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Archive for junho \27\UTC 2009

Alphaville Granja Viana – Vendo 2.500 m2 em lotes comerciais na portaria do condominio

convite alphaville 1convite alphaville

5 lotes comerciais apenas, de frente pra Av. São Camilo, melhor oportunidade pra quem trabalhar ao lado do Alphaville, do  lado de São Paulo, dentro de uma área verde de 300 mil m2 (cerca de 230 m2 de área verde por habitante). Devido ao número limitadissimo de unidades e a exclusividade do projeto.  Não perca a oportunidade !! Como investimento, terreno moeda forte, não há outro projeto igual no mercado !

mapa alphaville granja viana

Escolha seu lote, para investimento ou moradia, melhor oportunidade do ano !!

DADOS TÉCNICOS:


População
Previsão de população 304 x 5 = 1520 habitantes
Área verde por habitante 228 m²/habitante
Estatísticas de Áreas
Área total 674.938,97 m²
Área de lotes 198.062,45 m²
Estatística de Lotes
Residenciais Unifamiliares 179.561,34 m² (304 lotes)
Comerciais 18.501,11 m² (29 lotes)
Áreas Verdes
Clube 19.354,29 m²
Espaços livres (EL) 35.605,83 m²
Áreas Verdes externas 139.280,01 m²
Áreas de Preservação Permanente (APP) 152.305,68 m²
Total de áreas verdes 346.545,81 m²

Matéria publicada na imprensa :

Alphaville Granja Viana vem aí

A Prefeitura de Carapicuíba assinou em 19 de maio, um Termo de Compromisso para construção de duas novas creches na cidade, uma na Estrada do Jacarandá, Roseira Parque, com 250 vagas e outra na Estrada do Jathay, Ariston III, com 220 vagas.

A conquista veio através de uma reivindicação do prefeito Sergio Ribeiro junto à empresa Alphaville Urbanismo S/A, que construirá um condomínio na cidade, o Alphaville Granja Viana, na Avenida São Camilo.

A área total tem cerca de 700 mil metros quadrados de mata nativa, como vocês podem observar no google maps aqui.
Apenas um terço será destinado ao condomínio, um empreendimento com cerca de 400 lotes de 500 metros, para residências de alto padrão.

Por solicitação da prefeitura, o restante da área será transformado em parque para uso da comunidade e a região ganhará um novo acesso até o km 26 da Rodovia Raposo Tavares.

Marcelo Willer, representante da Alphaville Urbanismo ressaltou que, “será implantado um centro de educação ambiental para as crianças das escolas da região, que vai ajudar na preservação do patrimônio ambiental”.

O prefeito Sergio Ribeiro já determinou que as duas creches fossem construídas pela própria Alphaville Urbanismo, para dar agilidade às obras.

Outros detalhes sobre o empreendimento Alphaville Granja Viana serão dados em breve pela Assessoria de Imprensa da empresa.

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33551283355127 me envie um email jonasjr@delfortefrema.com.br que darei mais detalhes (91067441)

Copa de 2014 no Brasil já garante aumento de receita para a Galwan – 26/6/2009

junho 26, 2009 1 comentário

Copa de 2014 no Brasil já garante aumento de receita para a Galwan – 26/6/2009

Fonte:Valor Econômico

Construção: Empreiteira vai construir cinco hotéis para a Accor no Rio até o início dos jogos

Chico Santos, do Rio
26/06/2009

A construtora capixaba Galwan, especializada na execução de obras para condomínios fechados de investidores, vai construir pelo menos cinco hotéis no Rio de Janeiro antes da Copa do Mundo de 2014, com investimentos de R$ 201 milhões. O presidente da empresa, José Luís Galvêas, disse que pretende aumentar esta conta, desde que surjam terrenos em locais atrativos para os investidores e para a administradora de hotéis que atua em parceria com a construtora, a rede francesa Accor.

Dos cinco hotéis programados até agora para o Rio, dois já foram construídos e estão operando desde o ano passado. São um da rede Ibis, com 330 apartamentos, e outro da rede Novotel, com 150 unidades, localizados em dois prédios vizinhos nas proximidades do aeroporto Santos Dumont. Os dois hotéis custaram cerca de R$ 86,5 milhões e foram construídos sob contrato com um grupo de investidores capixaba, o mesmo que em 2002 encomendou à construtora o primeiro Ibis de Vitória.

