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Folha Online: Valores de crédito habitacional na Caixa atingem R$ 33,6 bilhões

Novembro 8, 2009 · Deixe um comentário

A seguinte notícia da Folha Online (www.folha.com.br) foi enviada para você por Jonas (jonasjr@frema.com.br).

Clique no link abaixo para ler o texto completo:

Valores de crédito habitacional na Caixa atingem R$ 33,6 bilhões http://www1.folha.uol.com.br/folha/classificados/imoveis/ult1669u649327.shtml

Folha Online
http://www.folha.com.br/

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Estadao Domingo – 8/11/2009 – Franquias

Novembro 8, 2009 · Deixe um comentário

As matérias principais do Estadão no link abaixo.

A respeito de franquias, Brasil Brokers é a oportunidade principal desse mercado que terá alguma competição no próximo ano.

Também o anúncio da Frema de Terceiros

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Após disparada no lucro, Gafisa mantém metas e quer dobrar lançamentos

Novembro 6, 2009 · Deixe um comentário

Após disparada no lucro, Gafisa mantém metas e quer dobrar lançamentos - 6/11/2009

Fonte:Valor Online

SÃO PAULO – Pouco mais de um ano após a quebra do Lehman Brothers – evento que deflagrou a crise financeira global em sua fase mais aguda -, a Gafisa visualiza hoje um cenário ” bastante positivo ” para o mercado imobiliário brasileiro, na esteira das medidas do governo federal para estimular o setor e da recuperação do crédito no país. A incorporadora manteve suas principais metas para 2009, que incluem vendas contratadas consolidadas entre R$ 2,7 bilhões e R$ 3,2 bilhões e uma margem do resultado operacional medido pelo Ebitda (da sigla em inglês, lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de 16% a 17%.

Até setembro deste ano, as vendas contratadas somavam R$ 2,2 bilhões, uma alta de 12% sobre os nove primeiros meses de 2008, enquanto a margem Ebitda (ajustada por despesas com plano de opções) era de 20,2%.

Só no quarto trimestre, a expectativa é de que os lançamentos dobrem em relação ao volume apurado nos três meses antecedentes, de R$ 514,3 milhões (montante 43% inferior ao registrado no mesmo período de 2008). ” No final do terceiro trimestre do ano passado, não tínhamos visão para o que iria ocorrer em três meses. Agora, temos uma visibilidade maior e os cenários que estamos fazendo são bastante positivos ” , afirmou o presidente da Gafisa, Wilson Amaral, em teleconferência com analistas realizada na manhã de hoje.

Ontem, após o fechamento do mercado, a empresa anunciou um lucro de R$ 63,717 milhões no terceiro trimestre, superando em 340,3% o resultado do mesmo período de 2008 (R$ 14,471 milhões). O número também ficou acima do lucro apurado no segundo trimestre deste ano, de R$ 57,768 milhões.

Os ganhos seguiram um avanço, no comparativo anual, de 132,3% da receita bruta, para R$ 915,461 milhões no terceiro trimestre. Na mesma base de comparação, o resultado operacional medido pelo Ebitda avançou 156,7%, para R$ 179,14 milhões, em valores ajustados por despesas com plano de opções. A margem Ebitda ficou em 20,4%, ante 18,4% de um ano antes.

De acordo com Amaral, a tendência de crescimento de receita é sustentável, dado o plano da Gafisa de acelerar os lançamentos nos próximos meses. Segundo ele, a velocidade de lançamentos da incorporadora já supera os níveis vistos em 2007 e 2008. O executivo, contudo, preferiu não traçar metas para o próximo ano, limitando-se a dizer que está otimista sobre os volumes e negócios da empresa.

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Odebrecht aposta em expanso no setor imobilirio do Rio

Novembro 6, 2009 · Deixe um comentário

Odebrecht aposta em expansão no setor imobiliário do Rio – 6/11/2009

Fonte:Valor Online

RIO – A Odebrecht Realizações Imobiliárias pretende lançar, até o fim do primeiro semestre do ano que vem, empreendimentos no Rio de Janeiro que somam R$ 450 milhões de Valor Geral de Vendas (VGV). De acordo com Antonio Pessoa, diretor de incorporação da empresa no Rio, os investimentos na região metropolitana da capital fluminense representam cerca de 25% do VGV estimado para os lançamentos da companhia no país até junho do ano que vem. Além do Rio, a Odebrecht Realizações Imobiliárias atua em São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Bahia e Distrito Federal.

