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Archive for setembro \29\UTC 2009

Construção cresce até 3% e dá impulso ao setor – 29/9/2009

Construção cresce até 3% e dá impulso ao setor – 29/9/2009

Fonte:Valor Online

A indústria da construção – civil e pesada – parece passar ao largo da crise. Projeções da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que reúne 62 entidades empresariais, indicam que o setor deverá crescer 3% em 2009 sobre 2008. O setor de habitação é um dos pilares desse crescimento e o aumento da oferta de crédito imobiliário é um dos impulsionadores dessa expansão, explica Paulo Safady Simão, presidente da CBIC. “Dois fundos criados nos anos 1960, o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), salvaram o Brasil na hora da crise, com injeções de bilhões de reais”, afirma.

O crescimento do setor pelo mercado imobiliário se deu com maior força, segundo o empresário, a partir de 2004, com o novo marco regulatório para a indústria de construção – “algo fundamental para dar estabilidade e tranquilidade ao setor”, diz. E atingiu o auge em 2008, com o crédito imobiliário chegando ao patamar de R$ 30 bilhões, com recursos do SBPE, e R$ 10,49 bilhões, do FGTS. Para 2009, os níveis devem se manter nas mesmas faixas, R$ 30 bilhões do SBPE e R$ 15 bilhões do FGTS, indicam projeções do Banco Central, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e Caixa Econômica Federal.

Esses números, contudo, ainda estão muito aquém dos valores exigidos para o país suprir o elevado déficit habitacional urbano, segundo a CBIC. O último número apurado pelo Pnad/IBGE e Fundação João Pinheiro, relativo a 2007, mostra um déficit total (urbano e rural) de 6,273 milhões de domicílios.

Um projeto que promete contribuir para reduzir esse déficit é o programa “Minha casa, minha vida”, avalia Simão. Só em Minas Gerais, nos primeiros oito meses deste ano, a Caixa Econômica Federal realizou financiamentos da ordem de R$ 3,1 bilhões, superando a meta estabelecida para todo o ano. É um programa de sucesso que gera efeitos positivos na construção civil, ressalta. “Cerca de 50 mil unidades habitacionais já foram contratadas no país”, informa.

A previsão do programa, lançado no início deste ano, é construir 1 milhão de moradias populares , num prazo de 15 anos.

Os investimentos previstos para a Copa do Mundo de 2014, de acordo com o presidente da CBIC, também indicam boas perspectivas de crescimento da indústria de construção. As estimativas são de que as aplicações em infraestrutura e estádios para a realização do evento ultrapassem R$ 85 bilhões. (G.C.)

Imóvel popular lidera vendas em feira de SP – 28/9/2009

setembro 28, 2009 2 comentários
Imóvel popular lidera vendas em feira de SP – 28/9/2009

Fonte:Agência Estado

SÃO PAULO - Mais de R$ 300 milhões foram concedidos em financiamento nos quatro dias do Salão Imobiliário São Paulo, encerrado ontem. O evento atraiu 60 mil pessoas ao Parque de Exposições do Anhembi, na capital paulista. “Mostramos que se consolidou um processo de retomada da atividade econômica”, diz Eduardo Sanovicz, organizador do evento.

A presença de imóveis populares foi a principal diferença em relação à última edição do evento. Das 100 mil habitações postas à venda, 48% se enquadravam no programa “Minha Casa, Minha Vida”, que facilita a compra de imóveis novos de até R$ 130 mil na capital paulista.

O novo perfil de renda se refletiu nos financiamentos concedidos pela Caixa. Até a tarde de ontem, o banco contratou R$ 145 milhões, para 1.114 pessoas. Desse total, R$ 83 milhões (813 contratos) foram para imóveis do programa. Mas as habitações de médio e alto padrões também tiveram um bom desempenho. “A demanda por financiamentos até R$ 500 mil surpreendeu”, diz o gerente de divisão da Nossa Caixa, Alcestes Rebêlo Junior. O banco concedeu R$ 53 milhões em financiamentos e superou em 90% o volume do ano passado. Já o Banco do Brasil, no mesmo estande, financiou R$ 60 milhões, o dobro de 2008. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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CMN 1: Aumenta leque de investimentos dos fundos de pensão – 28/9/2009