Os outros três hotéis do Rio estão programados para serem inaugurados em 2011, representando investimentos de R$ 114,3 milhões. Os dois primeiros, da bandeira Ibis, serão erguidos em Botafogo e em Copacabana, ambos na zona Sul. O terceiro será uma Novotel na avenida Lúcio Costa (antiga Sernambetiba), praia da Barra da Tijuca (zona Oeste). Este último terá a Funcef, fundo de pensão dos empregados da Caixa Econômica Federal (CEF), como proprietária de 80% das suas unidades, ficando 10% para a própria Galwan e 10% para a construtora Performance, que participou, também com 10%, dos dois hotéis do Santos Dumont.

Galvêas disse que desde 1982, quando começou a construir prédios em Vila Velha (ES), sempre atuou no sistema de cooperativo, ou de condomínio fechado. Por esta modalidade, hoje muito difundida, a iniciativa da obra é de um grupo de investidores que contrata uma construtora para executar o serviço a um preço combinado que, segundo o presidente da Galwan, fica, em média, 25% mais barato do que um imóvel construído pelo modelo convencional.

A Galwan, que tem quatro sócios (Galvêas detém 40% do capital), nasceu há 21 anos e a entrada no mercado de hotéis ocorreu há 12 anos, com a construção de um apart-hotel com 160 apartamentos em Vila Velha. A Accor entrou no negócio como contratada para administrar o empreendimento sob a bandeira Partenon, já extinta.

Segundo Galvêas, a empresa percebeu que em um apart-hotel a rentabilidade para os investidores é prejudicada porque há um conflito de interesses entre os que moram no prédio e as unidades disponíveis para hospedagem. Um estudo concluiu que o melhor investimento seria em hotéis, o que levou à construção do primeiro Ibis de Vitória. Segundo Galvêas, o hotel começou rendendo R$ 600 por mês para os investidores e hoje rende R$ 1.500.

No Rio de Janeiro, segundo Galvêas, os dois primeiros hotéis estão gerando para os investidores rendimento de R$ 1,3% ao mês por unidade que custaram R$ 123 mil (Ibis) e R$ 298 mil (Novotel). Para os outros três hotéis programados, foi estimada uma rentabilidade mensal de 1,4%.

Em média, a Galwan fica com 20% dos empreendimentos. Galvêas disse que no começo da crise houve aumento de dois para quatro meses no prazo para reunir os investidores para a cada obra, mas a situação está voltando ao normal.

Gafisa suspende operação com ação e estuda debênture – 26/6/2009

Gafisa suspende operação com ação e estuda debênture - 26/6/2009

Fonte:Valor Econômico

Oferta pública: Primeiros contatos com investidores para identificar demanda e preço para os papéis desanimaram a empresa.

Por Daniela D3Ambrosio e Ana Paula Ragazzi, de São Paulo
26/06/2009
 
Renato Stockler / Folha Imagem
Prédio construído em São Paulo pela Gafisa; empresa entrou na bolsa em 2006

Apenas 14 dias depois de ter submetido à Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid) a análise de uma oferta de ações, a Gafisa solicitou a prorrogação do prazo para realizar a operação. Com isso, a companhia interrompe, pelo menos temporariamente, o andamento da oferta – que não deve ser retomada antes do segundo semestre.

A intenção da companhia é captar entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões por meio de uma distribuição primária. Segundo o Valor apurou, a Gafisa está estudando alternativa, como a emissão de debêntures conversíveis em ações. A empresa tem um endividamento alto e precisa de uma injeção de capital.

Até o momento, a oferta da Gafisa foi a única com pedido de adiamento protocolado. No entanto, com a piora do mercado acionário nas últimas semanas, não está descartada a possibilidade de outras ofertas serem suspensas ou adiadas, segundo banqueiros de investimento.