No mês que vem a empresa lança o Dimension Office & Park, complexo de seis edifícios com salas comerciais e lojas na Barra da Tijuca, com VGV estimado de R$ 250 milhões. O projeto receberá investimentos, entre aquisição do terreno e obras, de R$ 180 milhões e a expectativa da companhia é lançar mais um empreendimento no bairro da Zona Oeste carioca no ano que vem.

No primeiro trimestre de 2010 será a vez do primeiro projeto residencial da empresa no Estado, o Murano Luxury Apartments, na praia de Icaraí, na cidade de Niterói. O empreendimento terá três edifícios com apartamentos de 3 ou 4 quartos e VGV de R$ 200 milhões.

Além da área dedicada ao Dimension, a companhia já possui terrenos para três outros projetos na Barra da Tijuca. Pessoa revelou que a intenção é lançar mais um projeto no bairro no fim de 2010. As opções são um prédio corporativo em uma área de 10 mil metros quadrados ou um complexo multiuso, com hotel e centro empresarial, em uma área de 14 mil metros quadrados.

Pessoa ressaltou que o desenvolvimento da infraestrutura na região da Barra da Tijuca para o Pan-americano de 2007 foi essencial para a decisão da empresa de adquirir os quatro terrenos no local, comprados em abril de 2008.

“Acho que esse é um exemplo claro de como o investimento em infraestrutura puxa o investimento privado”, frisou o executivo, lembrando que a entrega do Dimension está prevista para dezembro de 2012.

O diretor da companhia se mostrou otimista em relação ao mercado imobiliário do país, em especial o carioca. Para ele, depois de um período “muito duro”, as empresas do setor voltaram a investir em novos projetos e novos terrenos.

Um dos reflexos positivos da crise internacional foi, segundo Pessoa, a queda da taxa básica de juros da economia, o que torna o investimento em imóveis uma boa alternativa frente a opções como a renda fixa. Pessoa destacou que o aluguel de salas comerciais remunera o capital investido em cerca de 10% ao ano, mais a variação do IGP-M, enquanto a Selic paga 8,75% ao ano.

“A gente tem percebido a migração, tanto do pequeno investidor para imóveis comerciais, quanto dos investidores mais profissionais. Grandes investidores voltam a comprar andares inteiros, prédios inteiros”, afirmou. “O sobe e desce das ações lembrou as pessoas que a bolsa é renda variável. Para o mercado imobiliário, ao final de um ano (de crise), o saldo está sendo satisfatório”, acrescentou.

Pessoa revelou que o Conselho de Administração da Odebrecht analisou em 2007 a possibilidade de abertura de capital da controlada, mas a decisão foi a de manter o capital fechado e apostar no mercado imobiliário, com a criação da Novo Bairro, destinada ao consumidor da baixa renda.

Sobre a Olimpíada de 2016, o executivo reafirmou as boas oportunidades de negócios que aportarão na cidade e acrescentou que, embora ainda não haja projetos concretos, a revitalização da Zona Portuária pode incluir bons projetos. “A Zona Portuária é um bolsão de (grandes) áreas no Rio de Janeiro, cercado por regiões já consolidadas”, ressaltou.

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Com o caixa mais robusto, Multiplan investe no Rio

Novembro 6, 2009 · Deixe um comentário

Com o caixa mais robusto, Multiplan investe no Rio – 6/11/2009

Fonte:Valor Online

Julio Bittencourt/Valor
Foto Destaque
José Isaac Peres, presidente da Multiplan, diz que a crise já passou e que vai explorar o mercado do Nordeste, em parceria de 50% com a Aliansce

A Multiplan, que anunciou ontem a construção de um novo shopping em São Caetano do Sul na região do ABC Paulista, também vai levantar dois novos empreendimentos na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O presidente do grupo, José Isaac Peres, disse ao Valor que, para o setor, a crise já passou. Ele acredita que neste Natal poderá haver falta de produtos.

