema.com.br que darei mais detalhes (91067441)

Feirão da Casa Própria movimenta R$ 1 bilhão em São Paulo

sábado, 23 de maio de 2009, 18:12 | Online

 

Feirão da Casa Própria movimenta R$ 1 bilhão em São Paulo

Evento vende 110 mil unidades residenciais com financiamentos que cobrem até 100% do valor do imóvel

GUSTAVO URIBE - Agencia Estado

Filipe Araújo/AE

Feirão acaba neste domingo

SÃO PAULO - No penúltimo dia da quinta edição do Feirão da Casa Própria, que oferece 110 mil unidades residenciais com financiamentos que cobrem até 100% do valor do imóvel, o volume de negócios fechados até as 16 horas de hoje chegou a R$ 966 milhões em São Paulo, levando em conta os contratos assinados no local e os já negociados. Segundo a assessoria da Caixa Econômica Federal (CEF), até o final da tarde deste sábado o total de negócios firmados no feirão deveria atingir a marca de R$ 1 bilhão, dois terços do estimado para os quatro dias do evento (R$ 1,5 bilhão). 

Veja também  

especial Especial: No Feirão, a hora de comprar é agora
tabela Não se perca dentro da ‘cidade’ que é o Feirão
 

 

Até as 16 horas, a organização do evento contabilizou a visita de 60 mil pessoas ao Centro de Exposições Imigrantes (SP) – 26 mil hoje e 34 mil na quinta e na sexta-feira. O Feirão da Casa Própria termina amanhã e a expectativa da CEF é de que o público chegue a 100 mil.O feirão é a aposta da Caixa Econômica para manter em alta a indústria da construção civil e o ritmo de contratação de empréstimos imobiliários. As ofertas no mercado atendem a todos os bolsos, com financiamentos que chegam a prazos de 30 anos. Os interessados podem fechar o negócio no evento ou assinar o contrato posteriormente.

Nos quatro primeiros meses do ano, o banco liberou só no Estado de São Paulo R$ 2,9 bilhões em crédito habitacional, contra R$ 1,3 bilhão no mesmo período do ano passado. Em unidades habitacionais, o salto foi de 24.826 no mesmo período de 2008 para 67.633 o primeiro quadrimestre deste ano.

Mesmo sem adesão de grandes Estados e municípios, pacote de habitação tem forte procura

Infraestrutura: Mesmo sem adesão de grandes Estados e municípios, pacote de habitação tem forte procura Plano já tem projetos, terrenos e muitas famílias cadastradas

Marli Lima, Sergio Bueno, César Felício, Vanessa Jurgenfeld e Ana Paula Grabois, de Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis e Rio
20/04/2009

O programa Minha Casa, Minha Vida, começou, de fato, ao longo dos seus primeiros cinco dias. Nesta semana, dois contratos de financiamento de projetos habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida vão ser assinados na cidade de Curitiba direcionados para famílias até três salários mínimos. Na semana passada, seis projetos de construtoras foram protocolados na Superintendência da Caixa Econômica Federal de Florianópolis, direcionados para famílias acima de três mínimos. Em Porto Alegre, foi registrada manifestação de interesse para nove projetos para 4,5 mil casas para baixa renda. Ao mesmo tempo, no Estado de São Paulo, onde o déficit habitacional é de 1,4 milhão de moradias, a forte demanda por parte da população provocou a formação de filas nos postos de cadastramento, mas prefeitura e Estado – ambos governados pela oposição – ainda não sabem como vão aderir ao programa. Também em Minas Gerais, prefeitura (aliada do governo federal) e Estado (oposição) não formalizaram a adesão.

De acordo com o superintendente regional da Caixa em Curitiba, Celso Matos, os dois contratos que serão assinados esta semana são da Companhia de Habitação (Cohab) e possuem, cada um, 48 unidades habitacionais. São projetos que estavam sendo tocados para pessoas com renda superior a três mínimos, mas puderam ser adaptados às novas regras. “Temos outros casos que estão em tramitação e poderão ser enquadrados no programa”, informa.

De acordo com o presidente da Cohab, Mounir Chaowiche, atualmente há áreas identificadas no município para a construção de 10 mil casas para famílias com renda de até seis salários. Nos próximos dias, a prefeitura planeja lançar um pacote para agilizar o processo de aprovação dos projetos e também está em estudo a redução de impostos municipais para essas casas. A Cohab tem uma fila de 56 mil pessoas interessadas em ter moradia própria e nove endereços para a inscrição das famílias.