A Natura, por exemplo, contratou os bancos que fariam a venda de ações de seus controladores há um mês e havia expectativa que a essa altura o pedido de registro da oferta já tivesse dado entrada na CVM, o que não ocorreu ainda. Tudo indica que a oferta ainda está nos planos, mas também é certo que os acionistas estão monitorando o comportamento do mercado atentamente. Afinal, é desgastante para a imagem da companhia registrar uma oferta e depois retirá-la.

No caso da Gafisa, a suspensão da operação aconteceu por conta da expectativa de preço das ações na oferta. Não exatamente pelo recuo dos papéis depois do anúncio da operação, mas, sim, pelas conversas iniciais com investidores. Entre os dias 3 de junho, data de pedido do registro da oferta, e 17 de junho, dia da prorrogação, os papéis tiveram uma oscilação pequena- saindo de R$ 15,95 para R$ 15,65. Mas os primeiros contatos com investidores para identificar a demanda pela operação desanimaram a empresa, apurou o Valor.

O mercado estaria exigindo um desconto para ficar com os papéis por dois motivos: o fato de a empresa não atuar diretamente na baixa renda – o apetite dos investidores está nesse segmento – e por conta de lembranças de problema de relacionamento com a companhia no passado, particularmente o episódio em que a Gafisa incorporou a Tenda por meio de uma operação em que não houve oferta aos acionistas minoritários (tag along). Procurada pelo Valor, a Gafisa não comentou a decisão.

As ações da Gafisa chegaram a bater R$ 20,90, em maio, pouco antes de a empresa decidir pela nova oferta de papéis. A construtora teria estipulado R$ 18 a ação como preço ideal para a operação. A Gafisa estreou na bolsa em fevereiro de 2006, com preço original de lançamento de R$ 18,50.

Ao final do primeiro trimestre, a dívida líquida da Gafisa era de R$ 1,247 bilhão, o equivalente a 77% do patrimônio líquido. Somada às obrigações com investidores, a dívida líquida atingia R$ 1,387 bilhão em 31 de março. Uma das cláusulas da quarta emissão da companhia, de R$ 240 milhões, feita em setembro de 2006, dizia que a dívida líquida da empresa não podia ultrapassar R$ 1 bilhão.

A empresa está em renegociação com os credores e convocou assembleia com os debenturistas para 1º de julho. A construtora proporá mudanças nos indicadores financeiros acertados com os investidores para aumentar os limites de endividamento.

De acordo com a companhia, uma resposta positiva dos debenturistas deverá ser “premiada” com uma alteração na remuneração dos papéis. Entre as propostas da Gafisa está a exclusão do limite de R$ 1 bilhão para o endividamento líquido. Segundo a empresa, esse montante deixou de ser um critério adequado para a comprovação de sua capacidade de pagamento, devido ao crescimento da companhia nos últimos anos.

Segundo o analista Eduardo Silveira, da Fator Corretora, esse é um dos motivos que levaram a companhia a preparar a oferta de ações. Com a operação, a alavancagem financeira da empresa cairia de 62% para 45%.

No mercado, o que se fala é que as dificuldades em torno da negociação de preço da distribuição de Gafisa teriam inibido outra colocação – as informações são de que a Cyrela também preparava uma oferta, mas recuou depois de perceber que os valores que os investidores estariam dispostos a pagar não estariam de acordo com o que pretendia.

Do mesmo setor, a mineira MRV teve uma operação bem-sucedida. A ação foi vendida por R$ 24,50 na oferta pública primária e secundária. O valor representa um desconto de 2% sobre o preço de fechamento do papel ontem na Bovespa, de R$ 25,00. Os pedidos de reserva de investidores de varejo foram integralmente atendidos.