O novo projeto na região do ABC, o ParkShopping SãoCaetano, será num bairro novo, o Espaço Cerâmico. Com investimento de R$ 260 milhões, o projeto terá 242 lojas, com 15 âncoras e área bruta de 38,9 mil metros quadrados na primeira fase, com capacidade de expansão para 65 mil metros quadrados. A construção começa em março e a inauguração está prevista para outubro do próximo ano. Em setembro, o grupo fez uma oferta pública de ações e captou R$ 792 milhões.

No Rio, o presidente diz que fará novas expansões no BarraShopping, o maior shopping da América Latina, mas promete dois novos investimentos na cidade que, segundo ele, devem “impressionar o carioca”. No entanto, ele não revela o bairro, só explica que serão empreendimentos voltados para todas as classes, com lojas e serviços. A área escolhida é a Zona Oeste da cidade, que ainda oferece espaços para expansão imobiliária e demanda por serviços não atendida.

A maioria dos investimentos da Multiplan, que em 2010 completa 35 anos, é feita dessa forma. “Em São Caetano do Sul, estamos em um bairro novo, recém-criado que será replanejado”, conta Peres. “Fizemos isso no Rio, em Brasília e em Belo Horizonte. Nos instalamos onde as cidades ainda vão crescer”, diz.

Peres explica que o mercado imobiliário de shoppings está aquecido e há uma grande demanda por lojas. “Já passamos da crise e o comércio não foi tão afetado”. Ele acredita que neste Natal poderá haver falta de produtos nas lojas, porque segundo ele, o lojista nunca se prepara totalmente para vender muito, principalmente em épocas posteriores a crises. Segundo ele, isto se dará também por conta do crescimento econômico da classes mais pobres. “A classe C já virou classe B e a distribuição de renda está melhorando no país”.

De olho nessa distribuição mais equalizada, a Multiplan colocará também seus pés no Nordeste, numa associação de 50% com o grupo Aliansce, em Maceió (AL). Lá, além do shopping, haverá um condomínio e um hotel, também numa área em expansão da cidade.

O empresário explica que esta é a tendência do setor, agregar serviços ao redor dos shoppings centeres. Em São Caetano (SP), por exemplo, a empresa também construirá dois prédios comerciais. “A cada dia o cidadão quer mais conforto, quer resolver tudo em um único lugar”, afirma Peres. Por isso, os shoppings também têm feito expansões de escritórios, universidades e centros médicos.

No segundo semestre de 2009, a Multiplan inaugurou três expansões: no Shopping Anália Franco, em São Paulo, com 76 novas lojas: a segunda etapa de expansão do RibeirãoShopping, em Ribeirão Preto, com nova praça de alimentação e restaurantes, e a expansão do ParkShopping de Brasília, com 78 lojas e mais 2.100 vagas de estacionamento. No total, foram criadas para a rede 20.762 metros quadrados de área bruta locável no grupo, que passa a ter 505.724 metros quadrados de área bruta locável.

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Gafisa mais que dobra resultado

Novembro 6, 2009 · Deixe um comentário

Construção: A margem líquida da companhia, porém, continua abaixo da média do setor.

Gafisa mais que dobra resultado

 

    Por Daniela D’Ambrosio, de São Paulo
    06/11/2009
Julio Bittencourt / Valor
Foto Destaque
Wilson Amaral, presidente da Gafisa: “Fizemos ajustes, mas a Tenda ainda puxa um pouco as margens para baixo”

Criticada pelos analistas pela baixa margem líquida, a Gafisa começa a melhorar os seus resultados. O lucro líquido da companhia (antes das despesas com minoritários e com os planos de opção de ações e que considera 100% dos resultados da Tenda) foi de R$ 88,5 milhões, o que significa uma alta de 136% em relação aos R$ 37,6 milhões do mesmo período do ano passado.