No Estado, o presidente da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), Rafael Greca, calcula que os terrenos sugeridos nos últimos dias por prefeitos da região metropolitana sejam suficientes para a construção de 12 mil imóveis. Ele informou que criou um grupo para agilizar e acompanhar o trabalho. Logo que o programa foi anunciado, Greca passou a fazer reuniões com representantes da CEF e com prefeitos de cidades vizinhas da capital para conhecer as áreas que poderão abrigar as 44 mil casas previstas para o Estado.

Em Florianópolis, o programa do governo federal deverá levar o prefeito, Dário Berger (PMDB), a realizar o seu maior investimento em habitação desde sua primeira eleição à prefeitura, em 2004. De acordo com o secretário de Habitação da capital catarinense, Átila Rocha, considerando os sete terrenos que estão previstos para serem doados pelo município, o investimento ficaria em R$ 50 milhões.

A adesão da prefeitura da capital ao programa da CEF está prevista para esta semana, depois de São José, Palhoça e Criciúma. No total, o programa será feito em 10 cidades do Estado. Um mapeamento das áreas e terrenos em Florianópolis já está pronto para construção de mil moradias. Serão quatro projetos – Vila do Arvoredo, Ponta do Leal, Boa Vista e Monte Cristo – para a classe de renda de zero a três salários mínimos, contemplando 300 moradias, e três projetos – Jardim Atlântico, Canasvieiras e Jardim Atlântico – para quem ganha de três a 10 salários mínimos, em um total de 700 moradias.

O total previsto de mil moradias é pouco perto do déficit habitacional do município, que segundo Rocha, chega a 16 mil unidades. No entanto, ele diz que há conversações com o setor privado por meio do Sinduscon da Grande Florianópolis que demonstra interesse nas construções. “Isso pode aumentar o ritmo de construções para 2 mil ou 3 mil unidades até 2010″, estima Rocha.

O superintendente regional da Caixa Econômica Federal para a Grande Florianópolis, Roberto Carlos Ceratto, diz que chegaram até sexta-feira seis projetos de construtoras interessadas no programa, o que responderia por um total de 1,1 mil novas moradias.

O pacote habitacional do governo federal estreou sexta-feira em Porto Alegre com a entrega, para a superintendência da Caixa Econômica Federal na cidade, de manifestações de interesses para a construção de 4,5 mil moradias destinadas a famílias com renda de até três salários mínimos, distribuídas em nove projetos. O montante já equivale a quase 7% do déficit habitacional local de 65 mil unidades, conforme os dados do Departamento Municipal de Habitação (Demhab) da prefeitura, que encaminhou as propostas.

Segundo o diretor-geral do Demhab, Humberto Goulart, no mesmo dia a prefeitura iniciou o cadastramento da população que ganha até três salários mínimos para adquirir os imóveis subsidiados. Só na primeira manhã 100 pessoas foram à sede do departamento, um dos dez pontos disponibilizados na cidade para as inscrições. Conforme Goulart, o cálculo do déficit habitacional considera as famílias que vivem com parentes ou amigos e as que moram em condições “indignas”.

Já o governo estadual ainda não decidiu como vai participar do Minha Casa, Minha Vida. O diretor técnico de habitação da Secretaria de Habitação, Saneamento e Desenvolvimento Urbano, Marcelo Soares, disse que a ideia do Estado é ceder áreas que pertenciam à extinta Cohab, mas a definição ainda depende de um aval da governadora Yeda Crusius (PSDB).

Conforme o superintendente regional da Caixa em Porto Alegre, Valdemir Colla, os projetos definitivos das 4,5 mil unidades apresentadas sexta-feira deverão ser encaminhados nos próximos dias pelas construtoras e a partir daí a instituição pretende fazer a análise das propostas em no máximo 45 dias, ante o prazo normal de até 120 dias para processos desse tipo.

Colla acredita que o Rio Grande do Sul poderá absorver de 9% a 10% dos R$ 15 bilhões previstos para o pacote do governo em 2009, a mesma proporção observada na liberação anual dos créditos habitacionais pela Caixa. Segundo ele, algumas das propostas encaminhadas na semana passada são adequações de projetos desenvolvidos originalmente para outras linhas de financiamento.

