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CTE Notícias – 29/06/2010
| Pesquisas indicam ritmo forte e alta de preços
CTE Notícias | 29/06/2010 Fonte: Valor Online O nível de atividade na construção civil aumentou em maio e tende a seguir aquecido. Pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 376 construtoras identificou que, em uma escala de zero a cem, o ritmo de produção passou de 53,9 pontos em abril para 55,8 pontos no último mês. Esse bom desempenho reforça o otimismo dos empresários do setor, que projetam para os próximos seis meses ní …Leia Mais |
| Aplicação em imóveis tem mais espaço na carteira
CTE Notícias | 29/06/2010 Fonte: Valor Online Torelly, da Funcef: investimento de R$ 213 milhões para reformar e ampliar os shoppings em que tem participação O setor de shopping centers está no radar de investimentos dos fundos de pensão. O sinal verde foi dado pelas perspectivas de crescimento da economia brasileira, com projeção de queda dos juros no longo prazo e aumento da renda e do poder de compra do …Leia Mais |
| Interior paulista é palco para disputa de grandes grupos
CTE Notícias | 29/06/2010 Fonte: Valor Online Cristina Betts: "O Iguatemi já é dominante na cidade de São Paulo e em Campinas. Jundiaí fica no meio do caminho" O grupo Iguatemi, da família Jereissati, e a Multiplan, controlada pelo empresário José Isaac Peres, sempre travaram uma das disputas mais aguerridas no mercado brasileiro de shopping centers. A rivalidade vem de longa data, desde que a Igu …Leia Mais |
| Concorrência na Paulista deve aumentar ainda mais
CTE Notícias | 29/06/2010 Fonte: Valor Online Símbolo do vigor econômico da maior metrópole da América do Sul, a Avenida Paulista é um corredor tentador para comerciantes de olho no bolso das mais de 1 milhão de pessoas que circulam diariamente por ali, mas que para oferecer suas mercadorias no local precisam enfrentar a especulação imobiliária em torno dos poucos espaços restantes para lojas de grande porte. Em maio, duas redes de vestuário superaram venceram essa …Leia Mais |
| IGP-M desacelera para 0,85% em junho
CTE Notícias | 29/06/2010 Fonte: Valor Online SÃO PAULO – Seguindo alta de 1,19% em maio, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) aumentou 0,85% neste mês. Contribuiu para a desaceleração o movimento dos preços no atacado, que subiram menos. Em 12 meses, houve expansão de 5,17%. No primeiro semestre, o acréscimo foi de 5,68%. Com peso de 60% no indicador geral, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) passou de 1,49% de em maio para 1,09% um mês depois …Leia Mais |
| País perde US$ 15 bi com má formação de engenheiro
CTE Notícias | 21/06/2010 Fonte: Folha.com Valor é estimativa dos prejuízos com falhas nos projetos de obras públicas CNI calcula que 150 mil vagas não terão como ser preenchidas até 2012; evasão nos cursos chega a 80% A baixa qualidade do ensino médio, sobretudo em disciplinas como física, química e matemática, tornou-se obstáculo para a formação de engenheiros no Brasil. Essa falha, agravada pela alta demanda gerada c …Leia Mais |
CTE Notícias – 28/06/2010
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| Comprometimento varia com a renda
CTE Notícias | 28/06/2010 Fonte: Valor Online Luiz Maciel, para o Valor, de São Paulo O maior fantasma do sistema financeiro habitacional brasileiro ainda assombra milhares de mutuários com contratos assinados na virada dos anos 80 para os 90: é a dívida impagável de um saldo devedor que cresceu descontroladamente, impulsionado por um índice reajustado pela inflação, muito mais severo na época do que o da variação salarial, que corrigia as prestações …Leia Mais |
| Chave quase na mão