Segundo a CVM, foi registrada a venda de 24,3 milhões de ações ordinárias (ON, sem voto) na oferta primária, mas apenas a venda de 18 milhões está garantida. Outras 5,175 milhões de ações serão vendidas na oferta secundária. A distribuição movimentará entre R$ 567 milhões e R$ 722 milhões. O valor definitivo da operação só será conhecido após a publicação do anúncio de encerramento, quando haverá a divulgação sobre os lotes suplementar e adicional. (Colaborou Vanessa Adachi)

R$ 10 bilhões até 2020 – 26/6/2009

junho 26, 2009 1 comentário

R$ 10 bilhões até 2020 – 26/6/2009

Fonte:Diário de Cuiabá

Mais de 60% deste volume será aplicado em apenas cinco anos. Copa do Mundo antecipa ciclo de desenvolvimento na Baixada

Cifras projetadas para aplicação na Baixada Cuiabana, como observam especialistas, antecipam para cinco, investimentos que levariam 15 anos

MARCONDES MACIEL
Da Reportagem

O secretário de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso, Yuri Bastos Jorge, confirmou ontem, investimentos de R$ 6 bilhões na região da Baixada Cuiabana nos próximos cinco anos, como reflexo direto da realização de jogos da Copa do Mundo de 2014, em Cuiabá. Mais: até 2020, os investimentos públicos e privados poderão atingir a cifra de R$ 10 bilhões em infra-estrutura e desenvolvimento. “Prevemos um novo cenário e a transformação do perfil econômico de Cuiabá, que passará a ter no turismo a base sólida para seu desenvolvimento, com mais emprego e renda à população”, afirmou Yuri.

Ele revelou que só no setor de turismo serão investidos mais de R$ 600 milhões até 2014. Ele também revelou as fontes dos recursos para esses investimentos. Os R$ 6 bilhões serão contabilizados da seguinte forma: R$ 1,5 bilhão do Estado, R$ 2 bilhões do governo federal e R$ 2,5 bilhões da iniciativa privada. O planejamento, segundo Yuri Bastos, não é só para a Copa, mas a longo prazo, para 10 e 15 anos.

“Já começamos a sentir desde agora os efeitos desta nova realidade nos mercados de construção civil e imobiliário, onde os negócios já começam a acontecer”, disse o secretário, que ontem pela manhã fez a apresentação do “Programa da Copa do Mundo 2014 em Cuiabá” e seus impactos na economia do Estado durante o seminário “Mato Grosso: cenários socioeconômicos de desenvolvimento”, promovido pela Rede Cemat, no auditório do Senai, na Capital.

Durante o evento foram discutidos investimentos, políticas públicas, diagnóstico e perspectivas do segmento industrial e comercial no Estado do agronegócio, sob a ótica da Copa do Mundo. “Pretendemos reunir subsídios para projeções de mercado e, conseqüentemente, o planejamento econômico-financeiro, de compra e venda de energia e de expansão do sistema elétrico pela distribuidora para os próximos anos”, afirmou o vice-presidente de Operações da Rede Cemat, Arlindo Napolitano. A partir destas informações a empresa pretende fazer o seu planejamento no Estado, considerando o aumento da demanda com as obras de infra-estrutura para a realização da Copa 2014 em Cuiabá.

“Temos a missão de planejar o mercado de energia e distribuição. Por isso queremos saber o que será feito para prepararmos o atendimento no curto e médio prazo”, disse Napolitano. “Precisamos conhecer o impacto que o evento poderá trazer para o nosso Estado, especialmente na Baixada Cuiabana. A Cemat ainda não conseguiu avaliar e visualizar este impacto. Estamos em busca de subsídios, mas desde já começamos a nos preparar para atender esta nova demanda, seja de que tamanho for”, disse ele.

APLICAÇÕES – Nos últimos dois anos, a Rede Cemat investiu cerca de R$ 1 bilhão na área de distribuição (linhas de transmissão), construção de novas subestações e melhorias nas redes existentes em Mato Grosso. Só em 2008 foram investidos R$ 600 milhões, crescimento de 50% em relação aos números do ano anterior (R$ 400 milhões).

Para o presidente do Conselho Econômico e Tributário da Federação das Indústrias do Estado (Fiemt), Gustavo de Oliveira, a Copa vai consolidar a imagem de Mato Grosso no mundo e será uma “oportunidade para alavancar investimentos em todas as áreas”.

Segundo ele, o evento irá antecipar o desenvolvimento do Estado em pelo menos 10 anos. “Obras que seriam realizadas daqui a 15 anos serão realizadas em cinco. Vamos mudar a nossa história e ingressar em um novo ciclo de crescimento e progresso”.