A margem líquida, de 7,5%, continua abaixo da média do setor – de 12% no segundo trimestre. Ajustada, a margem líquida sobe para 10,1%. Recentemente, a companhia anunciou a intenção de incorporar integralmente a Tenda, empresa de baixa renda adquirida em agosto do ano passado.

Segundo Wilson Amaral, presidente da companhia, houve um impacto negativo de Tenda no balanço da consolidada Gafisa. “Fizemos ajustes, estamos arrumando a empresa, mas a Tenda ainda puxa um pouco o resultado para baixo”, afirma Amaral.

A margem líquida de Tenda no terceiro trimestre foi superior à de Gafisa (8,3%), mas a margem do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (lajida) da companhia de baixa renda ficou em 14,5%, enquanto a da Gafisa é de 20,4%.

O impacto negativo da empresa de baixa renda, segundo Amaral, deve-se à diminuição do reconhecimento de receita da Tenda por conta da redução do volume de obras no início do ano. “Revisamos vários contratos de terceirização de obra no começo do ano”, diz Amaral. No dia 30 de setembro, a Tenda tinha R$ 1,2 bilhão de venda efetuada, mas sem receita reconhecida (obras não iniciadas).

Se aprovada em assembleia, a Tenda passa a ser uma subsidiária da companhia e deixa de ser listada. A empresa aposta numa redução importante das despesas gerais e administrativas após a incorporação.

A receita líquida da Gafisa no terceiro trimestre somou R$ 877 milhões, alta de 131,4% sobre os R$ 378 milhões do mesmo período do ano passado.

A empresa deve emitir R$ 600 milhões em debêntures junto à Caixa Econômica Federal – a assembleia de acionistas está marcada para 16 de novembro. As debêntures servirão como uma linha de crédito rotativo permitindo que a empresa financie até 90% do custo total do projeto. Recentemente, a Gafisa anunciou a emissão de R$ 250 milhões em debêntures para capital de giro.

A Gafisa é a única entre as cinco maiores que não fez uma nova oferta de ações – a companhia chegou a anunciar a oferta, mas desistiu porque não teve demanda. O caixa da companhia fechou setembro em R$ 1,1 bilhão, e a dívida líquida em R$ 1,7 bilhão.

Seguindo a tendência de conservadorismo do setor imobiliário, a Gafisa reduziu fortemente o número de lançamentos este ano. Nos primeiros nove meses, foram lançados R$ 3,5 bilhões, queda de 63% em relação ao ano passado. No trimestre, a queda foi de 43%. Segundo Amaral, no quarto trimestre, a companhia voltará a um ritmo mais forte de lançamentos para que possa engordar a receita no futuro.

No ano, as vendas subiram 11,8% e no trimestre aumentaram 48%, atingindo R$ 800,2 milhões. Com um volume menor de lançamentos, a companhia conseguiu reduzir estoques (imóveis já lançados, em construção ou prontos). Terminou o mês de setembro com R$ 2,8 bilhões (valor de mercado) em estoques, depois de ter começado o ano com R$ 4 bilhões.

A estimativa da Gafisa é vender entre R$ 2,7 bilhões e R$ 3,2 bilhões em 2009 – o que significa que no quarto trimestre a empresa terá que vender mais R$ 750 milhões para atingir o ponto médio da projeção. “Vamos atingir o ‘guidance’ tranquilamente”, afirma o presidente da companhia.

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Chegada da Petrobras afeta imóveis residenciais e comerciais

Novembro 5, 2009 · Deixe um comentário

Chegada da Petrobras afeta imóveis residenciais e comerciais

    De Santos
    05/11/2009
Claudio Belli/Valor
 
Renato Chammas, do hotel Parque Balneário: “Ano passado foi muito bom”

A chegada da Petrobras e a perspectiva de crescimento da cidade já causam impacto no mercado imobiliário de Santos. As imobiliárias têm recebido um público diferente à procura de apartamentos e há uma retomada dos investimentos em prédios comerciais, parados há cerca de 20 anos.