CTE Notícias | 28/06/2010 Fonte: Valor Online O desempenho da Caixa no financiamento imobiliário, em que é líder no país, é alavancado pela realização de feirões de imóveis. De janeiro a maio, foram realizados 12 eventos – Belém, São Paulo, Salvador, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Uberlândia, Campinas, Porto Alegre e Florianópolis. Somando com o evento encerrado em 13 de junho, em Belo Horizonte (MG), o Feirão Caix …Leia Mais |
| Classe C desperta interesse das grandes
CTE Notícias | 28/06/2010 Fonte: Pini Web Estimulado pelo programa do governo federal Minha Casa Minha Vida e também pela ampliação do crédito bancário destinado a imóveis de menor valor, o segmento voltado às classes de renda C e D acompanha o bom desempenho de vendas vivido pelo setor imobiliário, cresce e atrai também o interesse de grandes incorporadoras. Além de uma infinidade de médias empresas que atuam no segmento, grandes corporações como …Leia Mais |
| Publicação ensina a implantar sistema de gestão integrada em construtoras
CTE Notícias | 28/06/2010 Fonte: Pini Web "Sistema de Gestão Integrada em Construtoras de Edifícios – Como planejar e implantar um SGI" é de autoria dos engenheiros Marco Aurélio Guerra e Cláudio Vicente Mitidieri Ana Paula Rocha Os engenheiros Marco Aurélio Guerra e Cláudio Vicente Mitidieri acabam de lançar o livro Sistema de Gestão Integrada em Construtoras de Edifícios – Como planejar e implantar um SGI, pela Editora PINI. As recomendaçõ …Leia Mais |
| Caixa planeja atingir R$ 55 bi em crédito de imobiliário neste ano
CTE Notícias | 28/06/2010 Fonte: DCI A Caixa Econômica Federal (CEF) prevê fechar o ano de 2010 com um volume de recursos aplicados em crédito imobiliário de mais de R$ 55 bilhões. Outra meta da Caixa é concluir as operações de crédito imobiliário em 9 dias. "Tecnicamente é possível concluir uma operação imobiliária em cerca de 72 horas", afirmou o banco ao DCI. Segundo o banco, a modalidade está em expansã …Leia Mais |
| Custo da construção acumula alta de 6,31% nos últimos 12 meses, diz FGV
CTE Notícias | 28/06/2010 Fonte: Folha.com O INCC-M (Índice Nacional de Custo da Construção – M) registrou, em junho, variação de 1,77%, acima do resultado do mês anterior, de 0,93%, de acordo com a divulgação dos dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas), nesta segunda-feira. No ano, o índice acumula alta de 5,29% e, nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 6,31%. O INCC é calculado com base nos preços coletados entre os dias …Leia Mais |
| Construtores temem bolha imobiliária
CTE Notícias | 25/06/2010 Fonte: Pini Web Quase 48% dos participantes de pesquisa informal acreditam que há motivos para temer um crescimento insustentado do setor por conta dos preços inflados Ana Paula Rocha, com informações da redação da revista Construção Mercado Enquete realizada com os usuários do portal PINIweb apontou que 47,52% acreditam que há motivos para temer uma bolha no mercado imobiliário, principalmente por conta dos preços inflados. …Leia Mais |
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Setor deve refletir processo de crescimento da economia
Setor deve refletir processo de crescimento da economia
24/06/2010 |
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O setor de construção civil é visto como um dos que melhor representa a expansão da economia brasileira. Na avaliação dos gestores, as empresas imobiliárias – amparadas pelo aumento do crédito – poderão capturar todo o ganho de massa salarial que a classe média deve ter nos próximos anos. O programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida, segundo os especialistas, veio ampliar o financiamento e adicionar demanda a um mercado já favorecido pelo cenário macroeconômico. O ambiente também é considerado propício para investimento por outro motivo: as construtoras e incorporadoras estão em plena fase de aceleração