Brookfield é novo nome do grupo Brascan no país – 23/6/2009

Brookfield é novo nome do grupo Brascan no país – 23/6/2009

Fonte:Valor Econômico

Daniela D3Ambrosio, de São Paulo
23/06/2009
Silvia Costanti/Valor
Simões Lopes, presidente do grupo Brascan, diz que o Brasil foi o último dos nove países onde o grupo atua a mudar o nome: “Brascan aqui era muito presente.”

Depois de 50 anos, o grupo Brascan vai mudar o nome de todas as empresas – shopping center, incorporação e construção, energia renovável, florestal, agrícola e corretagem de seguros – para Brookfield, assinatura do controlador canadense. Apesar de difícil e quase impronunciável para boa parte dos brasileiros, a subsidiária preferiu correr o risco da mudança e seguir o alinhamento global.

A ideia é buscar o aval de uma companhia que administra US$ 80 bilhões em ativos no mundo, em diferentes áreas. O Brasil era o único país entre os nove onde a multinacional atua que ainda mantinha o nome Brascan – que teve origem nas palavras Brasil e Canadá. Nos demais países, a mudança começou há cinco anos. “Aqui demorou mais porque o nome Brascan era mais presente”, diz Luiz Simões Lopes, presidente do grupo Brascan.

A multinacional administra R$ 14 bilhões no Brasil, dos quais quase 70% (R$ 9,5 bilhões) estão na área imobiliária – incorporação e shopping center. Há mais R$ 2,5 bilhões em geração de energia, R$ 1,5 bilhão em ativos de infraestrutura e área financeira, R$ 300 milhões na área agrícola e R$ 200 milhões em florestas. A área de incorporação é a única com capital aberto – estreou na bolsa em 2006. Ontem à tarde, a empresa fez uma assembleia para aprovação do novo nome.

O banco é a única exceção nesse primeiro momento, porque a mudança de nome de instituição financeira é mais demorada. Segundo Simões, não há previsão de data para alteração do Banco Brascan para Brookfield.

Na área imobiliária, a Brascan – que comprou a Company e MB Engenharia no ano passado – já procurava um nome para representar a unificação das três empresas. “O pessoal do Canadá nos deu a liberdade de mantermos Brascan, mas já que buscávamos um novo nome, optamos pelo nome global”, diz Nicholas Reade, diretor-presidente da Brascan Residential, agora Brookfield Incorporações.

O novo logotipo do braço de incorporação mantém as três marcas (Brascan, Company e MB) embaixo da assinatura Brookfield. “Não sabemos por quanto tempo vamos manter as marcas, depende da aceitação”, afirma Reade. Cada uma das empresas é mais forte no seu mercado de origem: a Brascan no Rio, a Company em São Paulo e a MB Engenharia no Centro-Oeste.

Na avaliação do executivo, a marca é importante, mas o consumidor de imóveis se preocupa menos do que em outras áreas. “Muita gente acha que comprou apartamento da Lopes ou da Abyara, que são corretoras e não sabem quem é a construtora”, diz Reade. Nos últimos anos, porém, aumentou o investimento em sites e até mesmo em campanhas institucionais das construtoras e incorporadoras.

Uma das preocupações da companhia são os investidores, sobretudo os estrangeiros, que voltaram a ter uma participação importante no mercado imobiliário. “Você pula um estágio de não ter que explicar que no Brasil Brookfield é Brascan”, diz Lopes.

A integração das três empresas começou no fim do ano passado e prossegue. Segundo Reade, houve um trabalho de identificação dos procedimentos usados em cada uma delas – como sistema de monitoramento de obra, folha de pagamento, incorporação e compra de terreno – escolha do melhor modelo e implantação em toda a empresa. “Estamos nessa fase de padronização”, diz Reade. A companhia usou parte da verba de lançamentos, já que houve uma queda de novos produtos este ano, para comunicar a nova marca. Mas não revela o valor investido.

A incorporadora ainda não definiu como atuará no mercado de baixa renda, se criará uma outra marca, como a maioria das empresas do setor. Atualmente, o principal veículo popular é a MB Engenharia, mas a participação do segmento econômico ainda é pequeno no grupo. Para este ano, 7% dos lançamentos devem ser de até R$ 130 mil (dentro do Minha Casa, Minha Vida), 63% entre R$ 130 mil e R$ 500 mil, 15% acima de R$ 500 mil e 15%, em escritórios.