As prefeituras das cidades mais populosas em Minas Gerais e o setor da construção civil ainda não se mobilizaram para começar a oferecer financiamentos para a população com renda de zero a três salários mínimos, dentro do programa do governo federal. Ele aguardam novas instruções normativas da Caixa, que devem ser divulgadas dia 22. Há dúvidas sobre as contrapartidas que serão exigidas do poder municipal e expectativas de que seja alterado o teto do financiamento para a região metropolitana de Belo Horizonte – de R$ 46 mil para apartamentos. A Caixa já alertou que dará preferência aos projetos de de Estados e municípios que ofereçam maior contrapartida e desoneração fiscal de ICMS, ITCD, ITBI e ISS, além do fornecimento de infra-estrutura em áreas distantes do centro urbano.

“O valor estabelecido para apartamento é 10% a menos do que o estabelecido para São Paulo e isto faz diferença para atrair o empreendedor, já que para esta faixa eles trabalham com uma margem de lucro da ordem de 8% a 10%. Aí o valor fixado torna difícil a atração”, disse o secretário municipal de Políticas Urbanas em Belo Horizonte, Murilo Valadares (PT).

Segundo Valadares, o prefeito Márcio Lacerda (PSB) deve anunciar no dia 22 os critérios para a elaboração do cadastro de interessados. O universo potencial é de 20 mil famílias, mas deste total serão retiradas as já beneficiadas por outros programas habitacionais e as que recebem outro tipo de benefício federal. A mesma prudência existe em municípios do interior. “Temos quatro empreendimentos em estudo que podem somar 3 mil lotes. A prefeitura poderia oferecer a infraestrutura de saneamento básico. Mas projetos do governo federal tendem a maturar com certa lentidão. Vamos aguardar, até porque temos mercado para fazer política habitacional sem esta parceria”, disse Francisco Martins (PDT), vice-prefeito de Divinópolis, cidade com 215 mil habitantes.

De acordo com o diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), André de Sousa Campos, o valor ideal para atrair empresas ao segmento de faixa mais baixa em Minas Gerais seria de R$ 48 mil o apartamento. Ele conta que na faixa de renda de três a dez salários , não há necessidade de intervenção do poder público e o mercado já se aqueceu desde o anúncio do programa. “O lançamento residencial Monte Verde, no bairro Vitória, vendeu 50 unidades de dois quartos e 45 metros quadrados a R$ 65 mil o financiamento, no mês de março. Agora em abril já conseguimos 43 vendas e a segunda quinzena nem começou”, citou como exemplo.

No Rio, o programa tem a adesão dos governos estadual e municipal, ambos aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A procura da população com renda familiar de até três salários mínimos apresentou forte crescimento desde o anúncio do programa pelo governo federal. Na prefeitura, 12.374 pessoas se cadastraram de 26 de março a 16 de abril, média diária bem acima dos 60 cadastros diários anteriores ao pacote. A prefeitura já tem outros 90 mil cadastrados vindos do Programa de Arrendamento Residencial (PAR). Segundo o secretário municipal de Habitação, Jorge Bittar (PT), já foram identificados 217 terrenos públicos que podem ser utilizados no programa, seja do próprio município, do Estado ou da União. A meta é oferecer cem mil residências até 2012, quando termina a gestão do prefeito Eduardo Paes (PMDB).

No caso do governo estadual, a meta é construir outras cem mil unidades habitacionais, mas o governo ainda está fazendo estudos para mapear os terrenos. A procura pelo cadastro estadual também aumentou sensivelmente – a média diária de cadastros passou de 50 antes do programa federal para cerca de 800. A maior demanda ocorre nos bairros de Jacarepaguá e Campo Grande, na zona oeste.

A superintendência da Caixa Econômica Federal no Rio, os projetos das construtoras que pretendem vender para famílias com renda acima de três e até dez salários mínimos ainda não foram apresentados, está enquadrando empreendimentos que já estavam em andamento. “Neste mês já devemos assinar empreendimentos enquadrados no programa”, afirmou Nelma Souza Tavares, superintendente da Caixa. Ela estima investimento de R$ 6 bilhões a R$ 7 bilhões pelo banco até março de 2011 para financiar as 75 mil unidades residenciais previstas no Estado. “Já existe uma mobilização grande. Construtoras que já estavam no PAR estão obtendo informações e a prefeitura já está bem adiantada na identificação dos terrenos”, disse. A expectativa é que os primeiros imóveis fiquem prontos em 15 meses, a partir do segundo semestre do ano que vem.

Em estímulo fiscal, o município decidiu reduzir as alíquotas do ISS para o setor de construção e do ITBI das residências, além de perdoar as dívidas de IPTU de imóveis localizados no centro da cidade e que venham a fazer parte do programa. Já no governo estadual, não houve aceno para baixar a alíquota do ICMS. A Assembleia Legislativa, contudo, deve votar projeto de lei para reduzir o imposto.

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