do crescimento. A divisão de gestão de ativos do Itáu Unibanco aposta nos resultados que as companhias ainda estão para apresentar. Segundo Marcelo Mizrahe, analista e gestor do fundo de infraestrutura do banco, entre 2006 e 2009, o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (lajida) das empresas abertas cresceu quase três vezes entre 2006 e 2009. Se o período analisado for de 2008 a 2012, esse aumento chega a seis vezes. A elevação do lucro, diz o gestor, deve ser equivalente. “Não existe bolha imobiliária, é uma tendência estrutural de longo prazo”, diz Guilherme Rebouças, responsável por fundos diferenciados do Itaú Unibanco. Em 2006, havia uma única empresa do setor, a Cyrela, com faturamento acima de R$ 1 bilhão. Apenas três anos depois, um grupo de oito companhias ultrapassou o almejado patamar, algumas com folga. Clécius Peixoto, diretor de renda variável da Vinci Gas Investimentos, segue o mesmo raciocínio: “A aceleração dos lançamentos a partir do segundo semestre do ano passado e este ano vai gerar muito caixa no ano que vem”, afirma. Para este ano, as grandes do setor estimam lançamentos na casa de R$ 3 bilhões cada uma. As maiores esperam uma evolução média de 50% nos lançamentos este ano, mas em alguns casos, como a Gafisa, o crescimento projetado chega a 95% “A estrutura de capital das empresas também ficou muito boa depois das captações”, acrescenta Peixoto. No ano passado e início deste ano, um grupo de mais de seis empresas fez uma nova rodadas de ofertas de ações – a maioria muito bem-sucedida. Calcula-se que os “follow-on” tenham injetado mais de R$ 10 bilhões nas empresas de construção entre 2009 e 2010. O potencial de expansão do setor, sob vários aspectos, é muito grande: o crédito imobiliário no Brasil ainda representa apenas 3% do PIB, contra 13% no México, 18% no Chile e 70% nos países desenvolvidos. O aumento do crédito também sustenta esses argumentos. Em 2003, de acordo com dados do Itaú Unibanco, cerca de 120 mil novas unidades foram financiadas. No ano passado, esse número chegou a 600 mil (sendo 275 mil dentro do Minha Casa, Minha Vida). “O programa deu ao setor a certeza que teria dinheiro para financiar a obra e a garantia de que ficariam com o cliente”, diz Marcelo Mizrahe. O analista explica que a crise ensinou às empresas que os lançamentos de imóveis deveriam estar vinculados tanto ao financiamento à construção, quanto ao cliente. Muitas companhias tiveram problemas justamente por lançar sem essa garantia e, com o revés do mercado, tiveram problemas. Por conta do programa, as empresas com foco ou participação importante na construção popular entraram no radar dos gestores, mesmo depois da forte valorização do ano passado. “Gostamos de MRV e PDG Realty, que é dona da Goldfarb, porque elas sabem atuar na baixa renda”, afirma Herculano Alves, diretor de renda variável da Bradesco Asset Management. O aumento recente das taxas de juros, na opinião dos gestores, não é um problema, já que o crédito imobiliário está barateando por conta da concorrência com a Caixa Econômica Federal. Além disso, o índice de referência no crédito imobiliário é a TR e não o CDI. Além de o setor de construção estar presente nos fundos passivos e ativos de índice, começam a surgir também os fundos setoriais de construção, baseados no índice imobiliário, criado pela BM&FBovespa em janeiro de 2009. O fundo de construção do Banco do Brasil teve o maior retorno entre os fundos de ação do banco no ano passado: com mais de 200% de retorno, chamou a atenção dos cotistas. Resultado: com um patrimônio de R$ 152 milhões no fim de maio, só perdeu para o de siderurgia, com R$ 200 milhões. Para efeito de comparação, o fundo de energia tinha R$ 76 milhões e o de bancos, R$ 65 milhões. |