A procura tem valorizado as propriedades em níveis acima do usual. De 2008 para cá, o preço dos imóveis residenciais aumentou até 50%, enquanto nos anos anteriores a valorização ficava na faixa dos 20% a 30%, conta Sarah Rejane Brito, corretora da Kasa Imóveis, uma imobiliária local. “Há 20 anos trabalho com vendas de imóveis e nunca vi uma valorização assim. Hoje temos uma procura maior que a oferta”, diz ela.

Os terrenos quase dobraram de preço de dois anos para cá, segundo o proprietário da construtora Miramar, Armênio Mendes. “As áreas boas são disputadas e isso acaba refletindo no valor dos imóveis. Mas a valorização tem que ter um limite, porque senão pode acabar dificultando as vendas”, diz.

Áreas próximas ao porto também estão valorizando. Segundo Lawrence Pih presidente do Moinho Pacífico, terrenos perto do porto mais que duplicaram de valor, de R$ 600 a R$ 700 o metro quadrado (m2) para R$ 2,2 mil. “Há um processo forte de investimento na cidade por conta das perspectivas”, diz Pih. A empresa está investindo R$ 80 milhões para duplicar a sua capacidade de estocagem de trigo próxima ao porto, obra que deve ficar pronta em 12 meses.

Uma área que também deve valorizar rapidamente é o entorno do terreno adquirido pela Petrobras no bairro do Valongo, centro de Santos. O terreno de 25 mil m2 foi escolhido pela petroleira para ser a sede da unidade de negócios da Bacia de Santos e a intenção é que o investimento sirva para induzir a revitalização da região, hoje uma área degradada do centro.

Quem acompanha esse mercado diz que não é possível atribuir o aquecimento da venda de imóveis apenas à chegada da Petrobras. O setor imobiliário está sendo beneficiado por um período de maior disponibilidade de crédito a juros mais baixos, o que incentiva a venda ao público das cidades vizinhas em busca de casas de veraneio e à própria população local, que aproveita para melhorar o padrão das suas residências.

O aumento da demanda por imóveis comerciais e a presença cada vez maior do público voltado para eventos de negócios mostram, porém, que o setor de petróleo e gás já está ganhando importância na cidade.

Em dezembro de 2008, a imobiliária Lopes fez seu primeiro lançamento na área comercial, um prédio da incorporadora Elbor com 506 salas próximo ao centro novo da cidade, e vendeu 95% em dois meses. “Temos só 25 salas livres, a procura foi muito grande”, diz Davi Theodoro Uberreich, instrutor de treinamento de corretores da unidade da Lopes em Santos.

A avenida Ana Costa, uma das principais vias do centro novo, tem ganhado novos prédios, como o da armadora Mediterranean Shipping Company (MSC), um investimento de R$ 40 milhões que, além de abrigar os escritórios da companhia, também possui salas para terceiros. “A Petrobras é uma grande indutora desse movimento de novos negócios na cidade, também impulsionado pelos investimentos no porto”, diz o delegado regional do Secovi da Baixada, Domingos de Oliveira.

A valorização imobiliária não se traduz só com o aumento do preço, mas também na maior velocidade de comercialização. Há seis meses a construtora Miramar lançou um condomínio residencial com apartamentos de R$ 3,5 milhões. Já vendeu metade dos 54 imóveis, que devem ser entregues em agosto de 2010. “Vivo em Santos há 40 anos e nunca se vendeu tanto quanto neste ano”, diz Mendes, proprietário da construtora.

De olho no crescimento da Petrobras na cidade, Mendes diz que espera que as vendas melhorem ainda mais. “Já vendemos muitos apartamento para funcionários da Petrobras, mas é um volume que ainda não é tão significativo. Espera-se que venham mais”, diz ele.

Hoje, a Petrobras está presente com cerca de 1 mil trabalhadores na cidade. Com a construção da unidade de negócios, esse número deve triplicar até 2012, quando a primeira torre ficará pronta, e chegar a 6 mil pessoas com a conclusão de outros dois prédios no mesmo terreno.

Outro setor que está sentindo o maior dinamismo da economia da cidade é o hoteleiro. Com o crescimento da importância dos eventos, a capacidade hoteleira de Santos ficou defasada. Enquanto o centro de convenções da cidade, o Mendes Convention Center, pode receber até 4,6 mil convidados, o conjunto de hotéis da cidade possui 2,5 mil leitos. Assim, em grandes eventos, é preciso recorrer à rede hoteleira das cidades vizinhas.