CMN 1: Aumenta leque de investimentos dos fundos de pensão – 28/9/2009

Fonte:Jus Brasil Notícias

Extraído de: Ministério da Previdência Social -  24 de Setembro de 2009

Entidades passam a ter mais liberdade e mais responsabilidade e qualidade nas aplicações

Da Redação (Brasília) – O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (24) novas diretrizes de investimentos para as entidades fechadas de previdência complementar (EFPC), propostas pela Secretaria de Previdência Complementar (SPC). O CMN criou ainda mais dois segmentos de investimentos dos fundos de pensão: investimentos no exterior e investimentos estruturados.

O secretário de Previdência Complementar, Ricardo Pena, explicou que, ao abrir a possibilidade dos fundos de pensão fazerem uma gestão mais ativa dos seus investimentos, o governo possibilita ao participante, ao final de sua vida laboral, aposentar-se com benefícios maiores. “Não cabe ao Estado tutelar entidades privadas, mas estabelecer regras prudenciais para acompanhamento sistemático do órgão fiscalizador. Com os órgãos de governança (conselhos e comitês) e de gestão de riscos os dirigentes dos fundos de pensão terão realmente mais liberdade de ação, mas em contrapartida, deverão ter mais responsabilidade e diligência”, ressaltou ele. A nova resolução (nº 3.792, que passa a vigorar após publicação no Diário Oficial da União) adequa os limites de aplicação ao atual cenário macro-econômico de inflação controlada, taxa de juros em trajetória declinante e crescimento econômico, além das oportunidades de investimento. Também possibilita a inclusão de novos produtos financeiros, a convergência com normas editadas por outros órgãos reguladores e ao atual estágio da fiscalização da SPC.

Entre as novidades destaca-se, ainda, a necessidade de certificação de administradores e demais pessoas que participam do processo decisório dos investimentos dos fundos de pensão. O objetivo é o de profissionalizar a gestão financeira da entidade.

Certificação – Com relação à certificação, a resolução estabelece que o administrador estatuário tecnicamente qualificado, da área financeira do fundo de pensão, deverá estar certificado até 31 de dezembro de 2010. Os demais envolvidos (conselheiros, diretores, gerentes, analistas) com a gestão financeira, inclusive membros do Comitê de Investimento, terão prazo, segundo o número de dirigentes e empregados, até 31 de dezembro de 2014 para obter a certificação.

Os certificados deverão ser emitidos por associações e entidades de reconhecido mérito pelo mercado financeiro e de previdência em âmbito nacional, como já acontece para empregados de instituições financeiras – fiscalizadas pelo Banco Central (BC) -, para gestores e administradores de recursos – fiscalizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – e para responsáveis pelos investimentos dos regimes próprios da previdência social fiscalizados pela SPS.

Novas aplicações – Foram incluídos dois novos segmentos de aplicação para os fundos de pensão. O segmento de investimento no exterior – com limite fixado em 10% – será composto pelos ativos (e fundos de investimento registrados na CVM) cujo risco predominante está associado ao desempenho de ativos emitidos no exterior.

Estão incluídos nesse segmento os fundos de investimento classificados como dívida externa, as cotas de fundos de índice do exterior admitidas à negociação em bolsa de valores no Brasil, os certificados de depósito de valores mobiliários com lastro em ações de emissão de companhia aberta ou assemelhada com sede no exterior (BDR/Brazilian Depository Receipts) e as ações de companhias estrangeiras sediadas no Mercado Comum do Sul (Mercosul).

A introdução desse novo segmento na carteira das EFPC converge com o que estabelece a regulação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de junho de 2009, para a previdência privada. Tal princípio, nas linhas gerais aplicadas a limites de alocação, orienta que a aplicação em ativos emitidos no exterior não deve ser vedada.