Crédito imobiliário: Do bolo de R$ 107,7 bi, atingido em maio, 75% foram originados por instituições públicas
Crédito imobiliário: Do bolo de R$ 107,7 bi, atingido em maio, 75% foram originados por instituições públicas
Banco privado pena para roubar fatia de mercado da Caixa
24/06/2010 |
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O fantástico crescimento de 50% do estoque de crédito imobiliário nos últimos 12 meses, que chegou a R$ 107,7 bilhões no fim de maio, não tem oferecido chance para que os bancos privados ganhem fatias maiores desse promissor mercado. A competição se acirrou, porque todos querem tirar partido do carro-chefe do crescimento do crédito, mas, pelos dados divulgados ontem pelo Banco Central, o bloco das instituições financeiras públicas – de longa data liderado pela Caixa Econômica Federal – responde por 75% do bolo. Em dezembro de 2008, o percentual era de 71% e, portanto, o que se vê é até um crescimento da participação da Caixa, fomentado pelo programa federal de residências populares Minha Casa Minha Vida. Os bancos privados tentam, agora, tirar partido do gargalo operacional da Caixa para atender em suas agências a toda a demanda por financiamentos da casa própria. Liberar o crédito no menor tempo possível passou a ser o mote dos executivos à frente dessas carteiras nas instituições privadas. Há relatos de recursos aprovados em até sete dias. Os grandes nomes do varejo encontram demanda reprimida em sua própria base de clientes e definem estratégias para acessá-la, enquanto tentam conquistar fatias no entorno, fortalecendo, por exemplo, as parcerias com imobiliárias para oferecer empréstimos no ponto de venda dos imóveis. “O mercado está mais competitivo, mas em termos de penetração, nos nossos cliente bancarizados, ainda é incipiente”, diz o superintendente de crédito imobilário do Santander, Fernando Baumaier. “Ainda há um grande caminho a percorrer para dizer que o produto está deslanchando e se disseminado no mercado.” Como um dos primeiros bancos privados a apostar suas fichas no segmento – com o lançamento, em 2006, do financiamento com taxas prefixadas, antes de o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovar o uso dos recursos da poupança para a modalidade -, Baumaier conta que, hoje, quase não há distinção no produto entre os concorrentes. “Os outros começaram a fazer o que fazíamos, então o diferencial é atender a expectativa do cliente de prazo de liberação do empréstimo.” A carteira do Santander, que somava R$ 9,7 bilhões ao fim do primeiro trimestre, teve um incremento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado, considerando-se também os desembolsos à construção. A parcela destinada à pessoa física somava R$ 5,4 bilhões, sensivelmente menor do que os saldos em cartões de crédito e consignado, na casa dos R$ 8 bilhões. Nos contratos ajustados pela Taxa Referencial (TR), os juros partem de 8,90% para imóveis até R$ 120 mil, enquanto nas operações prefixadas começam em 12,54% ao ano para o prazo de 30 anos. No Bradesco, para imóveis até R$ 150 mil, os juros cobrados nos primeiros 36 meses são de 7,90% mais a TR, passando a 9,50% a partir do 37º mês até o fim do contrato, em 30 anos. “É uma febre. O mercado está muito disputado”, diz o diretor de empréstimos e financiamento, Nilton Pelegrino. Simplificar processos e colocar especialistas em crédito à habitação junto às 1,3 mil imobiliárias parceiras foi a forma escolhida para tentar ganhar terreno e transpor as fronteiras da própria base. O banco instalou 23 escritórios dedicados ao crédito imobiliário em grandes capitais e pretende elevar o número a 50 ao longo do ano. As consultas e simulações na ponta já são online e feitas pelos próprios corretores. “A pretensão é liberar o financiamento em 10 dias.” Comparativamente ao primeiro trimestre de 2009, os