CONSTRUÇÃO: Revitalização de região custará R$ 374 mi – 24/6/2009

junho 24, 2009 1 comentário
CONSTRUÇÃO: Revitalização de região custará R$ 374 mi – 24/6/2009

Fonte:Pini Web

SÃO PAULO, 24 de junho de 2009 – A Prefeitura do Rio de Janeiro lançou no dia 23 de junho o projeto Porto Maravilha, que vai aplicar R$ 374 milhões na revitalização da área portuária da cidade. As obras serão divididas em três frentes principais: infraestrutura, habitação e cultura e entretenimento.

No grupo dos projetos de infraestrutura, estão previstas intervenções como a revitalização completa da Praça Mauá e do Píer Mauá; a execução do calçamento, iluminação pública, drenagem e arborização dos eixos Barão de Tefé, Venezuela e Rodrigues Alves; a demolição da alça de subida do viaduto da perimetral; e a reurbanização do Morro da Conceição. Juntas, essas intervenções somam um investimento público de R$ 145 milhões.

O Píer da Praça Mauá será transformado em um parque com anfiteatro, chafarizes, restaurantes, quiosques e estacionamento

Ainda no grupo de infraestrutura, será de responsabilidade da iniciativa privada a construção de uma garagem subterrânea na Praça Mauá, com capacidade para até mil veículos. O projeto é estimado em R$ 45 milhões.

Perspectiva mostra como será a parte interna do Museu do Amanhã, que prevê investimentos de R$ 125 milhões

Já na frente habitação, a prefeitura do Rio de Janeiro lançou o programa Novas Alternativas, para a criação de 499 novas residências na Região Portuária. As unidades serão disponibilizadas a partir da revitalização de 24 imóveis degradados na região, que já possuem licença de obras. O custo estimado do projeto é de R$ 10 milhões por parte da prefeitura. A Caixa Econômica Federal ainda vai disponibilizar R$ 24 milhões para financiamento aos moradores. (PINIweb)

Vista Perdizes – Pré Lançamento – Excelente pra morar ou pra investimento

AlphaVille 2 já vendeu 70% dos lotes

junho 24, 2009 1 comentário
AlphaVille 2 já vendeu 70% dos lotes
Pela segunda vez em apenas seis meses, a marca AlphaVille superou as expectativas de vendas em Votorantim, na região de Sorocaba. No último sábado (20 de junho), no lançamento do AlphaVille Nova Esplanada 2, 70% dos 171 lotes foram vendidos em apenas três horas após a abertura de vendas.

Desde o início da manhã, clientes fizeram fila em frente ao plantão de vendas, localizado na altura do número 350 da Avenida Gisele Constantino, para garantir a escolha dos lotes. Alguns, inclusive, que já haviam adquirido lotes na primeira fase, repetiram o investimento no novo empreendimento, como foi o caso do médico André Golo. “Neste período de crise financeira, o setor imobiliário é o melhor para fazer investimentos. E como eu já conhecia a qualidade e a solidez da marca AlphaVille, resolvi adquirir mais um lote”.

A rapidez na comercialização do novo empreendimento já no primeiro dia era esperada pela AlphaVille Urbanismo. Em dezembro de 2008, a empresa lançou o primeiro empreendimento da marca na região, com 80% dos 442 lotes residenciais e 100% dos 57 comerciais vendidos em 72 horas. “Esperávamos grande aceitação do mercado também nesta segunda etapa, pois já havíamos detectado demanda local por um novo empreendimento AlphaVille na região. E, nesta segunda fase, a qualidade, a infra-estrutura, o lazer, o contato com a natureza e a conveniência que AlphaVille ofereceu no primeiro empreendimento continuam, aliados à exclusividade que apenas 171 famílias terão, ao poder usufruir de privacidade e clube próprio, entre outros benefícios”, explica o diretor comercial da AlphaVille Urbanismo, Fábio Valle.