O ritmo é de aumento do volume de eventos ligados à petróleo e gás. No ano passado eles representaram 8,6% do faturamento do Mendes Convention Center, e neste ano a estimativa é de que esse percentual chegue a 12%.

Hoje, 60% da ocupação do hotel Parque Balneário, hospedagem cinco estrelas na avenida Ana Costa, é de pessoas relacionadas aos negócios do setor, segundo o diretor de operações Renato Chammas. A expectativa é de que esse número cresça para 70% em pouco tempo. “O ano passado foi um período muito bom. Sentimos um pouco a crise no primeiro semestre deste ano, mas no meio do ano o mercado voltou a aquecer”, diz ele.

Com a expectativa de aumento da demanda, o Grupo Mendes, dono do Parque Balneário, deve iniciar a construção de um novo hotel no ano que vem com perfil mais econômico na mesma região. O hotel deve ficar pronto em 2013, e o grupo empresarial não divulga o valor do investimento. (SM)

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Fundos caçam oportunidades no setor de ensino superior

Novembro 5, 2009 · Deixe um comentário

Mercado imobiliário: Com a expectativa de novas fusões entre grupos de educação, número de imóveis disponíveis para compra e posterior locação deve aumentar.

Fundos caçam oportunidades no setor de ensino superior

    Por Alessandra Bellotto, de São Paulo
    05/11/2009
Davilym Dourado / Valor
 
Hermes Figueiredo: em cinco anos, 30 grupos devem controlar 70% do setor

O setor de educação entrou no radar dos gestores e administradores dos tradicionais fundos imobiliários. O alvo são os imóveis que abrigam os campi das instituições privadas, especialmente de ensino superior, e seu potencial de retorno na forma de receitas com aluguéis.

O primeiro negócio público, em abril, envolveu a compra pelo fundo CSHG Real State, administrado pela Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), do imóvel onde fica o campus de Pirituba, na zona Oeste de São Paulo, da Anhanguera Educacional, companhia aberta líder no mercado brasileiro de ensino superior.

A Anhanguera Educacional também dá nome a um novo fundo imobiliário, de R$ 38 milhões, que acaba de receber o registro da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Estruturada pela Brazilian Mortgages, a carteira se prepara para fazer a primeira emissão primária de cotas, no total de 381.378, com valor unitário de R$ 100 cada. A aplicação mínima para o investidor será de R$ 10 mil.

O objetivo do fundo, que será administrado pelo Banco Ourinvest, é adquirir terrenos e imóveis comerciais para a exploração mediante locação para a Anhanguera Educacional Participações S.A. (Aesapar), holding que controla a Anhanguera Educacional. Os recursos a serem levantados com a oferta serão destinados à compra de imóvel localizado na Rodovia Régis Bittencourt, no Taboão da Serra (SP), já com a garantia do contrato de locação de 15 anos. A aquisição do imóvel será feita por aproximadamente R$ 37,4 milhões. O valor do aluguel foi fixado em R$ 373,9 mil, o equivalente a 1% do valor do imóvel. Novas emissões estão previstas, aponta o prospecto preliminar.

Outro fundo com foco no setor de educação está prestes a sair do forno. Batizado de Educacional, chegará ao mercado com a expectativa de captar R$ 200 milhões, aponta o prospecto preliminar. A estruturação e administração ficarão a cargo das mesmas instituições do Anhanguera Educacional. A nova oferta, contudo, marca a estreia de duas assets no setor de fundos imobiliários: Claritas Administração de Recursos e Credit Suisse Brasil. Ambas vão atuar como gestoras da carteira.

O fundo terá como política buscar oportunidades de aquisição de imóveis para posterior locação para instituições de ensino superior ou empresas controladas por escolas superiores. Serão alvo dos gestores empreendimentos imobiliários de grupos educacionais com mais de 10 mil alunos e localizados em regiões metropolitanas de qualquer cidade brasileira.