desembolsos cresceram 182%, e atingiram R$ 1,84 bilhão. A previsão do banco é originar R$ 6,5 bilhões no total até dezembro, o que vai representar um incremento de 38% em relação ao ano passado. No mix, a maior fatia ainda é das concessões à pessoa jurídica, que representaram 81,7% nos primeiros meses do ano. Na composição da carteira, de R$ 7,5 bilhões, a pessoa física respondia por 37,1%. Já o HSBC trouxe, há cerca de um ano, para os seus quadros Antônio Barbosa, executivo oriundo da área de crédito imobiliário do Banco Real para colocar o segmento no mapa do mercado também no país. “O financiamento à habitação está no DNA do banco no mundo.” A intenção, explica, é conquistar uma fatia de mercado semelhante à que a instituição tem no varejo bancário, algo perto dos 5%, 6%, o dobro da atual. Ser ágil na finalização do processo de concessão com 60 especialistas presentes nas principais capitais do país foi o caminho adotado para abreviar a espera do mutuário para menos de 30 dias. “Mas temos caso de operação liberada em sete dias.” A meta é incrementar a carteira de pessoa física, que fechou 2009 em R$ 1,3 bilhão, em mais de 50%. |
Apaixonados por construção
O aquecimento do mercado imobiliário no ano passado – com reflexo direto na valorização das ações do setor, que subiram 205% em 2009 – e a perspectiva de crescimento consistente das companhias abertas por, pelo menos, mais três anos, seduziram os gestores de renda variável. Segundo estudo feito pela Economática com exclusividade para ob Valor/b, a indústria de fundos investe R$ 6,6 bilhões nos papéis de construção civil.
Apaixonados por construção
Gestores de recursos aplicam R$ 6,6 bi em papéis do setor via fundos de investimento.
Apaixonados por construção
24/06/2010 |
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O aquecimento do mercado imobiliário no ano passado – com reflexo direto na valorização das ações do setor, que subiram 205% em 2009 – e a perspectiva de crescimento consistente das companhias abertas por, pelo menos, mais três anos, seduziram os gestores de renda variável. Segundo estudo feito pela Economática com exclusividade para o Valor, a indústria de fundos investe R$ 6,6 bilhões nos papéis de construção civil. Os dados são de fevereiro e mostram que a destinação de recursos dos fundos no setor de construção civil está aumentando. Em janeiro, os investimentos totais das gestoras de recursos eram de R$ 5,4 bilhões – uma diferença de 22,2%. O total em construção em fevereiro é quase 60% dos R$ 11,3 bilhões que os gestores aplicam no setor bancário, segmento mais maduro e consolidado e com maior participação no Índice Bovespa. O setor financeiro representa 17,3% do Ibovespa. As empresas de construção civil presentes no índice – Cyrela, Gafisa, MRV, PDG Realty e Rossi – somam 8,1% do referencial. É mais do que setores que já brilharam na bolsa em outros momentos, como telecomunicações, varejo e alimentos e bebidas. O aumento da construção civil no índice é recente e o volume de recursos detectado pelo levantamento é um reflexo direto disso, já que boa parte dos fundos, sejam ativos ou passivos, usa o Ibovespa como referencial. No fim de 2007, estavam do índice apenas Cyrela e Gafisa. Em 2008, entrou Rossi e, por último, PDG Realty e MRV. No IBrX -100, há oito construtoras, com participação de 3,3%. De acordo com o levantamento, a gestora que mais investe no setor é o Itau Unibanco, com R$ 766 milhões, seguida do Credit Suisse Hedging-Griffo, com R$ 553 milhões, Vinci Gas Gestora de Recursos, com R$ 482 milhões e BB DTVM, com R$ 372 milhões. O papel que os gestores mais gostam é a PDG Realty que, com a compra da Agre, passou a liderar o setor. A PDG tem 21% do total investido no segmento, o que corresponde a R$ 1,4 bilhão e está relativamente distante da