O diretor completa ainda que o sucesso da marca AlphaVile na região deve-se também à valorização imobiliária que o interior de São Paulo tem apresentado nos últimos anos. “Partindo da capital, verificamos um grande crescimento imobiliário principalmente na região Oeste do Estado, onde estão localizadas Sorocaba e Votorantim. E o acesso até aqui é muito facilitado pelas Rodovias Castello Branco e Raposo Tavares, que funcionam como grandes avenidas, aproximando com rapidez o interior da capital. Somando os diferenciais de AlphaVille a esta localização privilegiada, conseguimos fazer com que o empreendimento fosse atrativo também para pessoas de outras cidades. Prova disso é que tivemos compradores de Itu, Campinas e até Piracicaba?, ressalta Valle.

Conveniência e lazer

Localizado a apenas seis minutos do shopping Esplanada e próximo a hipermercados, lojas e restaurantes instalados no bairro Campolim, um dos mais nobres de Sorocaba, o AlphaVille Nova Esplanada 2 contará com um parque linear arborizado que percorre toda a sua extensão, com ampla pista de ciclismo e caminhada. É por este acesso que os moradores do AlphaVille Nova Esplanada 2 também estarão muito próximos da área comercial, com 57 lotes – já totalmente comercializados na primeira fase do empreendimento – onde futuramente serão implantados estabelecimentos comerciais e de serviços, que irão oferecer comodidade e conveniência para os moradores de AlphaVille, praticamente à porta de casa.

Outro diferencial do empreendimento é o clube próprio e privativo, com mais de 11 mil metros quadrados, incluindo duas quadras de tênis, uma quadra poliesportiva, piscina adulto com raia de 25 metros, piscina infantil, deck, espaço kid´s, Club House equipada com fitness center, salão de festas, bar, além de estacionamento.

Praças de convivência, paisagismo no interior do empreendimento e um corredor de biodiversidade com mata nativa ao redor do loteamento somam mais de 370 mil metros quadrados de área verde, o que equivalerá a cerca 115m² de área verde por habitante.

Fonte: VIVAcidade – 23/06/2009

MRV levanta R$639,45 milhões em oferta de ações

junho 24, 2009 1 comentário

24/06/2009 – 10h45

MRV levanta R$639,45 milhões em oferta de ações

SÃO PAULO (Reuters) – A MRV Engenharia anunciou nesta quarta-feira que levantou 639,45 milhões de reais com uma oferta pública primária e secundária de ações.

A companhia vendeu 21,6 milhões de ações ordinárias em emissão primária e 4,5 milhões de papéis ON em distribuição secundária, a 24,50 reais por ação, segundo comunicado publicado pela companhia.

Quando anunciou o plano de fazer a oferta, no final de maio, a MRV havia informado que esperava captar entre 350 milhões e 450 milhões de reais. Na época, a empresa estimou que a oferta secundária movimentaria outros 70 milhões a 100 milhões de reais.

A MRV pretende usar 65 por cento dos recursos gerados com a venda para na construção de empreendimentos lançados e para capital de giro. Os demais 35 por cento serão usados na compra de terrenos e incorporação de imóveis.

Segundo comunicado da MRV, a totalidade dos pedidos de reserva de investidores não institucionais foi atendida, não havendo necessidade de rateio.

(Por Alberto Alerigi Jr)

Programa habitacional popular tira construtoras do anonimato – 22/6/2009

junho 23, 2009 1 comentário

Programa habitacional popular tira construtoras do anonimato – 22/6/2009

Fonte:Valor Econômico
 
Daniela D3Ambrosio, de São Paulo
  
Elas estão longe dos holofotes. Menos conhecidas e sem ações em bolsa, empresas como Cury, Direcional, Mudar e Patrimônio não estão na mira dos analistas e investidores, mas sentem a engrenagem girar na mesma proporção e velocidade que as companhias abertas beneficiadas pelo programa habitacional do governo. Com mais ou menos tempo de estrada, essas empresas já atuavam na baixa renda – segmento que ganhou todas as atenções do setor – e aproveitam a demanda praticamente garantida para ganhar mercado e aumentar a receita.
 