A fim de diversificar os riscos, foi fixado o limite de 25% do patrimônio para aplicação em um único empreendimento e em único locador. Assim, a carteira de investimentos do fundo deverá ter, pelo menos, quatro diferentes imóveis com quatro diferentes locatários. Nessa primeira emissão, serão ofertadas até 200 mil cotas, com valor unitário de R$ 1 mil cada. A aplicação mínima será de R$ 30 mil, o que para o tamanho da emissão sinaliza a intenção de pulverizar a operação.

Operações como essas serão cada vez mais comuns daqui para frente, acreditam os especialistas. Do lado do mercado de fundos imobiliários, a demanda do investidor anda bastante aquecida em função dos retornos atraentes se comparados à atual taxa de juros. A isenção de imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos a partir das receitas com os aluguéis dos imóveis para o investidor pessoa física torna a aplicação mais rentável do que muito fundo de renda fixa.

Levantamento da Rio Bravo com 18 fundos negociados em bolsa há pelo menos um ano mostra que o retorno médio entre janeiro e agosto superou os 42%, entre valorização das cotas no mercado e rendimento distribuído. Só com a renda mensal proveniente dos aluguéis dos imóveis, os investidores tiveram um ganho médio de 7,58% em oito meses sobre o valor de mercado dos fundos na virada do ano. O desempenho equivale a 137,59% da variação do CDI.

O setor de educação também oferece boas oportunidades para os fundos, dada a expectativa de continuidade do movimento de consolidação. No ano passado, foram fechados mais de R$ 650 milhões em negócios de fusões e aquisições, volume recorde para o setor, segundo dados de mercado. Só a Anhanguera fechou 15 aquisições. Neste ano, a onda continua, com destaque para a compra de participação na Kroton Educacional pelo fundo de private equity Advent e do Pueri Domus pelo SEB – Sistema Educacional Brasileiro.

Para o fundo, a consolidação significa mais imóveis passíveis de aquisição e já com contrato de locação de longo prazo garantido. Conforme destaca Sérgio Werther Duque Estrada, sócio da consultoria financeira Valormax, há muitos negócios para sair em função da política agressiva de expansão de grandes grupos como Anhanguera, Estácio de Sá, Kroton, além do avanço de estrangeiros como os americanos Laureate, que em 2005 assumiu o controle da Anhembi Morumbi, e DeVry, dono da Fanor, entre outros. “Esses grupos só compram o negócio de educação, os imóveis ficam sempre de fora das transações”, afirma. Ele conta que a negociação, contudo, já sai com o contrato de locação.

Para se ter ideia do potencial de negócios, há no país mais de 2 mil instituições privadas de ensino superior e 1,2 mil grupos mantenedores. Grande parte são empresas familiares com dificuldades financeiras, destaca o representante do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior no Estado de São Paulo (Semesp), o professor Hermes Ferreira Figueiredo. “Em cinco anos, 30 grupos deverão controlar 70% do segmento”, acredita Figueiredo, também presidente do grupo Cruzeiro do Sul Educacional.

O setor privado tem grandes perspectivas de crescimento, destaca o executivo sênior do HSBC Private Banking, José Feliciano. “O ensino privado representa 75% do setor de educação”, diz. E são essas instituições que têm condição de crescer e contribuir para aumentar a popularização. No Brasil, apenas 20% dos jovens entre 18 e 24 anos estão matriculados. Na Argentina, esse índice é de 61%, no Chile, de 43%, e na Rússia, 68%.

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Será que Deus é culpado – 1 minuto de reflexão

Novembro 5, 2009 · Deixe um comentário

SERÁ QUE DEUS É CULPADO ?

 Finalmente a verdade é dita na TV Americana.

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:

 

 

‘Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?’

Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia:

 

‘Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós.

Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas.
Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?’
 

À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc…

 

Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O’hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

 

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas…

A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém.

 

Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos:

 

‘Um perito nesse assunto deve saber o que está falando’.

E então concordamos com ele.

 

Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal.

Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos…(há diferença entre disciplinar e tocar).

 

Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem.

E nós aceitamos sem ao menos questionar.

 

Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade.

E nós dissemos: ‘Está bem!’  