Outro novo segmento criado pela resolução, o de investimentos estruturados (também denominado de alternativos), reúne os fundos de investimento – em participação, em empresas emergentes, imobiliários e multimercado – que possuem características próprias, dentre as quais a possibilidade de realizar operações fora dos segmentos de renda fixa e renda variável. De acordo com os recursos de cada plano, o limite de alocação será de até 20%, observado o sub-limite individual de até 10% em cotas de fundos de investimento imobiliário e em fundos de investimento multimercado.

Limites – A resolução procurou equilibrar os diversos veículos possíveis para um mesmo investimento, isto é, um mesmo risco. Além disso, a revisão na estrutura dos investimentos permitiu eliminar a existência de limites redundantes ou sobrepostos, como era o caso dos limites de alocação por carteiras.

O Brasil tinha 55 limites e passou agora para 30 limites quantitativos, o que representa uma simplificação e a possibilidade de diversificação para os fundos de pensão e uma redução do custo de observância para o órgão fiscalizador, estimulando, assim, melhor gestão de risco, sob condições prudenciais e de maior controle, num contexto de forte redução da taxa de juros real da economia brasileira.

No segmento de renda fixa, as alterações alcançaram todas as modalidades, exceção feita aos títulos da dívida pública mobiliária federal. Modalidades de títulos de crédito privado no segmento de renda fixa, tais como CCB, CCCB, notas promissórias, FIDC, CRI, CCI, CPR, CDCA, CRA, alcançaram os 20%.

No segmento de renda variável, o limite total também foi ampliado para 70% (somente para empresas listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa), mantendo-se estrutura de sub-limites que prioriza as empresas com maior nível de transparência e governança corporativa.

O segmento de imóveis, com aplicação direta em “tijolos” e não valores mobiliários, manteve o limite de 8%, somente com o deslocamento do fundo imobiliário para o segmento de investimentos estruturados. Para o segmento de aplicação de empréstimos e financiamento a participantes e assistidos, a resolução fixou o limite em 15%.

Na seção de derivativos, a regra inovou ao estabelecer que o limite de atuação das EFPC seja dado pelo valor das garantias depositadas como margem em câmaras e prestadores de serviços de compensação e de liquidação, nas quais estas atuam como contraparte central garantidora da operação.

Outra modificação importante foi no limite de aplicação no capital votante e total das empresas que passou de 20% para 25% e a extinção do limite de 40% para investimentos da EFPC em conjunto com a patrocinadora em SPE-Sociedade de Propósito Específico.

Nos limites de diversificação foram mantidos os percentuais de 10% para a patrocinadora e empresas e de 20% para instituições financeiras.

Novos ativos – Foram incluídos novos ativos financeiros permitidos para aplicação dos fundos de pensão que são: Notas de Crédito à Exportação; Warrant Agropecuário (agronegócio); Certificados de Securitizadoras (crédito); Certificados de Redução de Emissão (meio ambiente); Fundos de Índice (ETF – Exchange Traded Funds); e Empréstimos a participantes com consignação de reserva de poupança.

Gestão de riscos – A resolução inovou ao atribuir maior responsabilidade fiduciária e exigir maior diligência e padrão ético dos administradores dos fundos de pensão, a partir de modelos proprietários de controle e gestão de riscos, implicando inclusive na retirada da vedação de operações de day-trade, desde que cursadas em plataformas eletrônicas ou bolsa de valores.

Responsabilidade sócio-ambiental – Outra mudança importante foi na orientação da política de investimento dos planos previdenciários administrados pelas EFPC que agora deverão levar em conta também, além dos aspectos de rentabilidade, segurança, liquidez e transparência, os princípios de responsabilidade sócio-ambiental, com a possibilidade de investimentos em certificados de crédito de carbono (RCE).

Fundos de investimento – As aplicações em fundos de investimento continuam permitidas, desde que seus gestores observem a regra aplicável aos fundos de pensão. A exceção à regra geral ocorre no segmento de investimentos estruturados e naqueles fundos onde a participação das EFPC seja reduzida. Assim, as cotas de fundos de investimento classificados como curto prazo, referenciado, renda fixa ou de ações poderão ser consideradas ativos finais desde que os fundos sejam não exclusivos, sejam constituídos na forma de condomínio aberto e observem as regras da CVM para investidores que não sejam considerados como qualificados.