Assim como as grandes, precisaram sentar e refazer as contas. O cenário preto-e-branco do início do ano ganhou colorido diferente, desafiador até. A Direcional Engenharia, de Minas Gerais, lançou R$ 710 milhões no ano passado e começou o ano planejando ficar no mesmo patamar ou até menos. Já reviu a meta para R$ 1 bilhão. “O plano pode ser revisto para cima de novo de acordo com a demanda”, diz Ricardo Ribeiro, membro da segunda geração da família que fundou a empresa há 28 anos.
 
A Patrimônio, empresa de São Paulo, criada há 14 anos, entrou em 2008 prevendo uma redução de um terço dos lançamentos – que em 2008 somou R$ 650 milhões. Voltou aos R$ 650 milhões e para 2010, quando imagina que terá mais projetos nesse programa, já fala na ambiciosa cifra de R$ 1 bilhão em lançamentos.
 
A mais antiga delas, a Cury, também paulista, com 47 anos, muda de dimensão. A empresa, que lançou 4 mil unidades em 2008, já tem 17 mil unidades em processo de aprovação. Fábio Cury aproveita a experiência herdada do pai, já falecido, em programas como a antiga Cohab, e os recentes CDHU e plano PAR (Plano de Arrendamento Residencial) da Caixa para sair na frente. A empresa já assinou carta de intenções com a prefeitura de Guarulhos e com a CEF para o lançamento de 12 mil unidades.
 
A caçula desse grupo, a carioca Mudar, ganhou fama depois de investir mais de R$ 6 milhões em merchandising no programa do Gugu, no SBT. O empresário Augusto Martinez virou celebridade entre garçons, frentistas e atendentes, e aproveita que a marca ficou conhecida nas classes C e D para vender seus imóveis. Pretende lançar 4 mil unidades este ano, 60% acima do ano passado.
 
Como as grandes, também encontram desafios – o maior deles é capital para financiar o crescimento. “O entrave era e continua sendo capital de giro”, afirma Martinez, da Mudar, o mais cético em relação ao pacote. “Para crescer, é preciso de dinheiro e esse gargalo continua porque o financiamento é escasso”. O subsídio do programa Minha Casa, Minha Vida vai para o comprador do imóvel e não para a construtora. A linha de crédito de R$ 3 bilhões para capital de giro criada no final do ano passado foi modificada por conta da pressão das construtoras, mas o dinheiro ainda não começou a ser liberado.
 
A burocracia da Caixa também é apontada como um entrave, problema já sinalizado entre as empresas com ação em bolsa, sobretudo após uma greve. “Embora haja disposição, a Caixa já tinha gargalos e a grande dúvida é como o plano será operacionalizado”, diz Jorge Yamaniski Filho, dono da Patrimônio. “A análise dos projetos tem sido demorada”.
 
A concorrência com as grandes é acirrada. Mesmo quem só fazia lançamentos eventuais nessa área agora se debruça em projetos populares e já muda completamente a estratégia, como a Rossi Residencial. Mais ágeis e com menos despesas administrativas, essas empresas parecem não se não se intimidar. “Conhecemos os donos de terrenos em regiões periféricas, o que faz toda a diferença nesse momento”, diz Cury.
 
Embora tenham porte médio e pequeno, conseguiram fechar parcerias importantes nos últimos anos. A Cyrela fez uma joint venture e comprou 50% da Cury em julho de 2007. O fundo de private equity Tarpon é dono de 25% da Direcional desde março de 2008.
 
O crescimento nas vendas deve ter impacto no aumento da estrutura e nos empregos dessas companhias. A Direcional, que não terceiriza a construção e emprega os funcionários das obras, deve sair de 3 mil empregados para até 5 mil no fim do ano. “A engenharia, que é o mais importante devido à redução de custos e novas tecnologias, vai dobrar de tamanho”, diz Cury, que hoje emprega 40 engenheiros.
 
Ao contrário das maiores, essas construtoras estão mais ativas na faixa de até três salários mínimos, que representa 60% do pacote ou R$ 20 bilhões e onde o subsídio para o comprador é praticamente integral. A Cury irá lançar 8 mil unidades. A Direcional já tem um projeto aprovado no Rio e outros dois – em Belo Horizonte e Brasília – em análise. A Patrimônio terá quatro projetos, dois já aprovados.

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