 

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino.
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet.
E nós dissemos:
 

‘Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso’.

 

Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado;

porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios…

 

Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender:

nós colhemos só aquilo que semeamos!!!
Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus:
‘Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?’
A resposta dele:
‘Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!’
 

É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno.

É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina.

 

É triste como alguém diz:

‘Eu creio em Deus’.

Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal,também ‘Crê’ em Deus.

É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados!

 

Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros!

 

É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho.

 

É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no sábado, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.

 

Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado.

 

Não é verdade?

Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa…  

 

‘Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras pessoas’. 

 

Passe essa mensagem adiante, se acha que ela tem algum mérito.

Se não, ignore-a… e delete-a…

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Gafisa emitirá debêntures de R$ 600 mi

Novembro 5, 2009 · Deixe um comentário

Dívida: Incorporadora, que desistiu de oferta de ações em julho, venderá títulos ao FGTS para se capitalizar

Gafisa emitirá debêntures de R$ 600 mi

    Carolina Mandl, de São Paulo
    05/11/2009

 

A Gafisa deve emitir R$ 600 milhões em debêntures que serão compradas pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). A proposta será analisada em uma assembleia de acionistas marcada para 16 de novembro, quando também será definida a remuneração dos títulos.

Se a emissão for aprovada, os recursos chegarão à Gafisa poucos meses depois de a incorporadora desistir de realizar uma oferta primária de ações diante da fraca demanda pelos papéis.

Em julho, os investidores queriam aplicar um desconto à ação por alguns motivos: endividamento elevado, falta de experiência no segmento econômico – no qual analistas enxergam maior potencial de crescimento – e problemas anteriores de relacionamento com acionistas, principalmente quando assumiu o controle da Tenda em 2008 sem fazer uma oferta de compra dos papéis dos minoritários.

Se a emissão para o FGTS for aprovada em assembleia, a Gafisa terá conseguido captar o volume de recursos que pretendia com a oferta em bolsa, entre R$ 600 milhões e R$ 700 milhões. A remuneração dos papéis ainda não está definida, mas o FGTS tem exigido em operações semelhantes a taxa referencial (TR) mais uma taxa nominal de juros entre 7% e 9%.

Depois da tentativa frustrada de captar recursos em bolsa, a Gafisa adotou novas medidas com o objetivo final de engordar seu caixa. Em junho, a Gafisa – já contabilizando os números da Tenda – tinha R$ 2,2 bilhões de dívida para R$ 1 bilhão de caixa.

Ainda em julho, por exemplo, concluiu uma renegociação das garantias – as chamadas “covenants” – que tinha com os debenturistas da 4ª emissão e que haviam sido ultrapassadas pela empresa. Foi excluída, por exemplo, a cláusula que impunha um limite máximo de endividamento, que estava fixado em R$ 1 bilhão. A contabilização da dívida também foi alterada. Projetos financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e pelo Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) foram excluídos. Depois do acordo com os detentores dos papéis, a Gafisa anunciou a emissão de R$ 250 milhões em debêntures para usar no capital de giro. Os títulos têm vencimento em dois anos, sendo que uma série pagará CDI mais spread de 2% ao ano, e a segunda, CDI mais 3,25% ao ano.

A empresa também anunciou na semana retrasada a incorporação da Tenda, o que deve melhorar seu balanço.

A Gafisa precisa de recursos para, passada a crise econômica, acelerar o ritmo de lançamento. Do primeiro semestre de 2008 para o mesmo intervalo de 2009, o número de lançamento caiu 71%, para R$ 787 milhões. As vendas, por outro lado, caíram menos, 3%, o que fez o estoque encolher. Segundo o Valor apurou, para algumas praças que sempre foram importantes para a Gafisa, como o Rio de Janeiro, não há previsão de lançamento até o fim do ano.

Além disso, na incorporação da Tenda, caso os acionistas não aceitem as condições de troca propostas pela Gafisa, ela precisará fazer desembolsos. Procurada, a empresa informou que não se manifestaria por estar em período de silêncio. Hoje a Gafisa divulga o resultados do terceiro trimestre.

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