Os limites a serem observados pelos dirigentes e pelos gestores para uso da prerrogativa descrita são os seguintes: a alocação em cada fundo de investimento em cada fundo de investimento está limitada a 10% dos recursos do plano; e a participação da EFPC em cada fundo de investimento está limitada a 25 % do patrimônio líquido deste.

Desenquadramento passivo – A resolução contém um capítulo dedicado às situações de desenquadramento passivo, nas quais estão listadas (p.ex., valorização dos ativos financeiros, exercício do direito de preferência e reestruturação societária) as possibilidades de extrapolação de limites sem que as mesmas sejam consideradas infrações. O prazo para enquadramento foi fixado em 720 dias, mas a contagem pode ser suspensa quando o valor do desenquadramento estiver coberto pelo resultado superavitário do plano.

Instituidor e novos planos – A regra também inovou com relação à gestão financeira dos planos instituídos, em consonância com o art. 31 da LC 109, de 2001, ao permitir a aplicação dos recursos por meio de carteiras administradas e fundos de investimentos.

A Resolução nº 3.792, ainda não publicada no DOU, já está disponível no Sisbacen no endereço: https://www3.bcb.gov.br/normativo/detalharNormativo.do?N=109082281&method=detalharNormativo.

Informações para a Imprensa

Zenaide Azeredo

(61) 2021-5113

ACS/MPS

Cyrela e Agra encerram parceria tumultuada

Construção: Venda de participação não aconteceu antes porque preço oferecido era considerado baixo.

Cyrela e Agra encerram parceria tumultuada

    Por Daniela D’Ambrosio, de São Paulo
    28/09/2009
Texto: A-

Depois de um noivado e um casamento desfeito sem muita explicação, o conturbado relacionamento entre Cyrela e Agra chegou ao fim. Na sexta-feira, a Cyrela anunciou a venda dos 23,1% que ainda detinha na Agra por R$ 304,5 milhões. A compra foi feita pelo grupo que se uniu desde o final do ano passado em vários negócios cruzados: o espanhol Enrique Bañuelos e os controladores da Agra, Luiz Roberto Horst, Ricardo Setton e Fernando Albuquerque.

Os veículos usados para a compra foram a BRF Investimentos, dos três controladores da Agra (a sigla representa as iniciais de Beto, Ricardo e Fernando) e pela Caripó Participações, empresa ligada à Veremonte, do investidor espanhol Enrique Bañuelos. Cada uma delas comprou metade da participação. A leitura do mercado é que a Cyrela conseguiu um bom preço, o equivalente a R$ 5,50 por ação. Na sexta-feira, a ação fechou cotada a R$ 5,22 – o papel acumula alta de 6,1% no mês e de 191,47% no ano.

A relação entre Agra e Cyrela é antiga – antes da oferta inicial de ações a Cyrela era a maior acionista da Agra, com 42% – e foi amistosa por alguns anos. Mas degringolou depois que a Cyrela desistiu de comprar a Agra em plena crise e três meses e meio após iniciada a integração entre as companhias. A desistência aconteceu às vésperas de um dos piores dias do mercado mundial, gerou uma combinação explosiva e os papéis da Agra caíram 81,5% em um único dia.

Segundo o Valor apurou, desde o episódio, as duas empresas começaram as negociações para a venda da participação da Cyrela na Agra. Pelo acordo de acionistas firmado entre Cyrela, Agra e Luiz Roberto Horst, Ricardo Setton, Astério Vaz Safatle, Mário Austregésilo de Castro, Fernando Bruno de Albuquerque e Didier Maurice Klotz, os sócios tinham direito de preferência, e a fatia da Cyrela não poderia ser vendida no mercado. No fato relevante sobre a alienação da participação da Cyrela, também foi anunciado o distrato do acordo “liberando-se mutuamente de todas e quaisquer obrigações nele previstas, com a consequente quitação por quaisquer responsabilidades decorrentes, a qualquer título”.