segunda colocada, a Cyrela, com R$ 580,1 milhões. Gafisa, Brookfield e MRV surgem na sequência. “O setor está barato versus o potencial de crescimento”, diz Clécius Peixoto, gestor de renda variável da Vinci Gas. Uma análise mais detalhada do estudo – feito com a nova ferramenta de fundos da Economática – mostra que a PDG também aparece como o principal ativo das 20 maiores gestoras. Mas há, também, apostas diferenciadas, de papéis com menos evidência. O J.P. Morgan tem 61% aplicados na ação da São Carlos, empresa que tem como sócios o trio Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira. A São Carlos nasceu dos dos ativos imobiliários da Lojas Americanas e chegou a ser colocada à venda, mas está bastante ativa nos últimos meses, inclusive na compra de imóveis. A Maxima Asset tem 95,6% do total investido na João Fortes – empresa com forte atuação no Rio, mas com baixa liquidez. A Polo Capital investe em 14 ações diferentes, mas a principal (27,7%) é a Inpar – que enfrentou problemas e hoje está em fase de restruturação nas mãos do fundo americano Palladin. A Fama Investimentos tem 48,5% do total investido no setor na Rodobens, empresa de baixa renda. |
CTE Notícias – 23/06/2010
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| Gastos com compra de imóvel crescem em 7 anos
CTE Notícias | 23/06/2010 Fonte: Agência Estado Rio de Janeiro – Os gastos mensais das famílias brasileiras com aquisição e reforma de imóveis cresceram em sete anos, enquanto as despesas com tributos ficaram praticamente estáveis, segundo mostra a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008-2009) divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Enquanto no período 2002-2003, ano a que se refere a POF anterior, a fatia designada para aumento de ativos (aquisi&c …Leia Mais |
| Turismo de negócios ruma para o interior
CTE Notícias | 23/06/2010 Fonte: Valor Online Jacilio Saraiva, para o Valor, de Fortaleza Depois de ficar conhecido pela beleza natural, graças a um litoral com 578 quilômetros de extensão, o Ceará passa a investir no turismo de negócios. Até 2011, inaugura um centro de convenções em Fortaleza orçado em mais de R$ 300 milhões e prepara outros dois complexos de eventos em cidades do interior. Os investimentos no turismo incluem ainda um aquário marinho de US$ 150 …Leia Mais |
| TJ tranca inquérito sobre doações de imobiliárias
CTE Notícias | 23/06/2010 Fonte: O Estado de São Paulo Fausto Macedo O Tribunal de Justiça trancou ontem o inquérito instaurado pela 1.ª Delegacia Seccional Centro de Polícia para investigar doações de campanha supostamente ilegais de 20 empresas do ramo imobiliário e da Associação Imobiliária Brasileira (AIB). A entidade foi doadora das campanhas de vereadores paulistanos e do prefeito Gilberto Kassab (DEM), que chegou a ter seu mandato cassado pelo juiz Aloisio Silveira, …Leia Mais |
| Caixa pode liberar mais R$ 6 bi para debêntures do setor imobiliário
CTE Notícias | 23/06/2010 Fonte: Valor Online SÃO PAULO – Os executivos da Caixa Econômica Federal vão propor na próxima reunião do conselho da instituição a liberação de mais R$ 6 bilhões para programas de debêntures voltados ao financiamento do setor imobiliário. O anúncio foi feito hoje, em encontro que envolveu a Caixa e a construtora e incorporadora Rodobens. Segundo os executivos do banco, a carteira, que totalizava R$ 6 bilhões, j&aacut …Leia Mais |
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Matéria sobre Perdizes e Mercado Imobiliario
Matéria importante sobre mercado imobiliario principalmente na região de Perdizes.
Matéria Estadão 20 Junho 2010 – Perdizes (via Mercado imobiliario – 不动产的市场 – Real Estate – Jonasfederighi’s Blog)
muito importante esse artigo !
via Mercado imobiliario – 不动产的市场 – Real Estate – Jonasfederighi's Blog