O negócio não saiu antes porque o preço oferecido anteriormente à Cyrela foi considerado baixo. A relação estremeceu novamente e de forma quase irreversível, quando Agra e Bañuelos anunciaram a criação da Agre, empresa que resultou da fusão entre Agra , Abyara e Klabin Segall – as duas últimas, empresas extremanente endividadas, compradas pelos parceiros Agra e Veremonte durante a crise do mercado por menos de R$ 150 milhões. “Foi uma enorme surpresa o anúncio desse negócio sem que a Cyrela tivesse vendido sua participação na Agra antes”, afirma fonte do setor. A Cyrela chegou a considerar a possibilidade de recorrer à Justiça para barrar a operação – o que fez com que o negócio finalmente saísse.

Por conta da participação na Agra, a Cyrela ainda ficou com 11% da Agre. Segundo fontes, Elie Horn, presidente da Cyrela, teria ficado extremamente incomodado com o episódio e não via com simpatia a união entre Agra e o espanhol Bañuelos. Luiz Roberto Horst, da Agra, também não escondia seu descontentamento com a Cyrela e o trauma pelo cancelamento do negócio. Disse que tratava-se de um sócio desinteressado e que não fazia aportes.

A Cyrela não comentou o negócio. A Agre soltou nota, dizendo estar satisfeita com a finalização da operação. “Trata-se de uma demonstração clara de total confiança do grupo de gestão da Agra e da Veremonte no futuro da Agre”, diz Luiz Roberto Horst, presidente da Agre.

A oficialização da Agre como uma única companhia aconteceu no dia 2 de setembro. As ações das três companhias deixam de ser cotadas em bolsa e serão substituídas por novos papéis da Agre na data da aprovação da incorporação pelas assembleias das empresas.

Começa hoje período de reserva para papéis de Santander, PDG e Rossi

Começa hoje período de reserva para papéis de Santander, PDG e Rossi

    Valor Econômico

    28/09/2009 08:36


Texto: A-

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SÃO PAULO – Os investidores interessados em tomar parte na oferta pública de ações do Santander – que pode ser a maior do mundo em 2009 – têm de hoje até o dia 5 de outubro para fazer o seu pedido de reserva em uma corretora consorciada. O investimento mínimo é de R$ 3 mil.

O varejo ficará com até 20% das 525 milhões de units (recebido de ação formado por 55 papéis ordinários e 50 preferenciais). Considerando-se o teto da estimativa de preço, que vai de R$ 22 a R$ 25, o banco levantará R$ 13,125 bilhões. Com a colocação dos lotes suplementar e adicional, o total chega a R$ 15,625 bilhões. Para efeito de comparação, a maior oferta já feita na Bovespa foi a da Visanet, que somou R$ 8,39 bilhões.

Funcionários e clientes terão preferência na compra dos papéis, o que reduzirá a fatia de ações disponíveis para os demais investidores de varejo. Para participar da oferta, o funcionário ou cliente do banco deverá efetuar sua reserva exclusivamente na Santander Corretora. Já o cliente do ABN Amro Real que for cadastrado na ABN Amro Corretora deverá realizar sua reserva exclusivamente nessa corretora. Caso o correntista do Real não seja cadastrado na ABN Amro Real Corretora, ele deverá realizar seu cadastro e pedido de reserva na Santander Corretora.

No caso dos funcionários, o valor mínimo de investimento é de R$ 1 mil. Esse grupo também poderá utilizar condições especiais para subscrição dos papéis por meio de incentivo, que possibilitará mediante requerimento empréstimo com o banco no valor mínimo de R$ 1 mil e máximo de um salário bruto mensal. Os juros serão de 1% ao ano. Encerrado o período de reserva, o preço das ações será definido em 6 de outubro e os papéis passam ser negociados no Nível 2 da Bovespa no dia 8 de outubro, sob o código SANB11.

Além da alternativa de investimento no setor financeiro via a oferta do Santander, a semana também oferece a opção de aplicação no segmento imobiliário. Começa hoje e acaba no dia 30 de setembro o período de reserva para as ofertas de ações das incorporadoras Rossi Residencial e PDG Realty. O valor mínimo de investimento para o pequeno investidor foi fixado em R$ 3 mil.

No caso da Rossi, a empresa poderá levantar mais de R$ 900 milhões, dinheiro que será utilizado na aquisição de terrenos e em projetos voltados ao segmento imobiliário econômico. Já a PDG pode obter outros R$ 795 milhões com a venda de novos papéis, recursos que serão destinados também à compra de terrenos, investimentos em seu portfólio, construção de obras e capital de giro.

O cronograma das duas ofertas aponta que o preço por ação será definido dia 1º de outubro e os papéis passam a ser negociados dia 5 no Novo Mercado da Bovespa.

A oferta inicial da Rossi compreende a venda de 55 milhões de ações ordinárias (ON, com direito a voto). Tomando como base o preço de fechamento de sexta do papel, de R$ 14,59, a distribuição movimentará R$ 802 milhões. Levando em conta a colocação total do lote suplementar de 15%, o montante chega a R$ 922 milhões. A Rossi chegou ao Novo Mercado em fevereiro de 2006, vendendo 40,5 milhões de ações, a R$ 25 cada.

A oferta da PDG compreende 56 milhões de ações, ou R$ 795 milhões, tomando como base o preço de R$ 14,20 por papel, valor registrado no fechamento do pregão de quinta. Se a demanda for elevada, há opção para exercício de lote suplementar e adicional. Nesse caso, o fundo UBS Pactual Desenvolvimento e Gestão I venderá até 19,6 milhões de suas ações. Considerando tal possibilidade, a oferta sobe para R$ 1,07 bilhão. Essa será a terceira vez que a PDG venderá ações na Bovespa. A companhia chegou ao Novo Mercado em janeiro de 2007.

Rede Morar na SISP

Por Aline Vieira

Entre os dias 24 e 27 de setembro aconteceu em São Paulo a maior e mais importante semana imobiliária da América Latina. A 4ª edição do Salão Imobiliário de São Paulo, SISP, ocorreu no Pavilhão de Exposições do Anhembi com uma programação formada por exposições, palestras entre outras atividades relacionadas o setor.

Considerada como o maior sistema de vendas integradas do país, a Rede Morar Brasil Brokers marcou presença no espaço apresentando seu trabalho e formas de atuação no mercado. Para o Presidente da Rede, Haldane Teixeira o evento “é uma oportunidade única no ano para que empresários do Brasil e de outros países troquem contatos e realizem negócios”. O SISP é uma importante ferramenta de marketing, promoção e principalmente vendas diretas aos consumidores, promovendo a exposição das marcas e a geração de novos negócios para o mercado.

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O evento contou com a participação de 700 expositores de segmentos da indústria imobiliária, que utilizaram o espaço para realizar negócios, apresentar novidades e dinamizar o setor. Segundo os organizadores, cerca de 80 mil pessoas visitaram a feira durante os quatro dias de evento. Quando grandes negociações foram feitas.

Poder participar de um evento desse porte é ter a chance de amadurecer as relações comerciais da empresa. As expectativas da Rede Morar Brasil Brokers para sua participação foram positivas desde o início. “Tivemos a condição especial de consolidarmos nossa marca nos mercados regionais em quais já estamos presentes e divulgá-la para novos mercados. Fomos com vários contatos e agendamentos confirmados para o evento”, revelou Teixeira antes de embarcar com nossa equipe à São Paulo.

A Rede Morar Brasil Brokers apresentou aos visitantes a qualidade, garantia e segurança com as quais atua na otimização dos processos de comercialização e locação de imóveis. “A grande novidade foi que estivemos em primeira mão lançando a franquia Rede Morar”, disse o presidente da empresa.

Sem dúvida integrar o grupo de expositores da feira agregou valor às práticas comerciais da Rede Morar Brasil Brokers, que adquiriu ainda mais conhecimento sobre as tendências de mercado e dessa forma vai poder desenvolver futuras estratégias.

Mais um grande evento. Mais uma participação da Rede Morar Brasil Brokers!

Metrô de SP desapropria

Procura-se um chefe de Estado

Estadão de Domingo está excepcional

procura se um chefe de estado

Já falta mão de obra

setembro ja falta mao de obra 09

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